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Minuto da Câmara no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na semana que passou, na Câmara Municipal de Natal, disponibilizado nesta terça-feira(07).
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Minuto da Câmara no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na semana que passou, na Câmara Municipal de Natal, disponibilizado nesta terça-feira(07).
Foto: Pablo Jacob/Governo de SP
O Ministério da Justiça e Segurança Pública avalia aceitar o texto do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) no Projeto de Lei Antifacção, que deve ir à votação na próxima semana. A sinalização foi dada pelo secretário de Assuntos Legislativos do MJ, Paulo Modesto, em conversa com a imprensa.
Segundo Modesto, uma equipe técnica do ministério analisa tanto o texto de Derrite quanto a versão alterada no Senado Federal, onde a proposta foi relatada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O projeto voltou à Câmara após mudanças feitas pelos senadores, e o governo agora tenta construir um caminho de convergência entre as duas versões.
O secretário afirmou que a articulação envolve o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e que o objetivo é levar a plenário um texto considerado “eficaz”. Ele declarou que o governo não quer retomar normas que considera ultrapassadas, mas busca um consenso mínimo para aprovação da matéria.
O movimento marca um recuo do Planalto. Antes, o governo defendia o texto do Senado e chegou a pressionar publicamente para retirar Derrite da relatoria, como fez a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Derrite é aliado direto do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e seu texto avançou no Congresso mesmo em meio à resistência inicial do governo Lula.

Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo
Servidores da Receita Federal suspeitos de vazamento de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tiveram que prestar depoimentos à Polícia Federal (PF) após operação deflagrada nesta terça-feira. Em uma das oitivas, uma servidora alegou que atendia outra pessoa quando dados da mulher de Alexandre de Moraes foram acessados.
Como mostrou o GLOBO, a servidora Ruth Machado dos Santos afirmou que atendia uma pessoa, presencialmente, na agência da Receita que trabalha no Guarujá, no litoral de São Paulo, no momento em que, segundo as investigações, teria acessado dados cadastrais de Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes.
A Receita apontou que a servidora acessou dados cadastrais de Viviane, como CPF, nome da mãe e data de nascimento, e dados eleitorais da advogada no dia 21 de agosto do ano passado. Durante o depoimento aos policiais, Ruth informou que já havia sido instada pela própria Receita para explicar o acesso irregular, que ela nega ter feito.
À PF, ela disse ter apresentado provas de que estava atendendo outra pessoa no momento do suposto acesso, como dados cadastrais do contribuinte. Questionada pela polícia, ela afirmou que jamais passou senha dos seus sistemas a ninguém, o que poderia justificar o acesso simultâneo. O depoimento durou cerca de 40 minutos. Ruth é técnica de seguro social e atua em uma agência da Receita Federal.
Em nota, a defesa informou ainda que ela não possui vínculo partidário, não tem histórico de militância e que “não incorreu para a infração penal”.
Além de Ruth, outros três servidores que atuavam em delegacias do Fisco foram alvo de busca e apreensão e afastados de seus cargos. A operação da PF foi deflagrada após uma investigação da Receita apontar indícios de que informações fiscais dos magistrados e de seus familiares foram acessadas irregularmente.
O auditor-fiscal Ricardo Mansano, lotado na Receita em Presidente Prudente (SP), foi um dos alvos da PF. Nesta quarta, o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kléber Cabral, confirmou nesta que o auditor admitiu ter acessado os dados da enteada do ministro Gilmar Mendes, do STF. Maria Carolina Feitosa é filha de Guiomar Feitosa, que era casada com o magistrado.
Segundo Cabral, Mansano admite o acesso irregular e que a atitude foi uma “burrice” e uma “ideia cretina”, mas o presidente da Unafisco argumenta que foi um “acidente do destino”, porque não há registros de vazamento de dados de Maria Carolina. Dessa forma, o caso de Mansano não teria relação com os vazamentos de dados que o STF quer investigar.
