Saúde

58 milhões de vacinas da Covid vencem no estoque federal; perda nos municípios é maior

Myke Sena/Divulgação/Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde perdeu no próprio estoque ao menos 58 milhões de vacinas da Covid-19 desde 2021, quando foi aberta a campanha de imunização no SUS. O número se refere às doses que nem sequer foram distribuídas aos estados e municípios.

O volume perdido ainda no armazém da Saúde vale cerca de R$ 2 bilhões. Parte do prejuízo foi amenizada pela troca de 4,2 milhões de doses da Moderna, avaliadas em cerca de R$ 240 milhões.

O número de doses que deixaram o estoque do ministério e foram perdidas nos estados e municípios é incerto, devido às divergências entre os dados federais e os das secretarias de saúde locais.

O cruzamento de informações do ministério aponta uma diferença superior a 175 milhões entre as doses distribuídas e aplicadas. Mas os dados dos estados sinalizam uma perda menor, ainda que muito superior àquela registrada no estoque federal.

“Os sistemas distintos e não integrados de logística e movimentação de imunobiológicos também podem contribuir para que esse dado não seja preciso”, diz o Ministério da Saúde, que não estima publicamente o número de doses perdidas fora do seu estoque.

O governo de São Paulo, por exemplo, diz que aplicou 144 milhões de vacinas da Covid. Já o portal do Ministério da Saúde aponta 131 milhões de imunizantes utilizados no estado.

Ainda há divergências sobre quantas doses foram entregues pelo ministério ao SUS. O órgão federal afirma que mandou cerca de 20 milhões de vacinas ao Maranhão, que diz ter recebido 17 milhões. As diferenças se repetem, em escalas diferentes, nas 15 unidades da federação que responderam à reportagem.

O ministério afirma que entregou aos estados cerca de 700 milhões de vacinas da Covid, segundo dados divulgados pela pasta à Folha após pedido baseado na Lei de Acesso à Informação. O mesmo número não é atualizado há mais de um ano no site da pasta comandada por Nísia Trindade.

O governo Jair Bolsonaro (PL) comprou mais de 70% das vacinas que venceram no estoque da Saúde, ou seja, que não chegaram aos estados e municípios. Esses lotes são principalmente da AstraZeneca/Fiocruz e venceram ainda na gestão passada ou foram herdados com validade curta pelo governo Lula (PT).

A atuação negacionista e o desdém de Bolsonaro na pandemia foram temas da campanha de Lula em 2022, mas o Ministério da Saúde ainda patina para organizar a imunização da Covid. O atraso na compra dos imunizantes e a escassez de doses neste ano atraiu críticas ao governo petista feitas por integrantes da comunidade científica e profissionais de saúde.

A conta de vacinas vencidas no estoque da Saúde ainda inclui ao menos 80% de um lote de 10 milhões de doses da Coronavac comprados no fim de 2023, quando o imunizante estava em desuso no SUS. O desperdício apenas com estas vacinas superou R$ 260 milhões.

O TCU (Tribunal de Contas da União) já afirmou que há obstáculos para levantar o número de doses perdidas nos estados, municípios e no estoque da Saúde.

Em levantamento preliminar, o tribunal estimou que 54,2 milhões de vacinas estavam vencidas nos estados e municípios em setembro de 2022. Essas doses valeriam cerca de R$ 2,1 bilhões.

O órgão ainda apontou risco de perda de outras 128 milhões de unidades que apresentavam validade curta à época.

O TCU também detectou lacunas nos dados, como atraso no registro das doses aplicadas, e disse que a soma não considerou vacinas que, por exemplo, foram descartadas por falhas técnicas.

Em outubro de 2023, o tribunal determinou que o ministério fizesse uma busca mais robusta sobre as doses perdidas fora do seu estoque, além de uma série de correções sobre as entregas de vacinas ao SUS. O resultado deste trabalho ainda não foi divulgado e avaliado pela corte.

A entrada das vacinas da Covid nas campanhas de imunização do SUS, em momento de crise sanitária, fez o número de imunizantes perdidos e descartados pelo governo federal escalar. Como mostrou o jornal O Globo, o volume incinerado na gestão Lula supera os 4 anos de Bolsonaro.

Os dados sobre todo o estoque do ministério passaram a ser sigilosos por decisão do governo Michel Temer (MDB) e foram mantidos desta forma sob o governo Bolsonaro. No começo de 2023, quando os dados voltaram a ser divulgados, a Folha revelou que já havia cerca de 40 milhões de vacinas da Covid perdidas no estoque.

