O apresentador Ratinho usou seu programa no SBT, nesta segunda-feira (16), para se pronunciar sobre a polêmica envolvendo declarações feitas sobre a deputada Erika Hilton. Em tom firme, ele agradeceu o apoio recebido e afirmou que não pretende mudar seu posicionamento.
Durante o programa, Ratinho disse ter sido surpreendido pela repercussão nas redes sociais, classificando o episódio como um “furacão”. Segundo ele, a maioria das mensagens recebidas foi de apoio. O apresentador também destacou que seu estilo direto sempre gerou incômodo em parte do público.
Ao comentar as críticas, afirmou que sua sinceridade é o principal motivo das reações negativas e voltou a criticar o que chamou de “patrulhamento”. Para Ratinho, quem expõe opiniões de forma aberta acaba sendo alvo de ataques, algo que, segundo ele, não existia no início de sua carreira.
O momento mais enfático veio ao final do desabafo, quando reforçou que não pretende alterar sua postura. “Quem gosta vai continuar gostando, quem não gosta vai continuar não gostando. Eu não vou mudar”, declarou ao vivo.
A polêmica teve início após falas do apresentador questionando a presença de Erika Hilton na Comissão da Mulher, o que gerou acusações de transfobia. Em nota oficial, o SBT afirmou repudiar qualquer tipo de discriminação e ressaltou que as declarações não representam o posicionamento da emissora.
A crise envolvendo o INSS provocou um momento de forte tensão entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho, Fábio Luís Lula da Silva. Segundo relatos de bastidores, a conversa entre os dois foi marcada por irritação e cobranças diretas, logo após o nome do empresário surgir nas investigações sobre desvios em aposentadorias e pensões.
De acordo com fontes da cúpula do governo, Lulinha negou qualquer envolvimento no esquema, mas ouviu do pai uma resposta firme: se houver irregularidades, o caso deverá ser investigado. A postura repete o discurso público adotado pelo presidente desde o início das denúncias.
Nos bastidores do PT, o episódio já gera desgaste político. Lideranças atribuem ao filho do presidente parte da queda na popularidade do governo e apontam reflexos diretos no crescimento de adversários, como o senador Flávio Bolsonaro. A avaliação interna é de que o caso pode impactar o cenário eleitoral.
Enquanto isso, há divergências sobre a estratégia de reação. Parte do partido defende que Lula parta para o confronto direto com a oposição, resgatando temas sensíveis como o caso das “rachadinhas”. Outros ainda preferem manter cautela e evitar ampliar a crise no debate público.
Mesmo com a tentativa de construir uma agenda positiva, o governo enfrenta dificuldades para virar a página. Nos bastidores, a expectativa é de que não surjam novos fatos envolvendo Lulinha — cenário considerado essencial para sustentar a narrativa de perseguição política defendida por aliados.
Um fundo investigado na Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do PCC no sistema financeiro, movimentou cerca de R$ 180 milhões para a empresa Super Empreendimentos — apontada nas investigações como peça-chave em um esquema de ameaças e coação. A companhia tem ligação direta com o banqueiro Daniel Vorcaro, já alvo de outras apurações.
De acordo com relatório encaminhado ao Coaf, o fundo Gold Style realizou transferências milionárias à empresa entre 2020 e 2025. O documento aponta operações estruturadas para ocultar os verdadeiros beneficiários, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro e uso de mecanismos financeiros complexos para camuflar a origem dos recursos.
A Super Empreendimentos, que teve Fabiano Zettel — cunhado de Vorcaro — como diretor, também é citada em decisão do ministro André Mendonça como responsável por financiar um grupo clandestino. Esse núcleo seria liderado por Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, acusado de ameaçar desafetos do banqueiro.
Segundo a Polícia Federal, os pagamentos partiam do caixa da empresa e eram direcionados a companhias de fachada ligadas ao grupo, numa tentativa de disfarçar o destino do dinheiro. A estrutura, conforme os investigadores, era utilizada para monitorar, intimidar e pressionar autoridades, jornalistas e rivais comerciais.
As apurações também conectam o caso à Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras envolvendo fundos de investimento e o chamado “efeito circular” de recursos. Procuradas, as defesas dos citados não se manifestaram até o momento.
