O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) determinou, no último domingo (16/8), que o candidato a suplente pelo Democracia Cristã, Dilcon Afonso, trocasse a foto de urna, com risco de ter a candidatura impugnada. A foto reprovada pelo TRE era do candidato vestido de Jesus.
“Apresentar fotografia recente do candidato”, determinou a Justiça Eleitoral.
Na última terça-feira (18/8), Afonso enviou uma nova foto ao TRE-PI. O novo registro tem o candidato sem coroa de espinho e manto vermelho no corpo.
Dilcon interpretou Jesus Cristo em espetáculos da Via Sacra no Piauí. Ele é o primeiro suplente do candidato ao Senado Dionísio Carvalho (DC).
Apesar de ter enviado a nova foto ao TRE, o registro de Afonso ainda consta com a foto antiga.
Câmeras de segurança flagraram o momento em que o policial federal aposentado Leonildo Dias foi assassinado durante uma tentativa de assalto, na tarde de sábado (7), em Belém (PA).
Nas imagens, é possível ver a vítima sentada à mesa de um comércio, acompanhada de duas pessoas, na área externa do estabelecimento.
Eles estão conversando quando, repentinamente, são surpreendidos por um homem usando capacete. Ele chega com a arma de fogo em punho e vai direto ao pescoço do policial, na tentativa de arrancar um cordão de ouro que ele usava.
Diante da tentativa de roubo, Leonildo sacou a arma de fogo que carregava na cintura. Ao perceber a movimentação, o suspeito se posicionou atrás de uma das pessoas que estava com o policial e atirou contra Leonildo, que morreu no local.
Em nota, a Polícia Federal lamentou profundamente a morte de Leonildo Dias e informou que a Superintendência Regional da Polícia Federal no Pará está atuando em apoio às diligências e às investigações relativas ao caso.
“Neste momento de imensa dor, a Polícia Federal expressa sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e conforto para enfrentar esta irreparável perda. Nossas mais sinceras condolências”, escreveu a corporação.
A suposta participação do ChatGPT em um plano de envenenamento levou um programador dos Estados Unidos a processar a OpenAI, empresa responsável pela plataforma. James Gates, morador da Carolina do Norte, afirma que a inteligência artificial forneceu à sua então esposa orientações sobre o uso de substâncias tóxicas para tentar matá-lo.
Na ação, ele acusa a plataforma de reforçar as suspeitas da ex-esposa contra ele e fornecer informações que teriam contribuído para o suposto plano. Cheryl não apresentou sua versão à reportagem do USA Today.
O agora ex-marido diz que Cheryl teria consultado o chatbot sobre o oleandro, planta conhecida no Brasil como espirradeira e que contém substâncias tóxicas. Gates afirma que a ferramenta forneceu informações sobre dosagens relacionadas ao peso dele e sugeriu maneiras de disfarçar o gosto da substância em uma bebida energética.
O programador relata que passou mal em julho de 2025, apresentando agitação, dores abdominais, alterações cardíacas e confusão mental. Dias depois, encontrou um papel escrito pela ex-esposa com uma lista de substâncias potencialmente venenosas e a orientação para apagar as conversas com o ChatGPT.
A polícia investigou o caso e encontrou objetos como seringas e uma balança de precisão, além de analisar o histórico de conversas da mulher com a inteligência artificial. A investigação, porém, foi arquivada por falta de provas médicas e materiais. Gates não realizou exames toxicológicos na época nem preservou a bebida que poderia ter sido utilizada.
Em nota, a OpenAI afirmou que a segurança é uma prioridade e informou que a conta da usuária foi banida. A empresa também declarou trabalhar com especialistas em saúde mental para identificar sinais de risco e ampliar o acesso a recursos de apoio.
A Polícia Federal decidiu retirar da investigação sobre as fraudes do Banco Master os dois delegados que conduziam as principais apurações. Daniel Mostadeiro Cola e Wedson Cajé serão exonerados da Coordenadoria-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.
A decisão ocorre após uma reestruturação da Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores (Cinq), responsável por investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF).
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deverá indicar novos nomes para as funções.
Embora a exoneração não implique necessariamente o afastamento dos inquéritos, fontes ouvidas pelo UOL afirmam que os dois delegados também devem deixar as investigações sobre o Master.
Cola e Cajé foram responsáveis por relatórios que identificaram conversas entre Daniel Vorcaro, fundador do banco, e o ministro Alexandre de Moraes. Segundo informações encaminhadas ao STF, Vorcaro teria pedido ajuda ao magistrado. Moraes negou qualquer interferência em favor da instituição e questionou a legalidade do relatório, atribuindo sua produção a uma ordem do ministro André Mendonça.
