Política

Alckmin anuncia Janones, Marina, Kátia Abreu e ex-ministros para transição; veja lista

Foto: Reprodução/Youtube Partido dos Trabalhadores

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou nesta quarta-feira (16) os nomes que integrarão 16 grupos técnicos da equipe de transição de governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Na lista, estão nomes como o deputado federal André Janones (Avante-MG), a senadora Kátia Abreu e vários parlamentares ou ex-parlamentares, além de ex-ministros que integraram os governos do PT, como Marina Silva, Izabella Teixeira e Carlos Minc, que comandaram a pasta do Meio Ambiente.

O ex-senador Aloysio Nunes Ferreira, nome histórico do PSDB e que declarou apoio a Lula nas eleições, estará no grupo técnico de Relações Exteriores – ele já foi chanceler durante o governo de Michel Temer. Esse mesmo grupo também inclui outro ex-ministro da pasta, mas em gestão petista: Celso Amorim.

Veja os nomes anunciados:

Agricultura, Pecuária e Abastecimento

  • Carlos Fávaro (PSD-MS), senador eleito pelo Mato Grosso
  • Evandro Gussi, ex-deputado federal pelo PV
  • Joe Valle, engenheiro florestal, ex-deputado pelo PDT
  • Kátia Abreu, senadora e ex-ministra da Agricultura
  • Luiz Carlos Guedes, ex-ministro da Agricultura
  • Neri Geller, ex-ministro da Agricultura e deputado federal
  • Silvio Crestana, ex-presidente da Embrapa
  • Tatiana de Abreu Sá, ex-diretora executiva da Embrapa

Ciência, Tecnologia e Inovação

  • Alexandre Navarro, vice-presidente da Fundação João Mangabeira
  • André Leandro Magalhães, ex-presidente da Dataprev
  • Celso Pansera, ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação
  • Ildeu de Castro Moreira, ex-presidente da SBPC
  • Glaucius Oliva, ex-reitor da USP e ex-presidente do CNPQ
  • Ima Vieira, doutora em ecologia
  • Iraneide Soares da Silva, professora e pesquisadora da Uespi
  • Leoni Andrade, diretor de tecnologia e inovação do Senai Cimatec
  • Luiz Manuel Rebelo Fernandes, , ex-presidente da Finep
  • Luiz Antonio Elias, ex-secretário executivo do ministério de ciência e tecnologia.
  • Ricardo Galvão, ex-diretor do Inpe
  • Sergio Machado Rezende, ex-ministro de Ciência e Tecnologia

Comunicação Social

  • André Janones, deputado federal (Avante-MG)
  • Antonia Pellegrino, roteirista e produtora de cinema
  • Flávio Silva Gonçalves, diretor do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
  • Florestan Fernandes Júnior, jornalista
  • Helena Chagas, ex-ministra-chefe da Comunicação Social
  • Hélio Doyle, jornalista e ex-secretário de governo no DF
  • João Brant, ex-secretário executivo do Ministério da Cultura
  • Laurindo Leal Filho, ex-secretário municipal de SP
  • Manuela D’Ávila, ex-deputada federal
  • Otávio Costa, presidente da ABI
  • Tereza Cruvinel, ex-presidente da EBC
  • Viviane Ferreira, presidente da SPCine

Desenvolvimento Agrário

  • Célia Watanabe, educadora e mestre em gestão de políticas públicas
  • Elisângela Araújo, membro do Condraf e do fórum baiano da Agricultura Familiar
  • Givanilson Porfirio da Silva, assessor da presidência da Contag
  • João Grandão, ex-deputado federal pelo PT
  • José Josivaldo Oliveira, membro da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragem – Conab
  • Luiz Henrique Gomes de Moura, engenheiro florestal, professor da UnB em Educação do Campo
  • Maria Josana Lima Oliveira, coordenadora geral da Contraf
  • Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário
  • Pedro Uczai, deputado federal por Santa Catarina e ex-prefeito de Chapecó
  • Robervone Nascimento, doutora em agronomia pela UnB
  • Vanderley Ziger, presidente da Unicafes