À época, os lotes vencidos foram avaliados em cerca de R$ 2 bilhões pelo ministério, valor que estava superestimado e foi recalculado em respostas mais recentes da pasta. Esta cifra só foi atingida com o estoque atualmente perdido.

Integrantes do ministério apontam que diversos fatores levam a perda das vacinas. Entre eles, a atualização dos modelos de imunizantes para enfrentar novas variantes da Covid.

Em determinados momentos, a Saúde restringiu o uso de doses da Janssen e AstraZeneca, para privilegiar aquelas de mRNA, como da Pfizer e da Moderna. Por este tipo de escolha, algumas vacinas que estavam em estoque acabaram não sendo utilizadas, diz a pasta.

Gestores estaduais ainda dizem que há desafios para gerir as vacinas, como as baixíssimas temperaturas das doses de mRNA, que exigem uso de ultrafreezers.

Em geral, os municípios não possuem estes equipamentos. Então as vacinas ficam armazenadas em centrais estaduais e são distribuídas a pedido das prefeituras, que passam a armazená-las em congeladores convencionais. Quando são descongeladas, porém, as validades caem e as vacinas precisam ser aplicadas em poucas semanas.

“A perda de vacinas Covid-19 está intimamente ligada a diversos fatores, como adesão da população, resistência à vacinação devido as notícias falsas, mudança rápida na composição e na plataforma tecnológica de produção da vacina, que impacta na adesão da população, bem como validades e condições de armazenamento e transporte diversas”, afirma o ministério.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. ” Como mostrou o jornal O Globo, o volume incinerado na gestão Lula supera os 4 anos de Bolsonaro.”

  2. Num país sério isso se chamaria improbidade administrativa e seus responsáveis seriam punidos. Já aqui no Brasil – ahh, Brasil…! – não significa nada!

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Brasil

PESQUISA ATLAS/BLOOMBERG: 75% defendem proibição das bets e governo Lula é apontado como principal responsável pela expansão

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A proibição das apostas on-line é defendida por 75% dos brasileiros, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (24). Outros 17% discordam da medida e 8% não concordam nem discordam.

A rejeição às bets aumentou desde abril, quando 73% apoiavam a proibição. No mesmo período, o percentual contrário caiu de 21% para 17%. O levantamento também mostra que 88,5% consideram as apostas prejudiciais à sociedade.

O governo Lula (PT) é apontado por 36% dos entrevistados como o principal responsável pela disseminação das plataformas no Brasil. O governo Bolsonaro aparece com 25% e o Congresso Nacional com 17%.

A pesquisa mostra ainda que 84% defendem mais impostos para as empresas de apostas, 79% querem limitar a publicidade e 66% afirmam que menores de idade conseguem acessar facilmente essas plataformas. Apenas 4% consideram as bets uma forma válida de investimento.

O levantamento ouviu 5.015 pessoas em todo o Brasil entre os dias 17 e 22 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-04739/2026.

 

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Brasil

“MEU SÓCIO É GULOSO”: Novas mensagens mostram Roberta Luchsinger coordenando pagamentos para Lulinha

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Mensagens recuperadas do celular da lobista Roberta Luchsinger mostram a coordenação de pagamentos para Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). As conversas, reveladas pelo Metrópoles, indicam pela primeira vez repasses de Roberta para Lulinha.

Em uma mensagem de novembro de 2024, Roberta pergunta ao motorista onde está o dinheiro e orienta: “Tem que levar lá no Fábio”. O auxiliar informa que a quantia estava no porta-malas de um Volvo. Em seguida, ela determina que o dinheiro seja entregue a Fábio.

Em outra conversa, Roberta pede que sejam pagos R$ 26.809 para Fábio na TTW, agência de viagens usada por ela e por Lulinha. O auxiliar responde que faria o pagamento e envia o comprovante do depósito.

Em outro episódio, Roberta cobra de Quesede Henrique, ex-secretário de Saúde de Goiânia, um Pix de R$ 100 mil, afirmando que precisava pagar alguém que iria embarcar. Naquela mesma noite, Lulinha embarcou para Lisboa.

Quesede era investigado por suspeita de desvio de R$ 10 milhões na Secretaria de Saúde. Em dezembro de 2023, Roberta disse a ele: “meu sócio é guloso, tá”. Quesede respondeu: “Eu também seria. No lugar dele, né”.

