
Foto: Gabriela Biló/Folhapress
A FAB (Força Aérea Brasileira) identificou uma série de dificuldades logísticas para a distribuição de doações para as cidades mais afetadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul —entraves que dificultam o envio de roupas e garrafas d’água para os gaúchos.
Segundo levantamento da Aeronáutica, somente 5% das doações foram enviadas ao Sul até quinta-feira (9). Ao todo, 80 de 1.500 toneladas arrecadadas desde sexta (3) aterrissaram no estado.
Oficiais da Força Aérea afirmaram à Folha que as equipes envolvidas na operação no Rio Grande do Sul têm relatado duas principais dificuldades para a distribuição das doações. A primeira é o fato da Base Aérea de Canoas ser pequena e não ter capacidade para armazenar tantos itens.
Os militares ainda têm enfrentado impasses para distribuir as doações com o nível da água ainda alto em Porto Alegre e demais regiões afetadas próximas à capital.
Por isso, a grande quantidade de itens recebidos pela FAB não têm vazão tão rápida, e os bens arrecadados devem ser distribuídos ao longo de semanas.
Folha de S. Paulo
As nossas forças armadas parece que são muito fortes na pintada de meios fios.
Pra entregar ajudas humanitarias, não sabem fazer, desenvolver uma logística.
Ainda bem que não somos incomodados com tretas entre países vizinhos igual lá pro mundo Árabe.
Porque aqui, parece que seria fácil de ganhar uma guerra, podem atacar até com uma baladeira que dá certo, ainda mais agora com a participação de todes.
Se isso fosse parar numa banca de apostas, digo a vcs que não teria coragem de apostar no Brasil não.
Eles deveriam pedir ajuda ao Luciano Hang.
O interessante é que milhares de pessoas conseguiram enviar ajuda mas as forças armadas não conseguem enviar, pqp. Imaginem as nossas forças armadas em uma guerra hoje, com estes equipamentos de merda , os barcos não tem motor já vi um vídeo onde um cara com pedalinho navegava mais rápido do que um barco militar com 6 homens remando, outro com caminhões enguiçados, onde estão os “potentes ” helicópteros das forças armadas. E os jatinhos só servem para transportar ministros para ver jogo do flamengo? Bando de incompetentes.
Desorganização; falta de planejamento e crimes em todas as áreas: saques nas casas e comércios que os proprietários precisaram abandonar para salvar a própria vida; roubos de barcos, lanchas, motos aquáticas; assaltos, estelionato e por incrível que pareça, ATÉ ESTUPROS nos abrigos onde as pessoas estavam recolhidas e, para piorar aínda mais o crime hediondo de estupro, a maior parte dos abusos foi cometido por familiares e já acontecia dentro de casa ( https://oglobo.globo.com/brasil/sos-rio-grande-do-sul/noticia/2024/05/09/policia-do-rio-grande-do-sul-registrou-seis-suspeitas-de-estupros-em-abrigos-38-prisoes-por-saques-e-investiga-27-casos-de-estelionato.ghtml). Sem falar da quase certa possibilidade de super faturamento e roubalheiras nos serviços e compras que serão feitas por Dispensa de Licitação, por causa do estado de calamidade pública.
Brasil, país internacionalmente reconhecido por sua impunidade generalizada.
Poderiam copiar o exemplo do planejamento do Japão que já passou por catástrofes imensas e até no item honestidade nos supera ( Japoneses devolvem quase R$ 80 milhões encontrados nas ruas.
Essa é a quantidade de dinheiro encontrado nas ruas de Tóquio e entregue às autoridades. Polícia conseguiu devolver maior parte da quantia aos donos: https://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2015/02/japoneses-devolvem-quase-r-80-milhoes-encontrados-nas-ruas.html) . Faz parte da cultura e da índole deles serem honestos ( https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-51214484) e ( https://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft2008201116.htm).
E o país chegou a ser elogiado pela ONU, por sua extraordinária recuperação, um ano após terremoto devastador (https://brasil.un.org/pt-br/59175-onu-elogia-recupera%C3%A7%C3%A3o-do-jap%C3%A3o-um-ano-ap%C3%B3s-terremoto-devastador). O mesmo RS teve enchentes gravíssima no ano passado e as cidades atingidas ainda estão esperando ajuda do governo.Para ajudar Cuba e outros países Comunistas, se antecipa a ajuda e para a população brasileira, “só quando a água baixar”.
Enquanto a Força Aérea vai encontrando dificuldade, a sociedade civil vai se mobilizando e encontrando soluções para o caos que está instalado no RS. O povo é maior e mais poderoso do que qualquer poder público. No dia em que ele tiver consciência plena disto, é o fim dos políticos aproveitadores .