Um quiosqueiro cobrou R$ 160 de uma turista que consumiu uma cerveja long neck e uma lata de refrigerante, e passou uma hora sentada na barraca, na praia de Ponta Negra, em Natal. O valor ainda contempla a taxa de serviço. O episódio aconteceu no último dia 3. A cena foi filmada por um popular que presenciou o ocorrido. As informações são do Agora RN.
Do total da conta, R$ 60 correspondia ao uso da barraca. A turista questionou o valor cobrado, alegando que passou cerca de 60 minutos no local. O quiosqueiro, então, reduziu a cobrança do item para R$ 50, segundo a denúncia. Contudo, pessoas que estavam em barracas próximas informaram que pagaram de R$ 15 a R$ 25 para ficar no espaço por tempo indeterminado.
A mulher ainda tentou pagar R$ 30 pela barraca, sem sucesso. De acordo com a testemunha, apesar da visível revolta com o ocorrido, a turista pagou R$ 150 ao quiosqueiro. Ela estava acompanhada de uma outra mulher e de um homem.
Não há informações se a turista foi informada ou questionou previamente sobre o valor da barraca e dos demais itens que constam no cardápio.
No final do vídeo acima, que foi borrado a fim de preservar a identidade dos envolvidos, a turista olha para o cardápio e diz, em tom incrédulo: “R$ 18 a lata…”.
Leve o cooler, duas cadeirinhas, um sonzinho e mar.. afinal , o espaço é público. Quem vai me impedir de sentar na beira da praia com minhas coisinhas? Digo a tu, não pagava mesmo. Seja turista ou nativo. Isso se chama roubo!!!
Um absurdo parecido com o desse quiosque da praia é a cobrança por estacionar no meio da rua … eles querem antecipado e tratam a área como se fosse propriedade privada deles sem contar o valor cobrado que geralmente é pela cara do motorista ou veículo que esteja dirigindo… enfim uma verdadeira bagunça
Idem, ibidem, aqui em praia do Forte, Cabo Frio/RJ
Isso é cada vez mais frequente… Mas é permitido? Não! De acordo com a Constituição Federal, as praias são bens da União. Além disso, a Lei 7.661/1988, que regula o uso da costa marítima do nosso país, determina claramente, em seu Artigo 10, que “As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica.” o poder público municipal e estadual faz de conta que cuida do espaço público.
Em Genipabu, pagamos 180,00 reais.
04 cervejas.
01 almoço para 04 pessoas.
Carne de.sol com fritas.
Passamos 6hs na barraca 0800.
Ainda levamos nosso cooler com suco, gelo, limão e wisque.
Massa.
Ocorreu comigo tb a quase 1 ano, antes de sentar sempre pergunto qto custa o guarda sol, para evitar surpresas .Enfim, ao solicitar a conta, veio a cobrança do dobro do infomado, foi aquele estresse e constrangimento, e eu não iria pagar de forma alguma, sendo que um amigo foi por trás e pagou, ao subir ao calçadão esse mesmo cidadão( jovem) estava fumando maconha com a sua turma. Enfim uma verdadeira bandalha naquela orla, isso pq sou daqui, imagine um turista….Prefeitura comece a fiscalizar pq é bom pra todo mundo!!!!!!
Existe quem diga “Chama a polícia”. O cidadão tá de férias e vai chamar a polícia para correr o risco de ouvir “Pagou barato, tá devendo 300 pro nosso cafezinho por nos chamar por tão pouco” !?
Façam assim: sempre andem com seus parentes e amigos turistas , do contrário serão extorquidos, pois é isso que esse país tem a oferecer para turistas, extorsão. Sempre foi assim…
Bando de galados !!!!
Vão a João Pessoa aprender como se cuida de uma orla. Bares lotados, milhares de pessoas passeando com suas famílias, crianças andando de patins, trechos interditados para os pedestres, preços justos, garçons educados. Prefeitura de Natal é uma lástima neste quesito., Pau nestes barraqueiros fuleiros
O sujeito tem dois tipos de cardápios um para o nativo e outro para o turista incauto, que não pergunta antes do sentar na mesa.
