Diz-se que a pandemia de Covid19 veio para dar um reset no mundo, na vida, na humanidade, como conhecíamos. As pessoas ficariam mais espiritualizadas e uma nova humanização na forma de pensar e agir seriam as consequências naturais advindas a todos.
Mudanças de hábitos como higienizar as mãos frequentemente, limpar as compras, usar máscaras, distanciamento social nas filas e locais, e algumas outras medidas passaram a fazer parte do cotidiano.
A revolução nas formas de trabalho remoto, com o uso intenso de sistemas de videoconferência, em home office, deram o tom para aquisição de novas habilidades pessoais, como cozinhar para a família, ler, escrever, fazer lives.
O número de separações entre casais que mal se encontravam dentro de casa também aumentou bastante. Descobriram que viver juntos e muito perto diariamente não trazia mais felicidade.
As crianças tiveram que trocar os games on line por aulas virtuais, remotas, onde a interação com os professores e colegas é mínima. O parquinho escolar deixou de ser o palco de brincadeiras na hora do recreio. O lanche passou a ser um ato solitário dentro dos quartos ou cantinhos de estudos.
As vacinas trouxeram a esperança do retorno à vida normal, aquela anterior à pandemia, aos velhos hábitos de apertar as mãos de desconhecidos e abraçar os conhecidos e parentes sem medo de contaminação.
Porém, diante de todas as graves perdas pessoais e dos incomensuráveis prejuízos econômicos acarretados pela pandemia, as autoridades ainda passaram a criar protocolos de convivência e a exigir que todos se vacinassem, sob pena de restrições à liberdade de ir e vir. Entrar em locais públicos – pertencentes ao povo, frise-se – somente mediante “passaporte vacinal”, assim chamada a carteira de vacinação.
Novos tempos, novas agonias. Adquirimos novos hábitos para sobreviver, mas nos impuseram exigências que solapam nossa liberdade individual, e impedem o exercício mais básico dos direitos humanos: o livre arbítrio.
O reset está em curso, mas quantos ficaram mais espiritualizados? Quantos pobres deixaram de morrer por conta dessa nova humanização? Melhoramos como espécie? Ficamos mais resilientes? Nossos filhos e netos ainda terão o futuro que era sonhado e imaginado até o fim de 2019?
As respostas dependem da “visão de mundo” de cada um. A vida prossegue entre restrições e passaportes, máscaras e álcool a 70%, pois a esperança é o que distingue a raça humana das outras espécies.
TATIANA MENDES CUNHA
ADVOGADA

Bom, na pandemia os bolsonaristas perderam a vergonha de vez. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tdos devem estar fazendo tratamento com pisicanalistas pra aguentar mudar tanto as convicções. kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bla bla bla para se promover, cadê que essa ADVOGADA, questiona os 60 dias de férias + 15 de férias forense do JUDICIÁRIO??? …. Fazendo média , para se auto promover , agora advogada virou estudiosa no comportamento humano na era COVID 🤮🤮
Nova Ordem Mundial. Agenda 2030 da ONU. Se tiverem dúvidas, assistam ao discurso do ministro Luiz Fux no final do ano passado. Nem escondem mais.
Exatamente, a humanidade não aprendeu a lição, continua mesquinha e o mundo cheio de desigualdades, onde os interesses das classes dominantes prevalecem, a classe pobre cada dia mais pobre, sem acesso a quase nada. Esses continuam excluídos.
Os gestores/governantes continuam pensando e agindo com interesses próprios e eleitoreiros.
As futilidades das redes sociais cada dia aumentam e a inversão de valores .
Essa é a visão que tenho
Show doutora Tatiana excelente artigo parabéns.
Vc sabe, o BG sabe , Geri que mora no suvaco da cobra sabe, Deus e mundo sabem que a exigência da vacinas é tentar frear o vírus. Desses que falei, vc e Bg têm planos de saúde, se não os têm, ou finjam pobres e vão até a UPA de Parnamirim, do Satélite e depois escreva um texto pro blog.
Maria , seria bom que todos advogados e juízes desembargadores que defendem a não obrigatoriedade do passaporte de vacinação baseados na Constituição, formem um grupo pra atender a população GRATuITAMENTE, qdo cada um for a procura de saúde, moradia, lazer, dignidade etc tudo isso é garantido na Constituição.