Os dois delegados também trabalhavam em um relatório solicitado pelo presidente do STF, Edson Fachin, com informações sobre ministros da Corte citados nas provas reunidas, especialmente no celular de Vorcaro. O documento ainda não havia sido encaminhado à Presidência do tribunal, embora a expectativa fosse de entrega na primeira semana de novembro.
A Polícia Federal foi procurada pelo UOL para comentar as exonerações, mas não havia respondido até a publicação da reportagem.
O ator norte-americano Jim Caviezel, protagonista de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro, acusou o governo Lula (PT) de tentar impedir a exibição da produção no Brasil antes das eleições. Em entrevista, ele afirmou que novas dificuldades podem surgir para o lançamento no país.
“Eles tornaram ilegal que exibíssemos esse filme lá, antes das eleições. Agora, vão tentar impedir a exibição de uma vez por todas”, declarou.
Caviesel disse também que o filme já foi exibido a grupos de brasileiros e norte-americanos nos Estados Unidos, onde recebeu aplausos de pé.
Dirigido por Cyrus Nowrasteh, o longa retrata a trajetória política de Bolsonaro, com foco na campanha presidencial de 2018 e no atentado sofrido por ele em Juiz de Fora (MG).
Conhecido por interpretar Jesus Cristo em A Paixão de Cristo, Caviesel disse que começou a pesquisar a história do ex-presidente após conhecer o roteiro e se interessar por declarações de Donald Trump sobre Bolsonaro.
A expectativa de maior tensão política marca a avaliação dos brasileiros sobre a relação entre governo Lula e o Congresso Nacional. Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8) mostra que 70% acreditam que o quarto mandato do presidente terá mais conflitos com o Congresso do que o atual.
O percentual representa um aumento em relação a 2022, quando 48% esperavam mais atritos entre o governo Lula e o Legislativo. Naquele levantamento, 30% previam menos conflitos, 8% acreditavam que a relação seria igual e 14% não souberam responder.
A pesquisa também identificou uma expectativa de maior tensão entre o governo e o Supremo Tribunal Federal (STF). Para o próximo mandato, 46% dos entrevistados preveem mais conflitos, enquanto 35% esperam menos atritos. Outros 6% acreditam que a relação ficará igual e 13% não responderam.
Em 2023, no início do terceiro mandato, o cenário era diferente: 33% esperavam mais conflitos com o STF, enquanto 45% previam uma relação menos conflituosa.
A pesquisa Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Um cartão de memória que armazenava centenas de votos e não havia sido contabilizado foi encontrado após a eleição na Geórgia, nos Estados Unidos. A inclusão destes votos no sistema mudou o resultado da disputa legislativa e colocou à frente o republicano Gerald Greene, candidato à reeleição pelo partido de Donald Trump.
Antes da inclusão dos votos no sistema, o deputado estadual republicano Gerald Greene estava atrás do democrata Harry James por menos de 100 votos. Com a atualização, Greene passou a liderar por 262 votos. O resultado deve ser certificado pelos funcionários eleitorais do Condado de Seminole até segunda-feira (9).
Investigação vai apurar sumiço de cartão de memória
O secretário de Estado, Brad Raffensperger, abriu uma investigação para apurar por que centenas de votos armazenados em um cartão de memória não foram incluídos inicialmente na apuração.
Raffensperger classificou a falha como inaceitável e afirmou que a investigação pretende esclarecer como o cartão deixou de ser carregado no sistema eleitoral em 3 de novembro. A descoberta ocorreu após autoridades identificarem uma divergência entre o número de eleitores registrados nos locais de votação e o total de votos contabilizados.
O secretário de Estado Brad Raffensperger ganhou projeção nacional em 2020, quando rejeitou a pressão de Donald Trump para alterar o resultado da eleição presidencial na Geórgia. Na ocasião, o então presidente pediu que Raffensperger encontrasse 11.780 votos para reverter a vitória de Joe Biden no estado.
O tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2026 é: “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”. A informação foi revelada pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, neste domingo (8), dia da primeira etapa de aplicação da prova.
Além da redação, o primeiro dia do Enem conta com 90 questões, sendo metade de linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação) e metade de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia).
No total, os candidatos têm 5h30 para completar o exame.
O segundo dia, que será no próximo domingo (16), também é composto por 90 questões, das quais metade são de ciências da natureza (química, física e biologia) e metade de matemática. Os candidatos terão 5h para resolver a prova.
Mais de 5 milhões de pessoas se inscreveram para fazer o exame neste ano, segundo dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).
