Judiciário

Acredite se quiser. Promotora representa contra Juíza por autorizar escutas no Caso Popó Porcino

Acreditem se quiser, a Promotora de Ceará Mirim, Izabel Pinheiro,  representou contra a Juíza Valentina Damasceno no TJ por correição parcial.

Pelo o que apuramos a Promotora alega que a Juíza autorizou escutas em demasia e sem critérios para a Delegada Sheila Freitas, no caso da investigação do Sequestro do Jovem Popó Porcino. Já pensaram numa coisa dessas?

Representar contra uma magistrada porque no calor e urgência da investigação ela aceitava os argumentos e a linha de investigação da Delegada Sheila Freitas e liberava as escutas é demais da conta. Vale ressaltar que foram as escutas que levaram à polícia a prender a quadrilha.

Já imaginaram se esse sequestro tem um desfecho trágico? O que estaria dizendo a Promotora?

O Ministério Público é fundamental, esse blog destaca constantemente isso aqui, defendemos e apoiamos as ações do Promotores nesse sítio virtual, mas são ações dessa natureza que leva cada dia mais a PEC 37 ganhar apoio no Congresso para ser aprovada, um excesso absurdo da Promotora Izabel Pinheiro.

Atualizado às 09:01 para novas informações:

O Blog acaba de falar com a Juíza Valentina Damasceno, ela confirmou que tomou conhecimento que foi feita uma representação contra ela nesse caso, mas que no momento não vai fazer nenhum comentário até ter acesso a representação. Após ter conhecimento irá se pronunciar.

Opinião dos leitores

  1. queimou a lingua caro, e como vc se diz comunicador tem que ter mais cuidado ao exteriorizar "pseudo opiniões" técnicas.
    Leia com atencão:

    Em razão de diversas matérias divulgadas pela imprensa e em blogs, as quais mencionam que o Ministério Público teria representado contra a Juíza de Direito Criminal da Comarca de Ceará-Mirim pelo fato desta ter atendido pedidos da delegada titular da Divisão Especializada em Investigações e Combate ao Crime Organizado (Deicor), de forma célere, para apurar o recente caso de extorsão mediante sequestro que teve como vítima o jovem Porcino Fernandes da Costa Segundo, vem o Ministério Público do Rio Grande do Norte prestar os seguintes esclarecimentos.

    1.Inicialmente é de se destacar que seria inadmissível qualquer ação do Ministério Público com o objetivo de questionar a celeridade na prestação jurisdicional, objetivo colimado pela Instituição e por toda a sociedade. Em razão disso, mostra-se desarrazoada qualquer afirmação de que a Promotoria de Justiça de Ceará-Mirim ofereceu representação contra magistrada por esta ter atendido ao pedido de interceptação telefônica de forma célere.
     
    2.Na realidade, sequer houve oferecimento de representação contra qualquer magistrado no presente caso, mas sim o manejo de um recurso processual, previsto em Lei, denominado Correição Parcial, com o objetivo de questionar alguns prontos do processo, algo perfeitamente normal e comum dentro do devido processo legal.
     
    3.O Ministério Público jamais foi contra a interceptação telefônica havida, medida, aliás, extremamente necessária no tipo de crime sob investigação. Tanto é assim que, ao ser notificada das decisões concessivas da medida, da inclusão de novas linhas telefônicas e de algumas prorrogações,  a Promotoria de Justiça que oficia no feito não manejou qualquer recurso.
     
    4.Entretanto, a par da necessidade da medida, é necessário que as interceptações telefônicas sigam o trâmite disciplinado na Lei nº 9.296/96 e na Resolução nº 59/2008 do Conselho Nacional de Justiça, sob pena de que qualquer irregularidade da medida contamine a prova produzida.
     
    5.Nesse sentido, visando cumprir o disposto nas normas supracitadas, o Ministério Público requereu ao Juízo que fosse encaminhado pela autoridade policial cópia dos autos do respectivo Inquérito Policial, bem como fosse justificada a inclusão de alguns números na interceptação, pedido este que restou indeferido. Além disso, nos sucessivos pedidos de prorrogação da medida não foram juntados aos autos os áudios das comunicações interceptadas, de modo a possibilitar a análise do pedido pelo Juiz e o conhecimento por parte da Promotoria de Justiça responsável pelo acompanhamento do caso e pelo ajuizamento de eventual ação penal. Ou seja, o Ministério Público, titular da ação penal e responsável pelo controle externo da atividade policial, não teve acesso aos autos do Inquérito Policial, da fundamentação de alguns pedidos e dos áudios das interceptações deferidas. 
     
