Humor

VÍDEO: Macaco é visto “amolando” faca e assusta moradores no Piauí

Viralizou nas redes sociais o vídeo de um macaco aparentemente amolando uma faca em um prédio comercial de Corrente, município do Piauí. As imagens foram feitas por um morador da região e mostram o animal “afiando” o objeto na parede.

Veja o vídeo:

“Ele destelha as residências, pega as caixas de sabão e biscoito, além de roupas. Faz uma verdadeira bagunça”, contou o morador Alessandro Guerra. Segundo ele, o macaco circula pela cidade há pelo menos uma semana e invade casas e estabelecimentos comerciais.

Opinião dos leitores

    1. Se fosse um copo de cachaça ao invés de uma faca, ai sim ! Esse ta mais pro Adélio fazendo rebelião na prisão …

    2. Brasil…… Acho que o nojento de nove dedos tem as orelhinhas mais para rato, o que não realidade é, passou 08 anos roendo o país.

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Geral

Padilha oferece SUS a feridos na Venezuela e diz que Brasil já absorve impactos da situação no país vizinho

Em publicação na rede social ‘X’, o ministro da Saúde do governo Lula, Alexandre Padilha, condenou o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela e ofereceu os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) para possíveis feridos no país vizinho em decorrência da ação norte-americana.

Na sequência de publicações, Padilha não mencionou diretamente a captura de Nicolás Maduro pelas tropas dos EUA.

De acordo com o ministro, o Brasil e seu sistema de saúde já vinham absorvendo os “impactos da situação da Venezuela”, principalmente o SUS de Roraima — estado brasileiro que faz fronteira com o país vizinho.

Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que forças norte-americanas bombardearam a Venezuela. O líder do país, Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, teriam sido retirados do território venezuelano. O paradeiro do herdeiro político de Hugo Chávez ainda é desconhecido.

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Geral

[VÍDEO] “Viva a liberdade, caralho!”: Milei celebra captura de Maduro pelos EUA e relembra fala na cúpula do Mercosul quando rebateu Lula

O presidente da Argentina, Javier Milei, reagiu neste sábado (3) ao ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, celebrado após o anúncio do presidente norte-americano Donald Trump sobre a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.

Milei aproveitou o fato para compartilhar um vídeo relembrando o próprio discurso na cúpula do Mercosul, na presença do presidente Lula, onde condenou o regime Maduro e elogiou as ações dos EUA e Donald Trump contra o ditador venezuelano.

Em publicação na rede social X, Milei comemorou a ação e repetiu seu slogan político: “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo”.

 

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Geral

VÍDEO: Mais imagens de comemoração dos venezuelanos pela captura de Nicolás Maduro

Enquanto o dia amanhecia na Venezuela, a notícia de que o ditador Nicolás Maduro foi capturado pelos EUA ia se espalhando pelo país, e a população local começava a comemorar. Uma sensação de euforia, liberdade e um futuro melhor vai tomando conta de todo o país, após décadas de ditadura.

 

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Geral

Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Ministros e assessores do governo Lula se reúnem na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão à Venezuela e o anúncio da captura de Nicolás Maduro, feito mais cedo pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A informação é coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles.

A reunião está marcada para as 10h, no Itamaraty. Há expectativa de que o presidente Lula participe por videoconferência, já que está de férias na base da Marinha em Marambaia (RJ).

Lula já foi informado sobre o anúncio de Trump e avalia antecipar o retorno a Brasília, segundo apurou a coluna Igor Gadelha. Inicialmente, o presidente pretendia encerrar o recesso apenas na segunda-feira (6).

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Geral

Oposição da Venezuela afirma que captura de Maduro fez parte de uma “saída negociada”

Foto: reprodução

Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

Com informações de Metrópoles

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Geral

Rússia condena ação militar dos EUA na Venezuela e diz que foi um “ato de agressão armada”

O governo da Rússia classificou como um “ato de agressão armada” a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, realizada neste sábado (3). A reação ocorre após o presidente Donald Trump confirmar ataques ao país e a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou estar profundamente preocupado com a escalada do conflito e defendeu que as partes busquem uma solução por meio do diálogo, evitando novos confrontos.

A ofensiva norte-americana atingiu Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Outros países também reagiram. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou a ação, enquanto a Colômbia demonstrou preocupação com a segurança da população civil.

No plano interno, o governo venezuelano decretou emergência nacional e acionou planos de defesa após os bombardeios.

