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8 DE JANEIRO: Caso Débora deve voltar a ser julgado pelo STF ainda em abril

Foto: reprodução

O julgamento da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, que ficou conhecida por escrever “perdeu, mané” com batom na estátua “A Justiça”, deve ser retomado ainda neste mês de abril, segundo preveem fontes do Supremo Tribunal Federal (STF).

No fim de março, o ministro Luiz Fux pediu vista – mais tempo para analisar os autos – por ter dúvidas em relação à dosimetria da pena. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino já haviam votado por uma sentença de 14 anos de prisão.

Pelo regimento interno da Corte, o ministro que pede vista tem 90 dias corridos para devolver o processo. A interlocutores, porém, Fux tem dito que não pretende usar o prazo máximo.

A leitura interna é de que, em breve, o julgamento poderá ser reiniciado na Primeira Turma. Além de Fux, faltam se manifestar a ministra Cármen Lúcia e o presidente do colegiado, ministro Cristiano Zanin.

Durante o julgamento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) virou réu por tentativa de golpe de Estado, Fux indicou discordar do rigor das penas que têm sido aplicadas pelo STF aos envolvidos nos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023.

Fux disse que a pena sugerida por Moraes a Débora pode ser “exacerbada”. Segundo mostrou a CNN, o ministro quer estudar melhor a denúncia para entender se os crimes atribuídos à ré condizem com suas ações no dia 8 de janeiro.

Em resposta, Moraes disse que cada ministro tem independência e que divergências em torno da dosimetria são normais, mas destacou que “não foi uma simples pichação”, pois Débora “estava há muito tempo dentro dos quartéis, pedindo intervenção militar”.

Poucos dias após esse debate, Moraes autorizou a prisão domiciliar de Débora, seguindo um parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ela estava presa desde março de 2023. Agora, está em casa, usando tornozeleira e proibida de usar as redes sociais.

A cabeleireira responde pelos crimes de associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Que mulher perigosa!!!!!!!!! armada com um batom vermelho e salto alto, iria provocar uma verdadeira queda da republica com um cartaz, pedindo do lado de fora do quartel intervenção militar aos soldados que tomavam conta da guarita. Alias, pedir é muito perigoso e devia estar forçando, com um batom em mãos. Um verdadeiro golpe, pior que muitos quadrilheiros revolucionarios ao estilo Che. Assim ate entendo porque a pena foi tão alta, pior que muitos assassinos, homicidas, traficantes e estupradores.

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[VÍDEO] Delegada explica ataque ao senador Rogério Marinho em manifestação do 7 de setembro


Reprodução / Via Certa

A delegada Danielle Filgueira explicou na noite desta segunda-feira (7), como aconteceu o ataque ao senador Rogério Marinho (PL), que foi atingido por um ovo arremessado contra o seu rosto durante uma manifestação no Largo do Atheneu, em Natal.

A agressão foi realizada por um rapaz de 24 anos, identificado como Aldo Teixeira de Lima, que foi detido no local e conduzido à delegacia. “Ele foi conduzido, este rapaz de 24 anos, em decorrência desse ataque ao senador. Ele pegou um ovo e atingiu essa região do senador [indicando a nuca] vai responder pelo crime de injúria”, comentou a delegada.

Danielle Filgueira revelou que o caso será investigado para verificar se foi um fato pensado somente por ele ou se trata-se de um ato político. “A investigação ela precisa avançar. O celular dele ficou apreendido para saber se foi um ato isolado, pensado por ele ou se foi um ato político planejado”, disse a delegada.

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BTG/NEXUS: Flávio Bolsonaro e Augusto Cury ultrapassam Lula em simulações de segundo turno


Fotos: Divulgação

A 13ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8), aponta uma curva de crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL) e uma disparada nas intenções de voto do escritor Augusto Cury (Avante). Ambos aparecem numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas simulações de segundo turno para a Presidência da República.

