Economia

“Agenda de reformas é o que possibilitará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro”, diz Guedes em reunião


Foto: reprodução/YouTube

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a insistência na agenda de reformas é o que possibilitará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, em 2022. As declarações foram feitas durante a reunião ministerial ocorrida em 22 de abril e cujo conteúdo foi liberado nesta sexta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele diz que a reconstrução econômica está sendo feita enquanto o governo derruba “as torres do inimigo”. Dessa forma, na avaliação dele, “não tem jeito” de acontecer um impeachment do presidente.

Guedes afirmou que a aprovação do congelamento salarial para todos os servidores da União, dos estados e dos municípios até o fim de 2021 foi uma “granada no bolso do inimigo”. Ele fez essa comparação quando falava sobre os efeitos do coronavírus na economia brasileira. Segundo ele, o cenário no Brasil é de “tiro, porrada e bomba”, mas o país “não perdeu a bússola e sabe onde está indo”.

“A outra coisa são as torres do inimigo que a gente tinha que derrubar. Uma era o excesso de gastos na Previdência, derrubamos assim que entramos. A segunda torre eram os juros. Os juros estão descendo e vão descer mais ainda. Então, nessa confusão toda, todo mundo está achando que estão distraídos, abraçaram a gente, enrolaram com a gente. Nós já botamos a granada no bolso do inimigo: dois anos sem aumento de salário. Era a terceira torre que nós pedimos pra derrubar. Isso vai nos dar tranquilidade de ir até o final. Não tem jeito de fazer um impeachment se a gente tiver com as contas arrumadas, tudo em dia. Acabou, Não tem jeito”, afirmou.

Na sequência do vídeo, Guedes compara a economia brasileira com um “urso hibernando” e fala da relação comercial com a China. De acordo com o ministro, a China é “aquele cara que você sabe que precisa aguentar”. “Você sabe que ele [China] é diferente de você. Você sabe que geopoliticamente você está do lado de cá. Agora, você sabe o seguinte, não deixa jogar fora aquilo ali não porque aquilo ali é comida nossa. Nós estamos exportando pra aqueles cara.Não vamos vender pra eles ponto crítico nosso, mas vamos vender a nossa soja pra eles. Isso a gente pode vender à vontade. Eles precisam comer, eles precisam comer”, argumentou.

O ministro da Economia chegou a dizer que a China deveria ajudar a todos os países que foram afetados pelo coronavírus, dando a entender que o país asiático é o responsável pela pandemia e suas consequências econômicas. “A China deveria fazer um Plano Marshall para ajudar todo mundo que foi atingido.”

Guedes também demonstrou irritação com o “Pró-Brasil”, plano de retomada econômica sugerido por uma ala do governo. Ele criticou o nome de “Plano Marshall brasileiro”, mencionado pelo ministro da Casa Civil, Braga Netto, afirmando que essa classificação seria uma “tragédia”.

Ele também atribuiu a “alguns ministros que querem aparecer” a iniciativa de se falar em investimentos em obras públicas nesse momento. “O governo quebrou em todos os níveis”, repetiu Guedes por três vezes.

O ministro disse ser “bonito” o discurso de redução de desigualdades regionais, mas alertou que essa iniciativa levaria o governo ao mesmo destino experimentado pela administração da ex-presidente Dilma Rousseff.

Por mais de uma vez, Guedes tratou da reeleição de Bolsonaro. Disse que o presidente deve direcionar seu olhar para daqui a três anos, evitando, assim, a aprovação de medidas consideradas populistas na economia, com efeitos de curto prazo.

Quando Guedes mencionou a atitude eleitoral de alguns governadores e ministros, o presidente Jair Bolsonaro fez uma rápida observação. “Estou fora de eleições municipais”, disse ele, sugerindo que não se engajará na campanha.

Diante da preocupação do ministro da Economia de que informações sobre desentendimentos internos relativos à política econômica chegassem à imprensa, Bolsonaro sugeriu aos ministros que ignorassem 100% os jornalistas.

Valor Econômico

Opinião dos leitores

  1. O tema principal da reunião divulgada ontem foi a reeleição do Bolsossauro. Medidas tomadas por cada ministério para garantir a manutenção do poder. Só isso.

  2. Guedes diz que somos 200 milhoes de otarios nas maos de 6 bancos. Vendendo o BB seremos 200 milhoes de otarios nas maos de 5 bancos? Porque quem vai comprar sera Bradesco, Itau, Unibanco.

