O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, será ouvido ainda esta semana na investigação de fraudes na saúde do Rio de Janeiro, após decisão do Superior Tribunal de Justiça.
O governador foi um dos alvos nesta terça-feira (26) da Operação Placebo, da Polícia Federal, sobre suspeitas de desvios na Saúde do RJ para ações na pandemia de coronavírus.
Endereços ligados a Witzel e sua mulher, Helena, foram alvos de mandados de busca e apreensão autorizados pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ. Outro alvo foi a Organização Social Iabas, contratada pelo governo do RJ para a construção de sete hospitais de campanha no estado no combate contra o novo coronavírus.
Outra operação, há duas semanas prendeu cinco pessoas, entre elas o empresário Mário Peixoto, que tem contratos de R$ 129 milhões com o governo do RJ. Após essa operação, a Lava Jato no Rio enviou citações a Witzel para a Procuradoria-Geral da República.
E os governadores do consórcio nordeste, os espertalhões petralhas, "não desconfiaram" em colocar milhões de reais de pessoas carentes do nordeste, na mão de um espertalhão que já tinha feito um desfalque no SPFC, pra compra de respiradores e diminuir a mortandade do corona? É isso no que dá eleger governadores, no mínimo, incompetentes, porquê a meu ver, isso foi um ato com propósito de desvios financeiros de dinheiro público escancarado, nem uma criança faria um ato irresponsável e negligente desse. O MP, a PF e os blogs isentos, terão que cobrar a punição dos autores, os impedimento dos mandatos eletivos e suas prisões. É inconcebivel, milhares de pessoas morrendo pela falta de equipamentos, já pagos irregularmente, e não recebidos para reduzir essas mortes de inocentes vitimas desse complô.
Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro, estaria sendo pressionada a fechar um acordo de delação premiada após se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (10).
Segundo a coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, Karina chegou a ser procurada por lideranças evangélicas, que sugeriram que ela negociasse uma delação no caso envolvendo a produção do filme.
A produtora é proprietária do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e da Academia Nacional de Cultura (ANC), também alvos da PF.
Karina, porém, resiste à possibilidade. De acordo com a coluna, ela tem dito às pessoas que sugeriram o acordo que não teria o que delatar, por considerar que não fez nada de errado.
O ministro Alexandre de Moraes anunciou que fará um pronunciamento público às 11h desta quinta-feira (10).
A declaração ocorre um dia após o presidente do STF, Edson Fachin, marcar para 15 de setembro a sessão plenária para discutir eventual abertura de investigação contra Moraes por sua relação com Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Os ministros vão analisar se o relatório da Polícia Federal, que reúne mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro, apresenta indícios suficientes para a abertura de inquérito. As mensagens indicam que o banqueiro pedia ao ministro atuação junto ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para conter o avanço das investigações sobre o banco.
Fachin também retirou Moraes da relatoria do Inquérito das Fake News e assumiu as investigações. Os atos já praticados foram mantidos, enquanto ações penais com denúncia recebida continuam sob relatoria de Moraes.
PF investiga desvio de emendas de Mario Frias para ONGs ligadas à Karina Gama, produtora de “Dark Horse” (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress e Reprodução/YouTube)
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10) uma operação para investigar suspeitas de desvio de R$ 2 milhões em emendas parlamentares destinadas pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP) a organizações ligadas a Karina Ferreira da Gama, produtora de “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A operação, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF, cumpre 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. Entre os alvos estão Frias e duas ONGs comandadas por Karina: o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC). O celular do deputado foi apreendido. A Go Up, produtora responsável pelo filme, não é alvo dos mandados.
Segundo a PF, há suspeita de que uma organização formada por agentes públicos e privados tenha direcionado recursos das emendas para empresas subcontratadas irregularmente, sem comprovação da prestação dos serviços. Os investigadores apontam ainda tentativas de ocultar os supostos desvios até julho deste ano.
Em maio, Frias negou ao STF que as emendas tivessem sido destinadas ao financiamento de “Dark Horse”. O filme também é investigado por suposto financiamento de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Segundo reportagem do Intercept Brasil, Vorcaro teria repassado ao menos R$ 61 milhões ao projeto em 2025, após negociações intermediadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).
A crise no STF acendeu o alerta no PT sobre possíveis impactos na campanha de Lula. Com pesquisas apontando avanço de Flávio Bolsonaro e empate técnico na disputa presidencial, a direção petista convocou reuniões de emergência para discutir uma reação a menos de um mês do primeiro turno.
O presidente do PT, Edinho Silva, terá encontros nesta quinta-feira (10) com a Executiva Nacional e partidos da base. Na sexta (11), a reunião será com centrais sindicais.
