Dezenas de corpos de manifestantes mortos foram flagrados em frente a um necrotério em Teerã, em imagens que chocam o mundo. A onda de protestos contra o regime dos aiatolás já deixou mais de 500 mortos e mais de 10 mil presos, segundo a ONG Human Rights Activists News Agency, que opera nos EUA.
Os mortos incluem centenas de civis e dezenas de membros das forças de segurança. Jovens, mulheres e até menores de idade estão entre os detidos, enquanto o governo corta internet e telefonia para tentar conter a revolta.
Os protestos começaram no fim de dezembro, motivados pela crise econômica e pelo descontentamento popular. Rapidamente, a indignação se transformou em oposição direta ao regime, espalhando-se por centenas de cidades do país.
Enquanto o mundo assiste, o Irã mostra seu rosto mais duro: repressão, censura e sangue nas ruas. A luta dos manifestantes escancara a fragilidade de um governo que tenta controlar o povo pelo medo.
A população do bairro Alto do Sumaré, em Mossoró, recebeu, nesta quinta-feira (05), uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) equipada para oferecer atendimento humanizado e de qualidade. A entrega do equipamento contou com a participação da senadora Zenaide Maia (PSD), que destinou recursos de seu mandato para a obra, a 12ª unidade de saúde entregue à sociedade potiguar por meio de suas emendas. A nova UBS no Alto do Sumaré amplia o acesso a serviços gratuitos de Pediatria, Ginecologia, Odontologia e Clínica Geral na cidade.
Durante a inauguração, a senadora destacou a importância do espaço para a comunidade e para os profissionais que ali atuarão. “Este é um equipamento que vai fazer homens, mulheres e crianças serem atendidos com dignidade, que é um direito de todos. Também vamos garantir um ambiente de trabalho com condições adequadas para quem cuida da nossa gente”, afirmou Zenaide, que é médica de formação.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, elogiou a dedicação da senadora. “A doutora Zenaide tem vontade e paixão de trabalhar pelo povo do nosso estado. É uma mulher de luta, incansável. Estava em Brasília e veio direto para cá, para entregar essa obra, entregar saúde ao povo de Mossoró”, declarou.
A nova UBS foi planejada para desenvolver atenção integral à saúde, atuando diretamente nos fatores que influenciam o bem-estar da coletividade. A unidade oferecerá atendimentos básicos e gratuitos nas áreas de Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia.
Entre os serviços disponíveis estão consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, fornecimento de medicação e encaminhamentos para outras especialidades, sempre que necessário.
A estrutura da UBS conta com:
Dois consultórios médicos;
Um consultório ginecológico;
Dois gabinetes odontológicos totalmente equipados;
Sala de atividades coletivas e educação em saúde;
Sala de procedimentos, triagem, imunização e nebulização;
Sala de dispensação e farmácia;
Sala de esterilização, armazenamento e expurgo.
A solenidade de entrega contou ainda com as presenças do vice-prefeito, Marcos Medeiros, de vereadores, secretários municipais e moradores da região.
Investigações da Polícia Federal apontam que o banqueiro Daniel Vorcaro utilizou um documento falsificado para tentar obter informações privadas da própria namorada, a influenciadora Martha Graeff. O objetivo seria descobrir com quem ela estava conversando em aplicativos ligados à empresa Meta, responsável pelo Instagram e WhatsApp.
De acordo com os investigadores, Vorcaro simulou uma solicitação oficial para pressionar a empresa de tecnologia a liberar dados das conversas. A manobra foi identificada a partir da quebra de sigilo telemático realizada no âmbito da Operação Compliance Zero.
Relatórios da PF indicam que o monitoramento teria sido motivado por ciúmes e tentativa de controle sobre a namorada. O episódio passou a integrar o conjunto de evidências reunidas contra o dono do Banco Master.
Os investigadores afirmam ainda que a falsificação de documentos aparece como parte do suposto modus operandi do banqueiro, que teria utilizado métodos ilegais para alcançar objetivos pessoais e profissionais. A Polícia Federal agora tenta esclarecer como a solicitação foi enviada à Meta e se outras pessoas participaram da elaboração do documento falso.
A ex-prefeita de Riachuelo, Mara Cavalcanti, confirmou apoio ao nome de Walter Alves como pré-candidato a deputado estadual nas Eleições 2026. A declaração reforça o movimento de fortalecimento da pré-campanha de Walter, que vem reunindo apoios importantes em diversas regiões do Rio Grande do Norte.
Mara foi prefeita de Riachuelo por dois mandatos e mantém forte liderança política no município e na região. Segundo ela, o apoio ao projeto de Walter é resultado do reconhecimento ao trabalho que ele já realizou em favor dos municípios potiguares, especialmente em Riachuelo, destinando recursos que garantiram obras e serviços importantes para a população.