  3. VENDER A PORRA DO BANCO DO BRASIL É UMA GRANDE REFORMA, ABRIR A PORTEIRA PARA DESERTIFICAÇÃO DA AMAZÔNIA OUTRA GRANDE REFORMA E ETC.

    1. Não acompanhe os doutrinados cidadão , veja o que já vinha sendo pregado pelos governos anteriores e o que pretendem fazer , antes de criticar as propostas , a imprensa em crise de abstinência do dinheiro público quer ver o circo pegar fogo. O que se quer é conservação e sustentabilidade . Infelizmente queimadas, desmatamentos e exploração de Garimpo ilegal é coisa antiga,temos que dar condições para o cidadão da floresta viver dela sem devasta-la.

    2. Pela reunião da pra ver as qualidades que compõe esse governo desse país.

    3. Ele falou que podiaaaaaaaa vendeer
      Não disse que iria vender
      Diferente da ptezada que ia para roubar

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[VÍDEO] Flávio diz que Alcolumbre erra ao querer “proteger um amigo” e barrar pedidos de impeachment contra Moraes no Senado

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não dar andamento aos pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante visita a São Carlos (SP), na sexta-feira (4), Flávio afirmou que Alcolumbre estaria priorizando a relação pessoal com Moraes em vez de preservar a instituição.

“Eu lamento muito essa postura dele. Sempre respeitei demais o presidente Davi Alcolumbre, mas há de se reconhecer que se a democracia chegou tão esculhambada a esse ponto, é porque o Senado não teve a oportunidade de apreciar um dos cinquenta e quatro impeachments que existem na mesa, especificamente sobre Alexandre de Moraes, porque ele não quis pautar. Então, eu acho que ele se equivocou ao querer proteger um amigo, ao invés de proteger a instituição. Perdeu uma grande oportunidade de resgatar a credibilidade não só do Senado, mas também devolver o Supremo ao povo, à população”, declarou Flávio.

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Conselho do MPF abre investigação contra Gonet após divulgação de mensagens trocadas com Vorcaro

Foto: Reprodução

O Conselho Superior do Ministério Público Federal abriu um procedimento para apurar a conduta do procurador-geral da República, Paulo Gonet, após a divulgação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro. A medida foi tomada na quinta-feira (3), atendento pedido do Partido Novo.

A legenda também pediu o afastamento cautelar de Gonet das investigações relacionadas ao Banco Master, incluindo a Operação Compliance Zero, sob relatoria do ministro André Mendonça, do STF. O partido argumenta que a atuação de Gonet poderia comprometer a imparcialidade da apuração.

Relatórios da Polícia Federal mostram que Vorcaro mantinha contato com Gonet por meio do advogado Ciro Soares. Em uma das conversas, o procurador aceitou um convite para uma degustação de uísque e charutos em Londres e pediu que seu filho também participasse.

“Oba!!!! Tomara que tenha charuto e (uísque) macalan”, respondeu Gonet ao convite.

Segundo os documentos, o encontro contou com a presença de outras autoridades, entre elas os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Gonet também teria demonstrado proximidade com Vorcaro em outras mensagens, dizendo sentir “saudades” do banqueiro e chamando-o de “animal”, em tom elogioso, após a autorização para a participação de seu filho no evento.

As conversas foram reveladas em relatórios da PF que integram as investigações sobre as relações de Vorcaro com autoridades.

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Em conversa com Lula, Fachin indica que levará casos de Moraes e Mendonça ao plenário do STF

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, sinalizou ao presidente Lula (PT) que pretende dar andamento às acusações envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça e levar os casos ao plenário do Supremo.

Em conversa nesta sexta-feira (4), no Palácio do Planalto, Fachin demonstrou insatisfação com a forma como os ministros vêm conduzindo os embates e afirmou que pretende analisar todos os questionamentos apresentados, com o tempo necessário para esclarecer os fatos.

Segundo relatos de intelocutores à reportagem da Folha de S. Paulo, Fachin expôs a necessidade de uma apuração rigorosa e cuidadosa, e que precisa dar uma resposta à sociedade sobre a crise que se instalou no STF.

A conversa ocorreu contou também com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o presidente do STJ, Luis Felipe Salomão, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. O grupo esteve reunido antes do início de uma cerimônia de sanção de projetos relacionados ao Judiciário.