Viva o SUS !! Ou devemos gritar melhorem, ou não desviem o dinheiro do SUS,l.
Pois quem depende do SUS e vive uma realidade bem diferente da que está escrito nos papéis, sabe da dificuldade que relato, os que gritam via o SUS, não dependem dele, vivem da assistência de seus planos privados.
O SUS precisa de melhorias e de cobranças, não de elogios vagos, que preenchem o ego de quem não precisa.
São 55 anos formando gerações em Natal, e o NEC Pinguinho de Gente escolheu uma forma especial de comemorar essa história: subindo ao palco. Nesta quinta-feira, 12 de novembro, às 18h30, os alunos da escola apresentam o espetáculo musical “Tia Aparecida e uma escola de gente feliz”, no Teatro Riachuelo.
A montagem tem um significado ainda mais especial: o roteiro é assinado por Victor Ferreira e a direção artística por Afra Brengartner, ambos ex-alunos da escola. Quem cresceu nos corredores do NEC Pinguinho de Gente agora volta para contar, ao lado das crianças de hoje, a trajetória de uma instituição que atravessou mais de cinco décadas mantendo viva a mesma essência: educar com afeto.
Com música, emoção e muitas lembranças, o espetáculo promete reunir famílias, ex-alunos e todos que fazem parte dessa história.
📍 Teatro Riachuelo
📅 Quinta-feira, 12/11, às 18h30
🎟️ Últimos ingressos à venda na bilheteria e no site do teatro (@teatroriachuelonatal)
Os governadores eleitos do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), do Paraná, Sergio Moro (PL), de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) | Fotos: Bruno Spada/Câmara dos Deputados, Jefferson Rudy/Agência Senado, Leandro Chemalle/Estadão Conteúdo e Reginaldo Pimenta/Estadão Conteúdo
Governadores eleitos ou reeleitos com apoio de Flávio Bolsonaro (PL) defendem uma relação pragmática e institucional com o governo do presidente Lula (PT), apesar da derrota do senador na disputa presidencial. A posição é motivada, principalmente, pela necessidade de garantir investimentos federais e enfrentar dificuldades fiscais nos estados.
Nenhum dos 15 governadores que apoiaram sua candidatura endossou a carta divulgada pelo senador, na qual se apresenta como “líder do Brasil” e questiona o resultado das eleições.
Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu o respeito ao resultado das urnas e afirmou que é preciso “olhar para a frente”. Outros governadores também têm evitado manifestações sobre Flávio e concentrado suas publicações em assuntos administrativos.
No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) afirmou que pretende manter um “relacionamento institucional produtivo” com o governo federal para garantir investimentos em obras e políticas sociais. Luciano Zucco (PL), eleito no Rio Grande do Sul, também defendeu o diálogo, destacando que os interesses do estado devem estar acima das diferenças partidárias.
No Paraná, Sergio Moro (PL) afirmou que a eleição passou e que seu foco será fazer um bom governo. Ele, no entanto, ressaltou que manterá uma postura de oposição ao governo Lula, com cooperação em pautas consideradas positivas.
Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) tem defendido o fim da polarização, enquanto enfrenta o desafio de negociar uma dívida estadual de R$ 180 bilhões com a União e um déficit orçamentário previsto em R$ 10 bilhões para 2027.
No Distrito Federal, Celina Leão (PP) também precisará buscar alternativas para a situação financeira do Banco de Brasília (BRB), que enfrenta uma crise após a tentativa de compra do Banco Master. A governadora já declarou estar disposta a dialogar com Lula quando necessário.
O aumento dos juros, o endividamento das famílias e a indefinição sobre o ajuste fiscal ampliam o risco de recessão no Brasil em 2027, segundo análise do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Projeções de bancos e consultorias apontam crescimento próximo de 1%, mas a economia pode ficar estagnada caso as condições financeiras continuem piorando.
Estudo preliminar do instituto indica que comércio, indústria de transformação e serviços podem recuar 0,5% no próximo ano. O cenário é agravado pela perda de força da agropecuária e da indústria extrativa, que ajudaram a sustentar o crescimento nos últimos anos.
O endividamento também preocupa. Dados da Serasa mostram que o país chegou a 84,2 milhões de inadimplentes em setembro, o equivalente a 51,1% da população adulta. Com o orçamento comprometido, as famílias tendem a reduzir o consumo, pressionando ainda mais a atividade econômica.
O mercado de trabalho também pode sentir os efeitos da desaceleração. A projeção é que a taxa de desemprego avance de 5,6% em 2026 para quase 7% em 2027.
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