O servidor da Receita, alegou, de acordo com o presidente da Unafisco, que teria feito a pesquisa para descobrir se Maria Carolina, citada em uma reportagem, era esposa de um ex-colega de Cuiabá. A busca teria sido feita em novembro do ano passado, mas teria atingido documentos antigos, de 2008, e não teria ultrapassado a tela inicial.
— Os sistemas da Receita mostram tudo que a pessoa fez. Não dá para ter dúvida se olhou, se printou, se mandou imprimir, quantos segundos ficou em cada tela, tudo isso a Receita guarda e registra para uma futura apuração. Mas existe algum dado vazado dessa pessoa (Maria Carolina)? Não. Então não tem nada a ver com essa história — defendeu Cabral. — Ricardo caiu de gaiato nesse navio furado aí, infelizmente.
O GLOBO tentou contato com o servidor, mas não se manifestou.
Uma investigação da Receita Federal apontou indícios de que dados fiscais de ministros do STF e de seus familiares foram acessados irregularmente. A apuração levou a PF a realizar a operação a terça-feira de carnaval.
De acordo com o STF, “foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema” do Fisco, com “posterior vazamento de informações sigilosas”. A Receita vai entregar o relatório final sobre sua auditoria ao STF até o fim do mês.
A auditoria realizada pela Receita foi pedida em janeiro pelo ministro do STF Alexandre de Moraes para apurar possível vazamento de dados de ministros da Corte e de seus parentes em sistemas do Fisco e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O pedido foi feito no âmbito do inquérito das fake news, do qual Moraes é relator, e em meio aos desdobramentos do caso do Banco Master.
Servidores do Rio e Bahia
Os servidores da Receita, Luiz Antônio Martins Nunes, lotado no Rio de Janeiro, e Luciano Pery Santos, que atuava numa delegacia do Fisco na Bahia também foram alvo da operação da PF. Os quatro investigados são suspeitos de terem violado o sigilo funcional, quando funcionário público revela fatos que devem ficar sob sigilo.
Se confirmado, os servidores podem pegar pena de seis meses a dois anos de detenção ou multa. Caso haja dano à administração pública ou a terceiros, a pena passa ser de dois a seis anos de reclusão e multa.
O Globo
A tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a escalar após o presidente Donald Trump afirmar que um acordo nuclear precisa ser fechado rapidamente para evitar “coisas ruins”. Segundo ele, os próximos dez dias serão decisivos para definir se a via diplomática seguirá ou se haverá avanço militar.
Enquanto isso, as Forças Armadas americanas já estão posicionadas para um possível ataque ao Irã, com reforço naval e aéreo no Oriente Médio. Israel elevou seu nível de alerta e prepara defesas diante da possibilidade de um conflito iminente, embora Trump ainda não tenha tomado uma decisão final.
O impasse gira em torno do enriquecimento de urânio. EUA e Israel exigem o fim total da atividade nuclear iraniana, enquanto o Irã insiste no direito de manter o processo para fins civis. Autoridades iranianas alertaram que qualquer ataque será respondido, inclusive com a possível obstrução do estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo mundial.
As negociações realizadas em Genebra terminaram sem avanços concretos. O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, afirmou que a janela diplomática está se fechando, apesar de ainda existirem propostas técnicas em discussão.
Nos bastidores, fontes americanas indicam que o Pentágono se prepara para uma ofensiva conjunta com Israel, caso Teerã não apresente concessões até o fim de fevereiro. Trump, que fez campanha prometendo evitar novas guerras, avalia agora um novo ataque ao Irã, que pode ser mais amplo e duradouro do que a ofensiva realizada no ano passado.
Foto: reprodução/Carol Solberg
A etapa de abertura do Circuito Mundial de vôlei de praia, marcada para João Pessoa entre 11 e 15 de março, não terá a presença da atleta Carol Solberg. A jogadora foi punida pela Federação Internacional de Voleibol por declarações feitas durante o Mundial do ano passado.
