Pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” nesta quarta-feira (11) aponta que 93% dos brasileiros condenam os ataques terroristas feitos por extremistas ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Palácio do Planalto em Brasília no domingo (8).
Na pesquisa, 3% dos entrevistados disseram que são favoráveis aos ataques, 2% disseram que são indiferentes e 1% não souberam opinar.
Foram ouvidas 1.214 pessoas com mais de 16 anos na terça-feira (10) e nesta quarta por telefone em todo o Brasil. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos, segundo o Datafolha.
Entre os entrevistados, 46% acreditam que os envolvidos no ataque terrorista devem ser presos. 15% acham que a maioria deveria ir para a prisão e outros 15% acreditam que apenas alguns deveriam ser presos. Para 9% ninguém deveria estar detido, e 4% disseram não saber.
Sobre a aplicação da lei para os extremistas, 77% dos brasileiros acreditam que serão punidos. Desses, 42% esperam uma pena dura, enquanto 35% esperam uma pena mais branda. Ainda, 17% acreditam que nada vai acontecer com os terroristas e 6% disseram não saber.
O ministro Dias Toffoli, do STF, afirmou nesta terça-feira (14), durante sessão da Segunda Turma, que o relatório final da CPI do Crime Organizado pode ter repercussões eleitorais, incluindo eventual inelegibilidade de envolvidos.
Segundo Toffoli há indícios de uso político do documento. “Não podemos deixar de nos furtar a cassar eleitoralmente aqueles que abusaram, atacando as instituições, para obter voto e conspurcar o voto do eleitor. Porque é disso que se trata, quando surge um relatório aventureiro desse. É tentativa de obter votos”, declarou.
Ainda de acordo com Toffoli, o relatório apresentado pela comissão é “completamente infundado”, sem base jurídica ou respaldo em fatos, e teria como objetivo influenciar o eleitorado.
Mais cedo, conforme informações divulgadas pela própria CPI, o senador apresentou o relatório final com pedidos de indiciamento de ministros do STF, incluindo Toffoli, Alexandre Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Durante a mesma sessão, segundo o STF, o ministro Gilmar Mendes também criticou o relatório e classificou o indiciamento de magistrados da Corte como um “erro histórico”, apontando possível ausência de base legal.
De acordo com o relatório da CPI, os pedidos de indiciamento se baseiam em condutas consideradas incompatíveis com o exercício das funções, como suspeição em julgamentos e possíveis conflitos de interesse. O documento ainda deverá ser analisado nas instâncias competentes.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro não compareceu ao interrogatório marcado no STF na tarde desta terça-feira (14). A informação foi divulgada pela CNN. A audiência foi conduzida pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes e durou pouco mais de dois minutos.
De acordo com a emissora, além de Eduardo, a defesa — que está sob responsabilidade da Defensoria Pública da União (DPU) — também não esteve presente no ato.
Segundo informações do processo, Eduardo Bolsonaro é réu por obstrução de Justiça e coação no curso do processo. A denúncia foi recebida pela Primeira Turma do STF em novembro do ano passado, após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Conforme a PGR, o caso está relacionado a suposta coação contra a Suprema Corte durante a tramitação de ação penal envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados, após as eleições de 2022.
Em voto citado no processo, o ministro Alexandre de Moraes apontou, segundo os autos, existência de materialidade e indícios de autoria nas condutas atribuídas ao ex-deputado. A defesa de Eduardo Bolsonaro não havia se manifestado publicamente até a última atualização.
Aliados do governo se articularam nesta terça-feira, 14, para barrar o relatório final da CPI do Crime Organizado que pede o indiciamento e a abertura de processo de impeachment contra três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Os governistas conseguiram mudar parte dos integrantes do colegiado. Saíram três senadores que votariam a favor do documento e entraram no lugar deles outros três parlamentares orientados a dar voto contrário.
A mobilização atendeu a uma pressão de integrantes do STF que acabaram como os principais alvos do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Prevista para a manhã desta terça, a reunião convocada para apresentação e votação do relatório chegou a ser adiada para esta tarde.
A CPI tem 11 senadores titulares, dos quais dez votam, e sete suplentes. Com as mudanças, o placar previsto é de quatro votos favoráveis ao texto de Alessandro Vieira e seis contrários.
Saíram: Sérgio Moro (PL-PR), Wellington Fagundes (PL-MT), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Marcos do Val (Avante-ES). Moro, Kajuru e Do Val eram titulares e votariam a favor do relatório.
