O empresário Marcello Moreno, dono da Rede de Postos Expresso e da Expresso Distribuidora, investigado na Operação Emirados, que apura um esquema de lavagem de dinheiro e sonegação de impostos estimado em cerca de R$ 72 milhões na Região Metropolitana de Natal, firmou um acordo para devolver R$ 11,2 milhões aos cofres públicos do Rio Grande do Norte.
O valor será recuperado por meio de medidas previstas na colaboração firmada com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). A investigação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (GAESF) e identificou irregularidades que teriam provocado prejuízos milionários ao RN.
Marcelo Moreno foi preso no dia da deflagração da operação, no final de junho deste ano. Na casa dele, foram apreendidos mais de R$ 90 mil em espécie, além de dólares, euros, joias, documentos, celulares e computadores.
A Operação Emirados mirou um grupo suspeito de utilizar empresas de fachada e “laranjas” para ocultar os reais beneficiários dos recursos ilícitos e, assim, deixar de pagar os tributos estaduais. O esquema de fraudes envolvia, segundo o MPRN, estabelecimentos do setor de postos de combustíveis e atacadistas de alimentos.
O empresário se comprometeu no acordo a ressarcir os cofres públicos pelos valores apontados na investigação no prazo de até 150 dias. O montante engloba o depósito imediato de valores em espécie apreendidos durante a deflagração das medidas cautelares e de saldos que se encontravam bloqueados por determinação judicial.
Para completar os R$ 11,2 milhões, o empresário terá que vender bens do próprio grupo, incluindo empresas, equipamentos e imóveis de alto padrão. A venda será feita diretamente pelo investigado, com avaliação especializada. Os recursos serão destinados à devolução do dinheiro aos cofres públicos.
LEIA MAIS: Empresário Marcello Moreno é o alvo de operação que investiga lavagem de dinheiro e sonegação de R$ 72 milhões na Grande Natal
LEIA TAMBÉM: Empresário é preso em operação que investiga lavagem de dinheiro e sonegação de R$ 72,9 milhões na Grande Natal
O sinicato emitiu nota?
Marginal. Uma peia ajudaria.
Só podia ser um Barrão fedorento a maconha.
Quem tem que se pronunciar é o sindicato dos jornalistas.
Meu total e irrestrito sentimento de solidariedade a trabalhadora. Ao autor do ato, meu repúdio. Lamentável, toda a situação. Inadmissível. Inaceitável. Intolerável.
O ódio do amor.
Cadeia pra esse vagabundo, é imoral a falta de respeito ,cadê o ministério público em defesa do cidadão!!!!!
A bagunça impera em nosso país
Militantes da extrema esquerda são os enviados do Satanás.
👹👹👹👹👹👹
A esquerda tá aqui pra dizer q repudia o ato , mas BG não piblica pra nos fazer parecer omissos.
Então vc já deve ter notado que seus pares políticos não prestam. Pregam defesa as mulheres, mas quando o agressor é um militante da esquerda, a agressão é silenciada. Reveja seus conceitos e se afaste do que é nocivo. Um partido que é exaltado por marginais dentro de um presídio não merece consideração e muito menos votos.