Na disputa direta contra o petista, Flávio Bolsonaro registra 46% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45%. Em outro cenário testado, Augusto Cury atinge 45% e supera o atual presidente, que marca 43%. Devido à margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os quadros configuram empate técnico.

No primeiro turno, Lula mantém a liderança numérica sobre os principais adversários, mas vê a distância encurtar. O petista permanece com os mesmos 39% da rodada anterior, realizada em 31 de agosto, ao passo que Flávio Bolsonaro cresce dois pontos percentuais e passa de 33% para 35%. Com uma diferença de quatro pontos percentuais, que também se encontra dentro da margem de erro, caracterizando empate técnico.

A pesquisa entrevistou 2.002 pessoas de 4 a 7 de setembro de 2026. A margem de erro é 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06790/2026. O estudo custou R$164.888,89. Foi pago pelo banco BTG Pactual.

Com informações do Metrópoles

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QUAEST: Flávio Bolsonaro lidera transferência de votos de outros candidatos para o segundo turno contra Lula

Foto: Alexandre Meneghini/Reuters

O senador Flávio Bolsonaro (PL) é o candidato à Presidência da República que possui maior capacidade de atrair votos transferidos de outros postulantes em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7).

O levantamento revela que 59% dos eleitores de Romeu Zema (Novo) migrariam para o senador em uma disputa direta contra o petista. O percentual também é expressivo entre o eleitorado de Renan Santos (Missão), com 58%. A lista segue com os seguidores de Pablo Marçal (47%), atualmente inelegível, e de Augusto Cury (46%).

O menor índice de transferência para Flávio registra-se entre os apoiadores de Ronaldo Caiado (36%). Mesmo nesse grupo, a preferência supera o apoio a Lula, que atrai 25% dos eleitores do ex-governador de Goiás.

O petista também pontua nas migrações de outros redutos: 24% dos eleitores de Cury declaram voto em Lula no segundo turno. Os menores índices de transferência para o atual presidente ocorrem entre os eleitores de Marçal (19%), Renan Santos (14%) e Zema (4%).

Cenário eleitoral

A nova pesquisa Quaest apontou um empate numérico entre Lula e Flávio Bolsonaro no cenário de segundo turno. Já na disputa de primeiro turno, Lula lidera com 36% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%. Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 2 de setembro, o petista pontuava com 37% contra 30% do senador.

Intenções de voto no primeiro turno:

Lula (PT): 36% (37% em 2 de setembro)

Flávio Bolsonaro (PL): 29% (30% em 2 de setembro)

Augusto Cury (Avante): 8%

Ronaldo Caiado (PSD): 3%

Renan Santos (Missão): 3%

Romeu Zema (Novo): 2%

Brancos e nulos: 8%

A pesquisa Quaest, encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro de 2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob o número BR-01720/2026.

Com informações de O Antagonista

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Governo Lula tem 50% de desaprovação e 43% de aprovação, revela nova pesquisa Quaest


Evaristo Sa / AFP

A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 50% do eleitorado, enquanto a aprovação recuou para 43%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). Outros 7% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Em comparação com o levantamento anterior, divulgado em 2 de setembro, a desaprovação subiu dois pontos percentuais (passando de 48% para 50%), e a aprovação caiu na mesma proporção (de 45% para 43%). Como as variações ocorreram dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, a distância entre os dois índices se ampliou de três para sete pontos, desfazendo o cenário de empate técnico anterior.

Resumo da aprovação:

Desaprovam: 50% (ante 48% em 2 de setembro)

Aprovam: 43% (ante 45%)

Não sabem/não responderam: 7% (estável)

No detalhamento sobre a qualidade da administração — que classifica o governo entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo —, a avaliação negativa (soma de ruim e péssimo) passou de 37% para 38%. Já a avaliação positiva (ótimo e bom) oscilou de 35% para 34%, enquanto os que consideram a gestão regular mantiveram-se em 25%.