É caso de polícia!!
parabéns
Não é mérito de Ponta Negra este tipo de situação em Pipa, São Miguel do Gostoso e acredito que em toda orla praiana do RN também tem este tipo de prática.
Como vou em Ponta Negra apenas para caminhar não cirrompe o risco de um barraqueiro ou um ambulante me roubar de forma tão descarada!
Precisamos saber o número do quiosque e não adianta cassar a licença pois vem um vereador e consegue devolver.
O certo é fazemos um grande campanha nas redes sociais contra os preços abusos e boboicotar aqueles que estão extorquindo o povo independente de ser nativo ou turista.
Por isto não frequento e nem indico ponta negra para ninguém que vem a Natal.
Lá apenas lixo, exploração, aglomeração, já foi um dos belos cartões postais de Natal.
Exploram pq não tem fiscalização.
Tao facil resolver: é a prefeitura cadastrar os donos dos guarda sois e ou quiosqueiros, só arma ombrelone se ostentar o preco da locação, e limitar a locacao a R$ 5,00/hora e ponto final. Colocar a guarda e a policia para fiscalizar e sapecar multa em quem não obedecer, nammm. Ponta negra nao tem mais areia de praia pra gente pisar
Tao facil resolver: é a prefeitura cadastrar os donos dos guarda sois e ou quiosqueiros, só arma ombrelone se ostentar o preco da locação, e limitar a locacao a R$ 5,00/hora e ponto final. Colocar a guarda e a policia para fiscalizar e sapecar multa em quem obedecer, nammm
Moro aqui no bairro de ponta negra faz mais de 4 anos que não vou a praia do meu bairro que leva o nome também do bairro, não vejo nada demais nessa bairro apesar de ter nascido e morado a minha vida toda, IPTU altíssimo,falta de segurança,assalto toda hora, preços absurdos em praia e restaurantes e pizzaria do bairro e não acho a praia de ponta negra essas coisas toda, quando quero passar um fim de semana vou a são Miguel do gostoso as vezes nos pessoa aonde a praias limpas,bela orla e segurança além de preços bons
PODE PRENDER . ISSO É ROUBO A CÉU ABERTO. LADRÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO. PORISSO E POR OUTRAS QUE NÃO FREQUENTO PN. SOU DAQUI MAIS NÃO AGUENTO ESSA SACANAGEM. TEM QUE ALGUÉM FISCALIZAR.
Verdade. Não adianta nada se não tem identificação da barraca.
Isso, matem a galinha dos ovos de ouro! imagine quantas pessoas deixarão de vir com a propaganda negativa desses turistas. Além da sujeira, desorganização, violência, ainda aparece isso aí, mais parecido com extorsão do que cobrança.
Tem que tirar esses barraqueiros ladrões da orla, quem quiser curtir a praia que leve seus itens, se sujeitar a isso é absurdo, cade o procom e a prefeitura de Natal que nada fazem?
Tão linda minha cidade ,mas é por essas e outras que saio daqui nas férias e vou pra João Pessoa, lá vc não ver preços altos , quanto mais um roubo desse.
Passei por esse mesmo constrangimento em porto de galinhas/PE, uma verdadeira exploração e vergonha, isto, apesar de haver perguntado sobre antecipadamente sobre a cobrança, que foi dito não existir, faltam educação, orientação e vergonha desses exploradores do turismo, fica difícil voltar.
Ai quando se proibi essas “barracas” aparece tudo que é gente defendendo esse indivíduos. Isto é um assalto, a prefeitura e a policia devem investigar isto e remover esses saqueadores. Zero para o turismo no RN com essas ações NEFASTAS.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados adiou nesta quarta-feira (27) a votação da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.
O adiamento ocorreu após pedido de vista apresentado pelas deputadas Erika Kokay, Sâmia Bomfim, Talíria Petrone e pelo deputado Orlando Silva. A nova previsão de votação é 3 de junho.
A proposta prevê que jovens a partir de 16 anos possam responder criminalmente no sistema prisional comum. Atualmente, menores infratores cumprem medidas socioeducativas por até três anos.
