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Afastado por denúncias, ministro Buzzi é proibido de entrar no STJ, mas segue com salário de R$ 44 mil
Foto: Divulgação/STJ
Afastado por decisão unânime do pleno do STJ, o ministro Marco Buzzi está impedido de acessar o tribunal e de usar seu local de trabalho. Com a medida cautelar, ele também perde benefícios como carro oficial e demais prerrogativas do cargo, mas continua recebendo o salário-base de R$ 44.047,88.
O afastamento ocorre após duas denúncias de assédio sexual chegarem ao CNJ. A primeira envolve uma jovem de 18 anos que estava hospedada na casa do ministro, em Balneário Camboriú (SC). A segunda denúncia foi registrada posteriormente e segue sob apuração sigilosa da Corregedoria Nacional de Justiça.
Mesmo após apresentar atestado médico de 90 dias, o pleno do STJ decidiu que Buzzi não deve exercer a função enquanto a sindicância interna estiver em curso. Além da investigação no tribunal, o caso também é analisado pelo CNJ e pelo STF. Uma comissão interna foi marcada para deliberar sobre o caso no dia 10 de março.
Em carta enviada aos colegas, o ministro afirmou ser inocente e disse que provará isso ao longo do processo. A defesa contestou o afastamento cautelar, alegando que a medida é desnecessária e cria um precedente arriscado, já que o magistrado já estaria afastado para tratamento médico.
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ESCALA 6 x 1: Redução da jornada de trabalho elevaria custo médio do trabalho CLT em 7,84%, aponta Ipea
Foto: Marco Antônio/Secom Maceió
O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) avalia que o impacto da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais é similar ao de recorrente aumentos no salário mínimo. De acordo com estudo divulgado nesta terça-feira (10) o aumento do custo médio do trabalho de um celetista em uma jornada de 40h seria de 7,84% de acordo com o estudo. O resultado ponderado de jornada de 40h, entretanto, indica efeitos reduzidos nos custos totais.
Por isso, argumentam os autores, a maioria das empresas conseguiriam absorver a mudança. “Os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário mínimo no Brasil, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho”, escreveu o órgão em nota.
Segundo o estudo, 31,8 milhões dos 44 milhões de trabalhadores celetistas da Rais de 2023 têm jornada 44h semanais. Em 31 dos 87 setores econômicos analisados, mais de 90% dos trabalhadores têm jornadas acima de 40h semanais. Grandes empregadores, como os da fabricação de produtos alimentícios e comércio atacadista e de veículos, registrariam impacto inferior a 1% nos custos.
Cerca de 10 milhões de vínculos estão em setores nos quais o aumento do custo da mão de obra supera 3% do custo total da atividade, e aproximadamente 3 milhões em setores com impacto superior a 5%.
Segundo os cálculos do Ipea, o impacto de uma jornada de 40h em setores como a indústria e serviços seria de menos de 1% do custo operacional desses negócios. E que, mesmo que haja segmentos que demandem “atenção específica”, a maioria dos setores seriam capazes de absorver essa mudança.
“A limitação da carga horária do trabalhador é entendida como um aumento do custo da hora de trabalho. Os empresários podem reagir de diversas formas a esse aumento, reduzir a produção é uma delas, mas eles podem também buscar aumentos na produtividade ou contratar mais trabalhadores”, disse Felipe Pateo, técnico de planejamento e pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.
Empresas de serviços como limpeza e vigilância seriam mais afetadas. “Empresas de serviços como vigilância e limpeza tendem a ser mais diretamente afetadas, devido à elevada participação da mão de obra em seus custos. O maior impacto em termos de custo operacional é de 6,6% para o setor de vigilância, segurança e investigação”, escreveu o Ipea em nota.
Os autores da pesquisa dizem que o aumento do custo do trabalho não implica diretamente em redução da produção ou aumento do desemprego. Eles comparam esse fato com aumentos reais dados pelo governo ao salário mínimo ao longo das últimas duas décadas, apontando que essa valorização não causou efeitos negativos sobre o nível de emprego.
CNN Brasil
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A LEI ÁUREA IA QUEBRAR O BRASIL
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PF registra queda nas apreensões de drogas, armas e munições em 2025
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PESQUISA FUTURA: Flávio vence Lula no 2º turno com 5,8 pontos de diferença
Fotos: Brenno Carvalho
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perde para o senador Flávio Bolsonaro (PL) e para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em simulações de segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa do instituto Futura, em parceria com a Apex Partners, divulgada nesta terça-feira, 10.
2º Turno – Lula x Flávio Bolsonaro
- Flávio Bolsonaro: 48,2%
- Lula: 42,4%
- Ninguém/Branco/Nulo: 8,2%
- NS/NR/Indeciso: 1,2%
Na comparação com a pesquisa de janeiro, Lula teve uma leve oscilação positiva, dentro da margem de erro. Flávio se manteve com o mesmo percentual.
