O aumento da carga tributária do setor de bebidas frias –que abrange cervejas, refrigerantes e isotônicos– será feita de forma escalonada em três vezes, informou a Receita Federal nesta segunda-feira (26).
A elevação, no entanto, ainda não tem data definida, nem quais os percentuais, segundo a Receita. “Vai ser escalonado, mas não se decidiu sobre os percentuais”, disse o coordenador de estudos tributários e aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Rodrigues.
Em abril, o governo havia anunciado a alta de IPI e do PIS/Cofins sobre o setor, atualizando o redutor que define a tributação, e com expectativa de receitas extraordinárias de R$ 1,5 bilhão. A elevação começaria a vigorar em 1º de junho.
Mas, em 13 de maio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou atrás após os fabricantes ameaçarem subir os preços dos produtos, o que dificultaria ainda mais o trabalho da área econômica no controle da inflação.
Na ocasião, o ministro havia dito que a alta dos impostos, quando fosse adotada, ocorreria de forma gradual.
UOL
Foto: Arquivo/STF
Eu sou a favor que os impostos com bebidas, multas, infrações sejam muito altas, e que as necessidades básicas tenham impostos baixos.. para equiparar receitas.