O relator, Coronel Assis, apresentou parecer favorável ao texto principal e a outras PECs apensadas que tratam do tema.
A CCJ analisa apenas a constitucionalidade da proposta. Se aprovada, a PEC seguirá para uma comissão especial e depois para votação no plenário da Câmara, onde precisará de ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos.
O Partido dos Trabalhadores é contra a proposta e argumenta que a redução da maioridade penal não reduz a violência e pode aumentar a reincidência e o fortalecimento de organizações criminosas.
Antes mesmo de a comissão especial concluir a análise da proposta sobre o fim da escala 6×1, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o texto na pauta do plenário desta quarta-feira (27).
Os deputados debatem e devem votar o parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) na comissão. Em seguida, a expectativa é que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) siga para a deliberação no plenário, onde são necessários 308 votos favoráveis, em dois turnos, para a aprovação.
O relatório de Prates prevê transição de 14 meses até a redução das atuais 44 horas semanais para 40 horas. A diminuição ocorrerá em duas etapas. A primeira, após 60 dias da promulgação da PEC, estabelece redução de duas horas e a garantia de dois dias de descanso ao trabalhador. Depois após um ano, serão reduzidas mais duas horas.
O ministro do Supremo Tribunal FederalKassio Nunes Marques deu prazo de 20 dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro tenta reverter a condenação de 27 anos e três meses de prisão na ação penal sobre tentativa de golpe de Estado.
A defesa pede a anulação de todo o processo, alegando que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário do STF, e não na Primeira Turma.
Os advogados também solicitam a anulação da delação do tenente-coronel Mauro Cid, sob argumento de cerceamento de defesa.
Como pedido alternativo, a defesa busca retirar algumas condenações do ex-presidente, incluindo o crime de organização criminosa armada.
Apesar de continuar as tratativas para fechar um acordo de delação premiada com o dono do banco Master, Daniel Vorcaro, a PGR (Procuradoria-Geral da República) não está muito disposta a concluir as negociações nos atuais termos.
A avaliação de integrantes da cúpula do órgão é que os anexos apresentados pelo banqueiro até o momento ainda não são suficientes para oferecer algum benefício a ele. Mesmo assim, buscam novas informações para tentar salvar o acordo.
Segundo fontes envolvidas nas negociações, a PGR sugeriu que poderia fechar um acordo de delação com o ex-banqueiro ainda no início das tratativas. A PF (Polícia Federal), no entanto, cobrou mais detalhes.
Por entender que ele não estava disposto a cooperar, os policiais não quiseram seguir com o acordo. Como mostrou o Painel, Vorcaro não quis detalhar a participação de políticos no esquema e chegou a dizer que não sabia que o resort de luxo Tayayá era do ministro Dias Toffoli.
Nos bastidores, delegados afirmam que fechariam as portas ao ex-banqueiro por não colaborar. Mas reconhecem que, se Vorcaro quiser, tem o direito de retomar as negociações com a corporação.
Enquanto isso, procuradores da República ainda tentam evoluir nas negociações com o ex-banqueiro. Um procurador afirmou, sob reserva, que “nem mesmo um apartamento se compra na primeira negociação”.
Um estudo do Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte aponta que o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas podem gerar custo adicional de R$ 3 bilhões por ano para empresas do RN.
Segundo o levantamento, a medida também pode provocar a perda de 7,8 mil empregos formais no estado, principalmente nos setores de comércio e serviços.
A pesquisa indica ainda que os preços podem subir até 13%, impactando diretamente o custo de vida da população.
Entre os trabalhadores entrevistados, 75% apoiavam inicialmente a proposta, mas o índice caiu para 55,6% após a apresentação de possíveis consequências econômicas, como desemprego, informalidade e redução salarial.
O levantamento mostrou que 71,1% dos entrevistados temem aumento da rotatividade de funcionários, 65% apontam risco de crescimento da informalidade e 60,2% citam possível redução de vagas formais.
Em nível nacional, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo estima impacto anual de R$ 357,4 bilhões para os setores de comércio e serviços, além da possível perda de até 631 mil empregos formais.
