A final do futebol society infantil (até 15 anos) do JERNS terminou com confusão entre estudantes/atletas e pais na manhã desta terça-feira (9). Segundo relatos de professores que acompanhavam o jogo decisivo, o campo foi invadido por pais de alunos do Colégio Marista que teriam agredido estudantes/atletas da Escola Municipal Maria Alexandrina. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o início da confusão e a premiação dos alunos do Marista com o relato de um professor sobre o que ele presenciou.
Faltando poucos minutos para o fim da partida, houve um desentendimento entres os jogadores após uma jogada, os ânimos se exaltaram com trocas de agressões entre os jogadores e a confusão se generalizou, com invasão do campo.
De acordo com relatos do professor responsável pela equipe da escola municipal, pais de alunos do Marista deram tapas, socos e até voadoras nos jovens da escola pública que ficaram com arranhões e hematomas. Ainda segundo o relato, a arbitragem não tomou nenhuma providência além de dar a partida como encerrada com a vitória do Marista, que vencia o jogo até ele ser interrompido em razão da confusão. A Polícia Militar esteve no local, apaziguou a situação, e não levou ninguém à delegacia.

Reflexo do método Paulo Freire de educação. A falta de respeito é generalizada, inclusive aos professores.
Impressionante como o Marista vem aparecendo negativamente na mídia nos últimos tempos. Parece que deixou de ser uma escola religiosa e de valores rígidos para ser um agrupamento de problemáticos. O colégio precisa dar uma resposta rápida e eficaz para evitar este desgaste moral que vem enfrentando.
O Marista de hoje não é aquele Marista de anos atrás, tudo leva a crer, pelas atitudes desses “pais” que essa escola que já serviu de exemplo bom, hoje, toa atitudes de escola “faccionada”.
Essa atitude de ganhar no grito, de usar violência quando se perde é o que está sendo julgado no STF hoje: coisa de bolsonaristas