Entraram: Beto Faro (PT-PA), Marcos Rogério (PL-RO), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Teresa Leitão (PT-PE). Os dois petistas e Soraya se tornaram titulares e vão votar contra o texto de Alessandro Vieira.
As substituições se deram a partir de pressão do governo sobre os líderes dos blocos partidários que indicam os membros da CPI.
No caso de Sérgio Moro, por exemplo, ele fazia parte do bloco Parlamentar Democracia quando era filiado ao União Brasil. Como migrou ao PL para disputar a eleição a governador do Paraná, a liderança do bloco, composto por MDB, PSDB, Podemos e União, aproveitou para retirá-lo hoje, e com isso Moro perdeu o assento na CPI.
O líder do bloco era Efraim Filho (União-PB), que também migrou para o PL. A determinação da troca se deu por meio de Eduardo Braga (MDB-AM), aliado do governo e líder do MDB no Senado, o maior partido do bloco.
O PSB e o PSD formam o bloco Resistência Democrática, liderado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada do governo. Soraya é governista e a entrada dela no lugar de Kajuru garante um voto a mais conforme os interesses do Palácio do Planalto.
O pedido de indiciamento contra ministros do STF é inédito na história das CPIs do Congresso.
O Papa Leão XIV alertou nesta terça-feira (14) para o risco de democracias deslizarem para uma “tirania majoritária”, em uma carta divulgada pelo Vaticano dois dias depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter atacado o pontífice nas redes sociais.
Leão XIV, escrevendo aos participantes de uma reunião no Vaticano sobre o uso do poder em sociedades democráticas, disse que as democracias permanecem saudáveis apenas quando estão enraizadas em valores morais.
“Sem essa base, (a democracia) corre o risco de se tornar uma tirania majoritária ou uma máscara para o domínio das elites econômicas e tecnológicas”, disse o pontífice na carta.
O texto, divulgado enquanto o papa realizava uma viagem de 10 dias por quatro países africanos, não se dirigia diretamente aos EUA nem mencionava nenhuma democracia específica.
Trump criticou duramente o papa Leão XIV, chamando-o de ” terrível ” na noite de domingo (12), depois que o pontífice se tornou, nas últimas semanas, um crítico cada vez maior da guerra entre EUA e Israel contra o Irã.
Leão XIV disse à agência de notícias Reuters na segunda-feira (13) que planejava continuar criticando a guerra, apesar dos comentários de Trump.
Na carta desta terça-feira (14), o papa disse que a Igreja Católica ensina que o poder não pode ser visto como um fim em si mesmo, “mas como um meio ordenado para o bem comum”.
“Isso implica que a legitimidade da autoridade não depende da acumulação de força econômica ou tecnológica, mas da sabedoria e da virtude com que é exercida”, disse Leão XIV.
O papa também encorajou os líderes das sociedades democráticas a evitarem qualquer tentação de acumular poder.
“A temperança… demonstra ser essencial para o uso legítimo da autoridade, pois a verdadeira temperança refreia a autoexaltação desmedida e atua como um guarda-corpo contra o abuso de poder”, disse ele.
Com a divulgação das primeiras notas do ano letivo, muitas famílias entram em estado de alerta. Mais do que os números em si, esse momento costuma gerar dúvidas sobre como interpretar os resultados e quais caminhos seguir a partir deles.
Para Victor Cornetta, especialista em tendências educacionais e CEO da Kaizen Mentoria, as primeiras avaliações cumprem um papel importante: revelar, de forma prática, como o processo de aprendizagem está acontecendo.
“As primeiras provas funcionam como um diagnóstico. Elas mostram que, muitas vezes, ainda não existe um método estruturado de estudo, não por falta de dedicação, mas por ausência de direcionamento claro sobre como aprender”, explica.
Esse cenário pode gerar insegurança tanto nos estudantes quanto nas famílias, principalmente quando não há clareza sobre o que, de fato, precisa ser ajustado. Sem essa leitura, é comum que surjam tentativas diferentes de correção, nem sempre alinhadas com a real necessidade.
“Quando não existe um método bem definido, o esforço nem sempre se converte em resultado. E isso pode gerar ruído no processo, porque todos estão tentando ajudar, mas sem um caminho estruturado”, reforça Cornetta.
Nesse contexto, as notas baixas deixam de ser um problema isolado e passam a ser um ponto de partida para ajustes mais estratégicos.“Quando o alerta vem cedo, a chance de corrigir a rota é muito maior. O erro é esperar o problema crescer para só agir no final do ano”, afirma.
