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VÍDEO: Discussão por vaga de estacionamento termina em tiros e quase mata comerciante em Natal

 

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Vídeo: Via Certa Natal

Uma discussão por causa de uma vaga de estacionamento quase terminou em tragédia na Cidade da Esperança, na zona oeste de Natal. Um homem foi alvo de disparos de arma de fogo após um desentendimento em frente a uma conveniência, na noite desta sexta-feira (30), e escapou de ser atingido na cabeça por poucos milímetros.

Segundo informações apuradas no local, o suspeito teria se irritado após ser questionado por estar com o carro estacionado em frente a uma conveniência enquanto consumia em outro estabelecimento. Após a reclamação, ele deixou o local, foi até casa, pegou uma arma e retornou já efetuando disparos contra o comerciante, que foi surpreendido pela ação violenta.

A vítima relatou que precisou entrar em luta corporal com o agressor para salvar a própria vida. Três tiros foram disparados, e um deles passou extremamente próximo ao ouvido e à lateral esquerda da cabeça. Durante o confronto, o atirador acabou sendo atingido no braço pela própria arma e foi socorrido para o Hospital Walfredo Gurgel.

Após o ocorrido, o comerciante foi encaminhado à Central de Flagrantes da Zona Sul, onde prestou depoimento. Abalado, ele afirmou que “nasceu de novo” e agradeceu pelo livramento, destacando que tudo começou por um simples mal-entendido no estacionamento. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Geral

Fundação ligada ao PT teve curso com ex-economista-chefe do Banco Master

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Fundação Perseu Abramo (FPA), vinculada ao Partido dos Trabalhadores, promoveu em 2025 um curso de extensão que contou entre os professores com Paulo Gala, então economista-chefe do Banco Master, instituição hoje no centro de investigações por suspeita de fraude bilionária. A informação foi revelada pela Folha. A iniciativa ocorreu em parceria com a Unicamp e foi voltada a filiados do partido, militantes, integrantes de movimentos sociais e servidores públicos.

O curso abordou temas como desenvolvimento econômico, mercado de trabalho e políticas públicas. No material de divulgação, a FPA afirmou que o objetivo era capacitar participantes para analisar a conjuntura nacional e formular propostas para enfrentar desafios sociais. Gala ocupou o cargo no Banco Master entre setembro de 2021 e julho de 2025, deixando a instituição durante as negociações de venda ao BRB, antes de as denúncias contra o banco virem a público. A aula ocorreu em setembro, já após sua saída.

Atualmente professor da FGV-SP, Paulo Gala mantém interlocução com economistas de esquerda e é citado nos agradecimentos da dissertação de mestrado do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendida em 2008. A participação do economista no curso da fundação petista contrasta com a linha adotada recentemente pela Executiva Nacional do PT, que passou a usar o caso Master como símbolo de críticas ao mercado financeiro.

Em resolução divulgada na última semana, o partido citou o escândalo do banco como exemplo de “corrupção e promiscuidade entre parte do mercado e o crime organizado”. O episódio também respinga no governo Lula devido às relações do Master com nomes como Ricardo Lewandowski, cujo escritório recebeu milhões em contratos com o banco, e Guido Mantega, que atuou como consultor. A contratação do escritório da família Lewandowski, segundo o Metrópoles, foi indicada pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), informação confirmada pela assessoria do parlamentar.

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Política

Fila de CPIs trava avanço contra Banco Master e empurra investigação para outras frentes

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Apesar da articulação crescente para investigar o Banco Master, a instalação de uma CPI específica na Câmara dos Deputados enfrenta um obstáculo imediato: a fila de 15 requerimentos que aguardam análise para criação de comissões parlamentares de inquérito. O acúmulo de pedidos reduz as chances de avanço rápido da iniciativa e torna a decisão altamente dependente da condução política da Casa.