No embate com Tarcísio de Freitas, o governador paulista aparece com 47,4%, ante 41,4% do petista.
Nos demais cenários testados, o petista aparece tecnicamente empatado com os governadores Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Eduardo Leite (PSD).
No confronto com Ratinho Jr (PSD), Lula tem 42,1%, contra 45,2% do governador do Paraná. Já contra Ronaldo Caiado, os percentuais indicam 43,1% para Lula e 42,3% para o governador de Goiás.
No cenário com Romeu Zema, governador de Minas Gerais, Lula aparece com 43,3%, enquanto Zema soma 42,4%, mantendo a disputa numericamente próxima.
O único cenário em que Lula aparece numericamente à frente de forma mais confortável é contra Eduardo Leite (PSD), com 42,7%, ante 38,5% do ex-governador do Rio Grande do Sul.
Os percentuais de votos nulos, brancos ou em nenhum dos candidatos variam entre 8,2% e 16,5%, dependendo do confronto testado. Já os eleitores indecisos oscilam entre 1,1% e 2,3%.
A pesquisa não incluiu nomes como Jair Bolsonaro, inelegível até 2030, nem Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda.
A pesquisa Futura ouviu 2.000 eleitores em 769 cidades brasileiras entre os dias 3 e 7 de fevereiro por meio da CATI (Entrevista telefônica assistido por computador). A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para um nível de confiança de 95%.
Exame
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Renan Santos. Missão 14 ⬛️🟨⬜️
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Há quatro anos, no primeiro bimestre de 22, Datafolha, Ipec e Genial estavam dando, na média 25 pontos de Lula sobre Bolsonaro. Ganhou por 1,8 pts. Pode até ser que Flávio não esteja com essa vantagem toda, mas mesmo que tivese perdendo por uns dez pontos, ainda seria algo muito promissor para ele (e pro Brasil de bem), dado o calendário eleitoral.
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Pelo menos não com meu voto, Qualquer bolsonaro e qualquer lula não tem meu voto. São duas gangues atrás de dinheiro público.
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Cara, jogar os dois na mesma escala favorece quem rouba mais, fazendo uma falsa equivalência.
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Ivo, como já se perguntou por aqui: qual CNPJ foi favorecido ilegalmente por Bolsonaro? Se tivesse mesmo já não teria trocentas condenações no STF ?
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Sonho aperreado danado. O cara que estimulou Trump a soltar bomba na Baía de Guanabara é amado pelo Brasil. Kkkk
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VÍDEO: Em discurso, Lula chama Janja de ‘Marisa’, falecida há 9 anos

Durante discurso em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trocou o nome da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, pelo de sua ex-esposa, Marisa Letícia.
A confusão aconteceu no momento em que Lula citava a companheira em fala pública. O presidente percebeu o erro e se corrigiu imediatamente, seguindo com o discurso. O episódio ocorreu na segunda-feira (9).
Marisa Letícia foi casada com Lula por mais de quatro décadas e esteve ao seu lado ao longo de sua trajetória política, desde o movimento sindical até o fim do segundo mandato presidencial. Ela morreu em 2017.
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Gaga
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Comissão da Câmara antecipa conclusão de processo contra a vereadora Brisa Bracchi
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Não vao investigar pn e ela vai se safar , e depois ficar com discurso que foi inocentada.
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Fim da escala 6×1 pode ameaçar até 640 mil empregos, reduzir produtividade e causar impacto no PIB, mostra estudo
Foto: Roberto Moreyra / Agência O Globo
Reduzir a jornada dos trabalhadores de 6X1 para 5X2 pode ser prejudicial para fatores já ameaçados da economia nacional. Em meio à possibilidade de o fim da escala mais longa avançar no Congresso Nacional, estudos mostram que a redução pode ameaçar empregos e a produtividade no Brasil.
Um levantamento do CLP (Centro de Liderança Pública) aponta que até 640 mil empregos podem ser perdidos caso a jornada semanal seja reduzida de 44 para 40 horas.
O comércio aparece como o setor mais afetado. Segundo o CLP, a produtividade dos trabalhadores do segmento cairia 1,3%, o que, na prática, significaria a eliminação de cerca de 164 mil vagas.
Em seguida, aparecem os setores da construção civil e da agropecuária, com possíveis cortes de 45 mil e 28 mil empregos, respectivamente.
Especialistas alertam que a proposta de reduzir a jornada sem corte proporcional de salários tende a elevar o custo do trabalho em um cenário já marcado por baixa produtividade.
“Como a PEC 6×1 propõe a manutenção do salário com redução abrupta da carga de trabalho, o custo do trabalho vai aumentar muito. Com a produtividade estruturalmente baixa, isso gera um choque negativo na produtividade do trabalho, com efeito colateral no crescimento do PIB [Produto Interno Bruto]”, afirma o economista-chefe da ARX, Gabriel Barros.