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Política

Uma das primeiras políticas do Brasil a se posicionar contra, Zenaide comemora medida do governo Lula que vai proibir as BETS

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assina nesta sexta-feira (25), em São Paulo, a medida provisória que prevê o fim das bets no Brasil. Enquanto o governo federal dá o passo mais contundente já anunciado contra as apostas de quota fixa, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) comemora o avanço, e não por acaso: ela é uma das primeiras políticas do Brasil a se posicionar publicamente contra as bets.

O posicionamento de Zenaide no Senado vem desde julho deste ano, quando a parlamentar votou a favor e ajudou a aprovar o cerco à publicidade desenfreada das empresas de apostas online no Rio Grande do Norte e em todo o país. No mesmo período, a senadora deu voto favorável à proposta que destina à Polícia Federal parte dos lucros obtidos pelo governo com essas empresas, sinalizando que o combate às bets deveria unir regulação, fiscalização e orçamento para os órgãos de segurança. “As bets estão causando uma tragédia nas famílias. É um vício terrível, uma ilusão de ganhar fortunas que faz as pessoas perderam tudo o que construíram. Estamos somando esforços políticos para endurecer ainda mais as regras legais para esse setor, considerado altamente lucrativo e causador de dependência patológica alarmante entre apostadores, muitos deles pessoas de baixa renda. Órgãos de Estado como a Polícia Federal, dedicados a repressão e fiscalização, precisam de orçamento e de recursos humanos para investigar crimes e trabalhar pela segurança pública e coletiva”, afirmou a senadora.

O trabalho de Zenaide ganhou materialidade no Plenário do Senado, quando foi aprovada a Medida Provisória 1.348/2026, que destina ao Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol) 3% dos recursos obtidos pelo governo com as apostas. Criado pela Lei Complementar 89/1997 para financiar as atividades da PF, o fundo recebia das bets apenas 0,5% da parcela dividida com vários órgãos, correspondente a 12% da arrecadação bruta descontados impostos e prêmios. Os novos recursos cobrirão despesas com saúde e retribuição por atividade extraordinária dos servidores da Polícia Federal, além de permitir ao Ministério da Justiça e Segurança Pública estender o custeio aos servidores da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penal Federal. O Projeto de Lei de Conversão 8/2026, que substituiu a MP, agora segue para sanção da Presidência da República.

Com posicionamento pioneiro, votos decisivos e a destinação de recursos das próprias apostas para o fortalecimento da Polícia Federal, a senadora se consolida como uma das principais referências no enfrentamento às bets no país, e vê no gesto do Planalto o reconhecimento de que o combate ao vício das apostas é, acima de tudo, uma questão de saúde pública e de proteção das famílias brasileiras. “Sou terminantemente contra e já disse isso, inclusive em entrevistas. Não se pode regulamentar uma coisa que leva pessoas as dívidas, depressão e até a morte. DEMOROU…”, afirma Zenaide Maia.

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Geral

Bets notificam Globo, Band e RedeTV! sobre rescisão contratual caso Lula adote restrições a apostas online

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Globo, Band e RedeTV! estão entre as emissoras notificadas por empresas de apostas esportivas que ameaçam rescindir contratos caso o governo Lula adote novas restrições para o setor. A informação foi publicada pela coluna ‘Outro Canal’, da Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (24).

A reportagem cita que Betano, Novibet, Superbet e Esportes da Sorte comunicaram a possibilidade de rompimento. Clubes da Série A que mantêm contratos de patrocínio com as casas de apostas também teriam recebido notificações.

As bets estão entre os principais anunciantes da televisão aberta. Dados da Tunad citados pela Folha apontam que o setor investiu R$ 153 milhões em publicidade e patrocínios na TV somente em agosto.

Diante da possibilidade de saída das empresas, emissoras já avaliam alternativas. A Record, por exemplo, não negociou com a Betano uma nova cota para A Fazenda. A empresa patrocinava o programa desde 2021. Na Band, estão em avaliação os contratos de naming rights de Jogo Aberto e Os Donos da Bola.

A movimentação ocorre enquanto o governo discute novas medidas para o setor. Em reunião na terça-feira (22), representantes da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda e da Justiça trataram do combate às plataformas ilegais e de possíveis restrições às bets.

Até o momento, não há decisão oficial sobre uma proibição geral. O presidente Lula, porém, já declarou disposição para acabar com as bets e defendeu regras mais rígidas, incluindo restrições à publicidade e ao funcionamento dos cassinos on-line, como o chamado “jogo do tigrinho”.