Deputados como Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e Marcos Pollon (PL-MS) afirmam já ter alcançado o número mínimo de assinaturas exigido pelo regimento — 171 parlamentares —, mas a abertura de uma CPI depende exclusivamente do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Atualmente, a lista de espera inclui investigações sobre descontos irregulares em benefícios do INSS, atuação de planos de saúde e demarcação de terras indígenas, entre outros temas sensíveis.

O caso do Banco Master segue no centro das atenções políticas após a Polícia Federal apontar indícios de fraude bilionária, o que levou o Banco Central a decretar a liquidação da instituição em novembro do ano passado. O episódio ganhou peso em Brasília pelas conexões políticas do banqueiro Daniel Vorcaro, citado em articulações com parlamentares e em relações que também alcançam o Judiciário.

Diante da dificuldade na Câmara, parlamentares passaram a investir em outras frentes, como a criação de uma CPMI, que depende apenas da leitura do requerimento pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP). Além disso, o Senado criou um grupo de acompanhamento do caso na Comissão de Assuntos Econômicos, e a oposição tenta levar o tema à CPI do Crime Organizado, onde o relator Alessandro Vieira classificou a atuação do Banco Master como típica de organizações criminosas.

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Política

Oposição arma ofensiva em cinco frentes para pressionar governo Lula em ano eleitoral

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A oposição bolsonarista no Congresso Nacional se organiza para atuar em cinco frentes estratégicas com o objetivo de desgastar politicamente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao longo de um ano decisivo, marcado pelas eleições de outubro. A atuação deve ganhar força a partir do fim do recesso parlamentar, em fevereiro, ainda que o calendário eleitoral reduza o ritmo das atividades legislativas nos meses seguintes.

O Partido Liberal (PL) concentra esforços principalmente em duas linhas: a tentativa de reverter a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro e o uso intensivo de CPIs e CPMIs para manter temas sensíveis ao governo no centro do debate público. Entre as prioridades está a derrubada do veto de Lula ao projeto da Dosimetria, que altera penas de condenados pela trama golpista e poderia beneficiar Bolsonaro — votação que a oposição tenta antecipar para antes do carnaval.

Além disso, o bolsonarismo pretende prorrogar a CPI do INSS, ampliar a pressão pela criação da CPI do Banco Master e da CPMI da Secom, além de avançar em pautas ligadas à segurança pública, tema considerado eleitoralmente sensível. A preferência por comissões mistas se deve à criação automática mediante número mínimo de assinaturas, sem depender do aval dos presidentes da Câmara ou do Senado.

Apesar da ofensiva anunciada, integrantes do Supremo Tribunal Federal avaliam que o avanço dessas iniciativas tende a ser limitado pelo próprio calendário eleitoral, que deve deslocar o foco dos parlamentares para as campanhas em suas bases. Ainda assim, lideranças da oposição afirmam que a estratégia seguirá ativa tanto na Câmara quanto no Senado, onde também está no radar a sabatina do indicado de Lula ao STF, Jorge Messias.

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Geral

Avanço da oposição no Nordeste acende alerta no PT e preocupa Lula

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O crescimento da oposição em estados estratégicos do Nordeste acendeu um sinal de alerta no Palácio do Planalto e na cúpula do PT. O partido avalia o risco concreto de derrota de ao menos dois governadores petistas na região e já discute, nos bastidores, a possibilidade de substituição de candidaturas como forma de preservar o desempenho eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026, especialmente na Bahia e no Ceará.

No Ceará, levantamentos internos indicam vantagem de Ciro Gomes (PSDB) sobre o atual governador Elmano de Freitas (PT). A preocupação petista vai além do Palácio da Abolição: Ciro sinaliza apoio a Flávio Bolsonaro (PL), o que pode comprometer a estratégia do PT de repetir o desempenho de Lula em todos os municípios do estado. Diante desse cenário, cresce a pressão para que o ministro da Educação, Camilo Santana, seja chamado para reassumir o protagonismo eleitoral.