O apoio da ex-prefeita se soma a outras manifestações de lideranças políticas que, diariamente, têm confirmado adesão ao projeto liderado por Walter Alves para as Eleições deste ano, ampliando a base de apoio e fortalecendo a construção de uma candidatura competitiva para a Assembleia Legislativa.
A Polícia Judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) consultou o gabinete do ministro André Mendonça sobre a possibilidade de ampliar o esquema de segurança para incluir também a família do magistrado. A proposta prevê que a proteção, hoje concentrada apenas no ministro, passe a abranger a esposa e os filhos dele.
A ideia é que agentes acompanhem todos os deslocamentos dos familiares, garantindo proteção integral diante do cenário de tensão envolvendo investigações em curso na Corte. Auxiliares do ministro indicam que Mendonça tende a concordar com a medida caso a ampliação seja considerada viável.
O reforço na segurança ocorre em meio à relatoria de casos considerados sensíveis no STF, como as investigações envolvendo o Banco Master e o escândalo do INSS. Em algumas ocasiões públicas, como pregações na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, Mendonça já chegou a utilizar colete à prova de balas.
Na decisão que determinou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro descreveu a existência de uma suposta organização criminosa que atuaria como uma espécie de “milícia privada”, acusada de monitorar ilegalmente autoridades, jornalistas e adversários.
Diante desse cenário e das suspeitas de ameaças e tentativas de intimidação, a Polícia Judicial do STF considera necessário reforçar a proteção ao relator e também aos familiares mais próximos.
A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, afirmou nesta quinta-feira (5) que o quadro de saúde dele segue grave, mas sem confirmação de morte encefálica. Ele está internado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após tentar tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).
Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, o estado clínico permanece estável dentro da gravidade. “O quadro permanece grave, monitoramento permanente no CTI, mas não houve evolução. Ele não melhorou, mas também não piorou”, afirmou.
A defesa também relatou que o advogado esteve com Sicário horas antes do ocorrido e não percebeu sinais de que ele poderia cometer o atentado contra a própria vida. De acordo com a PF, após o episódio os agentes prestaram os primeiros socorros, utilizando adrenalina e desfibrilador antes de encaminhá-lo ao hospital.
Na noite de quarta-feira (4), a corporação chegou a informar que Mourão havia morrido, mas depois recuou e disse que não confirmava o óbito. Informações extraoficiais indicavam a possibilidade de abertura de protocolo de morte encefálica, o que legalmente caracteriza morte no Brasil.
O caso gerou forte repercussão. Enquanto o senador Carlos Viana chegou a levantar a hipótese de “queima de arquivo”, o advogado rejeitou essa possibilidade e afirmou que é preciso aguardar as investigações abertas pela própria Polícia Federal para esclarecer o ocorrido.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, autorizou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro para a Penitenciária Federal de Brasília. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal (PF), que apontou a necessidade de retirar o investigado da unidade prisional onde está atualmente detido, em São Paulo.
A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Segundo a PF, a mudança tem como objetivo garantir a integridade física do empresário. A corporação argumentou que a legislação permite a inclusão de presos em estabelecimentos federais de segurança máxima quando a medida é necessária para preservar a segurança pública ou do próprio detento, seja ele condenado ou provisório.
A Polícia Federal também destacou que a penitenciária federal na capital do país oferece melhores condições institucionais para o acompanhamento da custódia. A localização próxima aos órgãos responsáveis pela investigação e à supervisão judicial do caso foi apontada como um fator que facilita o monitoramento das medidas determinadas pelo STF.
Outro ponto citado pela PF foi a “capacidade de influência institucional” atribuída a Vorcaro, já evidenciada durante as apurações. Diante disso, a corporação considerou que a unidade federal em Brasília possui estrutura de segurança mais adequada à complexidade e sensibilidade das investigações.
Preso preventivamente na quarta-feira (4), durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, o dono do Banco Master é investigado por suspeitas de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos. A operação também determinou o afastamento de cargos públicos e o bloqueio de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões.
A Primeira Turma do STF decidiu nesta quinta-feira (5) manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no presídio da Papudinha, em Brasília. Os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin acompanharam o relator Alexandre de Moraes e negaram o pedido da defesa para transferir o ex-presidente para prisão domiciliar humanitária.
Os votos foram registrados no plenário virtual e formaram unanimidade entre os quatro ministros que participam do julgamento.
O colegiado analisou a decisão de Moraes que havia rejeitado um novo pedido da defesa para que Bolsonaro cumprisse a pena em casa. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e está detido no presídio localizado no complexo penitenciário da Papudinha.
