Duas tartarugas marinhas foram encontradas mortas e manchadas por óleo neste domingo (28) na praia de Tabatinga, em Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal.
A praia foi uma das seis potiguares que voltaram a ter registro da presença de óleo neste fim de semana. Os animais foram recolhidos pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN).
O ator norte-americano Jim Caviezel, protagonista de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro, acusou o governo Lula (PT) de tentar impedir a exibição da produção no Brasil antes das eleições. Em entrevista, ele afirmou que novas dificuldades podem surgir para o lançamento no país.
“Eles tornaram ilegal que exibíssemos esse filme lá, antes das eleições. Agora, vão tentar impedir a exibição de uma vez por todas”, declarou.
Caviesel disse também que o filme já foi exibido a grupos de brasileiros e norte-americanos nos Estados Unidos, onde recebeu aplausos de pé.
Dirigido por Cyrus Nowrasteh, o longa retrata a trajetória política de Bolsonaro, com foco na campanha presidencial de 2018 e no atentado sofrido por ele em Juiz de Fora (MG).
Conhecido por interpretar Jesus Cristo em A Paixão de Cristo, Caviesel disse que começou a pesquisar a história do ex-presidente após conhecer o roteiro e se interessar por declarações de Donald Trump sobre Bolsonaro.
A expectativa de maior tensão política marca a avaliação dos brasileiros sobre a relação entre governo Lula e o Congresso Nacional. Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) mostra que 70% acreditam que o quarto mandato do presidente terá mais conflitos com o Congresso do que o atual.
O percentual representa um aumento em relação a 2022, quando 48% esperavam mais atritos entre o governo Lula e o Legislativo. Naquele levantamento, 30% previam menos conflitos, 8% acreditavam que a relação seria igual e 14% não souberam responder.
A pesquisa também identificou uma expectativa de maior tensão entre o governo e o Supremo Tribunal Federal (STF). Para o próximo mandato, 46% dos entrevistados preveem mais conflitos, enquanto 35% esperam menos atritos. Outros 6% acreditam que a relação ficará igual e 13% não responderam.
Em 2023, no início do terceiro mandato, o cenário era diferente: 33% esperavam mais conflitos com o STF, enquanto 45% previam uma relação menos conflituosa.
A pesquisa Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Um cartão de memória que armazenava centenas de votos e não havia sido contabilizado foi encontrado após a eleição na Geórgia, nos Estados Unidos. A inclusão destes votos no sistema mudou o resultado da disputa legislativa e colocou à frente o republicano Gerald Greene, candidato à reeleição pelo partido de Donald Trump.
Antes da inclusão dos votos no sistema, o deputado estadual republicano Gerald Greene estava atrás do democrata Harry James por menos de 100 votos. Com a atualização, Greene passou a liderar por 262 votos. O resultado deve ser certificado pelos funcionários eleitorais do Condado de Seminole até segunda-feira (9).
Investigação vai apurar sumiço de cartão de memória
O secretário de Estado, Brad Raffensperger, abriu uma investigação para apurar por que centenas de votos armazenados em um cartão de memória não foram incluídos inicialmente na apuração.
Raffensperger classificou a falha como inaceitável e afirmou que a investigação pretende esclarecer como o cartão deixou de ser carregado no sistema eleitoral em 3 de novembro. A descoberta ocorreu após autoridades identificarem uma divergência entre o número de eleitores registrados nos locais de votação e o total de votos contabilizados.
O secretário de Estado Brad Raffensperger ganhou projeção nacional em 2020, quando rejeitou a pressão de Donald Trump para alterar o resultado da eleição presidencial na Geórgia. Na ocasião, o então presidente pediu que Raffensperger encontrasse 11.780 votos para reverter a vitória de Joe Biden no estado.
O tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2026 é: “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”. A informação foi revelada pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, neste domingo (8), dia da primeira etapa de aplicação da prova.
Além da redação, o primeiro dia do Enem conta com 90 questões, sendo metade de linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação) e metade de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia).
No total, os candidatos têm 5h30 para completar o exame.
O segundo dia, que será no próximo domingo (16), também é composto por 90 questões, das quais metade são de ciências da natureza (química, física e biologia) e metade de matemática. Os candidatos terão 5h para resolver a prova.