Na Bahia, o quadro também inquieta a direção petista. O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) surge como ameaça real à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Internamente, o nome do ministro da Casa Civil, Rui Costa, é apontado como possível alternativa para tentar conter o avanço da oposição e manter o estado sob influência do partido.

O PT ainda contava com a fragmentação do campo oposicionista, apostando na divisão de votos entre Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado, mas essa estratégia perdeu força após o governador de Goiás deixar o partido de ACM Neto. Além da Bahia e do Ceará, o Rio Grande do Norte também entrou no radar de preocupação, ampliando a apreensão do partido com o cenário eleitoral no Nordeste.

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Política

Requerimento por CPMI do Master conta com uma assinatura de senador do PT

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O requerimento para a criação de uma CPMI destinada a investigar o suposto esquema de fraudes envolvendo o Banco Master já ultrapassou a marca de 270 assinaturas no Congresso Nacional. Entre os apoiadores, há a adesão de um parlamentar do PT: o senador Fabiano Contarato (ES), até agora o único integrante do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a subscrever formalmente o pedido.

A articulação é liderada pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ) e reúne, segundo o próprio parlamentar, 42 senadores e 230 deputados federais. A maior parte das assinaturas vem de partidos de oposição, como o PL, além de siglas do centrão — União Brasil, Progressistas, Republicanos, PSD e MDB — e de forma pontual de legendas da esquerda, como o PSB.

O levantamento das adesões também mostra baixa participação de parlamentares da Bahia e do Piauí, estados de influência política do senador Jaques Wagner (PT) e do presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, respectivamente. Apesar do número expressivo de assinaturas, a efetiva instalação da CPMI ainda é tratada com cautela por integrantes do Congresso.

O caso do Banco Master envolve relações do empresário Daniel Vorcaro com figuras de diferentes campos políticos. Além de um encontro com o presidente Lula no fim de 2024, vieram à tona consultorias prestadas ao banco por Ricardo Lewandowski, antes de assumir o Ministério da Justiça, e por Guido Mantega. Em depoimento à Polícia Federal, Vorcaro afirmou ter “amigos em todos os Poderes”, mas evitou citar nomes.

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Geral

Moraes libera visitas de Nikolas e aliados a Bolsonaro preso na Papuda

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a entrada do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e de outros aliados políticos para visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está detido na Penitenciária da Papuda, em Brasília. A decisão estabelece datas, horários e divisão dos parlamentares em grupos distintos.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do Metrópoles. Conforme o despacho, as visitas ocorrerão em dois dias. Na quarta-feira (18), os senadores Bruno Bonetti (PL-RJ), das 8h às 10h, e Carlos Portinho (PL-RJ), das 11h às 13h, terão acesso ao ex-presidente. Já no sábado (21), será a vez dos deputados Nikolas Ferreira, das 8h às 10h, e Sanderson (PL-RS), das 11h às 13h.

A defesa de Bolsonaro argumentou ao STF que os encontros têm caráter estritamente pessoal e político, com o objetivo de permitir diálogo direto entre o ex-presidente e seus aliados, em datas previamente ajustadas, respeitando as condições impostas pelo sistema prisional e pelo Judiciário.

A visita de Nikolas Ferreira chama atenção por ser o primeiro encontro presencial entre os dois desde a chamada “caminhada pela liberdade”, quando o parlamentar percorreu o trajeto entre Minas Gerais e Brasília em ato simbólico de apoio a Bolsonaro, ainda antes da prisão.

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Mundo

Venezuela lança anistia ampla para presos políticos e decreta fim de um dos símbolos da repressão

Foto: Reuters/Leonardo Fernandez Viloria

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta sexta-feira (30) o envio de um projeto de “lei de anistia geral” à Assembleia Nacional, que pretende soltar centenas de presos políticos detidos desde 1999, abrangendo todo o período dos governos chavistas. A iniciativa, segundo Rodríguez, visa “curar feridas” do longo ciclo de confrontos políticos e restabelecer a convivência nacional — medida que deve ser analisada com urgência pelo parlamento ainda na próxima semana.