Para o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, mudanças na jornada devem considerar as diferenças entre os setores e ocorrer por meio de negociação coletiva.
Foi dito isso no fim da escravidão; no direito a férias remuneradas também; no direito a 13° também;
na criação da Consolidaçâo das Leis Trabalhistas CLT; na regularização das empregadas domésticas também!
No entanto os ricos continuam cada vez mais ricos e o pobre só luta pelo direito à vida! Hipócritas! Não queiram transformar vidas humanas em cifras!
Fim da escala 6×1 JÁ!
“Não explore o próximo, mas tema o seu Deus. Eu sou o Senhor, o seu Deus”
Levítico 25:17
“Quem oprime o pobre despreza o seu Criador, mas quem se compadece do necessitado honra a Deus”
Provérbios 14:31.
Também está escrito, na Bíblia, que Deus criou o mundo e tudo o que nele existe em 06 DIAS e descansou no sétimo dia. Por que querem dois dias de descanso? Não deturpe a Palavra de Deus.
Deus é onipotente, onipresente e onisciente e trabalhou 6 dias…pq nós humanos temos que trabalhar 6 também? Nós deviamos trabalhar só 3 dias, iguals aos políticos.
Eles querem trabalhar só 3 e choram pra deixar a gente trampar 5, isso é sacanagem!
O economista alemão Joachim Klement publicou sua previsão para a Copa do Mundo 2026. O modelo usado por ele acertou os campeões das últimas três edições do torneio.
Klement previu corretamente as vitórias da Alemanha, em 2014, da França, em 2018, e da Argentina, em 2022.
Para a edição de 2026, a projeção aponta a Holanda como campeã.
Eliminação do Brasil
A Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções. O modelo também projeta resultados ao longo do torneio, como uma possível vitória do Japão sobre o Brasil na segunda fase e a eliminação da Escócia para a Coreia do Sul na mesma etapa.
Em entrevista à BBC, da Inglaterra, o economista afirmou que a pesquisa não começou como tentativa de antecipar resultados. “Isso começou como um exercício para mostrar ao mundo a arrogância dos economistas que acham que podem prever coisas sobre as quais, na verdade, não têm ideia”, disse. “Agora virou um exercício sobre como, se você tiver sorte muitas vezes, as pessoas vão achar que você é um guru.”
Na projeção de Klement, a Inglaterra aparece como semifinalista, mas derrotada para Portugal, seleção que eliminou os ingleses na Copa de 2006.
Como a previsão é feita?
Klement afirma que o desempenho em uma Copa é influenciado por fatores “sistêmicos”, como população, riqueza, clima e ranking mundial da Fifa. Segundo ele, esses fatores explicam apenas parte do resultado. “Os outros 50% são sorte”, disse à BBC.
“Cada partida, especialmente quando há seleções de alto nível jogando umas contra as outras, muito parecidas em habilidade e qualidade, depende realmente da forma no dia, de uma decisão do árbitro, de um lance de sorte, no sentido de acertar a trave ou a bola entrar”, afirmou.
O economista trabalha como estrategista no banco de investimentos Panmure Liberum, em Londres. Ele disse que colegas apostaram dinheiro após a publicação do seu modelo preditivo. “Se a Holanda for eliminada da Copa do Mundo, acho que no dia seguinte vou ter que trabalhar de casa”, brincou.
E tem jumento querendo o DESCONDENADO para um quarto mandato…..kkkkkk
Concordo, quanto menos tempo ficarmos na copa,menos distração para o povo. Quem sabe, com a decepção na copa, ajude a enxaguar o desastre de governo que temos.
Na hora do vamo-vê a opinião de quem importa e a opinião de quem ainda produz nesse país, amigão. Patrocinador não ganha dinheiro com vagabundo. Forte abraço! 👉🏻👉🏻
A Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira (27) uma sessão rápida no plenário para destravar a votação da PEC do fim da escala 6×1 na comissão especial.
A sessão durou cerca de oito minutos e teve apenas discursos. O deputado Jorge Solla defendeu a redução da jornada de trabalho.
O parecer da proposta foi apresentado na segunda-feira (25) pelo relator Leo Prates, mas a análise foi adiada após pedido de vista da oposição.