Desenvolvimento Regional

  • Camilo Santana (PDT), ex-governador e senador eleito pelo Ceará
  • Esther Bemerguy, ex-secretária do conselho de desenvolvimento econômico social da presidência da República
  • Helder Barbalho (MDB), governador do Pará
  • Jonas Paulo Neres, coordenador executivo do conselho de desenvolvimento econômico e social da Bahia
  • Otto Alencar, senador (PSD-BA), senador eleito pela Bahia
  • Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador eleito pelo Amapá
  • Raimunda Monteiro, mestre em planejamento e desenvolvimento regional, ex-reitora da Universidade Federal do Oeste do Pará
  • Tânia Bacelar, ex-secretária nacional de Políticas Regionais

Justiça e Segurança Pública

  • Andrei Passos Rodrigues, delegado da PF
  • Camila Nunes, doutora em sociologia especialista e colaboradora do Núcleo de Estudos da Violência da USP
  • Carol Proner, professora de direito internacional da UFRJ
  • Cristiano Zanin, advogado com especialização em Direito Processual Civil
  • Flávio Dino (PSB), ex-governador e senador eleito pelo Maranhão
  • Gabriel Sampaio, advogado e ex-secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça
  • Jaqueline Signoretto, membro do grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos
  • Marcio Elias Rosa, procurador de Justiça, ex-chefe do Ministério Público de São Paulo e ex-secretário de Justiça do estado
  • Marco Aurélio Carvalho, advogado especializado em Direito Público
  • Marivaldo Pereira, advogado e ex-secretário executivo do Ministério da Justiça
  • Marta Machado, professora de direito da FGV
  • Omar Aziz (PSD-AM), senador eleito pelo Amazonas
  • Paulo Teixeira (PT), deputado federal eleito por São Paulo
  • Pierpaolo Cruz Bottini, professor de Direito Penal da USP e ex-secretário da Reforma do Judiciário
  • Scheila de Carvalho, advogada na área de direitos humanos
  • Tamires Gomes Sampaio, advogada, mestra em Direito Político e Econômico pela Universidade Mackenzie
  • Wadih Damous, advogado, ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro e ex-deputado federal

Meio Ambiente

  • Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente
  • Izabella Teixeira, ex-ministra do Meio Ambiente
  • Jorge Viana, ex-governador do Acre
  • José Carlos de Lima Costa
  • Marilene Correia da Silva Freitas
  • Marina Silva, deputada federal eleita e ex-ministro do Meio Ambiente
  • Pedro Ivo, ambientalista
  • Silvana Vitorassi

Minas e Energia

  • Anderson Adauto, ex-ministro
  • Deyvid Bacelar
  • Fernando Ferro
  • Giles Azevedo
  • Guto Quintella
  • ícaro Chaves
  • Jean Paul Prates, senador (PT-RN)
  • Magda Chambriard
  • Mauricio Tolmasquim
  • Nelson Rubner
  • Robson Sebastião Formica
  • William Nozaki

Pesca

  • Altemir Gregolin
  • Antonia do Socorro Pena da Gama
  • Carlos Alberto da Silva Leão
  • Carlos Alberto Pinto dos Santos
  • Cristiano Norberto Ramalho
  • Ederson Pinto da Silva
  • Flavia Lucena Frédou
  • João Felipe Nogueira

Povos Originários

  • Benki Ashaninka
  • Célia Nunes Correia
  • David Yanomami
  • João Pedro Gonçalves da Costa, ex-presidente da Funai
  • Joenia Wapichana
  • Juliana Cardoso, deputada federal eleita
  • Marcio Meira
  • Marivelton Baré
  • Sonia Guajajara, deputada federal eleita
  • Tapi Yawalapiti, liderança do Alto Xingu

Previdência Social

  • Alessandro Antonio Stefanutto
  • Eduardo Fagnani
  • Fabiano Silva
  • Jane Berwanger
  • José Pimentel
  • Luiz Antonio Adriano da Silva

Relações Exteriores

  • Aloysio Nunes Ferreira, ex-senador e ex-chanceler
  • Audo Faleiro
  • Celso Amorim, ex-chanceler
  • Cristovam Buarque, ex-senador
  • Mônica Valente
  • Pedro Abramovay
  • Romenio Pereira

