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Vídeo: Via Certa Natal
A morte de um motociclista de 27 anos, após um acidente na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em Natal, na noite desta terça-feira (7), foi marcada por forte revolta de familiares e amigos da vítima. O sentimento predominante no local era de indignação diante da demora no atendimento de emergência.
Segundo relatos, o jovem permaneceu consciente por um longo período após a colisão e chegou a conversar com pessoas que tentavam ajudá-lo. Ele pediu que o padrasto fosse chamado e, enquanto aguardava socorro, reclamava de dores intensas, em uma cena que comoveu quem estava presente.
A principal crítica dos familiares foi direcionada à demora na chegada das ambulâncias. De acordo com testemunhas, diversas ligações foram feitas para o Samu, mas a resposta recebida era de que não havia macas disponíveis, pois estariam retidas em hospitais da rede pública, o que teria impedido o envio imediato de equipes.
A revolta também se estendeu à conduta do motorista envolvido no acidente, que, conforme relatos, teria deixado o local após a colisão. Para parentes da vítima, a sensação é de abandono duplo: tanto pela ausência de socorro rápido quanto pela falta de responsabilidade de quem teria causado o acidente.
Diante do ocorrido, familiares afirmam que pretendem buscar justiça. O caso deve ser investigado pelas autoridades, enquanto a morte do jovem reacende críticas sobre a estrutura do sistema de saúde e a capacidade de resposta em situações de urgência na capital potiguar.

Os carros da polícia, os helicópteros, e as ambulâncias do Samu, estavam todas cuidando dessa cambada de vagabundos e bardeneiros do jogo abc e América. Vi diversos carros de polícia e os dois helicópteros por mais de uma hora acompanhando a turba de vagabundos, era pra meter bala de borracha e cacete nesses vagabundos, só assim se ajeitavam. Agora, mais um inocente morto por incompetência de todos esses órgãos.
Essa desgovernadora deveria ter vergonha com tamnho descaso na saúde pública, já estamos assistindo isto a varios anos. Um absurdo uma coisa desta. Ela deveria ser responsabilizada pelo ocorrido. E o ministerio público por onde anda?????????????????????
Infelizmente, após a Reforma Trabalhista de 2017, conduzida por atores políticos em todo o país, muitos trabalhadores passaram a se submeter a jornadas de trabalho mais longas e desgastantes. Essa flexibilização das relações trabalhistas, embora defendida como uma forma de modernizar o mercado e gerar empregos, na prática tem exposto o trabalhador a condições que podem impactar diretamente sua saúde física e mental.
Entre as mudanças, destacam-se a ampliação de formas de contratação mais precárias, a possibilidade de negociação direta entre patrão e empregado — nem sempre em condições equilibradas — e a flexibilização da jornada, o que pode resultar em rotinas mais intensas e menos previsíveis. Como consequência, observa-se um aumento no estresse, no cansaço extremo e em problemas como ansiedade e burnout.
Nesse contexto, muitos veem o trabalhador como mais uma vítima de um modelo econômico que prioriza o lucro em detrimento do bem-estar social, frequentemente associado ao chamado “capitalismo selvagem”.
Chega de exploração, mais humanidade com o trabalhado fim de escala 6×1 já!