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Um dia após ataque do Irã a Israel, ONU e EUA pedem cautela e dizem que é ‘hora de dar um passo atrás’

Foto: Charly TRIBALLEAU / AFP

Em uma tensa reunião do Conselho de Segurança da ONU, os integrantes fizeram discursos pedindo cautela por parte de Israel e do Irã, um dia depois dos iranianos lançarem centenas de mísseis e drones em direção ao território israelense. Os EUA, que ajudaram nas interceptações dos projéteis mas pediram ao premier Benjamin Netanyahu evitar uma retaliação, defenderam moderação, ao mesmo tempo em que exigem uma condenação de Teerã pelo ataque.

— O nosso objetivo é a desescalada. Os Estados Unidos não procuram uma escalada. As nossas ações foram de natureza puramente defensiva. A melhor forma de evitar essa escalada é o Conselho condenar inequivocamente o ataque sem precedentes em grande escala do Irã e apelar a ele e aos seus aliados para diminuir a escalada e evitar mais violência — disse o vice-embaixador americano na ONU, Robert Wood. — Nos próximos dias e em consulta com outros Estados-membros, os Estados Unidos explorarão medidas adicionais para responsabilizar o Irã aqui nas Nações Unidas.

A fala dos EUA está alinhada a uma declaração do G7, grupo formado por sete das maiores economias do mundo, que mais cedo condenou “por unanimidade” as ações iranianas, ao mesmo tempo em que pediu moderação de todos os envolvidos. O presidente Joe Biden também adotou esse tom, e chegou a telefonar para Netanyahu durante uma reunião do gabinete de guerra israelense que discutiu uma possível resposta — o líder americano pediu explicitamente ao premier que evitasse um novo ataque, mas a decisão final do governo ainda não está clara.

Antes da fala de Wood, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que a perspectiva de um conflito entre Israel e Irã no Oriente Médio coloca toda a região “na beira do abismo”, e que uma nova guerra teria impactos profundos sobre os civis.

— É hora de dar um passo atrás. É vital evitar qualquer ação que possa levar a grandes confrontos militares em múltiplas frentes no Oriente Médio. Civis já estão sofrendo e pagando o mais alto preço — disse Guterres. — Nós temos uma responsabilidade compartilhada para atuar junto a todos os lados envolvidos para evitar uma nova escalada.[…] Temos uma responsabilidade compartilhada para trabalhar pela paz. Regionalmente e globalmente a paz e a segurança estão sendo minadas a cada instante. A região e o mundo não podem suportar mais uma guerra.

Economia de guerra: Como empresas dos EUA lucram bilhões com o conflito na Faixa de Gaza
A reunião de emergência foi convocada a pedido de Israel após os ataques de sábado — no dia 2 de abril, um dia depois do bombardeio israelense contra o consulado iraniano em Damasco, incidente que motivou os lançamentos de projéteis, Teerã também pediu uma reunião do Conselho. Nos dois casos, o desfecho parece destinado a ser o mesmo: um encontro onde os países farão discursos, apresentarão discordâncias e não aprovarão uma resolução de qualquer tipo.

Uma divergência em relação às posições de Israel e EUA veio do representante da Rússia, Vasily Nebenzia: embora não tenha apoiado a ação iraniana, ele disse que, o ataque de sábado “não veio do nada”, acusando o próprio conselho de “inação”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. A ONU não tem interesse nenhum em punir os países antissemitas, podem lançar milhares de bombas em Israel, sequestrar, degolar, estuprar e matar, agora se Israel jogar uma bomba em Gaza e matar meia dúzia de inocentes chamam de genocidas e querem impor sanções .
    Para dar uma resposta tem que agir como o radical postou ou no mínimo, ninguém comprar nada deste país.

    1. Quando você estiver resolvendo tensões que envolvam nações com bombas atômicas, você dá uma de arrochada.

    2. Né isso ! Bom mesmo era tocar o terror e ter logo uma guerra nuclear e tocar fogo da porra toda…

    3. Bomba atômica no rabo dos rabo dos outros é refresco

    4. BOMBA: Irã combinou ataque com governo Biden por canais ocultos, diz analista. Fonte – Terra Brasil notícias.

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Ação dos EUA contra a Venezuela foi recado a “ditadores travestidos de democratas”, diz Michelle Bolsonaro

Foto: Adriano Machado/Reuters

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que a ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela foi um recado direto a “ditadores travestidos de democratas”. Presidente nacional do PL Mulher, Michelle disse que a ofensiva marca o “início do fim” do regime autoritário de Nicolás Maduro.