A proposta da Kaizen Mentoria está justamente em apoiar esse processo desde o início, com a construção de um método de estudo personalizado, organização de rotina e desenvolvimento de autonomia, respeitando o perfil de cada aluno.
Mais do que buscar resultados imediatos, o foco está em criar consistência ao longo do tempo e tornar o aprendizado mais eficiente e sustentável. Em um cenário educacional cada vez mais exigente, compreender que desempenho está diretamente ligado à forma como se estuda, e não apenas ao quanto se estuda, pode transformar completamente a trajetória acadêmica ao longo do ano.
Interessados podem agendar uma reunião com um dos diretores da Kaizen e entender, na prática, como a mentoria impacta os resultados: https://bit.ly/kaizenmentoriabg
O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou que decidiu concentrar os indiciamentos em ministros do STF e no procurador-geral da República, Paulo Gonet, após decisões judiciais que, segundo ele, dificultaram o avanço das investigações.
Segundo o senador, a comissão enfrentou “decisões sucessivas negativas do STF”. Em entrevista no Senado, ele disse que essas limitações impediram a CPI de aprofundar apurações sobre crime organizado e influenciaram a escolha de focar nos crimes de responsabilidade.
“A CPI esgota seu prazo hoje. Vocês acompanharam as dificuldades que nós enfrentamos, as restrições, decisões sucessivas negativas do STF e a falta de pessoal”, diz o relator.
“Na introdução do tópico que fala de indiciamento, a gente deixa clara a escolha que fazemos. O indiciamento por crime comum exige um conjunto probatório mais robusto. Vou dar um exemplo didático: eu precisaria ter quebras de sigilo mais robustas para identificar o crime de corrupção”, afirmou Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI.
Segundo o relator, a escolha por crimes de responsabilidade foi uma estratégia jurídica
Vieira pediu o indiciamento de Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República. O relatório sugere que eles cometeram crimes de responsabilidade.
Ele explicou que esse tipo de infração pode ser investigado e julgado diretamente pelo Senado, ao contrário dos crimes comuns, que dependeriam de apuração pelo próprio STF ou pela Procuradoria-Geral da República.
Essa justificativa aparece em um capítulo específico do relatório dedicado aos indiciamentos. No documento, Vieira afirma que a CPI enfrentou “barreiras políticas e institucionais” e decidiu concentrar os pedidos em autoridades que estariam fora do alcance dos meios tradicionais de investigação criminal.
A corrupção adentrou os tribunais, esses protegem os corruptos, criminosos r até traficantes, pois a mídia fala diuturnamente que os tribunais soltam esses criminosos e o povo inocente suando pra trabalhar e pagar altos impostos e sendo roubados com a cumplicidade desses monstros criminosos vestidos de autoridades cometendo crimes contra nação, destituir todos e prendê-los
A infraestrutura hídrica do Nordeste atingiu um novo marco com a conclusão da escavação do Túnel Major Sales, no Ramal do Apodi — uma das obras estratégicas viabilizadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, com participação decisiva do então ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. A dupla foi responsável por retomar o projeto, que havia sido abandonado na gestão do PT. O empreendimento beneficiará cerca de 750 mil pessoas em 54 municípios, sendo 35 do Rio Grande do Norte.
O túnel possui 6.577 metros de extensão e representa a etapa mais complexa do projeto, ao estabelecer a ligação entre a Paraíba e o RN. A obra integra o conjunto de investimentos priorizados na gestão Bolsonaro, quando houve aceleração e garantia de recursos para projetos estruturantes de segurança hídrica no Nordeste, sob coordenação direta de Rogério Marinho à frente do ministério.
A conclusão da escavação permite o avanço para as próximas fases, como o revestimento e finalização da estrutura. O progresso abre caminho para a chegada das águas do Rio São Francisco ao oeste potiguar, consolidando uma política de segurança hídrica que ganhou impulso decisivo a partir de 2019. Cabe destacar que a bacia do piranhas Assu hoje é beneficiada pelas águas do velho Chico graças à conclusão do eixo norte da transposição, entregue por Bolsonaro e Rogério marinho em fevereiro de 2022.
O Ramal do Apodi, considerado uma das principais ramificações do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), simboliza o esforço de integração regional e a priorização de obras capazes de transformar a realidade do semiárido. Durante sua gestão no Ministério do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho foi responsável por tirar o ramal do Apodi do papel e dar início às obras em 2021. Pois quando assumiu a pasta, a obra nem mesmo estava mais incluída entre as ações da transposição do São Francisco.