    6.Na Correição Parcial acima citada, o Ministério Público apenas objetiva a reforma da decisão supracitada, que indeferiu o acesso da Promotora de Justiça aos autos do Inquérito Policial, bem como aos autos da interceptação telefônica, bem como não atendeu pedido no sentido de que a autoridade policial apresentasse  justificativa para inclusão de alguns linhas telefônicas na Interceptação. Registre-se que consoante o artigo 14 da Resolução nº 59/2008 do CNJ, "Quando da formulação de eventual pedido de prorrogação de prazo pela autoridade competente, deverão ser apresentados os áudios (CD/DVD) com o inteiro teor das comunicações interceptadas, as transcrições das conversas relevantes à apreciação do pedido de prorrogação e o relatório circunstanciado das investigações com seu resultado".
     
    7.Por fim, reitera o Ministério Público o seu mais absoluto empenho em buscar a punição dos responsáveis pelo hediondo crime, dentro dos marcos legais, ao mesmo tempo em que apresenta solidariedade à vítima e aos seus familiares.
     
    Natal, 26 de julho de 2012.

    Manoel Onofre de Souza NetoProcurador-Geral de Justiça

  2. Com certeza essa promotora não tem filhos, e não deve aparecer muito! aproveitou um caso de repercurssão para ter seus minutos de fama. Queria vê se fosse alguém de sua família se ela não iria usar sua PROMOTOREZ, para conseguir escuta, filmagem etc etc, vão se preocupar com o que é realmente importante. Se essa historia não tivesse tido esse desfecho com certeza essa modalidade de violência já estava instalada no RN, talvez alguem da familia dela fosse a próxima!!!! ai sim queria vê ela representar.

  3. NESTE CASO ACHO QUE DE MANEIRA ALGUMA A JUÍZA AGIU ERRADAMENTE,POIS O INTERESSE PRIMORDIAL É DE SALVAR A VIDA HUMANA E CESSAR   DE VEZ COM ESTE TIPO DE CRIME NO NOSSO ESTADO. PARABÉNS A POLICIA E TAMBÉM A PESSOA DESTA JUÍZA QUE TODOS AQUI EM CEARÁ-MIRIM CONHECEM E SABEM DO ÓTIMO TRABALHO REALIZADO EM NOSSO MUNICÍPIO , DIFERENTEMENTE DESTA PROMOTORA QUE É SÓ QUERER FAZER QUALQUER TIPO DE DENUNCIA CONTRA POLICIAIS E PRINCIPALMENTE PMs ,QUE RAPIDINHO ESTA PROMOTORA ACATA E LOGO OS  DENUNCIA SEM SEQUER AVERIGUAR A CONDUTA E VIDA CRIMINAL DO DENUNCIANTE, QUE MUITAS VEZES SE APROVEITA DISSO PARA INTIMIDAR OS POLICIAS ;DAQUI A POUCO CEARÁ-MIRIM ESTARÁ IGUAL A JOÃO CÂMARA,LÁ TAMBÉM HÁ PERSEGUIÇÃO  CONTRA OS PMs DAQUELE MUNICÍPIO ,DESSE JEITO QUEM PERDE É A POPULAÇÃO E QUEM VENCE É A BANDIDAGEM QUE FURTA, ROUBA ,MATA, ESTUPRA, SEQUESTRA E ETC, AGRADECENDO AS AÇÕES DESTES PROMOTORES QUE OS PROTEGEM .ARREGO EM…

  4. Ao Renato Souza e ao BG: que tem a ver a conduta da Promotora com a necessidade de a investigação criminal ser exclusivada Policia?
    Ainda que a PEC 37 seja aprovada, o controle sobre a Ação Penal e da atividade policial continuará com o MP, de modo que não vejo qualquer influência dessa representação no acerto ou desacerto da famigerada PEC.
    O que eu queria saber dos defensores dessa PEC, é quando a Policia Civil do Rio Grande do Norte fará operações em prol da defesa do patrimônio publico do quilate da Sinal Fechado, da Assepsia, da Pecado Capital…
    Abre-se a boca pra falar em exclusividade da investigação criminal pelas policias, mas quando se trata de peixe graúdo só se vê a Pilicia Federal agindo…

  5. Essa promotora tá despeitada pq n ganhou os parabéns…se tivesse ido os méritos pra ela, ela n tinha feito isso!

  6. No meu entender, a Juiza agiu de forma a salvar uma vida, como também, de tentar brecar uma possível escalada desse tipo de crime no RN.  E o MP se tivesse menos arrogância, faria vista grossa para essa "infração da Juiza em questão" e iria procurar coisas mais importantes para fazer.