Ainda na nota, Michelle avaliou que a operação norte-americana também serve de alerta a governantes de outros países da América do Sul que, segundo ela, estariam alinhados ao chavismo e tentariam reproduzir práticas semelhantes em seus territórios.

Ela manifestou solidariedade ao povo venezuelano, citou o sofrimento imposto pelo regime ao longo de décadas, especialmente a mulheres e crianças, e afirmou orar por uma transição pacífica e legítima de poder, conduzida pela própria população da Venezuela.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Nota pública

O PL Mulher manifesta sua solidariedade ao povo de bem venezuelano que, graças aos esforços americanos e a despeito da cumplicidade de alguns governantes de países vizinhos, está assistindo o início da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país e aprisionavam o povo.

Winston Churchill dizia que “o preço da grandeza é a responsabilidade” e essa é uma postura assumida por líderes, por pessoas públicas, que não fogem ao seu dever. Quando as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários que dominam as estruturas de poder; quando o povo é oprimido e caçado a tal ponto que não tem mais forças para resistir a esses algozes; o apoio de nações e líderes estrangeiros corajosos pode se tornar a única solução viável para o povo “sequestrado” pelos ditadores. Ontem, esse apoio se materializou na Venezuela.

A operação executada por forças de segurança americanas contra a ditadura narcoterrorista que imperava na Venezuela representa o “início do fim” do regime autoritário e criminoso que, por décadas, vem impondo sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos e atingiu de forma brutal, principalmente, mulheres e crianças.

Milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências (inclusive sexuais) pelas quais tiveram que passar enquanto fugiam do narcoestado instalado na Venezuela.

Também irmãos surdos e pessoas com deficiência tiveram seus sofrimentos agravados com a ditadura e, enfrentando condições absurdas, preferiram se arriscar em uma fuga para o nosso país do que morrer em consequência das maldades do regime imposto por Hugo Chávez e Maduro — ambos amigos próximos do atual presidente do Brasil e membros do Foro de São Paulo, do qual Lula é tido como um dos fundadores.

A prisão do narcoterrorista e ditador Nicolás Maduro, e o início da demolição das estruturas de poder dos narcotraficantes — em especial do Cartel dos Soles, que é composto por generais do regime — traz para o povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino-americanos está cada dia mais próxima.

A operação americana contra os ditadores narcoterroristas da Venezuela é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul que, fazendo parte do mesmo grupo e alinhados ao narcoditador venezuelano, tentam copiar em seus países o modus operandi de Maduro, adotando, dentre outras, as seguintes práticas:

  • favorecimento, defesa e proteção aos traficantes (até considerando-os como vítimas ou trabalhadores);
  • cerceamento das liberdades do povo e perseguição da oposição;
  • imposição gradativa de práticas ditatoriais (disfarçando-as de defesa da democracia); e
  • cooptação de autoridades de outros poderes e aplicação de lawfare contra as representantes do povo resistentes ao regime.

O recado da operação americana foi bastante claro: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a ‘barba’ de molho!”

Oramos, pedindo a Deus que toque os corações dos criminosos e também daquelas pessoas que, ludibriadas pelas mentiras dos poderosos, apoiavam o regime, para que deponham as armas e se entreguem pacificamente, de modo a evitar o derramamento de sangue e propiciar uma transição pacífica e legítima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano.

Que Deus abençoe a Venezuela e o seu povo de bem. Que Ele abençoe todas as famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil e jamais permita que ditadores prosperem em nosso país.

Brasília – DF, 03 de janeiro de 2026

Michelle Bolsonaro
Presidente Nacional do PL Mulher

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CIA sabia o que Maduro comia, quais eram seus pets e simulou habitação do ditador para treinar captura

Foto: Lucha Almada

Por Tyler Pager, Eric Schmitt e Julian E. Barnes –  The New York Times

Em agosto, uma equipe clandestina de oficiais da CIA se infiltrou na Venezuela com um plano para coletar informações sobre Nicolás Maduro, o ditador do país, a quem o governo Trump havia rotulado de narcoterrorista.