Baixa produtividade
Para especialistas, os impactos refletem problemas estruturais do país, especialmente no processo de profissionalização da mão de obra e na baixa produtividade.
Representantes do setor produtivo afirmam que o Brasil ainda está distante dos padrões de eficiência observados em países desenvolvidos.
Enquanto o ganho médio anual de produtividade no mundo ficou em torno de 1,5% entre 2016 e 2025, no Brasil o avanço não ultrapassou 0,5% no mesmo período, segundo o compilador de dados governamentais CEIC Data.
“A possibilidade de mudar a escala de trabalho existe, mas exigiria um esforço muito maior de compreensão dos impactos gerais na economia. Os estudos macro mostram que há perda de PIB potencial associada a esse tipo de mudança”, afirma o economista Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.
A indústria também sente os efeitos da escassez de trabalhadores qualificados. Uma pesquisa da CNI mostra que, nos últimos cinco anos, a falta de mão de obra adequada quase quintuplicou, saltando de 5% para 23%.
Segundo a confederação, essa escassez trava a competitividade e obriga empresas a investir na requalificação de seus funcionários.
“A gente tá vendo o impacto de números e a gente não está conversando com o trabalhador. Eu entendo que os custos virão, direta ou indiretamente. Então o Brasil não pode mais, via decreto, tutelar o trabalhador de uma forma geral”, disse Sérgio Longen, presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul).
CNN Brasil
Opinião dos leitores
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O governo do PT quer a população dependente cada vez mais do governo
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conta outra bb. se pessoas como vc fossem ouvidas, a lei áurea ainda estaria em vigor.
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A abolição da escravatura, a criação das férias e 13.o salário também criaram “ameaças a empregos e produtividade” no Brasil…
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VÍDEO: A desonestidade intelectual de Fátima Bezerra na leitura da mensagem anual à Assembleia Legislativa
VÍDEO: A desonestidade intelectual de Fátima Bezerra na leitura da mensagem anual à Assembleia Legislativa. https://t.co/Tp7l7bYtXl pic.twitter.com/OKXaIuTTQx
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) February 10, 2026
No programa Meio Dia RN desta terça-feira (10), BG comentou a mensagem anual da governadora Fátima Bezerra à Assembleia Legislativa. ‘Com todo respeito à governadora, mas a mensagem de Fátima foi de uma desonstidade intelectual absurda. O segundo governo de Fátima é muito pior que o primeiro em todos os sentidos’, afirmou BG.
Bruno Giovanni lembrou ainda os atrasos salariais e de pagamentos a fornecedores, o básico da saúde que não funciona e os terríveis índices que colocam o RN entre os piores do país. ‘A senhora sucedeu a senhora mesma. É desonstidade comparar com um governo que deixou o Estado em 2018! Nós estamos em 2026!’
Opinião dos leitores
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Excelente comentário, parabéns BG 👏👏👏👏
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Nenhuma lágrima desse chôro vai mudar os fatos que a Excelentíssima Governadora Professora Fatima Bezerra é a melhor governadora da história do RN. O choro é livre!
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Cacete, isso explica o fundo do poço que o RN se encontra. Se ela é a melhor, imagina o pior.
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Lembrando que o PT participou do governo de Robinson Faria, com várias secretarias, inclusive o deputado Mineiro era o líder do governo na Assembleia. Esse povo tem memória curta.
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Desonesto é esquecer a historia e servir aos empresarios, como faz esse blog, em detrimento da populção mais necessitada.
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Abc fc e o que ela fez pelo povo mais necessitado? Atrasar o 13°, acabar com a saúde, não pagar os professores, sucatear a polícia? Deixe de ser desonesto
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STJ afasta ministro Marco Buzzi após denúncia de importunação sexual
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Pleno do TJD julga recursos de América e Potyguar contra perda de pontos nesta sexta-feira (13)
O Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Norte (TJD-RN) julga nesta sexta-feira (13), às 10h, os recursos apresentados por América e Potyguar de Currais Novos contra decisões da Primeira Comissão Disciplinar.
Os dois clubes foram punidos por escalação irregular de atletas e, até o momento, estão rebaixados matematicamente no Campeonato Potiguar. Em razão dos processos, a competição segue paralisada.
O América perdeu 18 pontos, por maioria de 3 votos a 1, pela utilização irregular do jogador Elias, além de multa de R$ 15 mil. Já o Potyguar foi condenado por 4 votos a 1, com perda de 15 pontos e multa de R$ 2 mil, após escalar os atletas Fabrício e Toró de forma irregular.
As punições foram aplicadas com base no artigo 214 do CBJD, que prevê sanções independentemente do resultado das partidas.
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