Segundo a Folha de S.Paulo, aliados reclamam da demora da campanha para reagir à crise, da pouca mobilização de movimentos sociais e sindicatos, da falta de material e do atraso na distribuição de recursos partidários.
A Polícia Federal cumpre 49 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (10) em uma operação voltada a apurar o financiamento do filme “Dark Horse”, que relata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre os alvos da ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), batizada de “Make Up”, estão a produtora do longa, Karina Gama, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP). Duas entidades ligadas a Karina, o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC), também são alvos de buscas.
O inquérito era de São Paulo, mas foi designado para o Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Flávio Dino e não inclui mandados de prisão. De acordo com a PF, a investigação apura um esquema de desvio de recursos públicos de emendas parlamentares operado por uma organização criminosa de agentes públicos e privados. O grupo teria direcionado repasses a uma organização da sociedade civil para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação de prestação de serviços.
A corporação apontou movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas do esquema e identificou tentativas de ocultação de valores até julho deste ano. Os investigados respondem por crimes licitatórios, peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
O filme “Dark Horse” é alvo de duas frentes de investigação no STF: o inquérito com Flávio Dino investiga o uso irregular de dinheiro público e emendas direcionadas à produção, enquanto um segundo inquérito, relatado por André Mendonça, apura repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro feitos a pedido de Flávio Bolsonaro e o caminho percorrido por esses valores.
Carlos Moura/Agência Senado/Mateus Bonomi/Anadolu/Getty Images)
Em um novo levantamento do Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil analisado e divulgado até a última terça-feira (8), Flávio Bolsonaro (PL) apareceu à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um provável cenário de segundo turno, marcando 45% das intenções de voto contra 44% do atual chefe do executivo.
No primeiro turno, marcado para 4 de outubro e a menos de um mês de sua realização, Lula detém 38% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro registra 33%. A votação da segunda etapa do pleito está prevista para 25 de outubro.
O apresentador e jornalista William Waack avaliou, em seu programa na CNN Brasil, o aprofundamento da crise institucional instalada no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Waack, a Corte, que já foi apelidada por Flávio Dino de “Supremo Futebol Clube”, enfrenta um período de forte desgaste após o rompimento da harmonia entre os magistrados em relação a investigações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O estopim para uma mudança de postura do presidente do STF, ministro Edson Fachin, ocorreu após pressões públicas, incluindo críticas abertas feitas pelo ministro Flávio Dino sobre os rumos do inquérito das fake news. Em resposta, Fachin buscou “pôr a bola no chão” ao anunciar medidas de impacto interno.
“Os ministros pareciam atuar juntos para manter alto o esforço de preservar o STF, os poderes e embaixo as investigações. Ainda assim, elas [as investigações] fizeram muita coisa mudar. O clube se desfez, virou uma arena de luta livre, tipo vale tudo. Chute nas partes íntimas, furo ao olho, principalmente por quem se achava na condição de escolher a modalidade esportiva do clube e como atuar. Hoje, o presidente dessa agremiação, Edson Fachin resolveu tentar pôr a bola no chão. Reagiu depois de ter sido apeado do cargo por Flávio Dino”, comentou Waack.
Entre as decisões anunciadas por Fachin, destaca-se a intenção de retirar Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news e submeter ao plenário a abertura de investigação contra o próprio Moraes, apontado como o principal símbolo da crise institucional atual. Fachin também busca lidar com o comando da Polícia Federal em meio a críticas contundentes à condução de inquéritos.
Concluindo a análise, Waack avalia que o “Supremo Futebol Clube” parece ter encerrado a fase de tomadas de decisão isoladas, enquanto a opinião pública manifesta forte rejeição ao espetáculo institucional vigente.
Fotos: Adriano Machado/Reuters e Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Funcionários da Caixa Econômica Federal iniciam nesta quinta-feira (10) uma greve nacional por tempo indeterminado, mesmo com a continuidade das negociações. A mobilização foi desencadeada após assembleias em todo o país rejeitarem em mais de 90% a proposta anterior da instituição financeira, o que forçou a promessa de uma nova oferta pelo banco ainda hoje.
O principal ponto de conflito gira em torno do plano de saúde. A categoria exige a exclusão do teto de custeio patronal, atualmente limitado a 6,5% da folha de pagamentos, e reivindica o retorno ao modelo anterior, que dividia a cobertura em 70% pagos pela Caixa e 30% arcados pelos funcionários.
Enquanto a Caixa enfrenta greve geral, o Banco do Brasil registra uma paralisação parcial nesta quinta-feira. O cenário contrasta com a situação dos bancos privados, cujos bancários aceitaram a proposta da federação patronal que assegura a reposição integral da inflação acrescida de ganho real de 0,60% para salários e verbas referentes aos anos de 2026 e 2027.