Mais de 5 milhões de pessoas se inscreveram para fazer o exame neste ano, segundo dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).
São 55 anos formando gerações em Natal, e o NEC Pinguinho de Gente escolheu uma forma especial de comemorar essa história: subindo ao palco. Nesta quinta-feira, 12 de novembro, às 18h30, os alunos da escola apresentam o espetáculo musical “Tia Aparecida e uma escola de gente feliz”, no Teatro Riachuelo.
A montagem tem um significado ainda mais especial: o roteiro é assinado por Victor Ferreira e a direção artística por Afra Brengartner, ambos ex-alunos da escola. Quem cresceu nos corredores do NEC Pinguinho de Gente agora volta para contar, ao lado das crianças de hoje, a trajetória de uma instituição que atravessou mais de cinco décadas mantendo viva a mesma essência: educar com afeto.
Com música, emoção e muitas lembranças, o espetáculo promete reunir famílias, ex-alunos e todos que fazem parte dessa história.
📍 Teatro Riachuelo
📅 Quinta-feira, 12/11, às 18h30
🎟️ Últimos ingressos à venda na bilheteria e no site do teatro (@teatroriachuelonatal)
Os governadores eleitos do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), do Paraná, Sergio Moro (PL), de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) | Fotos: Bruno Spada/Câmara dos Deputados, Jefferson Rudy/Agência Senado, Leandro Chemalle/Estadão Conteúdo e Reginaldo Pimenta/Estadão Conteúdo
Governadores eleitos ou reeleitos com apoio de Flávio Bolsonaro (PL) defendem uma relação pragmática e institucional com o governo do presidente Lula (PT), apesar da derrota do senador na disputa presidencial. A posição é motivada, principalmente, pela necessidade de garantir investimentos federais e enfrentar dificuldades fiscais nos estados.
Nenhum dos 15 governadores que apoiaram sua candidatura endossou a carta divulgada pelo senador, na qual se apresenta como “líder do Brasil” e questiona o resultado das eleições.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu o respeito ao resultado das urnas e afirmou que é preciso “olhar para a frente”. Outros governadores também têm evitado manifestações sobre Flávio e concentrado suas publicações em assuntos administrativos.
No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) afirmou que pretende manter um “relacionamento institucional produtivo” com o governo federal para garantir investimentos em obras e políticas sociais. Luciano Zucco (PL), eleito no Rio Grande do Sul, também defendeu o diálogo, destacando que os interesses do estado devem estar acima das diferenças partidárias.
No Paraná, Sergio Moro (PL) afirmou que a eleição passou e que seu foco será fazer um bom governo. Ele, no entanto, ressaltou que manterá uma postura de oposição ao governo Lula, com cooperação em pautas consideradas positivas.
Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) tem defendido o fim da polarização, enquanto enfrenta o desafio de negociar uma dívida estadual de R$ 180 bilhões com a União e um déficit orçamentário previsto em R$ 10 bilhões para 2027.
No Distrito Federal, Celina Leão (PP) também precisará buscar alternativas para a situação financeira do Banco de Brasília (BRB), que enfrenta uma crise após a tentativa de compra do Banco Master. A governadora já declarou estar disposta a dialogar com Lula quando necessário.
O aumento dos juros, o endividamento das famílias e a indefinição sobre o ajuste fiscal ampliam o risco de recessão no Brasil em 2027, segundo análise do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Projeções de bancos e consultorias apontam crescimento próximo de 1%, mas a economia pode ficar estagnada caso as condições financeiras continuem piorando.
Estudo preliminar do instituto indica que comércio, indústria de transformação e serviços podem recuar 0,5% no próximo ano. O cenário é agravado pela perda de força da agropecuária e da indústria extrativa, que ajudaram a sustentar o crescimento nos últimos anos.
O endividamento também preocupa. Dados da Serasa mostram que o país chegou a 84,2 milhões de inadimplentes em setembro, o equivalente a 51,1% da população adulta. Com o orçamento comprometido, as famílias tendem a reduzir o consumo, pressionando ainda mais a atividade econômica.