Avaliação da gestão:

Negativa: 38% (eram 37%)

Positiva: 34% (eram 35%)

Regular: 25% (eram 25%)

Não sabem/não responderam: 3% (estável)

Percepção da economia

O cenário econômico permaneceu estável em relação à pesquisa anterior. Para 49% dos eleitores, a situação do país piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% avaliam que permaneceu inalterada, e 19% apontam melhora.

A pesquisa Quaest, encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo, ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro de 2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob o número BR-01720/2026.

Com informações do G1.

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QUAEST: Crise no STF impulsiona temor com corrupção, que chega a 20% e empata com a economia


Foto: Reprodução / STF

A preocupação com a corrupção no Brasil cresceu seis pontos percentuais e alcançou 20% do eleitorado, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). O salto coincide com a escalada da crise interna no Supremo Tribunal Federal (STF), marcada pelo pedido de investigação feito pelo ministro Alexandre de Moraes contra seu colega André Mendonça. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais.

Com esse avanço, a corrupção igualou-se à economia (19%) como a segunda maior preocupação dos brasileiros. O tema que lidera o ranking continua sendo a violência, que se manteve estável em 31%.

A crise no STF ganhou novos contornos na semana passada com a revelação de mensagens em que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pedia orientações a Moraes dias antes de ser preso. A decisão de Mendonça, relator do caso, de levantar o sigilo sobre as conversas aprofundou o atrito na Corte e motivou o pedido de investigação por parte de Moraes.

Impacto por grupos e regiões

O crescimento na percepção da corrupção foi geral, mas ganhou destaque em redutos específicos: na direita não bolsonarista, por exemplo, subiu de 21% para 28%, já na direita bolsonarista teve um salto de 10 pontos percentuais, subindo de 18% para 28%.

Entre os lulistas, o crescimento na percepção de corrupção subiu de 5% para 12%, enquanto entre os eleitores de esquerda não lulistas, o salto percentual foi de 8% para 14%. Já entre os eleitores considerados independentes, o crescimento foi de 16% para 20%.

Geograficamente, a Região Sul registrou a maior alta, passando de 16% para 28%. No Nordeste, o índice foi de 7% para 17%. No Sudeste (de 17% para 21%) e no agrupamento Centro-Oeste/Norte (de 15% para 17%), as variações ficaram dentro da margem de erro local.

Aprovação do governo e cenário eleitoral

Os índices de aprovação e rejeição do governo federal mantiveram-se estáveis dentro da margem de erro. Atualmente, Lula é aprovado por 43% dos eleitores e desaprovado por 50%. Em agosto, a gestão registrava 48% de aprovação e 47% de desaprovação.

Na corrida presidencial, o primeiro turno projetado mostra Lula na liderança com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%. Augusto Cury (Avante) aparece com 8%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registram 3% cada, e Romeu Zema (Novo) tem 2%.

Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, há um empate técnico inédito desde março de 2026, com ambos marcando 41%. A distância entre os dois candidatos vinha diminuindo progressivamente nas últimas semanas, tendo sido de oito pontos em 26 de julho (45% a 37%).

Nos demais cenários de segundo turno testados pela Quaest:

Lula (41%) x Ronaldo Caiado (38%) (Brancos/nulos: 17%; Indecisos: 4%)

Lula (39%) x Augusto Cury (35%) (Brancos/nulos: 21%)

Lula (44%) x Romeu Zema (33%)

Lula (42%) x Renan Santos (37%)

A pesquisa Quaest ouviu 2.004 eleitores presencialmente entre os dias 3 e 6 de setembro de 2026. O nível de confiança é de 95% e o registro na Justiça Eleitoral é o BR-01720/2026.

A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

Com informações do O Globo

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ANDREZA MATAIS: Fachin procura ministros e mostra disposição para punir Moraes

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

Por Andreza Matais – Metrópoles

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, chamou ministros da Corte para conversas nesta semana sobre a crise no tribunal. Os encontros devem ocorrer nos próximos dias, sem que esteja definido se Fachin reunirá o grupo ou falará individualmente com os colegas.