A comissão especial deve votar o texto ainda nesta quarta. Se aprovado, o projeto poderá seguir para o plenário da Câmara ainda hoje ou na quinta-feira (28).
O texto negociado entre o governo e o presidente da Câmara, Hugo Motta, prevê redução gradual da jornada semanal: primeiro de 44 para 42 horas, após 60 dias da promulgação, e depois para 40 horas no prazo de um ano.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, em ação conjunta com a Receita Federal do Brasil e a Polícia Penal, deflagrou, nesta quarta-feira (27), a operação “NARKE”, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de combater o tráfico de drogas, a atuação de organizações criminosas e a lavagem de dinheiro no Rio Grande do Norte.
De acordo com as investigações, iniciadas após a prisão em flagrante de um suspeito, ocorrida em 03 de janeiro de 2025, ocasião em que foram apreendidos entorpecentes, munições e instrumentos utilizados na atividade de tráfico de drogas, foi possível identificar, a partir da análise dos dados extraídos dos aparelhos celulares apreendidos, a atuação estruturada de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas, com divisão de tarefas, hierarquia definida e intensa movimentação financeira ilícita.
As investigações também apontaram que o grupo criminoso era liderado pelo suspeito que, mesmo preso, continuava exercendo o comando da organização criminosa, expedindo ordens relacionadas ao tráfico de drogas, à aquisição de armas e à movimentação financeira do grupo.
Também foi constatada a utilização de interpostas pessoas para ocultar e dissimular valores provenientes das atividades ilícitas, circunstância que motivou a representação pelo bloqueio e indisponibilidade de bens e valores, medida deferida pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCRIM), até o montante de R$ 3.390.183,03 (três milhões, trezentos e noventa mil, cento e oitenta e três reais e três centavos).
Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão preventiva, além de uma prisão em flagrante realizada no bairro Planalto, em Natal, totalizando 10 prisões. As diligências ocorreram nos bairros Planalto e Nova Descoberta, na capital potiguar, além do município de Pau dos Ferros, no interior do Estado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos, aprofundar a análise financeira do grupo criminoso e ampliar a responsabilização penal dos integrantes da organização.
Pequenos valores cobrados todos os meses na fatura de cartões de crédito de centenas de milhares de clientes. E mais: por serviços não contratados ou sequer solicitados pelos correntistas. Foi essa a prática que o Itaú admitiu adotar ao longo dos últimos 14 anos ao assinar acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Os métodos utilizados pelo Itaú para ludibriar os clientes, impor as cobranças e dificultar o cancelamento destas foram descritos na ação civil coletiva que deu origem ao acordo, revelado pelo Metrópoles, na coluna Manoela Alcântara.
O documento também expõe a dimensão da prática, classificada como de “extrema má-fé”, ao alcançar correntistas do Itaú e clientes de cartões parceiros do banco, como os oferecidos por lojas de departamento.
“A cobrança indevida de um serviço/produto não autorizado/solicitado pelo consumidor não corresponde a um equívoco, mas a uma prática que vem sendo perpetrada há anos, de forma reiterada, contra milhares de consumidores, o que evidencia a sua extrema má-fé”, afirma a ação assinada pelo promotor de Justiça Lindolfo Barbosa Lima.
A ação revela que as cobranças “aparecem” nas faturas com diferentes nomes. Entre os citados, estão: “Seguro de AP Premiado, Acidentes Pess Prem, Seguro Proteção Especial, Super/Seguro Tranquilidade Total, Lig Bloqueio, Seguro Perda/Roubo 96 horas, Seguro Renda Premiada, Renda Premiada Master, Seguro Super Renda, Seguro Cred Vida Plus, Proteção Perda e Roubo”.
Nomes que dificultam que o cliente identifique a origem da cobrança não solicitada e fazem parte da estratégia para esconder a prática. Os nomes genéricos lançam os correntistas em complicada busca pela empresa responsável pelo serviço que está sendo cobrado indevidamente. Assim, fica mais difícil contestar e interromper os descontos irregulares.
