Comportamento

ARTIGO: Enfim, a hipocrisia, por Marcus Aragão

Ficamos revoltados quando maltratam um doguinho ou gatinho mas aceitamos as vacas, porcos e aves serem trucidados e torturados. Abatidos, ok. Torturados, é bem diferente. Não sou vegano mas já pensei se deveria ser. Porque não é sobre comer para sobreviver, não é sobre atender uma demanda simplesmente. É sobre requintes de crueldade. Você sabe como é feito o foie grass? Com gansos imóveis recebendo quantidades imensas de macarronada através de funis diretamente no estômago. Tudo para o fígado (foie) crescer enormemente; Ou, como algumas vacas ficam em confinamento completo — sem poder andar e são levadas a morte por exaustão? É chato falar sobre isso mas imagina viver isso.

Você se sente confortável com os animais sentindo dor? Será que é mimimi meu? Mas não é mimimi dos animais, certo? Se você é mulher e já foi mãe, pode imaginar o impacto do vácuo das teteiras elétricas de sucção nos mamilos.

Não tenho todas as respostas nem tenho essa pretensão — só não abro mão das perguntas. Tenho muitas. Fui abençoado com o dom da dúvida. Como dizia o filósofo — Só existe certeza na ignorância. Quando se pensa, a dúvida se instala.

O que devemos fazer sobre os animais? Bem, pensar a respeito já é um bom começo. Sobre essa questão resolvi apenas acrescentar o leite de castanha na minha dieta e duas vezes por semana, fazer refeições sem proteína animal — Como não posso fazer tudo, farei uma pequena parte de cada vez.

Já que nossa hipocrisia é ampla e irrestrita vamos estender nosso pensamento para outras frentes:

Somos contra a violência mas apoiamos a intolerância;

Queremos sempre a verdade e repetimos fake news convenientes;

Pregamos a ética e a amizade mas visamos o lucro. “Amigos, amigos. Negócios a parte” — não seria essa uma hipocrisia quase naturalizada verdade? Pode ser.

A nossa hipocrisia é fácil perceber mas e nos outros? É mais difícil do que você imagina.

O autor Malcolm Gladwell, em seu livro Falando com Estranhos, analisa a dificuldade de interpretar o que os outros dizem. Veja, por exemplo, o primeiro ministro da Inglaterra, Neville Chamberlain, quando esteve reunido com Hitler, garantiu que o líder alemão jamais entraria numa guerra. O mesmo aconteceu com Halifax, secretário britânico de Relações exteriores, depois chegou a ser primeiro ministro: “Hitler não quer ir a guerra e está aberto a negociar a paz”. Idem, Nevile Henderson, diplomata inglês que se encontrou com o Füher inúmeras vezes pois foi embaixador na Alemanha: “Hitler odeia a guerra tanto quanto qualquer um”. Ora, ora, se personalidades com elevado grau de instrução são tão facilmente enganadas pelas palavras, imagine o popular com baixa escolaridade — seja ele inglês, brasileiro ou alemão.

Hitler era o hipócrita. Chamberlain, Halifax e Henderson não estavam sendo falsos — estavam sendo sinceros porém, iludidos — Aqui está um problema maior que a hipocrisia. Quando estamos iludidos nem hipócritas conseguimos ser.

É provável que consigamos sair da própria hipocrisia apenas com exame de consciência. Para não sermos manipulados nos negócios ou na vida pessoal é preciso focar nas ações das pessoas — palavras podem não ter compromisso com a verdade.

Nos próximos dias vamos combater a nossa hipocrisia e a do outro que tenta nos manipular. Sei que você pode está concordando com o texto — Mas vai colocar em prática??? Hum? Vai ou não?

