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Vídeo: Reprodução
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, tem intensificado a pressão dentro do governo para que a regulamentação do trabalho por aplicativos inclua uma taxa mínima de R$ 10 por entrega para entregadores de plataformas como iFood, Rappi e Uber Eats.
A proposta, inspirada em um projeto apresentado por Boulos quando ainda era deputado, prevê o valor mínimo para entregas de até 4 quilômetros, além de adicionais por distância excedente e tempo de espera.
Embora ainda esteja em discussão no Congresso, a medida já provoca forte reação de empresas do setor e de parte dos próprios trabalhadores, que temem mudanças bruscas no modelo atual de remuneração.
Especialistas e empresas do setor afirmam que a criação de um piso obrigatório pode elevar significativamente o custo das entregas, com estimativas de aumento de até cerca de 20% no preço final para o consumidor.
O impacto também poderia reduzir o número de pedidos e alterar o funcionamento das plataformas, que hoje operam com tarifas variáveis definidas por algoritmos e demanda.
No Congresso, o debate permanece travado: parlamentares discutem reduzir ou até retirar a taxa mínima do texto para viabilizar a regulamentação, enquanto o governo insiste na medida como ponto central da proposta, ampliando a tensão entre plataformas, entregadores e o setor político.
Diário 360

Tem mesmo é que lascar os entregadores né gadaiada! Imposto? Onde foi que viram isso?
AMBOS SÃO TRIBUTOS E SAI DO BOLSO DO CIDADÃO. OU É SÓ BRINCADEIRINHA?
Notícia tendenciosa, eis a verdade:
. O que é a “Taxa de R$ 10”?
Não se trata de um imposto novo ou uma taxa fixa que você pagará a mais em cada corrida. Na verdade, Boulos (atualmente na Secretaria-Geral da Presidência) defende que o governo inclua no projeto de regulamentação (PLP 152/2025) um piso de remuneração mínima para os trabalhadores.
A proposta do governo: Pagamento mínimo de R$ 10 por corrida ou entrega, somado a um adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado.
O objetivo: Garantir que o motorista ou entregador não receba valores irrisórios em trajetos curtos, onde hoje muitas vezes a plataforma retém uma porcentagem que Boulos classifica como “taxa de agiotagem” (chegando a 40% ou 50%).
É imposto e mais imposto e mais imposto…. É culpa da guerra, é culpa do Bolsonaro, é culpa das estrelas. Isso tudo para manter a base (gado) eleitoral feliz com suas bolsas e para apertar o 13 nas próximas eleições
Esquerdolóides só pensam em sugar dos pagadores de impostos.