Para tornar a estratégia ainda mais cruel, a ação aponta que muitas vezes os correntistas se sentem obrigados a pagar pela cobrança indevida com medo de punições por não quitar o valor total da fatura do cartão de crédito.
“Como se pode ver o valor produto/serviço não solicitado/autorizado é incluído na fatura do cartão de crédito, de modo que o consumidor fica compelido a pagar o valor total da fatura, sob pena de ser cobrado, na próxima fatura, por encargos de financiamento (juros, multa e outros encargos financeiros) também indevidos”, diz trecho da ação.
Quem identifica a cobrança indevida e a origem dela enfrenta, ainda, a burocracia do Itaú. A ação reúne relatos e documentos apresentados por correntistas que pediram o cancelamento, mas não foram atendidos. Em um dos casos documentados, o Itaú se comprometeu a interromper as cobranças, mas o valor continuou aparecendo nas faturas dos meses seguintes.
clientes e que permanecem bloqueados e nunca foram utilizados, mas que ainda assim recebem lançamentos de cobranças por seguros e outros serviços.
“A prática perpetrada é corriqueira e disseminada contra todos os consumidores que possuem os cartões de crédito emitidos/administrados pelo Banco Itaucard que, ressalte-se, resistiu em modificar sua conduta abusiva”, diz a ação.
O esquema também fez vítimas que nem mesmo são correntistas do Itaú. Isso porque o banco administra cartões de outras empresas, como lojas varejistas. A ação lista: “Ipiranga, Fiat, Volkswagen, Ford, TAM, Azul, Mit, Vivo, TIM, Livraria Cultura, Extra, Walmart, Sam’s, Magazine Luiza, Ponto Frio, Brastemp, e IAS (Instituto Airton Senna)”. Eram, em 2016, época da denúncia, 133 tipos de cartões de diferentes bandeiras.
O acordo
O acordo assinado pelo Itaú, 10 anos após o início da tramitação da ação civil coletiva, traz exigências que, na prática, inviabilizam o ressarcimento dos clientes lesados. Conforme também revelado pela coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles.
Para ter direito à devolução dos valores, o consumidor deve atender simultaneamente aos seguintes critérios:
apresentar evidências de cobrança de seguro não contratado ou mantido após cancelamento, ocorrida no período de 13 de junho de 2011 a 18 de dezembro de 2025;
ter registrado, até 18 de dezembro de 2025, reclamação sobre a cobrança no Itaú e/ou em canais oficiais de defesa do consumidor, como Sindec, consumidor.gov.br, Pro-Consumidor, Ministérios Públicos, Defensorias Públicas, Idec (para associados) ou plataforma Reclame Aqui.
Assim, só poderão reaver os valores clientes que tenham denunciado a cobrança irregular a canais oficiais de atendimento até dezembro de 2025.
No meu Cartão de Crédito caixa sim na fatura deste mês veio com alguns valores duplicados… e não é a primeira vez. Até agora não consegui acessar os canais de atendimento.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse na 3ª feira (26.mai.2026) que “a mais nova mentira é que a foto que eu postei é IA”. Ele se refere ao registro publicado nas redes sociais em que aparece ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), no Salão Oval da Casa Branca.
“Depois de ‘não haverá reunião’, a mais nova mentira é que a foto que eu postei é IA. Aguardo a Casa Branca confirmar que minha foto é fake então. Mas imaginem o tamanho do problema: falsear uma imagem com o presidente dos EUA dentro do Salão Oval”, escreveu o ex-deputado em suas redes sociais.
E concluiu: “Espero que vocês prestem atenção em quem está dizendo que a foto é montagem e nunca mais acreditem em uma palavra dessas pessoas”.
Segundo Eduardo Bolsonaro, a visita ao republicano foi para fazer “exatamente o oposto” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O ex-deputado afirmou que Lula “viaja aos Estados Unidos oferecendo os minerais de terras raras do Brasil em troca de Trump não reconhecer os cartéis brasileiros, CV e PCC, como organizações narco-terroristas”.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse na 3ª feira (26.mai) que o tema central do encontro com Trump foi a articulação para que o governo norte-americano classifique formalmente as facções brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.