  7. Essa lei tem que entrar em vigor. Quem tem que decidir como investiga é a polícia. E não juiz ou promotores que ficam em seus gabinetes sem conhecer a realidade. Ademais essa promotora está precisando de uma trouxa de roupa suja. O resultado pior disso será justamente o fato de que na próxima vez que uma pessoa for sequestrada o juiz vai ficar receoso em autorizar as escutas, com medo de retaliação.

  8. Bruno, parabenizo a ação da polícia e fiquei contente pelo fim do sequestro.
    Contudo, acho precipitado você taxar de absurda uma representação cuja fundamentação ainda nem é realmente conhecida.
    Essa máxima de que "os fins justificam os meios" não valem em um Estado de Direito.
    Tente conseguir a peça para que então possamos criticar a Promotora…ou aplaudi-la.

  9. É óbvio que qualquer pessoa de bom senso torceu para que esse sequestro tivesse como desfecho a libertação da vítima.  Entretanto, gostando ou não, por mais absurdo que possa parecer, a Lei que trata das interceptações telefônicas estabelece um critério rígido para a sua concessão, tratando como "inválidas" toda e qualquer escuta realizada sem atender aos seus preceitos.  Aliás, tem sido comum no cotidiano forense policiais buscando autorização para realizar interceptações sem atender aos preceitos desta Lei, e em alguns casos o Judiciário local defere essas interceptações, mesmo que o fim seja nobre, também sem atentar para as formalidades previstas na Lei.  Sabe qual é o resultado dessa maneira de agir? A anulação do processo e a libertação dos criminosos.  Pergunte pra qualquer advogado recém formado que ele vai dizer exatamente o que eu estou falando aqui.   Nunca é demais lembrar que aqui no RN já teve um Juiz que foi afastado da sua vara pelo CNJ por atuar dessa forma.  Em resumo: se a Lei é absurda ela deve ser modificada pelo Congresso Nacional, uma vez que todos os Magistrado e Promotores têm o dever funcional de cumpri-la.   

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Geral

Trump diz que cancelou segundo ataque contra a Venezuela após cooperação

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (9) que cancelou uma segunda onda de ataques contra a Venezuela, anteriormente prevista, após a cooperação do país sul-americano.

“Os EUA e a Venezuela estão trabalhando bem juntos, especialmente no que diz respeito à reconstrução, em uma forma muito maior, melhor e mais moderna, de sua infraestrutura de petróleo e gás”, escreveu Trump em uma publicação na Truth Social. “Devido a essa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques anteriormente prevista, que parece não ser necessária”, continuou o presidente.

Porém, ele afirmou que os navios anteriormente enviados para a região continuarão perto do país por “questões de segurança”.

“Pelo menos 100 bilhões de dólares serão investidos pelas grandes empresas petrolíferas, com as quais me reunirei hoje na Casa Branca”, completou Trump

CNN

 

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Mundo

Novo comando na Venezuela acena aos EUA e abre negociações sobre petróleo e direitos humanos

Foto: Jesus Vargas/Getty Images

Poucos dias após a queda de Nicolás Maduro, o novo governo da Venezuela, liderado por Delcy Rodríguez, começou a emitir sinais de aproximação com os Estados Unidos. As primeiras movimentações envolvem negociações sobre o petróleo venezuelano, mudanças na relação comercial entre os países e gestos no campo dos direitos humanos.

O primeiro anúncio feito pelo presidente norte-americano Donald Trump após a captura de Maduro teve como foco o petróleo — principal interesse estratégico dos EUA no país sul-americano, que detém as maiores reservas do mundo. Na última terça-feira (6), Trump afirmou que o governo interino venezuelano concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos. Segundo ele, os recursos obtidos com a venda seriam administrados diretamente por Washington, com a promessa de uso em benefício “do povo venezuelano e dos Estados Unidos”.

Apesar da declaração, autoridades em Caracas não se manifestaram de imediato. A resposta oficial veio no dia seguinte, por meio da estatal PDVSA, que confirmou estar em negociações com os EUA para a venda de petróleo, classificando o diálogo como “estritamente comercial”. A empresa citou como precedente a continuidade das operações da petroleira americana Chevron no país, mesmo sob sanções internacionais.