A equipe da CIA se movimentou por Caracas, permanecendo não detectada por meses enquanto estava no país. As informações coletadas sobre os movimentos diários do líder venezuelano — combinadas com uma fonte próxima a Maduro e uma frota de drones furtivos voando secretamente acima — possibilitaram à agência mapear detalhes minuciosos sobre sua rotina.

Foi uma missão altamente perigosa. Com a embaixada dos EUA fechada, os oficiais da CIA não puderam operar sob o manto da cobertura diplomática. Mas foi altamente bem-sucedida. O Gen. Dan Caine, o chefe do Estado-Maior Conjunto, disse em uma coletiva de imprensa que por causa das informações coletadas pela equipe, os Estados Unidos sabiam onde Maduro se movimentava, o que ele comia e até quais animais de estimação ele tinha.

Na preparação, os comandos do Delta Force ensaiaram a captura dentro de uma estrutura em escala real que simulava habitação onde Maduro se instalava, construída no Kentucky pelo Comando Conjunto de Operações. Lá, eles treinaram para derrubar portas de aço em ritmos cada vez mais rápidos.

O Exército havia se preparado por dias para executar a missão, aguardando boas condições climáticas e um momento em que o risco de vítimas civis fosse minimizado.

Essas informações foram críticas para a subsequente operação militar, um ataque antes do amanhecer no sábado, 3, por comandos de elite da Força Delta do Exército, a operação militar mais arriscada dos Estados Unidos do seu tipo desde que membros da SEAL Team 6 da Marinha mataram Osama bin Laden no Paquistão em 2011.

O resultado foi uma operação taticamente precisa e rapidamente executada que extraiu Maduro de seu país sem nenhuma perda de vida americana, um resultado aclamado pelo presidente Donald Trump em meio a maiores questionamentos sobre a legalidade para as ações dos EUA na Venezuela.

Trump justificou o que foi nomeado Operação Resolução Absoluta como um golpe contra o tráfico de drogas. Mas a Venezuela não é grande participante no comércio internacional de drogas como outros países. Oficiais haviam previamente informado aos líderes congressistas que o objetivo deles na Venezuela não era mudança de regime. E Trump tem longamente dito que ele se opõe a ocupações estrangeiras pelos EUA.

No entanto, no sábado, o presidente proclamou que oficiais americanos estavam no comando da Venezuela e que os Estados Unidos reconstruiriam a infraestrutura petrolífera do país.

Por Tyler Pager, Eric Schmitt e Julian E. Barnes –  The New York Times

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Maduro vestia conjunto Nike Tech Fleece avaliado em R$ 1.500 em imagens divulgadas pelos EUA

Imagens: Governo dos EUA/Divulgação/Nike

Depois que o governo americano divulgou uma foto do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, sendo transportado rumo aos EUA, neste sábado (3), um curioso detalhe chamou a atenção nas redes sociais: o ditador trajava um conjunto Nike Tech Fleece avaliado em R$ 1.500.

Vale ressaltar que o salário mínimo na Venezuela equivale atualmente a 130 bolívares, ou cerca de R$ 3.
O valor está congelado desde março de 2022.

Visual “capitalista”?

Muitos apontaram a contradição do visual ”capitalista” em relação aos ideais e às políticas de Maduro, enquanto outros levantaram a hipótese de que a roupa “poderia ter sido fornecida pelos militares após a captura”.

As dúvidas, no entanto, não apagam a ironia que é ver Maduro algemado, ostentando peças da gigante do sportswear sediada nos EUA.

Com informações de R7 e Exame

Opinião dos leitores

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Papa Leão XIV diz que Venezuela deve permanecer um país independente: “O bem do povo venezuelano deve prevalecer”

Papa: Vatican Media

O papa Leão XIV afirmou neste domingo (4) que a Venezuela deve permanecer um país independente e disse acompanhar com “muita preocupação” os desdobramentos após a deposição de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

Durante a oração na Praça de São Pedro, o pontífice pediu respeito aos direitos humanos, ao Estado de Direito e à Constituição venezuelana. “Não devemos demorar para superar a violência e trilhar os caminhos da justiça e da paz, garantindo a soberania do país”, declarou.

Leão XIV também ressaltou que “o bem do amado povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra consideração”. No sábado (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos assumiriam o controle da Venezuela após a captura de Maduro, que está detido em Nova York.