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MALU GASPAR: Moraes usa relatório apócrifo para sabotar plano de Lula de emplacar Messias no STF

Foto: Brenno Carvalho/O Globo

Por Malu Gaspar – O Globo

O relatório apócrifo da Polícia Federal usado por Alexandre de Moraes para reagir ao pedido de investigação feito contra ele por André Mendonça e tentar implodir as investigações do caso Banco Master também expõe uma outra ofensiva do relator do inquérito das fake news: sabotar os planos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de emplacar o advogado-geral da União, Jorge Messias, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Messias foi arrastado para o epicentro da crise que opôs Mendonça de um lado, e de outro, a aliança entre Moraes e a PF. Antes da guerra fratricida no STF chegar ao atual patamar de tensão, o chefe da AGU tentou numa “diplomacia institucional”, ao invés de acionar o Supremo para contestar as decisões de Mendonça, como pressionava a Polícia Federal nos bastidores.

Para Messias, um eventual ofício da AGU encampando as críticas da PF contra Mendonça reforçaria oficialmente as insinuações de que o relator está interferindo nas apurações em curso e poderia ser um tiro no pé, por fornecer munição para os alvos das investigações tentarem cavar alguma nulidade e derrubar as provas coletadas até aqui. É um caminho que, ao contrário de Moraes, Messias não estava disposto a trilhar.

O texto em que a PF se debruça sobre “a postura da Advocacia-Geral da União e o quadro de risco associado” tem cinco páginas não só reforça a artilharia contra a atuação de Messias ao longo da crise como alerta para o “risco” de Lula insistir na sua indicação para a Corte.

De acordo com o documento, o chefe da AGU decidiu não acionar o Supremo contra decisões de Mendonça para preservar a sua “relação política” com o ministro. Relator de dois esquemas de fraude bilionários (o do Master e o do INSS), Mendonça foi um dos principais cabos eleitorais da fracassada campanha de Messias para a vaga aberta no STF com a antecipação da aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro do ano passado.

“A escolha do advogado-geral da União por priorizar seu relacionamento com o relator [André Mendonça], em detrimento da redução dos risco de exploração política do caso envolvendo o filho do presidente da República [alvo de inquéritos no âmbito das investigações do INSS], eleva substancialmente a percepção de risco associada a eventual renovação de sua indicação ao Supremo Tribunal Federal”, diz o documento, reverberando o temor de Moraes com uma possível ida de Messias para o STF.

E mais: o tal relatório afirma que, no atual momento, Mendonça “se encontra aparentemente engajado em estratégia agressiva de alteração da correlação de forças no tribunal, visando ao enfraquecimento do grupo de ministros que atuou firmemente em defesa da democracia”.

Outro trecho também recomenda o “monitoramento e coleta dirigida” do próprio Messias e de sua relação com Mendonça.

Apesar disso, o mesmo tópico já inicia com a ressalva de ser a análise de “menor lastro documental” de todo o relatório, e o “único de natureza prospectiva” e que não autoriza “afirmação institucional, providência formal ou manifestação externa”. Não se sabe, pela leitura, se a PF seguiu a sugestão e fez de fato algum tipo de monitoramento dos dois ministros, o do STF e o do governo Lula.

A doutrina da PF proíbe o uso de relatórios de inteligência em inquéritos, embora isso tenha sido feito por Moraes quando ele incluiu esses documentos no inquérito das fake news para acusar Mendonça de direcionamento político e abuso de poder nas investigações do Master e do INSS.

Sem autoria, brasão e padrão

O texto da PF não elenca nomes ao fazer uma análise da conjuntura política sobre as dinâmicas internas do STF, mas não há dúvidas de quem está falando. Moraes foi o relator das investigações da trama golpista, que levaram à prisão de Jair Bolsonaro, generais de alta patente e de centenas de manifestantes que participaram dos atos que culminaram com a invasão e a depredação da sede dos três poderes em Brasília.

O documento não tem autoria, não traz o brasão da República nem a padronização esperada em ofícios dessa natureza conforme a Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública – mas não esconde suas intenções.

No entorno de Messias, a avaliação é a de que as digitais de Alexandre de Moraes estão por todas as partes e mostram que ele não desistiu de impedir uma nova indicação do advogado-geral da União. A interlocutores, o ministro tem dito que o relatório é uma vingança por não ter encampado a guerra da PF contra Mendonça.

O relatório da PF aponta até mesmo três elementos para contextualizar a relação entre Messias e Mendonça: as manifestações públicas de Mendonça à indicação de Jorge Messias para o STF; a rejeição da indicação do chefe da AGU para a vaga na Corte (pelo placar de 34 votos favoráveis e 42 contrários); e a “matriz religiosa comum”, já que ambos são evangélicos.

Moraes se uniu a Alcolumbre e Flávio Bolsonaro para sabotar Messias

Em abril deste ano, Moraes se uniu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e à tropa de choque bolsonarista, capitaneada pelos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN), cada com a sua própria agenda, para impor uma derrota histórica ao governo Lula e barrar a indicação de Messias.

Segundo relatos obtidos pela equipe da coluna com seis fontes que acompanharam de perto a movimentação nos bastidores, entre integrantes do STF, do Congresso e agentes do meio político e jurídico, Moraes se engajou para reforçar os pedidos de Alcolumbre na campanha pelos votos “não”, acionando emissários para mandar recados a senadores que tinham processos no Supremo ou alguma ligação com seus aliados no Congresso.

Na época, o plano de Moraes e de Alcolumbre era o de impedir o fortalecimento de Mendonça com uma eventual chegada de Messias ao STF em um momento no qual os casos Master e INSS fecham o cerco contra lideranças políticas de diferentes matizes políticos.

Além disso, Moraes até hoje não aceitou a decisão de Lula de preterir o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) em favor do chefe da AGU, que ele tentou emplacar junto com Alcolumbre. Ao atuar pela rejeição de Messias, Moraes não só agiu em defesa de Pacheco, mas impediu que André Mendonça ganhasse um aliado no plenário.

O documento da PF confirma a campanha de Moraes contra Messias e evidencia que o ministro não desistiu da estratégia de influenciar os planos de Lula, nem que para isso seja preciso recorrer a um relatório apócrifo.

Malu Gaspar – O Globo

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Mais duas pesquisas apontam reeleição de Zenaide para o Senado pelo RN


Divulgação / Campanha

A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece com 42,8% na soma do primeiro e do segundo voto para o Senado na nova pesquisa DataCapital divulgada nesta sexta-feira (4). Styvenson Valentim soma 49,4% e Coronel Hélio, 33,9%. Rafael Motta tem 21,6% e Samanda de Lula, 21,7%.

O resultado coloca Zenaide novamente entre os dois nomes eleitos para o Senado. A senadora está 6,6 pontos atrás de Styvenson e 8,9 pontos à frente de Coronel Hélio.

A pesquisa ouviu 2.150 eleitores entre 29 de agosto e 1º de setembro. O levantamento está registrado sob os números RN-03735/2026 e BR-09118/2026.

Exatus também mostra Zenaide entre os eleitos

Na pesquisa Exatus, Zenaide aparece com 27,14% na soma dos dois votos, novamente dentro das duas vagas. Styvenson tem 45,06%, Rafael Motta 13,11%, Samanda de Lula 12,99% e Coronel Hélio 11,77%.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores em 55 municípios do RN, entre 31 de agosto e 3 de setembro, com margem de erro de 2,53 pontos percentuais e confiança de 95%.

Opinião dos leitores

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Delator que movimentou R$ 1,3 bilhão em esquema do Banco Master registrou entrada no Palácio do Planalto


Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Registros oficiais obtidos via Lei de Acesso à Informação revelam que o empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, esteve no Palácio do Planalto no dia 23 de janeiro de 2024, uma terça-feira, às 14h42.

O período consultado, que abrange de janeiro de 2022 a março de 2025, aponta que esta foi a única visita de Freixo ao local, cujo nome não consta na agenda oficial de nenhuma autoridade lotada no edifício.

Apontado em delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) como o “homem da mala” do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, “Mineiro” afirmou aos investigadores que sua principal função era converter montantes em dinheiro vivo e realizar entregas de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão em malas.

O delator revelou que o esquema movimentou aproximadamente R$ 1,3 bilhão entre os anos de 2020 e 2025, quantias que, em sua avaliação, destinavam-se ao pagamento de comissões e vantagens indevidas.

Com informações da coluna de Andreza Matais / Metrópoles

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Durante caminhada em Mossoró, Álvaro anuncia primeiro Hospital Veterinário público e abrigo para animais


Divulgação / Campanha

Durante caminhada da Onda 22 pela comunidade do Macarrão, em Mossoró, nesta sexta-feira (4), Álvaro Dias (PL), candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, anunciou o compromisso de criar o primeiro Hospital Veterinário público do município e construir um abrigo para animais.

A proposta prevê atendimento médico-veterinário gratuito, com consultas e cirurgias, além de uma estrutura destinada ao acolhimento de animais abandonados. A iniciativa amplia as políticas públicas voltadas à proteção e ao bem-estar animal em Mossoró.

“A criação do Hospital Veterinário e do abrigo é um compromisso direto com a saúde dos nossos animais, com o cuidado e com o respeito à vida que Mossoró merece”, destacou Álvaro.

Ao lado dos candidatos a deputado federal Cabo Deyvison e a deputado estadual Jorge do Rosário, Álvaro percorreu as ruas da comunidade, visitou o comércio local e conversou com moradores, comerciantes e lideranças.

A agenda em Mossoró também incluiu encontros com empresários do setor produtivo e visitas a empresas da cidade. Álvaro ouviu demandas relacionadas aos desafios enfrentados pela atividade industrial e à necessidade de ampliação do Distrito Industrial de Mossoró.

Na passagem da Onda 22 pela cidade, o candidato defendeu que o desenvolvimento de Mossoró passa pela ampliação dos investimentos, geração de emprego e renda e fortalecimento de políticas públicas em áreas como infraestrutura e proteção animal.

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PGR vai investigar possível interferência em relatório da PF que revelou mensagens de Vorcaro a Moraes


Os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes, do STF. Foto: Adriano Machado/Reuters

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que investigará se houve interferência externa na elaboração de um relatório da Polícia Federal. O documento veio a público após a quebra de sigilo determinada pelo ministro André Mendonça e revelou mensagens enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes.

No ofício enviado ao STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apontou que a PGR foi impedida de realizar o controle externo da atividade policial. Na terça-feira (1º), Gonet já havia pedido a nulidade do relatório, argumentando que ordens dadas para investigar alvos específicos sem provocação da PGR ou da própria corporação extrapolam os limites de competência na fase pré-processual.

O caso envolve diálogos obtidos no âmbito da investigação sobre o Banco Master. Segundo a PF, Vorcaro trocou mensagens com Moraes em novembro de 2025 questionando sobre riscos de prisão e o avanço da Operação Compliance Zero, dias antes de ser detido no Aeroporto de Guarulhos ao tentar embarcar em um jatinho. Como os textos eram enviados em modo de visualização única por meio de capturas de tela, apenas as mensagens enviadas pelo ex-banqueiro foram preservadas, sem registro das respostas do magistrado.

O próprio procurador-geral da República é citado no relatório da PF. O documento aponta que Vorcaro teria pedido a Moraes para interceder junto a Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, além de registrar contatos e interações entre o ex-banqueiro, o filho de Gonet e advogados. Após a citação, o Conselho Superior do Ministério Público Federal abriu procedimento para apurar a conduta do chefe da PGR.

Com informações da Folha de São Paulo

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Rogério Marinho se reúne com Gilmar Mendes e diz que Flávio quer ter interlocução com STF


Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reuniu-se na última quarta-feira (2) com o ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. O objetivo do encontro foi sinalizar à Corte que, em caso de vitória nas eleições, o grupo político do presidenciável deseja manter uma interlocução institucional direta e de respeito com o tribunal.

Segundo o parlamentar potiguar, a conversa ocorreu em tom institucional no gabinete do magistrado. “Disse a ele que, ganhando as eleições, queremos ter interlocução institucional com o STF e que ele, como decano, tem essa responsabilidade”, declarou Marinho.

A articulação política da campanha prevê novos passos em direção à cúpula do Judiciário. O coordenador informou que também pretende solicitar uma reunião com o presidente do STF, Edson Fachin, embora planeje aguardar a diminuição da atual crise institucional na Corte antes de formalizar o pedido.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] Lula e Elmano de Freitas são alvos de ‘banho de dinheiro falso’ durante ato de campanha em Juazeiro do Norte


Reprodução / Ootimista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador do Ceará, Elmano de Freitas, ambos candidatos à reeleição, foram alvos de protestos de adversários na cidade de Juazeiro do Norte (CE) nesta sexta-feira (4). Durante ato de campanha, opositores jogaram cédulas de dinheiro falsas em direção a dupla petista.

Durante a agenda no Ceará, o chefe do executivo federal também foi alvo de um ataque de ciúmes da primeira-dama Janja Lula da Silva, que chegou a afastar uma apoiadora que burlou a segurança para abraçar o presidente. 

Agenda no Ceará 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou no Ceará nesta sexta-feira (4) para uma agenda institucional e política. Acompanhado pelos ministros Miriam Belchior (Casa Civil), José Guimarães (Relações Institucionais) e Waldez Góes (Desenvolvimento Regional), Lula visitou as obras das galerias do Cinturão das Águas do Ceará.

Na sequência, o petista cumpriu agenda eleitoral em Juazeiro do Norte. No município, o presidente participou de um ato com aliados para fortalecer a campanha de reeleição do governador Elmano de Freitas (PT), além de apoiar os nomes de Cid Gomes (PSB-CE) e Luizianne Lins (Rede-CE) na disputa pelas vagas ao Senado.

Opinião dos leitores

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