O mercado de trabalho também pode sentir os efeitos da desaceleração. A projeção é que a taxa de desemprego avance de 5,6% em 2026 para quase 7% em 2027.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV neste domingo (8), às 20h30, com uma mensagem em tom de reconciliação após a disputa eleitoral. No discurso, o petista deverá defender a união do país, reafirmar o compromisso com o crescimento econômico e o equilíbrio das contas públicas e criticar a atual taxa de juros. Mas sem anunciar uma medida prática sequer sobre os principais problemas enfrentados pelo Brasil atualmente, principalmente na área econômica.
Gravado na quinta-feira (5), o discurso terá 7 minutos e 44 segundos. Lula agradecerá os 64,2 milhões de votos recebidos no segundo turno e destacará a participação de diferentes grupos da população, incluindo jovens e idosos. Também deverá reforçar que a eleição terminou e que o país precisa seguir em frente.
Apesar da pressão do mercado, o presidente não anunciará medidas de ajuste fiscal.
A fala deve destacar ações de seu governo para estimular a economia e incluir críticas à taxa de juros, mantida pelo Banco Central em 13,75% ao ano.
Lula também afirmará que pretende conciliar a continuidade dos programas sociais com o equilíbrio das contas públicas. Segundo o governo, o Orçamento de 2027 foi elaborado com previsão de superávit.
As propostas para estabilizar a relação entre dívida pública e PIB ainda serão discutidas. As medidas devem ser apresentadas ao presidente na segunda quinzena de novembro, após sua viagem à Turquia e às Filipinas.
A definição da equipe econômica do quarto mandato também segue em aberto. Entre os nomes cotados para o Ministério da Fazenda estão o atual titular, Dario Durigan, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles. Lula deve anunciar a nova equipe em meados de dezembro.
A saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil após a derrota na eleição presidencial é reprovada por 62% dos brasileiros que souberam da viagem. É o que aponta pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8). Cerca de 89% dos entrevistados disseram ter conhecimento de que o senador foi para os Estados Unidos após o segundo turno.
A avaliação varia de acordo com o posicionamento político dos entrevistados. Entre lulistas e eleitores da esquerda não lulista, 92% consideram que Flávio errou ao deixar o país. Entre os independentes, o índice é de 63%.
Já entre os bolsonaristas, 90% aprovam a decisão, enquanto apenas 5% a consideram errada.
O levantamento também mostra divisão entre eleitores da direita não bolsonarista: 46% avaliam que Flávio acertou ao viajar para os Estados Unidos, enquanto 45% desaprovam a atitude. Outros 9% não souberam responder.
Foram ouvidas 2.004 pessoas entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Como assim, seu adversário já tinha falado que iria preso, a ordem de recolher o passaporte foi 7 minutos após o resultado das eleições. Esse pesquisa foi feita só com PeTralhas.
O inquérito das fake news, aberto em 2019 e conduzido por mais de sete anos pelo ministro Alexandre de Moraes, caminha para o encerramento definitivo no Supremo Tribunal Federal (STF).
Após o presidente da Corte, Edson Fachin, iniciar uma revisão dos procedimentos relacionados à investigação já foram arquivadas ou encerradas pelo menos oito apurações.
A Presidência do STF identificou 104 procedimentos vinculados ao inquérito. A intenção é verificar quais ainda dependem de diligências da Polícia Federal ou manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e quais podem ser encerrados.
Entre os casos arquivados estão investigações envolvendo o pastor Silas Malafaia, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o jornalista Guilherme Fiuza, o ex-ministro Gilson Machado e o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta.
As decisões foram tomadas após pareceres da PGR que apontaram falta de provas, prescrição dos crimes ou ausência de elementos para sustentar as acusações. Fachin também revogou medidas cautelares em alguns casos, como restrições de viagem e bloqueios.
A relatoria passou para Fachin em setembro, quando ele retirou o caso de Moraes. Em outubro, o presidente do STF já havia anunciado a intenção de concluir a análise dos procedimentos pendentes e, depois de cumpridas as etapas processuais, promover o arquivamento definitivo. Ainda não há prazo para o encerramento.
Comente aqui