O ministro André Mendonça determinou a suspensão imediata do acesso aos dados sigilosos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que estavam armazenados em uma sala-cofre no Senado. A decisão, tomada nesta segunda-feira (16), atinge diretamente os trabalhos da CPMI do INSS e impede, por ora, qualquer consulta ao material apreendido.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Segundo o magistrado, a medida visa proteger informações de caráter estritamente pessoal. Mendonça determinou que a Polícia Federal faça uma triagem completa no conteúdo, separando o que diz respeito à vida privada do investigado antes de qualquer compartilhamento com os parlamentares.
Na prática, ninguém poderá acessar os arquivos até a conclusão desse “pente-fino”. A decisão também estabelece que todos os equipamentos armazenados na sala-cofre passem por nova análise técnica, em parceria com a presidência da comissão parlamentar.
Diante da ordem, o presidente da CPMI, Carlos Viana, determinou o fechamento da sala-cofre, alegando risco de vazamentos. A expectativa dos parlamentares era iniciar uma análise mais aprofundada dos dados já nesta terça-feira (17), após o processo de indexação realizado pelo Senado.
Nos bastidores, o conteúdo apreendido causou impacto. Parlamentares relataram a existência de vídeos íntimos e registros de figuras políticas em momentos informais, muitos deles ligados ao Centrão — material considerado sensível e que ajudou a justificar a decisão de restringir o acesso.
Um empresário capotou um veículo de luxo durante um test drive na tarde desta segunda-feira (16), na Av. Washington Soares, em Fortaleza, segundo agentes da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O carro, um Denza B5 avaliado em cerca de R$ 500 mil, tombou após o motorista perder o controle da direção no retorno do trajeto.
De acordo com a PRE, o condutor perdeu o controle ao realizar a manobra, o que provocou o capotamento na via. Uma funcionária da concessionária estava a bordo no momento do teste e relatou dores em um dos braços, mas não houve registro de ferimentos graves. O empresário não se feriu e permaneceu no local após o acidente.
Segundo os agentes, o motorista realizou teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo para consumo de álcool. Após o atendimento da ocorrência, o veículo foi rebocado.
Conforme informações do perfil Monólitos Post, o condutor foi liberado após os procedimentos no local e deixou a área. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas pelas autoridades competentes.
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, informou ao ministro André Mendonça, do STF, que a viagem do filho do presidente Lula (PT) a Portugal teve despesas pagas pelo empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, preso sob suspeita de envolvimento em esquema de desvios relacionados a aposentados.
As informações foram apresentadas formalmente nesta segunda-feira (16) ao STF, segundo a defesa. De acordo com os advogados, a manifestação ocorreu no âmbito de apuração que tramita na Corte.
O advogado Guilherme Suguimori afirmou à CNN Brasil que Lulinha não firmou qualquer negócio com o empresário nem recebeu valores além das despesas da viagem. Segundo a defesa, não houve relação comercial entre as partes.
De acordo com a petição enviada ao Supremo, Lulinha afirma que conheceu Antônio Carlos por intermédio de uma amiga, em 2024, e que o empresário foi apresentado como atuante no setor farmacêutico. A defesa também informou que o interesse inicial na aproximação teria relação com um projeto ligado à produção de canabidiol medicinal, tema mencionado na manifestação.
Até o momento, conforme informações apresentadas pela defesa, Lulinha nega ter conhecimento de qualquer irregularidade atribuída ao empresário no âmbito das investigações relacionadas ao INSS.
Na decisão liminar, o ministro determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reavalie casos em que a aposentadoria compulsória foi aplicada. Segundo Dino, a medida tem natureza previdenciária e não deveria ser usada como punição administrativa.
De acordo com o presidente da Ajufe, Caio Marinho, a previdência dos magistrados é contributiva e mudanças precisam considerar os valores recolhidos ao longo da carreira. Ele afirmou que a substituição da aposentadoria compulsória pela perda do cargo pode gerar questionamentos jurídicos.
Segundo Marinho, a medida poderia levar à retenção, pelo Estado, de contribuições feitas durante a vida funcional sem a devida contraprestação, o que, de acordo com ele, levanta discussões sobre direito adquirido e vedação ao confisco.