Rodríguez deixou claro que a proposta não beneficiará acusados ou condenados por homicídio, tráfico de drogas, corrupção ou graves violações de direitos humanos, segundo trechos do discurso oficial. A presidente também fez um apelo aos futuros libertados para que rejeitem “vingança, rancor e ódio”, posicionamento que busca moldar a narrativa como um gesto de pacificação, não de impunidade.

No mesmo anúncio, a líder venezuelana revelou que o infame centro de detenção El Helicoide, em Caracas — frequentemente apontado por organizações de direitos humanos como um dos principais locais de tortura e abuso contra presos políticos — será fechado e convertido em um complexo social, esportivo e cultural para as comunidades vizinhas e famílias policiais. A transformação desse local marca simbolicamente a tentativa de romper com décadas de repressão institucional.

Apesar do anúncio, organizações independentes e ativistas alertam que a implementação da anistia ainda enfrenta desafios práticos, pois os critérios definitivos e o texto final da lei não foram divulgados, e dezenas de milhares de pessoas ainda enfrentam restrições de liberdade no país. Grupos como o Foro Penal estimam que centenas de presos políticos permanecem detidos à espera de libertação, mesmo após algumas excarceracões recentes promovidas pelo governo.

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Geral

Lula confirma presença em camarote do Carnaval de Salvador

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente Lula vai desembarcar em Salvador no sábado (14/2) para acompanhar o Carnaval da capital baiana. Acompanhado da primeira-dama Janja, ele ficará no camarote do Governo do Estado, localizado no Campo Grande.

Também devem estar com o petista o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa.

No Rio de Janeiro, Lula e Janja devem comparecer ao camarote do prefeito Eduardo Paes no domingo (16/2), para assistir ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que terá um enredo em homenagem ao presidente.

A ida a Salvador reforça a estratégia do petista de marcar presença nas principais festas populares do país, mantendo visibilidade nacional junto a aliados políticos e seguidores do PT.

 

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Geral

Papo de Fogão tá puro aconchego! Receitas deliciosas e fáceis de fazer

Essa semana o Papo de Fogão tá puro aconchego! Receitas deliciosas e fáceis de fazer.
Tem bife acebolado com massa, comida afetiva que lembra a casa da vó, com o Chef Bruthus.
E ainda um risoni com bacalhau e camarões arretado de bom, com o chef Carlos Sérgio, do Dom Miguel.

Não perde, viu?

SÁBADO
BAND PIAUÍ – 8h

DOMINGO
RIO GRANDE DO NORTE – TV TROPICAL/RECORD, 10h

Ou no nosso canal do YouTube
http://youtube.com/c/PapodeFogao

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Política

VÍDEO: ESCALADA RADICAL: Pré-candidato ligado ao MBL diz que Flávio Bolsonaro é “traidor” e que “tem de morrer”

Imagens:  Reprodução/Metrópoles

O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, presidente do partido Missão e figura ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL), fez declarações extremas contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em live. No vídeo, Renan chama o parlamentar de “traidor” e afirma, de forma literal, que ele “tem de morrer”, colocando o debate político em um patamar de radicalização.

Renan também se refere a Flávio com xingamentos e acusações, afirmando que o senador teria “destruído” uma suposta “revolução” política. As falas, registradas em vídeo, passaram a circular nas redes sociais, gerando repercussão pelo tom agressivo e pela defesa explícita de violência contra um adversário político.

Renan anunciou sua pré-candidatura em 2025, pouco antes de o partido Missão ser oficializado pelo TSE. Procurado pelo Metrópoles, ele afirmou que suas declarações significariam “acabar com a raça” no sentido político, defendendo que Flávio Bolsonaro deveria estar preso e fora da disputa presidencial.

A assessoria do senador informou que ele não irá se manifestar sobre o caso.

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