Foto: Jefferson Severiano Neves/EPTV
O presidente Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/RN), Paolo Passariello disse que apesar de discordar, já esperava pela decisão tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que suspendeu a comercialização de bebidas alcoólicas em bares e restaurantes.
Paolo defendeu a permissão de venda de bebidas alcoólicas afirmando que nas últimas semanas, período no qual a venda estava permitida, não houve registro de aglomeração nos estabelecimentos.
“Nesta semana que trabalhamos com a venda e consumo de bebidas alcoólicas, todos constataram que não houve nenhum caso de aglomeração em bares e restaurantes. Isso demonstra que a flexibilização que vivemos por pouco tempo é possível, não gera problemas e ajuda fortemente nosso setor”, disse.
Além disso, ele também afirmou que alguns associados ainda não conseguiram quitar a folha de pagamento referente ao mês de março. E para piorar, com a decisão do STF a expectativa é de mais uma queda no faturamento, desta vez de até 90%, o que inviabiliza a manutenção dos postos de trabalho dos colaboradores. “Com a incerteza que vivemos, muitos irão optar pelas demissões”, concluiu Passariello.
Assim, a ABRASEL deverá já no início da semana solicitar ao governo estadual uma nova flexibilização antes mesmo do fim da vigência do atual decreto, que vai até 12 de maio.
Conversa fiada. Depois de entorpecido, ninguém se cuida. Outra coisa é que basta dar uma volta em Capim Macio e Ponta Negra para ver a bagunça. Depois, estão pedindo a Deus para sobreviver quando se infectam. Quem tem que socorrer o setor, digo os empregados, é o governo, nos três âmbitos.
Fico impressionado como as pessoas mal intencionadas, mentirosas de caráter ruim se posicionam. Estes mesmos foram jovens e também aproveitaram na sua época. Hoje são hipócritas velhos, mal educados e que só olham para o próprio umbigo. Duvido muito que este ZUZA tenha feito algo pra ajudar pelo menos um mendigo de rua. Coisa que muitos bares e restaurantes alimentam também no final do dia.
Jogo de cartas marcadas! a economia depois agente vê…
* a gente.