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Fachin tenta acordo para tirar de Mendonça relatorias do Banco Master e INSS, e encerrar inquérito das fake news

Foto: Gustavo Moreno/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, articula um acordo interno para tentar reduzir a crise que divide a Corte. A proposta prevê que o ministro André Mendonça deixe as relatorias dos casos Banco Master e fraudes no INSS, enquanto Fachin assumiria os dois processos.

A ideia seria evitar um novo sorteio das relatorias e diminuir a tensão entre os grupos ligados a Mendonça e Alexandre de Moraes. Mendonça, porém, resiste à mudança.

Segundo a CNN Brasil, nenhum dos dois grupos recebeu bem a proposta, mas Fachin avalia que ambos terão de fazer concessões para construir uma saída para a crise.

O presidente do STF também pretende encerrar o inquérito das fake news, atualmente relatado por Moraes. A investigação foi instaurada pela Presidência da Corte, o que daria a Fachin competência para determinar seu encerramento.

A estratégia ainda inclui a possibilidade de Fachin assumir eventuais investigações contra ministros do STF, caso o plenário decida pela abertura de procedimentos.

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Lula cai, Flávio cresce e vantagem de 8 pontos percentuais no 2º turno que o petista tinha desaparece em dois meses, aponta pesquisa Quaest

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Ruy Baron/BaronImagens/Divulgação

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados numericamente em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7). Mas o que chama atenção é a queda de Lula e o crescimento de Flávio em relação ao levantamento publicado no mês de julho pelo mesmo instituto de pesquisa.

Em julho, Lula tinha 45% contra 37% de Flávio, uma vantagem de oito pontos percentuais. Agora, essa diferença desapareceu. Os dois têm 41% das intenções de voto, segundo o resultado da pesquisa revelado hoje.

O resultado mostra que o desgaste de Flávio com o caso Dark Horse foi superado. Além disso, a nova rodada da Quaest ainda não reflete totalmente o impacto sobre as intenções de voto após a repercussão das mensagens envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro e a abertura de investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Encomendado pela Globo, o levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-01720/2026.

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Multidão participa de ato com Álvaro e Rogério Marinho em defesa de André Mendonça, da liberdade de expressão e da democracia

A defesa da liberdade de expressão foi o ponto central do discurso de Álvaro Dias (PL) durante a mobilização pela democracia realizada nesta segunda-feira (7), no Largo do Atheneu, em Natal. Diante do público, o candidato ao Governo do RN fez um chamado direto em defesa da liberdade e encerrou sua fala com uma pergunta que recebeu resposta imediata:

“Se tem alguém aqui que acha que deve ter respeito pela liberdade de expressão, levanta as mãos.”

A reação do público marcou o encerramento do discurso de Álvaro no 7 de Setembro, data em que o país celebra a Independência do Brasil. A mobilização teve como eixo a defesa da democracia e das liberdades.

Em sua fala, Álvaro defendeu o respeito à liberdade de expressão e afirmou que a democracia pressupõe o direito à manifestação e a garantia das liberdades individuais. O candidato também destacou a segurança pública como uma de suas prioridades e prometeu uma atuação incansável no combate ao crime organizado e às facções criminosas no Rio Grande do Norte.

A mobilização contou ainda com importantes lideranças que apoiam Álvaro, entre elas o senador Rogério Marinho, o prefeito de Natal, Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, a vice-prefeita de Parnamirim, Kátia Pires, o candidato a vice-governador Babá Pereira e o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome.

Também participaram candidatos a deputado federal, deputado estadual e ao Senado pela coligação.

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Mendonça ganha boneco gigante em ato do 7 de Setembro na Avenida Paulista

Foto: Reprodução/YouTube

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi homenageado durante o ato da direita realizado nesta segunda-feira (7), na Avenida Paulista, em São Paulo.

Manifestantes levaram à manifestação um boneco inflável gigante com a imagem do ministro, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O ato teve como principais motes “Fora Lula” e “Fora Moraes”.

O apoio popular a Mendonça ganhou força após ele retirar o sigilo de uma investigação sobre mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes.

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