Foto: Reprodução/Metrópoles
Um bombeiro reformado foi condenado pela Justiça Militar do RS por levar garotas de programa para dentro de um quartel enquanto estava de serviço.
Segundo a decisão, os encontros aconteceram pelo menos 29 vezes dentro de uma unidade do Corpo de Bombeiros na cidade de Alvorada, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
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O militar, identificado como Gilberto Hoffmann dos Santos, recebeu pena de 10 meses de detenção. A defesa já recorreu da condenação.
De acordo com o processo, a Justiça considerou mensagens de celular, depoimentos de testemunhas e relatos das próprias mulheres que estiveram no local.
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As investigações apontam que o bombeiro convidava as acompanhantes para o quartel e orientava a entrada por um acesso mais discreto.
Uma das mulheres chegou a publicar imagens e comentários nas redes sociais mostrando que estava dentro da unidade militar.
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O caso veio à tona após uma denúncia feita pela então esposa do bombeiro. Segundo o processo, ela entregou o celular dele à corporação após descobrir as conversas.
Na sentença, a Justiça afirmou que as provas confirmam que os encontros aconteceram diversas vezes dentro do quartel durante o período de serviço do militar.
A defesa contesta as provas usadas no processo e pede a anulação da condenação. O recurso ainda será analisado pela Justiça Militar.
Tem gente que leva prostituta para o Palácio do Planalto e não acontece nada
Pois é, e isso vem acontecendo desde 2018.
Uma notícia que vem exatamente de uma região de onde, teoricamente, o termo latino Pater Famílias (da Roma Antiga) e o lema político Deus, Pátria e Família (associado a movimentos conservadores e fascistas) está tão presente. Certamente esse militar em seus discursos públicos, exaltava a seriedade, o amor ao casamento. Detesto falsos moralistas de fundo de quintal, que são o lixo da imoralidade e subversão (leia-se consumidores contumazes de pornografia) e posam de pais de família ilibados acima de qualquer suspeita.
Muito estranho essa história, foi no Rio Grande so Sul, acho que o bombeiro não era gaúcho.
Agora se ele levasse garotos, não seria condenado, pois seria homofobia por parte da justiça.
Ele só estava apagando fogo.