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A Meta decidiu encerrar o programa de checagem profissional de fatos em suas plataformas e substituí-lo por um modelo semelhante ao do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários podem sugerir notas de esclarecimentos.
A medida reflete a intenção da empresa de priorizar a liberdade de expressão, segundo afirmou o CEO da companhia americana, Mark Zuckerberg.
Até então, a Meta mantinha parcerias com cerca de 100 organizações em mais de 60 línguas para oferecer o serviço.
Com a mudança, passará a vigorar um sistema de Notas de Comunidades, similar ao que opera no X desde que o bilionário Elon Musk comprou a empresa.
As alterações valem para Facebook, Instagram e Threads.
Além da adoção de um sistema de notas de comunidades similar ao do X, diretor executivo da Meta afirmou que vai trabalhar com o governo Trump para repelir censura determinada por outros países.
“Países latino-americanos têm tribunais secretos que podem ordenar que as empresas retirem as coisas silenciosamente”, afirmou Zuckerberg em trecho do comunicado.
*Com informações da Dow Jones Newswires, Estadão Conteudo e Metrópoles
Foto: Reprodução
Tô esperando o Google se pronunciar também.
Um dos pilares da democracia é a liberdade de expressão, hora tão judiada no Brasil.
Será que deu um recadinho para o ditador do Brasil? Aguardemos os próximos capítulos….
Alô ministros do STF, os países verdadeiramente democráticos, estão de olho em suas arbitrariedades.
Só não sei pq o Brasil não tem suas próprias redes sociais nacionais.ao invés de ficar dando dinheiro pra um monte de gringo.
A imprensa aqui bate palmas e acha lindo o que vem sendo feito em nome da “defesa da democracia”. A massa, coitada, aplaude porque pela falta de instrução é manipulada. Os maiores criminosos são os corruptores.