Com informações de Folha de S. Paulo

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Flávio promete incluir o Brasil no Escudo das Américas, aliança de países liderada por Trump contra organizações narcoterroristas

Foto: Reprodução/Canal TV Celular Flávio Bolsonaro

O Brasil poderá integrar o Escudo das Américas, coalizão de segurança liderada pelos pelos EUA, caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente. “O Brasil fará parte do Escudo das Américas a partir do ano que vem, porque eu vou colocar o Brasil também para se unir a todos esses países que vão se juntar para combater os narcoterroristas”, prometeu Flávio durante uma live na quarta-feira (23).

Flávio também disse que pretende propor ao Congresso uma mudança na legislação para classificar o PCC, o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas.

Lançado em março, em Miami, o Escudo das Américas reúne países do continente para ações contra cartéis e o crime organizado. Na terça-feira (22), Estados Unidos e outros 14 governos assinaram uma declaração que classifica 24 organizações como “narcoterroristas transnacionais”, incluindo PCC e CV.

Na América do Sul, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai e Peru assinaram o documento. Brasil, Uruguai, Suriname e Venezuela ficaram de fora.

O governo Lula é contrário à classificação de PCC e CV como organizações terroristas. O Ministério da Justiça afirma que o Brasil já possui instrumentos legais para combater organizações criminosas, enquanto o Itamaraty alertou para possíveis consequências caso os EUA usem a classificação como justificativa para ações militares em território brasileiro.

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Lei torna obrigatório ensino de espanhol a partir do 6º ano nas escolas estaduais do RN

Foto: Geandson Oliveira/Novo

A rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte terá que oferecer língua espanhola aos estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e durante todo o ensino médio. A medida foi estabelecida pela Lei nº 12.905, sancionada pela governadora Fátima Bezerra (PT) e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta quinta-feira (24).

A lei entrou em vigor na data da publicação, mas não estabelece um prazo específico para que todas as unidades da rede estadual comecem a oferecer a disciplina.

Apesar da obrigatoriedade da oferta, a matrícula na disciplina será facultativa para os alunos. A legislação determina que o ensino de espanhol siga as regras da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A Secretaria de Estado da Educação (SEEC) ficará responsável por definir a carga horária e a distribuição das aulas na grade curricular, respeitando as normas educacionais e a autonomia pedagógica das escolas.

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Geral

Rogério Marinho diz que AGU age como “militante do PT”

Imagem: Reprodução/X

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, acusou o advogado-geral da União, Jorge Messias, de agir como “militante do PT” após uma publicação de Messias citando o Banco Master.

“Quando o advogado-geral da União se comporta como militante do PT e abre mão de sua função institucional, só nos resta como brasileiros dar o cartão vermelho a ele e toda a caterva do PT, que usa o Estado brasileiro sem nenhuma cerimônia como extensão do partido”, escreveu Marinho no X.

O senador ainda acusou o governo de “patrimonialismo, aparelhamento, corrupção e desprezo pelas instituições” e encerrou a publicação com a frase: “O remédio é FLÁVIO 22”.

Messias havia afirmado que um candidato à Presidência procurou o dono do banco, Daniel Vorcaro, para pedir milhões em benefício da própria família. Sem citar Flávio nominalmente, o ministro também destacou a atuação do governo Lula no caso e afirmou que a Justiça cancelou R$ 4,7 bilhões em precatórios ligados ao Master.

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Vem aí a maior cobertura das Eleições 2026 no RN

Domingo, 4 de outubro, a partir das 10h, o Blog do BG e a 96 FM estarão juntos em 12 horas de transmissão ao vivo, com apuração voto a voto, análises, comentários e repórteres em todo o Estado.

Bruno Giovanni, Ênio Sinedino e uma grande equipe de jornalistas comandam a cobertura, com participações de Bruno Araújo, Dinarte Assunção, Gustavo Negreiros, Kelps Lima, Luis Henrique e Suzy Noronha.

Eleições 2026 é no Blog do BG e na 96 FM!

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Geral

Mensagens recuperadas do celular da lobista Roberta Luchsinger apontam pagamentos dela para Lulinha: “Deixará grana no Fábio”, “tem que pagar mais isso pro Fábio”

Mensagens de Roberta LuchsingerImagem: Reprodução

O celular da lobista Roberta Luchsinger revela uma rotina de pagamentos envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Em uma das conversas, ela manda o motorista levar dinheiro ao filho mais velho do presidente Lula (PT). Em outra, aparece um pagamento de R$ 26.809 para uma agência de viagens usada por Roberta e Lulinha.