Além da pauta energética, Trump anunciou, de forma unilateral, um novo marco comercial. Segundo o presidente dos EUA, o governo liderado por Delcy Rodríguez teria concordado em adquirir exclusivamente produtos norte-americanos com recursos provenientes do petróleo, incluindo alimentos, medicamentos, equipamentos médicos e itens para recuperação da rede elétrica. Paralelamente, houve um gesto na área de direitos humanos: o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, anunciou a libertação de presos políticos, embora persistam denúncias de censura, novas prisões e perseguição a jornalistas no país.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Defesa diz que Vorcaro não contratou influenciadores e afirma que banqueiro é vítima de campanha difamatória

Foto: Arte Metrópoles

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro negou, nesta quinta-feira (8), que ele tenha contratado influenciadores digitais para difamar o Banco Central (BC) ou autoridades públicas. Em petição protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados afirmam que Vorcaro é, na verdade, alvo de uma campanha difamatória organizada e pedem que a Corte investigue a origem das publicações que o envolvem.

A informação é da coluna Dinheiro & Negócios, do Metrópoles. O pedido foi endereçado ao ministro Dias Toffoli e assinado pelos advogados Roberto Podval, Pierpaolo Cruz Botini e Sérgio Leonardo. No documento, a defesa sustenta que o banqueiro sofre um “massivo ataque reputacional”, com disseminação constante de fake news de forma “orquestrada e coordenada”. Segundo os advogados, Vorcaro não difamou nem contratou terceiros para atacar qualquer instituição.

A manifestação ocorre no mesmo dia em que a Polícia Federal informou analisar a abertura de um inquérito para investigar a suposta contratação de influenciadores digitais com o objetivo de defender o Banco Master e atacar o BC após a liquidação da instituição financeira. O caso ganhou repercussão depois que um influenciador relatou ter sido procurado para participar da suposta campanha.

Na petição, a defesa afirma que Vorcaro tem sido alvo recorrente de matérias que extrapolariam o direito à informação, citando “perseguição sistemática” e até “cyberstalking” por parte de sites e blogs. Os advogados anexaram links que, segundo eles, comprovariam os ataques ao banqueiro. Também destacam que Vorcaro nega qualquer envolvimento com uma suposta milícia digital e que vem cumprindo medidas cautelares impostas pela Justiça, como o uso de tornozeleira eletrônica.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

VÍDEO: Irã vive “dias sangrentos” em meio a protestos, mortes e apagão da internet

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram

Ao menos 45 pessoas morreram no Irã nos últimos 12 dias durante uma onda de protestos contra a crise econômica que atinge o país. Entre as vítimas estão oito crianças. As manifestações começaram em Teerã e rapidamente se espalharam por 25 das 31 províncias iranianas, sendo reprimidas com violência pelas forças de segurança.

Em meio aos atos, manifestantes derrubaram uma estátua de Qassem Soleimani, ex-comandante da Guarda Revolucionária iraniana morto em um ataque dos Estados Unidos em 2020, no Iraque. Em outro ponto, um grupo foi flagrado rasgando a bandeira do Irã, gesto considerado altamente simbólico e provocador pelo regime.

Durante os confrontos, além das oito crianças mortas, um policial também perdeu a vida ao tentar conter a multidão. O governo iraniano impôs restrições severas à internet em várias regiões, dificultando a circulação de informações e imagens sobre a repressão.

Nesta quinta-feira (8), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã será “duramente atingido” caso as autoridades continuem matando manifestantes, sem detalhar quais medidas poderiam ser adotadas. O vice-presidente JD Vance também declarou apoio aos protestos, dizendo que os iranianos estão nas ruas lutando por direitos. Irã e Estados Unidos não mantêm relações diplomáticas há décadas.

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Geral

Administrador ligado ao grupo de Leo Dias fechou contratos com influenciadores e multa de R$ 800 mil citava iniciais de Vorcaro

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Um dos envolvidos no pagamento a influenciadores para publicar conteúdos com ataques ao Banco Central é administrador de empresas vinculadas ao jornalista Leo Dias. Desde dezembro do ano passado, perfis de fofoca e política passaram a receber propostas para levantar suspeitas sobre a decisão do BC de liquidar o Banco Master, de Daniel Vorcaro. As informações foram reveladas pelo Estadão.