Na decisão assinada na segunda-feira (2), Moraes afirmou que não existem “requisitos excepcionais para a concessão de prisão domiciliar humanitária”. Segundo o ministro, a unidade prisional oferece atendimento médico contínuo, sessões de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa e permite visitas frequentes de familiares, amigos e aliados políticos.
A defesa de Bolsonaro alegou “existência de risco de vida e incompatibilidade entre o ambiente carcerário e o rigor das terapias contínuas exigidas”. O relator, porém, rejeitou os argumentos e votou para manter o ex-presidente no presídio, posição agora confirmada pela Primeira Turma do STF.
Arquivos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, mostram que ele mantinha na agenda números de autoridades de peso em Brasília, incluindo ministros do STF, o presidente do Banco Central, governadores e lideranças políticas do Congresso. O conteúdo do aparelho está entre os elementos analisados na investigação que levou à prisão do empresário.
Vorcaro e o cunhado dele, Fabiano Zettel, foram presos na quarta-feira (4) durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução de Justiça. Segundo informações obtidas pela reportagem do Metrópoles, que teve acesso aos dados do celular, havia 47 números de telefone atribuídos a ministros do STF salvos na agenda do banqueiro.
Entre os contatos estariam números ligados aos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kássio Nunes Marques. No caso de Moraes, também aparece na agenda o contato de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. O escritório de advocacia dela foi contratado por Vorcaro e recebeu R$ 129 milhões em honorários, segundo os dados citados na investigação.
A lista de contatos inclui ainda o nome do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, além de diretores da instituição. O Banco Central determinou no fim de 2025 a liquidação do Banco Master, após a descoberta de uma fraude estimada em R$ 12 bilhões.
Nos registros do telefone também aparecem os governadores Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, e Cláudio Castro, do Rio de Janeiro. No campo político, a agenda ainda reúne nomes do presidente da Câmara, Hugo Motta, do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e de lideranças partidárias do chamado Centrão, como Ciro Nogueira, do PP, e Antonio Rueda, do União Brasil.
A Universidade Potiguar (UnP) empossou uma nova gestão institucional que entra para a história da instituição. Pela primeira vez em 45 anos de atuação no RN, a reitoria passa a ser formada exclusivamente por mulheres.
Assumem a administração da universidade a reitora Bárbara Azevedo, a pró-reitora acadêmica Jusselle Santiago e a pró-reitora administrativa Tâmara Souza. As três passam a responder pela condução acadêmica e administrativa da instituição, que integra o Ecossistema Ânima, grupo educacional que reúne instituições de ensino superior em diferentes regiões do país.
A mudança ocorre no mesmo mês em que a universidade celebra seus 45 anos de atuação no estado e às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março.
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A nova reitora é natural de Mossoró e tem trajetória ligada à UnP desde 2007, com atuação em áreas como internacionalização, setor comercial e relacionamento com estudantes. Em 2021, passou a integrar a gestão de unidades da universidade após a incorporação ao Ecossistema Ânima.
Segundo Bárbara Azevedo, a proposta da nova gestão é dar continuidade ao desenvolvimento acadêmico da instituição e ampliar iniciativas voltadas à inovação e à formação profissional.
A posse marca o início de um novo ciclo administrativo da universidade, que mantém campus e unidades em diferentes cidades do Rio Grande do Norte e faz parte de um dos maiores grupos educacionais do país.
A inclusão de conversas íntimas do banqueiro Daniel Vorcaro com sua namorada em um relatório da Polícia Federal chamou atenção por não ter relação direta com as investigações sobre o Banco Master. As mensagens foram extraídas de celulares apreendidos e aparecem no documento mesmo tratando de assuntos da vida pessoal do empresário, conforme a colunista Andreza Matais, do Metrópoles.
Pela legislação brasileira, gravações ou registros que não tenham utilidade para a prova de um crime devem ser descartados. O artigo 9º da Lei 9.296 determina que “a gravação que não interessar à prova será inutilizada por decisão judicial”, durante o inquérito ou a fase processual, mediante pedido do Ministério Público ou da parte interessada.
No relatório da PF, aparecem registros de relações sexuais entre Vorcaro e sua namorada e também conversas consideradas banais com outras mulheres. O conteúdo, segundo a própria lógica da lei, só teria relevância se revelasse algum tipo de crime, o que não é apontado nesses trechos.
A situação reacendeu discussões sobre limites de investigações e exposição de material pessoal em processos. Casos semelhantes já geraram debate no país durante a Operação Lava Jato, quando conversas privadas sem relação direta com crimes também vieram a público e acabaram alimentando críticas sobre possíveis excessos nas apurações.
A esquerda calada, ao genocídio no irã! Vai dizer que todas as mortes são merecidas!
Galeguin neles!
O Brasil poderá chegar a esse ponto
Kd nove dedos para falar em democracia?