Saúde

  • Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde
  • Arthur Chioro, ex-ministro da Saúde
  • Fernando Pigatto, presidente do Conselho Nacional de Saúde
  • Humberto Costa, senador e ex-ministro da Saúde
  • José Gomes Temporão, , ex-ministro da Saúde
  • Lucia Souto
  • Ludhmila Hajjar
  • Maria do Socorro de Souza
  • Miguel Srougi
  • Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz
  • Regina Fatima Barroso
  • Roberto Kalil Filho

Trabalho

  • Adilson Araújo, presidente da CTB
  • André Calixtre
  • Clemente Lúcio
  • Fausto Augusto Junior
  • Laís Abramo
  • Miguel Torres, presidente da Força Sindical
  • Patrícia Vieira Trópia
  • Ricardo Patah, presidente da UGT
  • Sandra Brandão
  • Sérgio Nobre, presidente da CUT

Transparência, Integridade e Controle

  • Ailton Cardoso
  • Claudia Aparecida de Souza Trindade
  • Cleucio Santos Nunes
  • Eugênio Aragão
  • Jorge Messias
  • Juliano José Breda
  • Luiz Navarro
  • Luiz Carlos Rocha
  • Manoel Caetano Ferreira Filho
  • Mauro Menezes
  • Paulo Câmara, governador de Pernambuco (PSB)
  • Vania Vieira

Turismo

  • Arialdo Pinho
  • Karina Câmara
  • Luiz Barreto, ex-ministro do Turismo
  • Marcelo Freixo, deputado federal (PSB-RJ)
  • Veneziano Vital do Rêgo, senador (MDB-PB)
  • Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo
  • Orsine Oliveira Júnior
  • Chieko Aoki

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A SUPRESA VAI SER A NOMEIAÇÃO DE FLAVIO BOSOLNARO E CARLOTA. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  2. É LADRÃO A DÁ COM PAU KKK. OH CORJA PRA GOSTAR DE SUGAR O ESTADO! COMO EXISTEM RETARDADOS PRA VOTAR NESSA QUADRILHA? TEM QUE SER MANÉ AO QUADRADO. QUEM PERDEU É SÓ MANÉ.

  3. É na verdade a futura lista de hóspedes da PAPUDA de Brasília.
    Já não mais nem um TREM DA ALEGRIA e o METRÔ dos usurpadores do erário público.

  4. O povo não tava com saudade de Jader Barbalho, Renan Calheiros, Omar Aziz, e o resto da “gang do bem”? kkkkkkkk Aí sim é um ministério com a cara do Brasil. Parabéns a todos os envolvidos, a picanha chega ano que vem.

  5. A quantidade logo demonstra incompetência. Para os seguidores do Rei do Stand Up Comedy a quantidade é pluralidade de ideias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Eduardo Bolsonaro diz que levará decisão do STF a Trump

Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou ao Metrópoles, nesta terça-feira (16/6), que pretende informar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e autoridades americanas sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que o condenou a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de 50 dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e à inelegibilidade por oito anos.

A condenação ocorreu por tentativa de interferência no julgamento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

“Certamente, eu levarei a Casa Branca, o Departamento de Justiça, ao Congresso americano, falarei com todos os congressistas que são nossos aliados e temos interlocução, porque isso é uma afronta ao governo dos EUA”, declarou.

Eduardo Bolsonaro também questionou o posicionamento de outros países sobre o caso. “Será que realmente só o Brasil está certo? Estados Unidos, Itália, Espanha, Argentina e até mesmo a Polônia, estão todos errados?”, disse.

O ex-deputado afirmou ainda que é necessário “virar essa página do país” e defendeu mudanças no cenário político nacional. “Temos que virar essa página do país, colocar um novo governo, um novo Congresso para segurar esse STF perseguidor.”

Por fim, Eduardo Bolsonaro afirmou que continuará levando denúncias ao exterior. “Nós seguiremos denunciando esses crimes internacionalmente.”

 

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Gilmar cita vazamentos, pressão, excessos e compara caso Master à Lava Jato

Foto: Rosinei Coutinho

O ministro Gilmar Mendes criticou a condução feita por André Mendonça do inquérito sobre as fraudes do Banco Master e afirmou que vazamentos e excessos fazem as investigações se assimilarem à extinta operação Lava Jato.

As críticas do decano foram feitas durante o julgamento que manteve as prisões do pai e do primo do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (16).