O governo Lula é contra a medida e alega que a decisão pode abrir brecha para interferências estrangeiras em questões nacionais.
Leve o cooler, duas cadeirinhas, um sonzinho e mar.. afinal , o espaço é público. Quem vai me impedir de sentar na beira da praia com minhas coisinhas? Digo a tu, não pagava mesmo. Seja turista ou nativo. Isso se chama roubo!!!
Um absurdo parecido com o desse quiosque da praia é a cobrança por estacionar no meio da rua … eles querem antecipado e tratam a área como se fosse propriedade privada deles sem contar o valor cobrado que geralmente é pela cara do motorista ou veículo que esteja dirigindo… enfim uma verdadeira bagunça
Idem, ibidem, aqui em praia do Forte, Cabo Frio/RJ
Isso é cada vez mais frequente… Mas é permitido? Não! De acordo com a Constituição Federal, as praias são bens da União. Além disso, a Lei 7.661/1988, que regula o uso da costa marítima do nosso país, determina claramente, em seu Artigo 10, que “As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica.” o poder público municipal e estadual faz de conta que cuida do espaço público.
Em Genipabu, pagamos 180,00 reais.
04 cervejas.
01 almoço para 04 pessoas.
Carne de.sol com fritas.
Passamos 6hs na barraca 0800.
Ainda levamos nosso cooler com suco, gelo, limão e wisque.
Massa.
De besta quem pagar
Era para perde o direito de uso do espaço público, se fizessem isso eu queria ver se aconteceria novamente.
Vão pra Jampa, lá com 160 reais, almoçariam e ainda tomariam 3 cervejas.
Vão pra Japão, lá com 160 reais, almoçariam e ainda tomariam 3 cervejas.
Ocorreu comigo tb a quase 1 ano, antes de sentar sempre pergunto qto custa o guarda sol, para evitar surpresas .Enfim, ao solicitar a conta, veio a cobrança do dobro do infomado, foi aquele estresse e constrangimento, e eu não iria pagar de forma alguma, sendo que um amigo foi por trás e pagou, ao subir ao calçadão esse mesmo cidadão( jovem) estava fumando maconha com a sua turma. Enfim uma verdadeira bandalha naquela orla, isso pq sou daqui, imagine um turista….Prefeitura comece a fiscalizar pq é bom pra todo mundo!!!!!!
Existe quem diga “Chama a polícia”. O cidadão tá de férias e vai chamar a polícia para correr o risco de ouvir “Pagou barato, tá devendo 300 pro nosso cafezinho por nos chamar por tão pouco” !?
Façam assim: sempre andem com seus parentes e amigos turistas , do contrário serão extorquidos, pois é isso que esse país tem a oferecer para turistas, extorsão. Sempre foi assim…
Acaba essa roubalheira tem que acabar. Terra sem lei. Se ninguém pagasse e chamasse a polícia resolveria.
Está impraticável ir a Ponta Negra lá a exploração é absurda e o serviço e a higiene péssimos.
Bando de galados !!!!
Vão a João Pessoa aprender como se cuida de uma orla. Bares lotados, milhares de pessoas passeando com suas famílias, crianças andando de patins, trechos interditados para os pedestres, preços justos, garçons educados. Prefeitura de Natal é uma lástima neste quesito., Pau nestes barraqueiros fuleiros
Com a palavra o Secretário de Turismo de Natal, que aliás não sei nem se existe.
O sujeito tem dois tipos de cardápios um para o nativo e outro para o turista incauto, que não pergunta antes do sentar na mesa.
É caso de polícia!!
parabéns
Não é mérito de Ponta Negra este tipo de situação em Pipa, São Miguel do Gostoso e acredito que em toda orla praiana do RN também tem este tipo de prática.
Como vou em Ponta Negra apenas para caminhar não cirrompe o risco de um barraqueiro ou um ambulante me roubar de forma tão descarada!
Precisamos saber o número do quiosque e não adianta cassar a licença pois vem um vereador e consegue devolver.
O certo é fazemos um grande campanha nas redes sociais contra os preços abusos e boboicotar aqueles que estão extorquindo o povo independente de ser nativo ou turista.