Nos bastidores do Judiciário, conforme relatos de magistrados, a decisão pode aumentar a pressão por punições mais rigorosas e, ao mesmo tempo, reabrir o debate sobre garantias da carreira. Segundo a Ajufe, a legislação já prevê perda do cargo, mas a aplicação depende de اقدامات posteriores por órgãos como o Ministério Público e a Advocacia-Geral da União.
Parlamentares da base do governo na CPMI do INSS afirmaram, nesta segunda-feira (16), que o material obtido com a quebra de sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro não apresenta, até o momento, relação com o governo do presidente Lula ou com o PT, conforme a CNN.
Segundo integrantes da comissão, os dados analisados na chamada sala-cofre do Senado não trazem elementos ligados ao foco da investigação, que envolve possíveis irregularidades em empréstimos consignados do INSS. O deputado Paulo Pimenta afirmou que não encontrou documentos relacionados a crédito consignado ou descontos associativos.
O material foi entregue à CPMI do INSS na semana passada e está sendo analisado em ambiente restrito. De acordo com parlamentares, há grande volume de informações, mas parte não teria relevância direta para as apurações em andamento.
Ainda conforme relatos de governistas, não foram identificadas menções a integrantes da atual gestão ou filiados ao PT. Eles afirmam, no entanto, que haveria referências a nomes ligados ao governo anterior, embora o sigilo impeça a verificação pública dessas informações.
A análise dos dados segue em andamento. Segundo os parlamentares, o acesso ao conteúdo é limitado por regras rígidas de segurança, e novas conclusões devem depender do avanço das investigações dentro da comissão.
A Justiça concedeu progressão para o regime semiaberto ao policial militar Pedro Inácio, condenado pela morte da jovem Zaira Cruz, em Caicó, no Seridó. Conforme informações da Ponta Negra News, a decisão foi tomada nesta segunda-feira (16), e o réu já deixou o sistema prisional.
De acordo com a decisão judicial, a defesa sustentou que o condenado cumpriu os requisitos previstos em lei para a progressão de regime. Entre os pontos apresentados estão o cumprimento da fração mínima da pena, 560 dias de remissão e bom comportamento durante o período de prisão.
Ainda segundo os autos, não houve registro de faltas disciplinares, o que, conforme a defesa, reforçou o pedido de mudança para o regime semiaberto. O juiz considerou atendidos os critérios objetivos e subjetivos exigidos pela legislação.
O Ministério Público do RN se manifestou contra a concessão imediata do benefício e solicitou a realização de exame criminológico. Segundo o órgão, a avaliação ajudaria a verificar a capacidade de reintegração social do condenado.
Apesar do parecer contrário, o magistrado entendeu que os elementos apresentados eram suficientes para autorizar a progressão. O caso ocorreu em 2019, durante o carnaval de Caicó, quando Zaira Cruz, de 22 anos, foi encontrada morta após desaparecer durante a festa. Pedro Inácio foi condenado a 20 anos de prisão por homicídio qualificado e estupro, conforme decisão do Tribunal do Júri.
O conteúdo do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, apreendido e armazenado em uma sala-cofre da CPMI do INSS, no Congresso Nacional, tem acesso restrito e inclui material considerado sensível, segundo relatos de parlamentares que integram a comissão.
De acordo com integrantes da CPMI, o material está guardado em ambiente controlado e só pode ser consultado presencialmente, sem o uso de celulares ou qualquer dispositivo eletrônico, como forma de evitar vazamentos.
Segundo parlamentares ouvidos, o conteúdo inclui registros pessoais do empresário e imagens envolvendo políticos em momentos de descontração. Os relatos indicam que parte dos citados tem ligação com partidos do chamado Centrão.
Ainda de acordo com esses parlamentares, foi justamente a natureza sensível do material que levou a cúpula da comissão a adotar medidas mais rígidas de controle de acesso.
A CPMI do INSS segue analisando o conteúdo, e eventuais desdobramentos dependerão da avaliação oficial dos integrantes e de possíveis encaminhamentos dentro do Congresso Nacional.
BG e seu grupo estão entrando para lixo da história do RN
Aguardem 72 horas
Foi no Brasil TODO KKKKKKKKKKĶ, está na privada melzinho, eu tenho como acabar com a sua diarreia.