As equipes de trabalho do setor de Conservação da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (Semov) estão ultimamente encontrando, além de areia e lama, papéis diversos e até capacetes de motociclistas dentro das galerias espalhadas pelos mais diversos bairros da cidade. Junto com eles, os problemas de alagamentos de ruas e avenidas e o afundamento das galerias.
De acordo com o secretário de Obras, Tomaz Neto, os serviços de limpeza e manutenção das galerias fazem parte do conjunto de trabalhos da Operação tapa buracos e esses dejetos encontrados estão piorando o quadro dos locais. “É uma quantidade absurda de lixo que encontramos nessas galerias. De cadernos inteiros até capacetes de motociclistas já encontramos. Em todas as galerias, de Norte a Sul, encontramos esse tipo de lixo”, ressaltou o titular da Semov.
Ainda de acordo com Tomaz Neto, as equipes de trabalho estão perdendo muito tempo nesses locais e afetando o serviço em outras áreas. “A Conservação está enfrentando, diariamente, esse problema. Por isso, o nosso trabalho em outros bairros sofre alguns atrasos. Um exemplo é a rua Pinheiros, em Cidade Nova, onde passamos uma semana no trabalho de limpeza. Lá também enfrentamos o problema das ligações clandestinas feitas pelos próprios moradores e que jogavam dejetos na via. Outro ponto é a rua Tenente Souza, no Pajuçara”, informou Tomaz Neto.
Locais adequados
O secretário lembra que o serviço é feito diariamente, em todas as regiões da cidade, e que a ajuda da população é imprescindível. “Sem a colaboração dos moradores, colocando o seu lixo doméstico nos locais adequados, o nosso trabalho será afetado e, consequentemente, os problemas surgirão nessas localidades. E em tempos chuvosos como agora, isso será muito perigoso”, finalizou Tomaz Neto.
… há uns 20 dias atrás o secretário disse em entrevista À rádio 96fm que o problema de alagamento da Av. Airton Senna estava resolvido, peço para o mesmo procurar ver in loco a situação em dias de chuva próximo ao supermercado Favorito. Uma vergonha.
Se o povo não tem educação e não sabe acondicionar seus dejetos de forma civilizada, é necessário que o poder público crie campanhas educativas. Infelizmente isso gera um custo ao erário, mas que a médio prazo poderá gerar economia com o serviço de limpeza e desobstrução das galerias, e menos transtornos durante a época de chuvas.
O POVO NÃO TEM EDUCAÇÃO. COLOCAR LIXO NO LIXO.
Taí um belo exemplo de como a educação de um povo, no caso a falta dela, interfere em toda a sociedade.
Esse secretário tem mesmo competência? Não conseguiu nem prever o óbvio, que foi o desabamento da Prudente. Alô, Dr. Álvaro.