Marcus Aragão
Publicitário
@aragao01

Opinião dos leitores

  1. Parabéns parabéns e parabéns!! Hipocrisia é o câncer de qualquer nação!! Concordo com tudo isso escrito e falado!! O problema disso tudo é que por exemplo se você pode substituir leite de vaca por leite de castanha isso é fenomenal, assim como outros tipos de comidas que não venham a ferir o reino animal e a dignidade.
    O problema disso tudo é que a FOME está na cadeia acima de tudo isso e que o leite da vaca de cada dia é o que salva muitos sereszinhos Brasil afora. ( mesmo que isso seja pelo programa do leite )
    Poxa como queria ter nascido num país justo com políticas iguais para todos.
    Brasil país ainda tupiniquim e o pior ainda na pandemia já podemos dizer que agora já podemos ver a olhos nus a CASTA ( Judiciário, legislativo e executivo ) estamos igual ou pior que a Índia em termos de sociedade
    Mesmo quem esteja nascendo agora hoje ainda não vai encontrar esse país igual para todos.
    É triste mais e verdade! Apenas com o voto se muda.
    Desculpe ainda não sabemos votar!
    Peçamos ajuda divina para as tão temíveis REFORMAS REFORMAS para alguns é claro.
    Viva a democracia fruta madura que nunca amadurece.

  2. Enfim, a hipocrisia, por MARCUS ARAGÃO. É o ponto de vista do autor que podemos concordar, ou não. A hipocrisia surge , também, quando contrariamos com agressões desnecessárias. Parabéns Marcus.

  3. Já tinha pensado sobre isso mas você conseguiu desenvolver o raciocínio perfeitamente. Muito bom .

  4. Pura verdade. Eh bem mais fácil seguir a onda da hipocrisia do que refletir e tentar mudar. Parabéns pelo texto. ????

  5. Texto claro e pertinente. Realmente se faz o maior mi-mi-mi com gatos e cães, mas não nos lembramos do quanto deve sofrer uma rês na hora do abate. Parabeniza o autor pelo excelente artigo.

  6. Não…..

    Os ministros ingleses não foram verdadeiros ou falsos, foram covardes, e os nazistas? Corajosos ou irresponsáveis, não saberei responder.
    Mas posso dizer que até Stalin fez um pacto de não agressão com os nazistas e quase perdia a união soviética.
    A França tinha uma tática defensiva sem audácia, os nazistas se intupiam de drogas e avançaram com rapidez e coragem.
    Quando Churchill sozinho, deu coragem a Europa, foram eles, os ingleses sozinhos que combateram o nazismo, os Estados unidos também foram covardes, o problema estava longe era cômodo, os verdadeiros heróis foram os ingleses.
    Sou vegano também, não por escolha, mas por minha saúde não permitir ingerir mais proteína animal.
    Se eu tenho dó de um cachorro e não de um carneiro ou coelho ou cobra, sou hipócrita?
    Nossos antepassados não evoluíram procurando harmonia, eles eram elites, desde Hipócrates, passando por Marx e engels, grandes escritores e músicos, nunca absolutamente nunca, com poucas exceções, se acomodaram com a elite. Isto está errado? Eles são hipócritas? Não, eles são ser humanos é assim o que somos, o que gastamos com armas daria para acabar com a fome no mundo e ainda sobrava.
    A diferença da verdade ou da mentira, está na coragem

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Brasil

[VÍDEO] “O BRASIL ODEIA VOCÊS”: Nikolas reage em tom indignado ao resultado da sessão do STF que terminou sem decidir sobre investigação de Moraes


O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu ao fim da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (156, que terminou sem uma decisão definitiva sobre a possível abertura de investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Nikolas criticou a condução do julgamento e afirmou: “Minha paciência acabou. Depois de seis horas de circo, você tem o ministro Alexandre de Moraes votando para ver se ele pode ser investigado ou não”.

Na sequência, o deputado atacou Moraes e outros integrantes da Corte e afirmou: “O Brasil odeia vocês”. Nikolas também fez críticas ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e chamou o ministro Gilmar Mendes de “boca de sapo”.

Com informações do Metrópoles

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Judiciário

[CHARGE] ACABOU EM PIZZA? Desenho ironiza sessão sem desfecho no STF

Charge de @arturpiva Recista Oeste

Uma charge de Artur Piva publicada pela Revista Oeste ironiza o desfecho da tumultuada sessão desta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF), encerrada sem uma decisão sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no Caso Master.

No desenho, Flávio Dino aparece com um copo de uísque na mão e uma garrafa de Macallan sobre a bancada, enquanto diz: “Peço pizza, excelência!”. Ao redor dele, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin também seguram copos e acompanham a cena.