Gilmar havia pedido vista e suspendido no final de maio a análise que os ministros faziam sobre a decisão de Mendonça tomada no início daquele mês. Nesta terça, o decano liberou o caso para julgamento e o incluiu na pauta do colegiado.

Ao dar início à leitura de seu voto, contrário à manutenção da prisão do pai e do primo do ex-banqueiro em fechado, Gilmar disse que a investigação conduzida no STF por Mendonça é um “caso rumoroso que há meses vem ocupando o noticiário de forma cada vez mais espetaculosa e sensacionalista”.

Ao longo de mais de uma hora e meia de voto, Gilmar mencionou “vazamentos massivos e seletivos de informações protegidas por sigilo”, transferências corriqueiras de encarcerados entre estabelecimentos prisionais dos mais variados, “prisões como instrumento de pressões”, falta de acesso dos ministros às investigações, monitoramento de advogados e “excesso persecutório e uso indevidamente instrumental do processo penal”.

O ministro, o crítico mais vocal da Lava Jato no STF, afirmou que a Operação Compliance Zero, que investiga desde novembro do ano passado as fraudes do Master, “tem se valido de expedientes que guardam desconfortante semelhança com a Lava Jato”.

Segundo Gilmar, o caso Master se assemelha à Lava Jato, mas com uma nova roupagem. “É com certa incredulidade e alguma tristeza que me sinto obrigado a registrar que já há algum tempo as providencias adotadas no presente caso vem guardando semelhanças que não podem ser ignoradas com as iniquidades da Lava Jato.”

 

CNN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Gastança com cartões no governo Lula saltam para R$33,5 milhões desde fevereiro

Foto: Divulgação

Após meses de enrolação, o governo Lula (PT) atualizou os gastos com Cartões de Pagamento do Governo Federal, os famosos “cartões corporativos”. As despesas saltaram para R$33,5 milhões, após serem omitidas no Portal da Transparência e paralisadas em R$9,5 milhões desde fevereiro. Só a Presidência da República torrou por R$2,3 milhões em 12 cartões corporativos, este ano. Os cidadãos que pagam a conta não têm o direito de saber a natureza dos gatos, protegidos por “sigilo”.

A Presidência de Lula realizou 2,2 mil compras com cartões, em 2026. Quase todas as despesas são sigilosas “por motivos de segurança”.

Existem dois tipos de cartões; os de pagamentos (“corporativos”) e os da Defesa Civil, usados para custear gastos emergenciais após desastres.

Somados, em 2026, os dois tipos de cartões custaram R$172,9 milhões aos pagadores de impostos. Só os da defesa civil, R$139,4 milhões.

Em 2025, os cartões corporativos custaram R$105,4 milhões aos pagadores de impostos. Os da Defesa Civil, outros R$329 milhões.

Diário do Poder

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Nina Souza aparece entre as mais citadas em pesquisa para deputada federal

Foto: Divulgação

A pré-candidata a deputada federal Nina Souza (PL) foi destaque na terceira pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta terça-feira (16), figurando entre os nomes mais lembrados pelo eleitorado potiguar na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.

No levantamento espontâneo, Nina Souza alcançou 0,8% das citações, consolidando sua presença entre os pré-candidatos mais competitivos para representar o Rio Grande do Norte em Brasília.

“Fico muito feliz com esse reconhecimento e recebo esse resultado com humildade e responsabilidade. Seguiremos trabalhando, ouvindo a população e apresentando um projeto comprometido com o desenvolvimento do nosso estado e com a defesa dos interesses dos potiguares”, afirmou Nina Souza.

A pesquisa Metadata/Grupo Dial ouviu 1.550 eleitores em 62 municípios do Rio Grande do Norte entre os dias 12 e 14 de junho de 2026. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-04028/2026 e BR-01576/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Documento da PF contradiz Allyson sobre senhas de celulares apreendidos na Operação Mederi

Imagem: Reprodução

Em entrevista ao programa “Meio Dia RN”, da 96 FM, nesta terça-feira (16), o pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil) negou ter se recusado a fornecer as senhas dos equipamentos apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Mederi, deflagrada em 27 de janeiro de 2026. O ex-prefeito de Mossoró foi alvo de mandado de busca e apreensão em sua residência, localizada em um condomínio de alto padrão na cidade.