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora no quadro de frequentes crises de soluço, causadas por sequelas e inflamações no sistema digestivo decorrentes da facada sofrida em 2018 e das várias cirurgias abdominais já realizadas.
Segundo interlocutores da família, o regime de prisão domiciliar tem colaborado de forma paulatina para a recuperação de sua saúde. Paralelamente, o ex-mandatário mostra-se mais concatenado com os acontecimentos políticos, mantendo-se informado sobre os fatos e a evolução da candidatura do filho, Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República.
O benefício da prisão domiciliar foi concedido em março pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que atendeu a um pedido da defesa. Na ocasião, os advogados sustentaram que Bolsonaro, então em tratamento contra uma pneumonia bacteriana no Hospital DF Star, não apresentava condições clínicas de retornar ao cárcere devido ao agravamento de seu estado geral de saúde.
Com informações da coluna de Mônica Bergamo / Folha de São Paulo
A reunião extraordinária marcada pelo Supremo Tribunal Federal para a próxima terça-feira (15) ultrapassa o destino do ministro Alexandre de Moraes e inaugura um marco inédito na história da Corte: a deliberação coletiva sobre a possibilidade de um magistrado ser formalmente investigado.
O clima interno é de alerta máximo sob o receio de um efeito dominó, resumido nos corredores pelo aviso de que, “se puxar um, vai ser um arrastão”. O escândalo gira em torno das conexões com o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master, prometendo uma sessão tensa apelidada nos bastidores de “Jogos Vorazes”.
Os Três Eixos da Investigação Coletiva
A pauta do plenário colocará sob escrutínio a conduta de outros três ministros citados em ramificações do caso:
André Mendonça
O atual relator do caso Master enfrenta questionamentos sobre sua permanência na condução dos processos. Pesa contra ele a revelação de que recebeu Vorcaro em seu escritório particular para discutir precatórios que tramitavam no tribunal, somada às acusações de Moraes sobre eventual perda de imparcialidade.
Kássio Nunes Marques
Alvo de apurações sobre mensagens encontradas no celular do banqueiro. O foco recai também sobre repasses financeiros: seu filho, Kevin de Carvalho Marques, de 25 anos, recebeu R$ 281,6 mil entre 2024 e 2025 da Consult Inteligência Tributária, empresa que faturou R$ 6,6 milhões do Banco Master no mesmo período. Kevin acumulou R$ 27,7 milhões em fundos de investimentos.
Luiz Fux
Questionado sobre sua isenção para julgar Moraes devido a vínculos de seu filho, Rodrigo Fux, com Vorcaro. Registros apontam que Rodrigo esteve na área VIP do camarote Alma Rio, na Sapucaí, a convite do banqueiro, além de ter participado de uma degustação exclusiva de uísque em Nova York custeada por ele.
Movimentos de Fachin e Desdobramentos no Plenário
A decisão do ministro Edson Fachin de agendar o plenário para a próxima semana foi vista internamente com alívio sob o argumento de que “as coisas precisam acontecer”. A manutenção de Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal também foi bem recebida para evitar um vácuo de poder e descontrole institucional.
Apesar disso, Fachin enfrentará pressões para atrair o inquérito do Banco Master para o Plenário, tirando-o da Segunda Turma e abrindo caminho para o sorteio de um novo relator.
Outro ponto de tensão envolve a presença física de Alexandre de Moraes e André Mendonça na sessão, cujo confronto direto é avaliado por ministros como um risco de grande instabilidade.
Com informações da coluna Andreza Matais / Metrópoles
E os governadores do consórcio nordeste, os espertalhões petralhas, "não desconfiaram" em colocar milhões de reais de pessoas carentes do nordeste, na mão de um espertalhão que já tinha feito um desfalque no SPFC, pra compra de respiradores e diminuir a mortandade do corona? É isso no que dá eleger governadores, no mínimo, incompetentes, porquê a meu ver, isso foi um ato com propósito de desvios financeiros de dinheiro público escancarado, nem uma criança faria um ato irresponsável e negligente desse. O MP, a PF e os blogs isentos, terão que cobrar a punição dos autores, os impedimento dos mandatos eletivos e suas prisões. É inconcebivel, milhares de pessoas morrendo pela falta de equipamentos, já pagos irregularmente, e não recebidos para reduzir essas mortes de inocentes vitimas desse complô.
BG.
Aí a ptRALHADA fica dizendo que foi Bolsonaro que mandou a PF. São uns babacas mesmos esses adoradores de quadrilha . Foi o STJ manes e ciganos.