Por isto não frequento e nem indico ponta negra para ninguém que vem a Natal.
Lá apenas lixo, exploração, aglomeração, já foi um dos belos cartões postais de Natal.
Exploram pq não tem fiscalização.
Eles são os verdadeiros donos da praia.
Tao facil resolver: é a prefeitura cadastrar os donos dos guarda sois e ou quiosqueiros, só arma ombrelone se ostentar o preco da locação, e limitar a locacao a R$ 5,00/hora e ponto final. Colocar a guarda e a policia para fiscalizar e sapecar multa em quem não obedecer, nammm. Ponta negra nao tem mais areia de praia pra gente pisar
Tao facil resolver: é a prefeitura cadastrar os donos dos guarda sois e ou quiosqueiros, só arma ombrelone se ostentar o preco da locação, e limitar a locacao a R$ 5,00/hora e ponto final. Colocar a guarda e a policia para fiscalizar e sapecar multa em quem obedecer, nammm
Moro aqui no bairro de ponta negra faz mais de 4 anos que não vou a praia do meu bairro que leva o nome também do bairro, não vejo nada demais nessa bairro apesar de ter nascido e morado a minha vida toda, IPTU altíssimo,falta de segurança,assalto toda hora, preços absurdos em praia e restaurantes e pizzaria do bairro e não acho a praia de ponta negra essas coisas toda, quando quero passar um fim de semana vou a são Miguel do gostoso as vezes nos pessoa aonde a praias limpas,bela orla e segurança além de preços bons
PODE PRENDER . ISSO É ROUBO A CÉU ABERTO. LADRÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO. PORISSO E POR OUTRAS QUE NÃO FREQUENTO PN. SOU DAQUI MAIS NÃO AGUENTO ESSA SACANAGEM. TEM QUE ALGUÉM FISCALIZAR.
Pra que serviu essa notícia se vocês não públicam nome do cara que extorquiu o turista? Serve para a população ficar brava com toda a categoria e só
Verdade. Não adianta nada se não tem identificação da barraca.
Isso, matem a galinha dos ovos de ouro! imagine quantas pessoas deixarão de vir com a propaganda negativa desses turistas. Além da sujeira, desorganização, violência, ainda aparece isso aí, mais parecido com extorsão do que cobrança.
Tem que tirar esses barraqueiros ladrões da orla, quem quiser curtir a praia que leve seus itens, se sujeitar a isso é absurdo, cade o procom e a prefeitura de Natal que nada fazem?
Tão linda minha cidade ,mas é por essas e outras que saio daqui nas férias e vou pra João Pessoa, lá vc não ver preços altos , quanto mais um roubo desse.
Quero o número no quiosque
Vou lá e perder a mesma coisa
Quero ver eu pagar
Por isso que os turistas procuram outras cudades, quando vem aqui é pra serem explorados
Passei por esse mesmo constrangimento em porto de galinhas/PE, uma verdadeira exploração e vergonha, isto, apesar de haver perguntado sobre antecipadamente sobre a cobrança, que foi dito não existir, faltam educação, orientação e vergonha desses exploradores do turismo, fica difícil voltar.
Sou natalense e não frequento ponta negra, isso já aconteceu comigo há alguns anos, isso é uma vergonha…
Um cardápio desse, espanta qualquer um! Fora que é uma alma sebosa, que ao ser desonesto com o valor da barraca, deveria perder a licença.
Ai quando se proibi essas “barracas” aparece tudo que é gente defendendo esse indivíduos. Isto é um assalto, a prefeitura e a policia devem investigar isto e remover esses saqueadores. Zero para o turismo no RN com essas ações NEFASTAS.
pqp. que filho da put@. Depois o turista não volta e fica de mimimi. Isso é culpa do …
A Prefeitura precisa cadastrar todos os barraqueiros e tabelar os preços! Não assistem os turistas com
Preços abusivos! Prefeitura se pronuncie!
Isso é um roubo e falta de caráter desse quiosqueiro.
fala o número da barraca, pois assim evita de outros caírem nesse golpe e esse blog estará nos prestando um grande serviço.