A provocação faz referência ao pedido de vista apresentado por Dino, que suspendeu o julgamento quando o placar estava em 4 a 3 contra a união dos casos de Moraes e André Mendonça. A “pizza” simboliza o temor de que, depois de horas de bate-boca e acusações, a crise termine sem uma resposta definitiva

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Judiciário

VOTO DECISIVO: Empate pode dar a Fachin poder para decidir julgamento de Moraes, mas regra divide juristas

Crédito: Fellipe Sampaio /SCO/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, poderá ter o voto decisivo se houver empate no julgamento que analisa a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. A possibilidade ganhou força depois que Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli deixaram a votação.

Pelo regimento do STF, quando o empate ocorre por causa da ausência de ministros impedidos ou suspeitos, o presidente tem o chamado “voto de qualidade” e pode desempatar o julgamento.

A aplicação da regra, porém, não é consenso. Quatro juristas consultados pelo UOL afirmaram que existe margem para interpretação por causa do caráter inédito do caso. A principal dúvida é se as questões discutidas devem ser tratadas como matéria penal — situação em que o empate favorece o investigado — ou administrativa.

O julgamento desta terça-feira (15) não tinha como objetivo decidir se Moraes é culpado ou inocente, mas sim se existem elementos suficientes para abrir uma investigação sobre a relação do ministro com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

A sessão terminou terminou com o placar de 4 a 3 para manter separada a análise dos casos de Alexandre Moraes e André Mendonça envolvendo o caso Master, mas com o pedido de vistas do ministro Flávio Dino não houve uma definição não de o rito que será seguido pelo STF.

Dino havia votado para unir os processos, empatando o placar em 4 a 4, mas com a solicitação de mais prazo para examinar o remar, o voto foi desconsiderado pelo presidente Edson Fachin.

Com informações do UOL

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Brasil

ESTRAGO POLÍTICO: Moraes ganha tempo, mas sai enfraquecido; Lula pode pagar preço eleitoral

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) terminou sem uma decisão sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, após pedido de vista de Flávio Dino. Apesar de ganhar tempo, Moraes saiu politicamente enfraquecido, segundo análise da coluna de Igor Gadelha, no portal Metrópoles.

Antes da suspensão, o placar estava em 4 a 3 contra a proposta de julgar em conjunto os casos de Moraes e André Mendonça. O resultado indica que o grupo aliado de Moraes pode não ter maioria para impedir a abertura da investigação, principalmente se o próprio ministro não puder votar na análise do mérito.

A avaliação é de que a sessão também foi ruim para Lula no campo eleitoral. A atuação de Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin em defesa de uma análise conjunta deve ser explorada pela campanha de Flávio Bolsonaro para tentar ligar o presidente ao grupo favorável a Moraes no STF.

Aliados avaliam que, com a disputa presidencial apertada, Lula terá de se afastar publicamente de Moraes para reduzir o desgaste. Já a campanha de Flávio acredita que o senador pode sair ganhando qualquer que seja o resultado final do julgamento.

Com informações do Metrópoles.

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Judiciário

Bate-boca no WhatsApp: Fux manda Gilmar Mendes “não encher o saco” após cobrança no STF

Foto: Alejandro Zambrana/STF

Uma troca de mensagens pelo WhatsApp entre os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux expôs o clima de tensão entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).

Gilmar cobrou de Fux uma “postura institucional” e criticou uma suposta atuação conjunta com André Mendonça e Nunes Marques para pedir o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. “Isto revela qq coisa menos postura institucional. Espero que nao se repita”, escreveu.

Fux reagiu: “Pra cima de mim não. Ninguém nesse mundo diz pra mim como agir”. No dia seguinte, Gilmar voltou a cobrar o colega: “Fux, soh cuide de atuar como Presidente da turma”.

A resposta veio em tom direto: “Bom Dia. Cuide de não encher meu saco!”

Com informações do Metrópoles 

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Geral

[VÍDEO] Styvenson mostra marca de tiro em carreta de exames e diz que população vai ficar sem atendimento

Reprodução

O senador Styvenson Valentim (Podemos), em vídeo publicado nas redes sociais, mostrou uma marca de tiro na carreta de exames de imagem instalada em frente a uma escola municipal, no bairro de Felipe Camarão, na Zona Oeste de Natal.