Mensagens obtidas pelo jornal mostram que André Silva Salvador abordava influenciadores afirmando atuar em uma “gestão de crise” de um executivo do mercado financeiro e oferecendo “serviços de divulgação”. Nas conversas, ele dizia ter parceria com Thiago Miranda, descrito como “sócio do grupo Leo Dias”. Na prática, Miranda é dono da agência Mithi e administrador de empresas do jornalista, como a Leo Dias Comunicação e Jornalismo Ltda, segundo registros da Junta Comercial de São Paulo.

Apesar da menção a Miranda, os contratos foram firmados por meio da empresa de Salvador, a UNLTD. Conforme revelou o Estadão, os acordos incluíam cláusula de confidencialidade do chamado “projeto DV” — iniciais que remetem a Daniel Vorcaro — e previam multa de R$ 800 mil em caso de quebra do sigilo. De acordo com a jornalista Malu Gaspar, em O Globo, os valores pagos a influenciadores poderiam chegar a até R$ 2 milhões, conforme o alcance dos perfis contratados.

A UNLTD tem sede em Águas Claras (DF), capital social de apenas R$ 5 mil e é classificada como empresa de pequeno porte. Mesmo assim, foi por meio dela que se viabilizaram os pagamentos das publicações críticas ao BC. A estratégia ganhou força após despacho do ministro Jhonatan de Jesus, do TCU, questionando a liquidação do Banco Master — decisão depois recuada. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) acionou a PGR pedindo investigação por abuso de autoridade, enquanto os influenciadores usaram o episódio para colocar em dúvida a atuação do Banco Central.

Com informações do Estadão

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Geral

VÍDEO: “Maduro foi escolhido pela população”, diz presidente do PT-SP em evento sobre 8 de janeiro

 

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Vídeo: Reprodução/Jovem Pan News

Durante um evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em São Paulo em memória aos três anos da invasão aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, o deputado federal e presidente do PT-SP, Kiko Celeguim, comentou sobre a recente captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos no último sábado (3), em uma ação militar ordenada pelo presidente Donald Trump.

Em sua fala, Celeguim criticou a narrativa de que a operação americana teria sido motivada pelo combate ao narcotráfico, classificando essa explicação como “ingenuidade tamanha”. Ele afirmou ainda que a sigla tomará medidas legais contra deputados que associaram o PT ao narcotráfico neste contexto, reforçando que tais acusações não condizem com a postura do partido.

O parlamentar também defendeu que Maduro foi “escolhido pela população venezuelana” como seu líder, argumento usado por aliados para contestar a legitimidade da ação militar dos EUA e criticar a interferência estrangeira em assuntos internos de outra nação. Celeguim reforçou a posição de que nenhum país tem o direito de intervir militarmente em outra soberana, em referência direta à operação que resultou na captura de Maduro.

As declarações foram feitas no teatro da USP São Francisco, em São Paulo, em um ato que reuniu militantes e lideranças de esquerda para marcar a data de 8 de janeiro — símbolo de luta pela democracia após os ataques às sedes do governo federal em 2023.

Com informações da Jovem Pan News

Opinião dos leitores

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Geral

CV executa comerciante após recusa em pagar “taxa do crime” e polícia prende cinco em operação

Foto: Reprodução

O comerciante conhecido como “Cascudo do Gás”, identificado como Carlos Henrique Paula de Souza, foi executado por traficantes do Comando Vermelho (CV) após se recusar a pagar uma taxa imposta pela facção criminosa em Tanguá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ex-candidato a vereador no município, ele foi morto a tiros no dia 27 de dezembro de 2025, em frente ao próprio estabelecimento, no centro da cidade.

A informação é da coluna Na Mira, do Metrópoles. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), dois homens em uma motocicleta se aproximaram da vítima, sacaram armas de fogo e efetuaram os disparos. Carlos Henrique morreu no local. As investigações indicam que traficantes vinham exigindo pagamentos ilegais de comerciantes da região para permitir o funcionamento dos negócios, e a execução teria sido motivada pela recusa do comerciante em atender às exigências.

Além da cobrança de propina, o grupo criminoso também controlava a venda de produtos como água, carvão e cigarros, restringindo o comércio local para ampliar os lucros do tráfico. O esquema fazia parte de uma estratégia de domínio territorial e intimidação de comerciantes.