O Túnel Major Sales integra o Trecho IV do Ramal do Apodi, conectando o Reservatório Caiçara, na Paraíba, ao Reservatório Angicos, no Rio Grande do Norte. A estrutura terá capacidade de transportar até 20 metros cúbicos de água por segundo, ampliando o abastecimento e garantindo maior segurança hídrica para municípios do Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.
Rogério marinho é o grande orgulho do RN e Bolsonaro o melhor presidente do Brasil, fala a verdade, mostrava a verdade por isso foi preso, não roubou e nem deixou roubar , por isso tá preso, reconstruiu o País que o pt quebrou , por isso tá preso, pois os tribunais e os políticos são na grande maioria bandidos criminosos , corruptos e assassinos de inocentes
Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (14) mostra que 55% dos brasileiros que tomaram conhecimento das suspeitas envolvendo ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) com o caso do Banco Master, acreditam que há magistrados envolvidos.
Ainda entre os que tiveram conhecimento das suspeitas, 10% disseram que não sabem se há ministros envolvidos, enquanto 4% afirmaram não acreditar no envolvimento.
Do total de entrevistados, 30% não tomaram conhecimento das desconfianças e, por isso, não foram questionados sobre o que achavam.
O STF tem sido parte do escândalo do antigo Banco Master, investigado por fraudes financeiras. Em partes, por mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes encontradas no celular do ex-banqueiro e dono da instituição, Daniel Vorcaro.
Além dele, o ministro Dias Toffoli também aparece em meio ao escândalo. Ele era sócio da Maridt, que vendeu participação no Resort Tayayá ao Fundo Arleen — que era administrado pela Reag, citada na operação Carbono Oculto, da PF (Polícia Federal).
Metodologia
A pesquisa Datafolha entrevistou 2.004 eleitores em todo o país, entre os dias 7 e 9 de abril, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03770/2026.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o pedido da CPI do Crime Organizado para indiciar ministros da Corte não tem base legal e ultrapassa os limites das comissões parlamentares.
“O pedido do relator da CPI do Crime Organizado, voltado ao indiciamento de ministros do STF sem base legal, nos leva a uma reflexão sobre o papel e os poderes das CPIs”, escreveu o ministro em publicação nas redes sociais. Gilmar disse ainda que a iniciativa levanta preocupação sobre o uso das CPIs para tentar criminalizar decisões judiciais.
Segundo o ministro, o indiciamento é atribuição exclusiva da autoridade policial e não se aplica a crimes de responsabilidade, que seguem rito próprio no Congresso. Ele também criticou a tentativa de enquadrar decisões judiciais — como concessões de habeas corpus — como crime, o que classificou como ameaça à independência do Judiciário.
o povo é soberano e deve destituir esses componentes corruptos e bandidos que estão nos tribunais , expulsá-los e prendê-los , lugar de bandidos é na cadeia e não vestidos de autoridades cometendo crimes
O Brasil tem que recorrer a Jesus Cristo, porque esses caras se acham Deuses. Alguns aí já eram pra tá fora, não mandando prender, como continuam. Infelizmente, não tem a quem o povo recorrer. Seria ao Davi Alcolumbre? Esse aí não vai mover uma palha.
Gilmar já mandou o Paulo Gonet investigar abuso de autoriade…O próprio Gilmar vai julgar se pode ser indiciado ou não…kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu adoro essa “democracia”…kkkkkkkkkkkk
A Prefeitura do Natal iniciou, nesta terça-feira (14), a convocação dos candidatos aprovados no Processo Seletivo Simplificado do Edital nº 001/2025 para apresentação de documentação e demais procedimentos necessários à contratação temporária. O certame contempla a contratação de profissionais para atuação na Rede de Atenção à Saúde do município.
A entrega da documentação e demais procedimentos administrativos será realizada entre os dias 15 e 17 de abril, das 08h30 às 14h30, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal, localizada à Rua Fabrício Pedroza, 915, em Areia Preta.
A lotação dos candidatos ocorrerá conforme a necessidade da Administração Pública. O não comparecimento no período estabelecido implicará desclassificação automática, conforme disposto no edital. O processo seletivo contempla vagas para profissionais de níveis médio e superior, além da formação de cadastro de reserva. A medida busca manter o funcionamento regular dos serviços da rede municipal enquanto seguem os trâmites para a realização de um novo concurso público na área.
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