De acordo com o senador, a estrutura foi adquirida com recursos de emendas parlamentares e integra um projeto para ampliar a oferta de exames de imagem na capital. No vídeo, Styvenson critica o disparo e alerta para o risco de danos aos equipamentos.

“Essa carreta vai servir pro teu filho, cara, vai deixar de atender tua mulher, tua mãe, tua avó”, afirmou o senador se dirigindo ao autor desconhecido do tiro. Ele citou ainda equipamentos como tomógrafo e ultrassonografia e destacou que um eventual dano poderia interromper o atendimento à população.

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Geral

SEM DEFINIÇÃO: STF encerra sessão sem decidir como julgará casos de Moraes e Mendonça

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou nesta terça-feira (15) a sessão extraordinária que discutiu a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes por mensagens trocadas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A Corte também não definiu se o caso será analisado separadamente ou junto ao processo que envolve a atuação do ministro André Mendonça.

Na segunda parte da sessão, os ministros analisaram uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes para reunir os processos envolvendo Moraes e Mendonça e levar a análise conjunta ao plenário no dia 23 de setembro.

Flávio Dino pediu vista, interrompendo o julgamento. Antes do encerramento, Luiz Fux e Cármen Lúcia anteciparam seus votos. A sessão terminou sem uma decisão definitiva sobre a questão de ordem.

O julgamento foi marcado por bate-bocas entre os ministros. Gilmar Mendes e André Mendonça elevaram o tom durante uma discussão sobre o procurador-geral da República, Paulo Gonet. Gilmar acusou Mendonça de fazer ilações contra Gonet e falou em “desfaçatez”. Mendonça respondeu: “Me respeite”.

Também houve divergências sobre a condução dos processos relacionados ao Banco Master. Dino questionou a decisão de Fachin de assumir a relatoria e criticou a condução da sessão.

Kassio Nunes Marques se declarou impedido de participar do julgamento, enquanto Dias Toffoli alegou suspeição. Os dois ficaram fora da votação.

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Judiciário

[VÍDEO] “EU NÃO CONSIDERO CONEXOS”: Mendonça diferencia caso dele do julgamento de Alexandre de Moraes


Ao defender a manutenção da sessão desta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar o pedido de abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, o ministro André Mendonça afirmou que não considera o caso dele “conexo” com o de Moraes.

“Entendo não haver as mesmas bases fáticas. O que há em relação a mim foi um suposto relatório de inteligência ilegal com monitoramento e coleta seletiva de dados de ministros deste tribunal e outras autoridades numa atividade própria de uma PF paralela”, disse Mendonça.

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Judiciário

[VÍDEO] “EU ME SINTO ENVERGONHADA”: Cármen Lúcia pede “desculpas ao povo brasileiro” pela crise no STF


A ministra Cármen Lúcia fez duras críticas à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) durante a sessão desta terça-feira (15) e afirmou estar profundamente “envergonhada” com a situação vivida pela Corte em razão da crise instaurada pela repercussões do caso do Banco Master.

“Eu me sinto um pouco até envergonhada”, declarou a ministra, ao avaliar que o STF provocou um “mal-estar cívico” entre os brasileiros nos últimos dias. “Peço desculpas ao povo brasileiro, porque queria ter sido melhor em ajudar a acalmar as coisas, mas não consegui”, completou.

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Geral

[VÍDEO] BARRACO: “Me respeite”: Gilmar e Mendonça elevam o tom em bate-boca no STF

Durante a sessão do STF que analisa nesta terça-feira (15) a abertura de investigação sobre as mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Gilmar Mendes e André Mendonça protagonizaram mais um bate-boca no plenário.

Ao defender o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Gilmar classificou como “leviandade” as ilações contra ele e falou em “sentimento policialesco”. Mendonça levantou o tom de voz e reagiu. Gilmar rebateu: “É impressionante a desfaçatez desse sujeito. A desfaçatez de Vossa Excelência. Me respeite, ministro André”. Mendonça respondeu: “Aqui não tem choro, não. Respeite”. Flávio Dino chegou a cobrar uma intervenção do presidente Edson Fachin.

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