 

Opinião dos leitores

  1. Se o leão tá defendendo o maduro vcs,imaginem se o comunista descarado do Chico fosse vivo!

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VÍDEO: Imagens de satélite mostram danos após o ataque dos EUA a instalações militares na Venezuela

Imagens de satélite divulgadas após os bombardeios dos Estados Unidos em Caracas mostram destruição concentrada no complexo militar de Fuerte Tiuna, na zona sul da capital venezuelana.

Os registros indicam danos significativos em áreas de armazenamento e em equipamentos militares da base, considerada uma das principais estruturas das Forças Armadas da Venezuela.

A primeira imagem mostra o Palácio Miraflores antes da captura, a habitual residência de Nicolás Maduro.

A ofensiva americana ocorreu no contexto da operação que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. Ambos foram levados para Nova York, onde permanecem sob custódia aguardando julgamento.

Até o momento, o governo venezuelano não divulgou um balanço oficial dos prejuízos causados pelos ataques.

Opinião dos leitores

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Venezuelanos pedem nas redes sociais que parem de opinar sobre a situação do país se não vivem a realidade local

Venezuelanos e exilados têm usado as redes sociais para pedir que pessoas de fora do país parem de opinar sobre a crise política e social sem conhecer a realidade local. As mensagens ganharam força após a repercussão internacional da captura do ex-ditador Nicolás Maduro.

Um dos posts mais compartilhados é da usuária Jesse (@jessevalc), no X, que criticou narrativas sobre invasão e exploração do petróleo venezuelano. “O petróleo da Venezuela não nos pertence há anos. O que nos importa é nossa família e viver com dignidade. Não opine sobre algo que você não viveu”, escreveu.

Venezuelanos firmam que análises externas, muitas vezes ideológicas, ignoram o sofrimento cotidiano da população, marcado por escassez de alimentos, repressão e perda de direitos básicos.

Opinião dos leitores

  1. Pois é. Segundo os chavistas brasileiros, os mais de sete milhões de venezuelanos que fugiram de lá é que estão errados. É o tal do ‘ lugar de fala’ que ‘progressista’ tanto defende.

  2. Em razão da extensão sem fim das redes sociais e muito mais ainda da polarização política muitas das vezes sem nenhum princípio e conhecimento as pessoas dão suas opiniões que na verdade são pitacos.
    O momento é do povo venezuelano que mora dentro ou fora do país.
    O que temos é quê respeitar o momento, e aguardamos os próximos passos em relação ao aos últimos acontecimentos.
    De nada adianta tecer opiniões muitas das vezes depreciativas e de cunho ideológico sem viver o dia a dia de cada habitante da Venezuela.
    O máximo deveríamos fazer é torcer e rezar para que a paz, liberdade e a harmonia volte e que a opressão, a fome fiquem no passado.
    Por fim, só cabe ao povo da Venezuela a tomada de suas decisões e a escolha qual é caminho o melhor para eles seguirem.

    1. Se a opinião do povo de lá valesse, Maduro não estaria lá até ontem.

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Ratinho é absolvido após sugerir uso de ‘metralhadora’ contra deputada Natália Bonavides; ação judicial pedia R$ 2 milhões de indenização

Foto: reprodução SBT | Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

O apresentador Ratinho foi absolvido em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) após declarações feitas em um programa de rádio, em 2021, contra a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN).

“Tinha que eliminar esses loucos. Não dá para pegar uma metralhadora, não? Natália, você não tem o que fazer?”, disse Ratinho reagindo a um projeto de lei apresentado por Natália Bonavides, que propunha retirar a expressão “declaro marido e mulher” do Código Civil.

Caso fosse condenado, o apresentador poderia pagar indenização de R$ 2 milhões e a Rádio Massa, de sua propriedade, seria obrigada a veicular campanhas de combate à violência de gênero por um ano.

A ação havia sido movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que acusava o apresentador de sugerir violência contra a parlamentar. Com a decisão, o processo seguirá agora para análise no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O TRF-5 entendeu que as falas, embora ofensivas, estavam direcionadas ao projeto de lei apresentado pela deputada, e não à sua condição pessoal ou de gênero. Para a 7ª Turma, Ratinho não extrapolou os limites da liberdade de expressão.