Em 29 de novembro de 2024, Roberta perguntou ao motorista Ulisses Barbosa Viana Junior: “Cadê o dinheiro?”. Logo depois, determinou: “Tem que levar lá no Fábio”. O motorista informou que o dinheiro estava no porta-malas de um Volvo. Roberta então orientou: “Tenho almoço no Cidade Jardim. De lá, você pegará Uber, deixará grana no Fábio e pega outro carro”.

Em 25 de julho de 2024, Roberta enviou a Ulisses o valor “26.809” e escreveu: “Tem que pagar mais isso para Fábio na TTW”. Ele respondeu que faria o pagamento e enviou o comprovante de um depósito de R$ 26.809 para a TTW Group, agência que organizava viagens internacionais de Roberta e Lulinha.

Trocas de mensagens de Roberta LuchsingerImagem: Reprodução

Recibo de pagamento enviado por Ulisses a Roberta LuchsingerImagem: Reprodução

Outra conversa envolve R$ 100 mil. Em 8 de novembro de 2024, Roberta cobrou do ex-secretário de Saúde de Goiânia Quesede Ayres Henrique: “Ô Quesede, tu dá um jeito de fazer esse pix, porra, que o homem tá me cobrando, criatura”. Pouco depois, reforçou: “Fez? Ele vai embarcar e tá me enchendo o saco”.

Trocas de mensagens de Roberta LuchsingerImagem: Reprodução

Naquela noite, Lulinha embarcou em Guarulhos com destino a Lisboa, em voo da Latam, na classe premium business. O pagamento de R$ 100 mil foi feito por Quesede na conta da empresa RL Consultoria, de Roberta, por meio de uma empresa comercial de Goiânia.

Em outra conversa, de dezembro de 2023, Roberta chamou Lulinha de “sócio”: “meu sócio é guloso tá”.

Trocas de mensagens de Roberta LuchsingerImagem: Reprodução

Os diálogos fazem parte de investigações que envolvem Roberta e Lulinha no STF. Uma delas apura suspeitas de tráfico de influência no Ministério da Saúde relacionadas à venda de medicamentos derivados de maconha, como o CBD. Outras duas investigam supostos pagamentos a pessoas do entorno de Lula e possível tráfico de influência na Dataprev. Roberta também teria bancado viagens internacionais de Lulinha, incluindo uma ida à Finlândia para acompanhar a aurora boreal.

Com informações de Metrópoles

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Sicredi RN arrecada mais de 17 toneladas de alimentos em ações de solidariedade

Doações foram realizadas nos treinões, na Meia do Sol Sicredi e por associados durante o Dia C e serão destinadas a instituições sociais, lares de crianças, abrigos de idosos e outros

A Sicredi RN arrecadou, ao longo deste ano, mais de 17 toneladas de alimentos não perecíveis em diferentes ações de solidariedade realizadas no Rio Grande do Norte. As doações foram feitas por associados nas agências da cooperativa durante a campanha do Dia C – Dia de Cooperar e também por participantes dos treinões e da Meia do Sol Sicredi. As iniciativas fazem parte do compromisso da instituição de incentivar a solidariedade e contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atua.

Os alimentos arrecadados estão sendo destinados a instituições sociais, abrigos de idosos, lares de crianças em situação de vulnerabilidade, associações de acolhimento a pessoas com deficiência e comunidades periféricas dos municípios onde a cooperativa está presente. A estimativa é que mais de 100 iniciativas sociais e milhares de pessoas sejam beneficiadas pelas doações.

Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, o resultado é fruto da participação de associados, colaboradores, atletas, voluntários e de todos que contribuíram com as campanhas. “Mais do que arrecadar alimentos, essas ações mostram na prática a força da cooperação. Quero agradecer a todos que doaram e, de forma especial, aos colaboradores da Sicredi, que ajudaram a mobilizar esse movimento. É assim que a cooperação ganha sentido e chega a quem mais precisa”, afirma.

Sobre a Sicredi RN

Fundada em 1993, a Sicredi RN é a maior instituição financeira cooperativa do estado. Com atuação em 12 cidades-polo, está presente em todas as regiões do Rio Grande do Norte, oferecendo seu modelo cooperativo de relacionamento aos associados de diferentes perfis e apoiando a realização de projetos, o crescimento dos negócios e o desenvolvimento da economia local.

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