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Mundo

VÍDEO: Civis fogem da capital da Venezuela após sequência de explosões e ataques aéreos

Vídeo: Reprodução

A capital da Venezuela, Caracas, viveu momentos de caos durante a madrugada deste sábado, após uma série de explosões e intenso sobrevoo de aeronaves militares. Moradores relataram ao menos sete detonações fortes, com colunas de fumaça vistas em áreas estratégicas da cidade.

Regiões como Fuerte Tiuna, base militar considerada uma das mais importantes do país, La Carlota e os arredores do Palácio de Miraflores, sede do governo, foram apontadas como alguns dos locais afetados pelos ataques.

Em meio ao pânico, centenas de civis tentaram deixar a capital às pressas. Longos congestionamentos se formaram nas principais vias de saída de Caracas, enquanto famílias abandonavam bairros próximos a instalações militares em busca de refúgio em áreas mais afastadas ou em estados vizinhos.

A situação foi agravada por apagões que atingiram grande parte da cidade, dificultando a comunicação e ampliando o clima de insegurança entre a população, que segue sem informações oficiais claras sobre a extensão dos ataques.

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Mundo

VÍDEO: Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, diz TV local

 

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Vídeo: Reprodução

Quatro cidades da Venezuela foram bombardeadas pelos Estados Unidos na manhã deste sábado (3), segundo informações divulgadas pela televisão estatal venezuelana. Os ataques teriam atingido Caracas, capital do país, La Guaira, além de municípios nos estados de Miranda e Aragua, regiões que concentram áreas civis e estruturas militares estratégicas.

De acordo com o canal oficial, o governo venezuelano decretou estado de exceção em todo o território nacional. “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, afirmou a emissora ao ler um comunicado atribuído às autoridades do país.

Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a ofensiva militar e afirmou que Nicolás Maduro foi capturado e retirado da Venezuela. A declaração foi feita na rede Truth Social, onde Trump disse que a operação foi “bem-sucedida” e realizada em larga escala contra o regime venezuelano.

Em resposta, o governo da Venezuela acusou os EUA de agressão militar e convocou a população a se mobilizar. Em comunicado, Maduro declarou emergência nacional e afirmou que o país deve reagir para “derrotar a agressão imperialista”. O ataque ocorre dois dias após o presidente venezuelano sinalizar disposição para dialogar com o governo norte-americano.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

FOTO: MADURO já está nos EUA sob custódia das forças militares americanas

Foto: Reprodução

Uma imagem que circula nas redes sociais neste sábado (3) mostra Nicolás Maduro já em território dos Estados Unidos, sob custódia de forças militares americanas. Na foto, o líder venezuelano aparece escoltado por agentes armados ao lado de uma aeronave, em cenário que indica uma operação militar.

A divulgação ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar publicamente que Maduro foi capturado durante uma ofensiva de larga escala contra alvos do regime na Venezuela e retirado do país por via aérea, junto com a esposa.

Até o momento, o governo norte-americano não informou oficialmente o local exato onde Maduro estaria detido, nem quais medidas legais serão adotadas. Já autoridades venezuelanas divergem sobre o paradeiro do presidente e pedem provas de vida.

A situação elevou drasticamente a tensão internacional, com países da região reagindo à ofensiva e o governo da Venezuela decretando estado de emergência, denunciando o que chama de agressão militar e violação do direito internacional.

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Mundo

VÍDEO: Vice-presidente diz que paradeiro de Maduro é desconhecido e cobra prova de vida

Vídeo: Reprodução

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o paradeiro de Nicolás Maduro é desconhecido e cobrou uma prova de vida do presidente. A declaração foi dada em entrevista à emissora estatal Telesur, em meio à escalada de tensão após ataques militares registrados em Caracas na madrugada deste sábado (3).

As explosões e o intenso sobrevoo de aeronaves na capital venezuelana ocorreram horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumir a autoria de uma operação militar “de larga escala”. Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que Maduro teria sido capturado junto com a esposa e retirado do país por via aérea.

Diante da ofensiva, o governo venezuelano decretou estado de emergência e confirmou que os ataques também atingiram os estados de Miranda, La Guaira e Aragua, regiões estratégicas que concentram importantes bases militares. Parte de Caracas ficou sem energia elétrica após as explosões, registradas por volta das 2h no horário local (3h em Brasília).

Em comunicado oficial, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de tentar tomar o controle de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. A gestão chavista classificou a ação como uma “violação flagrante do direito internacional” e convocou a comunidade internacional a se manifestar contra os ataques, alertando para riscos à vida de milhões de pessoas.

Com informações do Correio Braziliense

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