
Foto: Rogério Lameira/Rede Amazônica
O Amapá chegou ao 5º dia de apagão energético. Durante a madrugada e a manhã deste sábado (7), o fornecimento de energia foi retomado na maior parte dos bairros da capital e em algumas áreas de Santana, na Região Metropolitana de Macapá. O Ministério de Minas e Energia informou que conseguiu conectar a rede do Amapá ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
Quase 90% da população do Amapá – cerca de 765 mil pessoas – ficou sem energia elétrica na terça-feira (3). Um incêndio atingiu a principal subestação do estado, que alimenta 13 das 16 cidades amapaenses. Com a falta de eletricidade, houve problemas no fornecimento de água potável e ainda falhas nas telecomunicações, além de filas nos postos de combustíveis e prejuízos ao comércio.
O Ministério de Minas e Energia (MME), que lidera os serviços de retomada da energia no estado, previa ter fornecimento para até 70% do estado nesta madrugada. Na sexta-feira (6), um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou com equipamentos para ajudar nesse retorno.

Foto: Ronaldo Brito/Rede Amazônica
Em nota na manhã deste sábado, o MME informou que concluiu os reparos em um dos transformadores da Subestação Macapá, o que permitiu o início gradativo do atendimento aos consumidores amapaenses. Ainda de acordo com o MME, até 9h30, 33% da carga típica para o horário estava sendo atendida.
Na sexta-feira, Domingos Andreatta, secretário adjunto de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME), informou que o transformador iniciou à noite o teste para energização. Se o processo desse certo, o órgão garantia energia para quase 70% do estado ainda neste sábado.
“A gente estava acompanhando todas a ações para que a gente conseguisse retornar com o transformador, que tá disponível na subestação para que ele possa ser energizado entre hoje e amanhã […]. A expectativa é que a gente consiga atender, com a energização e [a hidrelétrica] Coaracy Nunes, em torno de 60% a 70% da carga”, informou, no início da noite, em uma entrevista para a imprensa.
Andreatta não detalhou, no entanto, quais áreas inicialmente seriam energizadas no estado.
“A ideia é que, a partir do início do tratamento do óleo, de 6 a 8 horas teremos o resultado se a gente consegue energizar esse transformador, ou não. A máquina ainda estava aquecendo, e o óleo ainda não tinha começado a ser filtrado. Outra máquina de filtragem está chegando para que a gente possa acelerar o processo”, detalhou.
G1
A pergunta q se faz: pq a empresa privada de energia Isolux (espanhola) que contrala e distribui a energia no Amapá não resolve o problema? Chamaram a "ineficiente " eletrobras (ESTATAL) pra resolver a falta de energia.
Tem idiota privatista q nessa hora deve se esconder no bueiros.
Isso faz lembrar do apagão de 2018, causado pela empresa privada State Grid (chinesa). Quem só pensa em dinheiro é incapaz de pensar em qualidade e segurança do sistema.
Não sobrou um brechinha pra culpar Bolsonaro? Que milagre!
Muito bom ter a liberdade pra reclamar usando a telefonia privada.