Eu avisei. pic.twitter.com/DMrhN7SsFE
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 13, 2026
Vídeo: Reprodução/X
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a atacar o governo Lula nas redes sociais ao criticar as regras de monitoramento do Pix retomadas pela Receita Federal. Em vídeo publicado nesta terça-feira (13), que ultrapassou 1,8 milhão de curtidas em poucas horas no Instagram, o parlamentar afirmou que o Executivo reintroduziu mecanismos de fiscalização que haviam sido revogados após forte repercussão negativa no início do ano.
Na gravação, Nikolas relembra um vídeo publicado em janeiro que pressionou o governo a recuar da ampliação da fiscalização sobre transferências acima de R$ 5 mil feitas por pessoas físicas. Segundo ele, a nova instrução normativa editada em agosto de 2025 retoma esse controle “de forma escondida”, com outro nome e discurso diferente. “Não é imposto, é monitoramento”, afirma o deputado, alertando que a medida pode afetar diretamente trabalhadores informais e autônomos.
A norma citada por Nikolas é a Instrução Normativa RFB nº 2.278, que passou a exigir que fintechs e instituições de pagamento sigam as mesmas obrigações de envio de dados já impostas aos grandes bancos. Com isso, movimentações acima de R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 6 mil para pessoas jurídicas devem ser informadas à Receita por meio do sistema e-Financeira. O governo sustenta que a medida é essencial para combater lavagem de dinheiro, fraudes e a atuação do crime organizado no sistema financeiro.
Embora o governo negue qualquer criação de imposto sobre o Pix, a mudança amplia o rastreamento das transações digitais, o que, na prática, coloca sob maior vigilância rendas que antes circulavam fora do radar do Fisco. Para Nikolas, o problema não é o combate ao crime, mas o impacto sobre cidadãos comuns. “O Estado passou a tratar o Pix como dinheiro suspeito”, dispara o deputado, reforçando o discurso que tem mobilizado sua base nas redes sociais.
Com informações do Poder360
Foto: Divulgação
No atual governo pune-se o êxito. É um vigilância absurda sobre o trabalhador, principalmente o autônomo. É muita fiscalização para o brasileiro enquanto esbanja tem sigilo de 100 anos para ficar tranquila com suas comprinhas na Europa.
Criminosos, sonegadores e traficantes, não precisam de pix, eles fazem lavagem com o desgoverno PTralha…bandido defende bandido
Esse campeão de fake news não engana nem criança mais. Já deu kkk
Esse campeão de fake news não engana nem criança mais
Ele quer desviar o Foco das investigações em cima dele sobre as emendas Parlamentares
Engraçado, mas quando se fala em investigar as emendas, os deputados e senadores do PT vota contra, tu sabe dizer pq?
Grande Nícolas, sempre atento. O povo consciente lhe agradece.
MAIS UM QUERENDO FAZER TERRORISMO COM O PIX.
Pois confia no Malandro de 9 dedos pra tu ver!
Mais um escravinho defendendo o chicote do nhonhô .
Começaram as fake news pra defender criminosos traficantes e sonegadores!
Sei… Estou entendendo verme esquerdopata! Vai dizer que traficante movimenta 5 mil… Será que irá entrar nesse radar os MILHÕES desviados do INSS pelo Careca para abastecer irmão e o filhinho do Luladrão? Será que entrará neste radar a farra do banco Master para bancar a farra de uns componentes e seus familiares de uma certa corte? Será que entrará neste radar os gastos da Esbanja? Será que entrará neste radar os desvios e roubos deste DESgoverno? Ou ele continuará decretando sigilo e se blindando através de seus amiguinhos de um certo stf?
Tapete de político você… é óbvio que controle de R$2mil conto do PIX de “seu zé” é para lascar pobre. Traficantes negociam milhões, compram fuzil de R$50mil, estão da Faria Lima, PCC compra refinaria e fecha contrato de combustível com o gabinete da presidência, estão no Banco Master, estão desviando R$90 Bilhões do INSS de R$30 em R$30 reais por vez de velhinhos que recebem salário mínimo.
Os “amigues” defendem o indefensável. Leiam a norma que ele citou. Nicolas é a voz de muitos diante de um governo que só fala em IMPOSTO.
Da quadrilha ptista? Sem dúvidas.