Nesta quinta-feira (8), a PCRJ deflagrou uma operação contra os envolvidos, resultando na prisão em flagrante de cinco suspeitos e na apreensão de grande quantidade de drogas, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie. A ação também visa cumprir mandados de prisão contra integrantes do CV investigados por associação criminosa, extorsão, homicídio e tortura.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

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Política

Oposição se articula para derrubar veto de Fátima a lei que garantia repasses aos municípios

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O veto integral da governadora Fátima Bezerra (PT) ao Projeto de Lei nº 632/2025, que estabelecia regras e prazos para o repasse do ICMS, IPVA e Fundeb aos municípios, provocou reação imediata da oposição na Assembleia Legislativa. Deputados como Gustavo Carvalho e Tomba Farias, ambos do PL, classificaram a decisão como um desrespeito aos municípios e ao Legislativo e afirmaram que já há articulação para derrubar o veto em plenário.

A proposta havia sido aprovada por unanimidade em dezembro e tinha como objetivo garantir previsibilidade e regularidade nos repasses constitucionais. Para os parlamentares oposicionistas, o veto contraria inclusive a posição da própria base governista, que votou favoravelmente ao projeto. A Federação dos Municípios do RN (Femurn) e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), também criticaram a medida, alegando que atrasos nos repasses afetam diretamente serviços como educação, saúde e pagamento de servidores.

O governo do Estado justificou o veto com base em parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que apontou risco fiscal, insegurança jurídica e interferência indevida na gestão financeira estadual. Segundo a PGE, o projeto engessaria a administração da Conta Única do Estado e extrapolaria a competência estadual ao inovar sobre regras já previstas em legislação federal, especialmente no caso do Fundeb.

Apesar da justificativa do Executivo, a oposição e representantes municipais demonstram confiança na derrubada do veto. A avaliação é de que dificilmente os deputados manterão uma decisão vista como prejudicial às prefeituras, sobretudo após a aprovação unânime do projeto e a pressão direta dos gestores municipais.

Com informações da Tribuna do Norte

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Segurança

VÍDEO: Esquadrão Águia prende cinco suspeitos e apreende drogas na Vila de Ponta Negra

 

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Vídeo: Via Certa Natal

Uma ação do Esquadrão Águia resultou na prisão de cinco indivíduos e na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na Vila de Ponta Negra, zona Sul de Natal. A ocorrência foi registrada durante patrulhamento da equipe na região, após denúncias de tráfico de drogas no local.

De acordo com a Polícia Militar, ao entrar na rua indicada, os agentes se depararam com cinco suspeitos, sendo que um deles carregava uma mochila. Ao perceber a aproximação da viatura, o homem abandonou o material e tentou fugir, mas acabou alcançado e abordado pelos policiais.

Na mochila, os militares encontraram drogas em quantidade significativa, além de dinheiro fracionado, característico da comercialização de entorpecentes. Diante da situação, todos os envolvidos foram detidos no local.

Os cinco suspeitos foram conduzidos à delegacia de plantão, onde ficaram à disposição da Justiça para a realização dos procedimentos legais. A PM reforçou que o Esquadrão Águia segue atuando de forma ostensiva para coibir crimes e reforçar a segurança na capital potiguar.

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Geral

Ministros e cúpula do poder fizeram quase 1.800 voos pela FAB em 2025

Foto: Divulgação

Os jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram ao menos 1.778 decolagens em 2025 para transportar autoridades da República, consolidando mais um ano de uso intenso da frota oficial por integrantes da elite do poder em Brasília. Têm direito formal ao benefício ministros de Estado, chefes das Forças Armadas e presidentes da Câmara, do Senado e do STF — mas, no governo Lula, a prática foi ampliada e passou a incluir também ministros do Supremo, mesmo sem previsão legal. Os deslocamentos do presidente Lula e da primeira-dama Janja não entram na conta, protegidos por sigilo.

Entre os principais usuários aparece o presidente da Câmara, Hugo Motta, que mesmo possuindo avião próprio realizou ao menos 141 viagens em aeronaves da FAB ao longo do ano. O volume chama atenção pelo caráter recorrente dos deslocamentos e reforça críticas sobre o uso da estrutura pública para agendas políticas e pessoais.

Na Esplanada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também figura entre os que mais utilizaram os aviões oficiais: foram 132 voos em 2025, 20 a mais do que no ano anterior. O número contrasta com o discurso de austeridade fiscal e contenção de gastos defendido pelo próprio ministro.

O Supremo Tribunal Federal também ampliou o uso da frota. Apenas a Presidência da Corte realizou 100 decolagens no ano, enquanto outros ministros somaram mais 19 voos. No total, o número de viagens em 2025 supera o registrado em 2024 (1.553) e só fica abaixo de 2023, quando foram contabilizadas 1.997 decolagens, mantendo o debate sobre privilégios e transparência no uso de recursos públicos.

Com informações do Diário do Poder

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