Ao ser questionado sobre o assunto, Allyson inicialmente alegou que não poderia tratar de determinadas informações em razão do sigilo judicial da investigação. Em seguida, porém, afirmou que “todas as informações do meu celular estão disponibilizadas”. A declaração contrasta com o que está registrado no auto de apreensão lavrado pelos agentes da Polícia Federal. No documento, os policiais informam que solicitaram as senhas de dois iPhones e de um MacBook apreendidos durante a operação, mas que o então prefeito se recusou a fornecê-las.

Questionado diretamente se havia negado o acesso aos aparelhos, Allyson afirmou que não existiria “nenhum procedimento formal em algum documento” comprovando essa recusa. No entanto, o registro consta expressamente no auto de apreensão produzido pela própria Polícia Federal.

Mesmo insistindo que seu celular está “totalmente aberto e disponibilizado”, Allyson não esclareceu que o acesso aos dados dos equipamentos só se tornou possível após os procedimentos periciais adotados pelos investigadores para superar os mecanismos de proteção dos aparelhos apreendidos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Eduardo Bolsonaro diz que condenação foi “jogo de cartas marcadas”

Foto: Divulgação

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro disse que foi cerceado no direito de defesa no processo em que foi condenado por coação, no Supremo Tribunal Federal (STF), chamou o caso de “jogo de cartas marcadas” e indicou que não recorrerá. “Recorrer de quê? Não estou sabendo”, declarou, em entrevista ao Metrópoles na noite desta terça-feira (16/6).

“Se a gente tem uma Constituição, ela tem que ser respeitada. O Alexandre de Moraes pode até não gostar dela, mas ele tem que respeitar”, disse. “É um jogo de cartas marcadas marcadas feito para me condenar, onde há desrespeito ao processo legal e sou impossibilidade de me defender. Qualquer advogado, autoridade, juiz internacional vai olhar para esse processo as primeiras páginas vai ver que é totalmente nulo”, completou.

Eduardo Bolsonaro foi condenado a uma pena de 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, ao pagamento de 50 dias-multa, à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e inelegibilidade por 8 anos.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Trump e Lula não interagem durante “foto de família” do G7

Foto: Reprodução

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não interagiu com seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a “foto de família” dos chefes de Estado presentes na Cúpula do G7 e convidados, registrada na França, nesta terça-feira (16). Ambos os líderes estavam cumprimentando outros líderes quando passaram um pelo outro.

Inicialmente, Lula se dirigiu ao presidente do Conselho Europeu, António Costa; ao primeiro-ministro da Inglaterra, Keir Starmer; e ao presidente do Egito, Fatah Khalil Al-Sisi.

Donald Trump estava ao lado do líder egípcio, entretanto, conversava com o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, no momento em que o brasileiro passou.

No momento da fotografia, Lula se posicionou ao lado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz.

Depois do registro, os presidentes brasileiro e estadunidense também não se cumprimentaram. No momento em que o republicano passou pelo petista, Lula conversava com von der Leyen.

Depois da foto, os líderes seguiram para uma reunião sobre solidariedade internacional, na qual Lula discursará. Mais tarde, o chefe do Executivo brasileiro participará de um jantar com os demais líderes, previsto para ocorrer às 20h30 (15h30 de Brasília), quando terá outra oportunidade para interagir com o chefe da Casa Branca.

Pleno News

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] DPU diz no STF que há nulidade em processo de Eduardo Bolsonaro

Imagem: Reprodução/Instagram

O defensor público da União Esdras dos Santos Carvalho argumentou na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que “há nulidade no processo de Eduardo Bolsonaro”. O integrante da DPU defende o ex-deputado em ação penal pelo crime de coação no curso no processo.

Esdras dos Santos, na tribuna, durante a sustentação oral, nesta terça-feira (16/6), argumentou que o ministro Alexandre de Moraes não poderia atuar no julgamento por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções impostas pelos Estados Unidos.

Além disso, afirmou que a citação de Eduardo Bolsonaro deveria ter sido feita por meio de carta rogatória (instrumento de cooperação jurídica internacional para cumprimento de ato determinado por autoridade judicial estrangeira), e não por edital: “Se ele tem um destino certo no exterior, valeria carta rogatória”, disse.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pesquisa Metadata/Grupo Dial confirma Zenaide Maia entre os eleitos se a eleição fosse hoje

Foto: Divulgação

A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) aparece entre os eleitos na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026, de acordo com a pesquisa Metadata/Grupo Dial divulgada nesta terça-feira (16).