“Embora hostil e pouco elegante, a crítica foi direcionada não à condição feminina da parlamentar, mas ao projeto legislativo por ela apresentado. As manifestações, por mais antipáticas que fossem, não configuraram discurso de ódio nem violência política de gênero com repercussão difusa”, afirmou o desembargador Frederico Wildson da Silva Dantas em dua decisão.

Relembre a fala de Ratinho que gerou a ação:

Opinião dos leitores

  1. Essa insignificante, assim como o povo burro que elegeu esse troço , merece o desprezo, essa menina moleca não traz NADA , mas nada de útil para o estado , que projeto Lixo dessa moleca

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VÍDEO: Venezuelanos lotam a Times Square em Nova York e comemoram captura de Maduro

A captura de Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos provocou reações imediatas entre venezuelanos no exterior. Em diversos países, o anúncio foi recebido com alívio, euforia e expectativa por mudanças.

Em Nova York, a Times Square virou palco de celebração. Grupos de venezuelanos comemoraram o que consideram o fim de um ciclo de autoritarismo e crise econômica.

Os manifestantes demonstraram esperança na reconstrução do país e em uma nova fase política, após anos de dificuldades que levaram milhões de pessoas a deixar a Venezuela.

Opinião dos leitores

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Aliado de Lula, Macron comemora queda de Maduro: “Venezuela está livre da ditadura”

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente da França, Emmanuel Macron, comemorou neste sábado (3) a queda do regime de Nicolás Maduro na Venezuela. Em publicação nas redes sociais, escrita em espanhol, afirmou que o povo venezuelano foi libertado da ditadura e tem motivos para celebrar.

Na publicação, Macron afirmou que “o povo venezuelano está hoje libertado da ditadura de Nicolás Maduro e não pode senão celebrar”. Em seguida, declarou que “os venezuelanos podem contar com o apoio da França para erguer a voz de uma transição pacífica, democrática e plenamente respeitosa de sua vontade soberana”.

A manifestação ocorre após a ofensiva militar dos Estados Unidos, que resultou na captura de Maduro e encerrou quase 27 anos de governos chavistas. O ex-presidente deverá responder na Justiça americana por acusações ligadas ao narcotráfico e ao uso de armas.

Para Venezuela, declarações de Macron configuraram “intromissão inadmissível em assuntos internos de um Estado soberano”. Na opinião de Caracas, a fala revela “profundo desconhecimento da realidade política, institucional e social do país” e atual governo “emana da vontade popular e da ordem institucional”.

Opinião dos leitores

  1. Espero que a festa seja semelhante, quando LULADRAO for pra cadeia, aqui no Brasil, mas pode ser nos EUA, também.

  2. Não gosto nem um pouco de Trump, mas ele fez um bem enorme ao povo venezuelano. Acho uma canalhice, um desrespeito a inteligência dos outros, quando esses canalhas, militares da Venezuela, falam em soberania e democracia venezuelana. Mesmo pensamento que tenho em relação a essa utópica Esquerda brasileira.

  3. Macron vê Lula como um abestalhado. Essa “aliança” com ele visa tão somente interesses nacionais da França.

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China pede que EUA garantam segurança e libertem Nicolás Maduro ‘imediatamente’

Foto: reprodução

A China afirmou neste domingo (4) que os Estados Unidos devem libertar imediatamente Nicolás Maduro e sua esposa e resolver a crise na Venezuela por meio de diálogo e negociação.

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês disse que a deportação do líder venezuelano viola o direito internacional e cobrou garantias para a segurança pessoal do casal.

Pequim voltou a condenar a operação militar americana, classificando-a como uso ilegítimo da força contra um Estado soberano e uma afronta à soberania venezuelana. Segundo o governo chinês, a ação reflete um comportamento hegemônico que ameaça a estabilidade regional.

A China, uma das principais parceiras políticas e econômicas da Venezuela, reiterou que a crise no país deve ser resolvida sem interferência externa, pelo próprio povo venezuelano.

Opinião dos leitores

  1. Engraçado que esses FDP ata agora não se importavam com a tirania do lixo do maduro contra a população Venezuelana , faça uma pesquisa se o povo está satisfeito com a prisão desse demônio Nicolas maduro ?

  2. Tem até graça, os EUA gastaram uma fábula para prender esse bandido e agora vem essa outra ditadura sanguinaria pedindo para solta-lo. Tchau BANDIDOS.

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