A sanção foi revelada pelo jornalista Juca Kfouri e tem como base o entendimento de que Carol adotou “conduta antidesportiva”. A FIVB considerou inadequada a comemoração pública da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, feita após a conquista da medalha de bronze no Mundial disputado na Austrália.
Na ocasião, ao lado da parceira Rebecca Silva, Carol afirmou que vivia “um dia incrível” tanto no esporte quanto no campo político, celebrando o episódio ocorrido no Brasil.
Segundo Kfouri, a punição se apoia no artigo 8.3 do regulamento disciplinar da FIVB, que trata de manifestações consideradas ofensivas, não esportivas ou que possam trazer descrédito ao esporte e à entidade.
Idiota amestrada, foi lacrar e se lascou…kkkkkkk
Até preso perturba os outros
E a direita ainda exige liberdade de expressão. Vai entender.
A Polícia Federal retomou o controle da perícia dos celulares e documentos apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero, após autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
A decisão foi tomada depois de uma reunião entre delegados responsáveis pela investigação e o novo relator do inquérito que apura irregularidades envolvendo o banco Master. Com isso, a PF volta a definir quem atuará internamente na análise do material, atribuição considerada natural da investigação policial.
O inquérito estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, que deixou o caso após a PF encaminhar relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, apontando menções a pagamentos ao ministro em dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro.
Fontes ligadas à investigação afirmam que a perícia anteriormente indicada não tinha qualificação técnica adequada para análise financeira. Entre decisões agora revertidas está a que determinava que provas da segunda fase ficassem sob custódia da Procuradoria-Geral da República.
Com a nova definição, a PF iniciou a extração e análise de dados de ao menos quatro celulares de Vorcaro, além de documentos e computadores apreendidos na operação.
Vai ter gente passando a noite em claro…..André demonstra prá que veio….Começou ótimo!!!
O banqueiro Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, comunicou a aliados que está disposto a prestar esclarecimentos ao Senado Federal nas duas ocasiões em que comparecerá à Casa na próxima semana. A disposição marca uma mudança de postura.
Há algumas semanas, a defesa do executivo ainda avaliava a possibilidade de ingressar com habeas corpus para desobrigar sua presença na CPMI do INSS, que apura fraudes envolvendo benefícios previdenciários.
Nesta quarta-feira (18/2), o presidente da comissão, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou a antecipação do depoimento de Vorcaro, inicialmente marcado para quinta-feira (26/2), para a próxima segunda-feira (23/2).
Parlamentares querem esclarecimentos sobre o papel do banco em contratos ligados a aposentadorias e pensões do INSS. Com a mudança no calendário, o banqueiro falará primeiro à CPMI. No dia seguinte, terça-feira (24/2), será ouvido pela Comissão de Assuntos Econômicos, presidida pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Na CPMI, a expectativa é que os questionamentos se concentrem nos contratos de crédito consignado firmados com beneficiários da Previdência Social. Já na comissão econômica, o debate deve ser mais amplo, com foco também nas relações do controlador do Master com figuras influentes da política nacional.
Até agora, integrantes da comissão econômica realizaram reuniões reservadas com representantes do Banco Central, do Tribunal de Contas da União, da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal, em busca de subsídios técnicos para orientar os trabalhos e a oitiva do banqueiro.
Os recursos apresentados por América e Potyguar Seridoense serão analisados nesta quinta-feira (19) pelo Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Norte, a partir das 19h.
As duas equipes tentam reverter a decisão da 1ª Comissão Disciplinar, que aplicou a perda de 18 pontos ao América e 15 pontos ao Potyguar no Campeonato Potiguar de 2026, por escalação irregular de atletas, provocando o rebaixamento das equipes para a 2ª divisão.
O julgamento terá transmissão ao vivo pela TV FNF, no YouTube. A sessão presencial será restrita a auditores, representantes dos clubes envolvidos e profissionais da imprensa. Segundo o presidente do TJD/RN, Francisco Honório de Lima Filho, a transmissão busca garantir transparência total ao processo, assim como ocorreu na sessão da Comissão Disciplinar.
Foto: Adriano Machado/Reuters; Ana Paula Paiva/Valor
A Polícia Federal registrou pelo menos 10 encontros presenciais entre o ministro do STF Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso do Banco Master. O relatório analisado pela investigação aponta que as reuniões ocorreram principalmente em eventos sociais em Brasília.
Segundo a apuração, mensagens e outros indícios corroboram os encontros, que teriam acontecido em jantares e festas na capital federal. O conteúdo do relatório vazado provocou repercussão e abriu uma crise interna no Supremo Tribunal Federal.
Ainda de acordo com a PF, os encontros, que ocorreram entre 2023 e 2024, indicam uma relação de amizade além do que mostra a conversa entre os dois no WhatsApp, na qual o ministro chamou Vorcaro para sua festa de aniversário.
Após a divulgação das informações, os inquéritos relacionados ao Banco Master no STF foram redistribuídos por sorteio ao ministro André Mendonça. A mudança na relatoria ocorre em meio a questionamentos sobre a condução anterior do caso.
Tudo planejado, pelos membros da quadrilha.
Para conter os chamados “supersalários” no serviço público, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, proibiu nesta quinta-feira (19) a criação de novas leis ou atos normativos que autorizem pagamentos acima do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46,3 mil.
A decisão vale tanto para salários quanto para verbas indenizatórias — os chamados “penduricalhos” — frequentemente usados para driblar o limite remuneratório. Dino também vedou o reconhecimento de novos pagamentos retroativos que não estivessem em vigor até 5 de fevereiro de 2026, data da liminar original.
A medida complementa determinação anterior que suspendeu verbas não previstas em lei em órgãos dos três Poderes e de todas as esferas da federação. O objetivo, segundo o ministro, é impedir manobras legais que esvaziem a decisão do Supremo.
Dino manteve o prazo de 60 dias para que órgãos públicos revisem a base legal das remunerações pagas a seus servidores e suspendam valores irregulares. Ele também cobrou do Congresso a edição de uma lei que defina, de forma clara, quais indenizações podem ficar fora do teto.
Na véspera, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou uma proposta que criava novos penduricalhos para servidores do Legislativo. Caso o Congresso não legisle sobre o tema, Dino afirmou que o STF poderá estabelecer um regime transitório para suspender os pagamentos.
O Cemitério, Crematório e Funerária Morada da Paz divulgou o calendário oficial das missas que serão realizadas ao longo de 2026. As celebrações, que já fazem parte da rotina espiritual de muitas famílias, são momentos de fé, acolhimento e memória, reunindo pessoas que encontram no espaço um local de oração, reflexão e homenagem aos seus entes queridos.
As missas acontecem mensalmente, sempre às 9h, na Sala de Velório Central do Morada da Paz, na unidade de Emaús (RN). Tradicionalmente aguardadas pelo público, as celebrações reforçam o compromisso do Morada da Paz em oferecer não apenas serviços, mas também cuidado emocional e espiritual às famílias.
Em 2026, as celebrações acontecerão, em sua maioria, no segundo sábado de cada mês. A programação tem três exceções: em maio e agosto, as missas serão realizadas no domingo nas datas especiais do Dia das Mães e do Dia dos Pais; já em novembro, a celebração ocorrerá no Dia de Finados, 2 de novembro, momento simbólico e de grande significado para as famílias.
Confira as datas das missas em 2026:
O Morada da Paz informa que, em datas comemorativas e celebrações especiais, a programação pode sofrer ajustes, incluindo a realização de eventos ou missas nos cemitérios.
Com essa agenda anual, o Morada da Paz reafirma seu propósito de ser um espaço de acolhimento contínuo, onde a memória, a espiritualidade e o respeito às histórias de vida seguem sendo cuidados com atenção e sensibilidade.
Mais informações: www.moradadapaz.com.br
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