No cenário estimulado para o primeiro voto, Zenaide registra 13,7% das intenções de voto, ocupando a segunda colocação. Já no levantamento referente ao segundo voto para o Senado, a parlamentar lidera com 10,6%, demonstrando sua ampla capacidade de diálogo com diferentes segmentos da população potiguar e consolidando-se como uma das candidaturas mais competitivas para a renovação da bancada do Rio Grande do Norte no Congresso Nacional.

Quando considerados os dois votos para o Senado, a pesquisa aponta Zenaide Maia com 12,2% da preferência do eleitorado, mantendo-se na segunda posição geral e reforçando a consistência de sua pré-candidatura.

Os números refletem o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela senadora em defesa dos municípios, da saúde pública, da educação, da mgeração de emprego e renda, além da luta permanente por políticas sociais voltadas à população mais vulnerável.

Ao comentar o resultado, Zenaide Maia destacou que recebe os números com gratidão e responsabilidade.

“Recebo esse resultado com muita humildade e gratidão ao povo do Rio Grande do Norte. É um reconhecimento ao trabalho que temos realizado com seriedade, destinando recursos para os municípios, defendendo a saúde, a educação e os direitos da população. Continuarei trabalhando ainda mais, ouvindo as pessoas e buscando soluções para os desafios do nosso Estado”, afirmou a senadora.

A pesquisa Metadata/Grupo Dial está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-04028/2026 e BR-01576/2026. Foram entrevistadas 1.550 pessoas em 62 municípios potiguares, entre os dias 12 e 14 de junho de 2026. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Vereador é alvo de cassação após “elogiar” sexo oral de servidora

Foto: Reprodução

A Câmara Municipal de Piraúba, na região da Zona da Mata mineira, abriu nessa segunda-feira (15/6) o processo de cassação do mandato do vereador e ex-presidente da Casa, Josmar Xavier (PSD), por quebra de decoro parlamentar, assédio, misoginia, intimidação funcional e abuso da condição de agente político. A abertura foi aprovada com o apoio de todos os vereadores.

A denúncia feita por Thiago Crivellari, marido de uma das supostas vítimas, menciona alguns casos em que o político teria tido comportamentos não condizentes com o cargo que ocupa.

Entre os mencionados estão que ele teria afirmado que Alessandra Crivellari, esposa de Thiago, começou a trabalhar na Câmara, em 2025, como “cabo de vassoura” e que, em 2026, ela estava “boazuda”.

Outra servidora, que estava fazendo um tratamento odontológico por ter um dente no palato, teria ouvido que o seu marido não a deixava por esse dente extra ser responsável por um suposto diferencial no sexo oral.

“Não se trata de excessos verbais isolados, de ‘brincadeiras’ de mau gosto ou de meras faltas de urbanidade. Suas ações revelam padrão estável de humilhação pública, sexualização, deslegitimação de liderança feminina e intimidação funcional contra servidoras da Casa Legislativa”, afirmou a denúncia.

A presidente da Câmara, Simone Alvim (União Brasil), afirmou que a Casa “está toda unida no mesmo pensamento, todos os vereadores e vereadoras, em fazer o que é certo”.

Na segunda-feira (15/6), foi sorteada a comissão processante e os processos serão seguidos, ouvindo testemunhas, a defesa do acusado e, posteriormente, tomando as providências cabíveis.

Vereador nega acusações, mas diz que vai renunciar ao cargo

O vereador Josmar Xavier disse ter sido pego de surpresa com a denúncia e alegou que ainda vai conversar com seu advogado sobre a situação.

“Ninguém nunca falou nada. Uma das reclamantes é uma pessoa que saia comigo para tomar cerveja, que levava para a festa, que tinha muita intimidade”, argumentou.

Ele também alegou que vem passando por problemas de saúde, tanto dele mesmo, quanto em sua família, e que, por isso, vai protocolar a sua renúncia.

“Já vinha tomando a decisão (antes da denúncia), por conta dos problemas familiares, de me afastar da vereança”, afirmou.

 

Metrópoles

 

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *