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Áudios revelam potencial explosivo da mulher de Queiroz em caso das rachadinhas

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Desde o início da investigação do esquema de rachadinha, o senador Flávio Bolsonaro aposta as suas fichas nos tribunais superiores, em Brasília, para conseguir o arquivamento do caso. Ainda não se sabe se a estratégia dará certo, mas a mais recente decisão judicial favoreceu, pelo menos indiretamente, o filho mais velho do presidente da República. No último dia 14, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes restabeleceu o regime de prisão domiciliar do policial militar aposentado Fabrício Queiroz e da mulher dele, Márcia de Aguiar, apenas um dia depois de o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Felix Fischer, ter ordenado que o casal fosse preso. A decisão de Mendes teve como efeito serenar os ânimos de Queiroz e Márcia, que trabalharam no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e são considerados pelo Ministério Público testemunhas capazes de esclarecer se o Zero Um embolsou parte dos salários dos servidores na Alerj e, assim, cometeu os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

“EU NÃO ESTOU AGUENTANDO”

 

“A nossa família está desmoronada, Ana, e eu estou assim emocionalmente abalada. A minha depressão sei que voltou, porque eu vivo chorando pelos cantos. Eu vivo chorando, entendeu? Na minha vida eu sempre fui uma mulher muito forte, mas eu não estou aguentando essa onda sozinha…”

 

“Só que eu não estou aguentando, você está entendendo? Não estou aguentando. Está muito difícil, amiga, está muito difícil, está muito difícil. Só Deus sabe. Só Deus para me ajudar a seguir. Porque não tenho vontade de fazer nada, nada, nada, de fazer comida, de fazer nada. Não tenho vontade de sair. Não vontade de me arrumar. Não tenho. Cheguei a um estágio emocional, amiga, que está…”

 

“A gente não é foragido. Isso está acabando comigo, amiga, acabando. De boa mesmo. Está acabando. Está me destruindo por dentro. Eu estou aqui me desabafando, porque não consigo passar isso para ele. Porque se eu passar o estado emocional que estou, como estou falando com você, para o Queiroz, ele vai ficar desesperado. Porque a força dele é em mim aqui…”

“A minha depressão veio assim forte, porque estou exatamente desse jeito que você está vendo aqui, emocionalmente destruída, destruída. Se eu passar isso para o Queiroz, ele não vai aguentar, porque ele acha que sou forte. Só que eu não sou, como ele também não é”, diz Márcia em mensagem de áudio enviada em novembro de 2019

Amigo de Jair Bolsonaro há mais de trinta anos e suspeito de ser laranja da primeira-família da República, Queiroz nunca demonstrou interesse em revelar os seus segredos, tanto que ficou um ano escondido até ser preso num imóvel em Atibaia (SP) pertencente a Frederick Wassef, advogado dos Bolsonaro na época da prisão. A promessa de lealdade de Queiroz é simples: manter o silêncio enquanto a sua família for preservada.

Um áudio revelado pelo site de VEJA em abril passado deixou claros os termos dessa combinação. Nele, Queiroz agradece a um interlocutor não identificado: “Gratidão não prescreve, cara, não prescreve mesmo. O que você está fazendo pelas minhas filhas aí, cara, não tem preço”. Esse roteiro silente era seguido tal qual o combinado até a decretação da prisão preventiva do PM aposentado e da mulher dele, sob a acusação de obstruírem as investigações. Márcia não aceitou a cadeia e fugiu até o casal conseguir o direito à prisão domiciliar. Enquanto esteve foragida, consolidou-se entre investigadores e no entorno de Flávio Bolsonaro a percepção de que ela é o elo mais frágil dessa cadeia de blindagem, a testemunha que, sob pressão, pode revelar detalhes de como funcionou o esquema de rachadinha e, principalmente, se a família Bolsonaro se beneficiou dele.

VEJA teve acesso a mensagens colhidas no celular de Márcia, alvo de busca e apreensão em dezembro passado, que mostram ser pertinente a percepção sobre o potencial explosivo da mulher de Queiroz. Em áudios e textos trocados com a advogada Ana Flávia Rigamonti, contratada por Wassef e companhia constante de Queiroz no imóvel em Atibaia, Márcia se diz emocionalmente abalada e reclama do fato de Queiroz ser obrigado a viver escondido. Mais: insinua que o marido era coagido a se manter longe dos holofotes, das explicações e dos esclarecimentos necessários. O silêncio, portanto, não seria uma mera opção pessoal. “A nossa família está desmoronada, Ana, e eu estou assim emocionalmente abalada”, disse Márcia em novembro de 2019. Naquela ocasião, o STF estava prestes a decidir até que ponto o Coaf, o órgão oficial de combate à lavagem de dinheiro, poderia compartilhar informações com o Ministério Público. A decisão interessava aos protagonistas da rachadinha, porque poderia resultar no arquivamento do caso, o que não aconteceu. “Não estou aguentando. Está muito difícil, amiga (…) A minha depressão veio assim forte, porque estou exatamente desse jeito que você está vendo aqui, emocionalmente destruída, destruída. Se eu passar isso para o Queiroz, ele não vai aguentar, porque ele acha que sou forte. Só que eu não sou, como ele também não é.”

 

“Estou muito preocupada com o Queiroz (…) Ele anda muito abalado emocionalmente, com o stress à flor da pele (…) Ele está no limite dele. E a minha preocupação é esse stress, esse emocional dele abalado, piorar a situação dele com essa doença”, diz Márcia, em mensagem de áudio enviada em novembro de 2019

Em outro áudio, Márcia confessou a Ana Flávia que se sentia agoniada porque não podia falar sobre a sua vida com ninguém, nem desabafar com as suas amigas. Ela contou que, ao longo de um ano, teve de abrir mão de sua vida particular, privar-se de ir ao médico até para fazer exames de rotina e, em alguns momentos, não podia sequer utilizar o celular. Todas essas cautelas faziam parte das orientações dadas pelo “Anjo”, que queria manter sob segredo o paradeiro de Queiroz. O Ministério Público do Rio desconfia que o Anjo seja o advogado Frederick Wassef, que nega o apelido e a acusação nele embutida. “A nossa vida está sendo regida por ele, pelo que ele quer”, disse Márcia. “A gente não é foragido. Ah, que saco. Eu já não estou aguentando mais essa situação, amiga. Não estou. Ganhando ou não ganhando, o nosso nome vai ficar na mídia, o nome do Queiroz vai ficar na mídia por muito tempo.” As mensagens revelam ainda que o “Anjo” pretendia alugar uma casa em São Paulo para esconder toda a família do policial militar aposentado. A ideia era tirar todos de cena. Márcia não concordava. Queiroz, aparentemente, também não. “Ele anda muito abalado emocionalmente, com o stress à flor da pele”, relatou Márcia, referindo-se ao marido. “Ele está no limite dele. E a minha preocupação é esse stress, esse emocional dele abalado, piorar a situação dele com a doença.”

Em resposta, Ana Flávia diz que Queiroz reclamou da situação para o “Anjo”: “Eu sei que ele não está bem. Igual você falou: ele tenta mostrar que está bem e tudo. (…) Ele está tentando se distrair. Mas a gente sabe que não está fácil. (…) Ele mesmo falou para o Anjo: ‘Olha, eu não estou aguentando mais. Quero ir para minha casa’”. Em entrevista exclusiva dada a VEJA em junho, Wassef alegou ter dado guarida a Queiroz por razões humanitárias. O policial militar aposentado, que enfrenta um tratamento de câncer, precisava, segundo o advogado, de um lugar em São Paulo para se hospedar enquanto cuidava da saúde. Wassef também afirmou que nunca manteve contato direto com Queiroz e que ninguém da família Bolsonaro sabia desse seu gesto de solidariedade. Interlocutora de Márcia, Ana Flávia contradiz ao menos parte dessa versão. Num dos áudios, ela afirma: “Você sabe que, com o Anjo aqui, acaba todo mundo indo dormir tarde. Agora, o nosso amigo está conversando com o Anjo”. Em outro momento, reforça: “Ele tenta não transparecer, mas está estressado, sim. Ele falou para o Anjo que não aguenta mais isso, que está cansado e que ele quer ir embora. Eu também falei para o Anjo: ‘Olha, essa história de alugar casa aí, eu não vou atrás. Não vou. A não ser que você sente e dê o dinheiro’”.

 

“Eu sei que ele não está bem. Igual você falou: ele tenta mostrar que ele está bem e tudo. Mas a gente sabe que ele está preocupado. E não é para menos, né? Ele se distrai aqui, cozinhando, arrumando a casa, essas coisas. (…) Ele mesmo falou para o Anjo: ‘Olha, eu não estou aguentando mais. Quero ir para minha casa’”, responde Ana Flávia Rigamonti, advogada que acompanhava Queiroz em Atibaia

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De repercussão política incontestável, a prisão de Queiroz e de Márcia acelerou o processo de moderação adotado pelo clã Bolsonaro. As explicações do policial militar aposentado sobre pontos da investigação do esquema de rachadinha podem ou não implicar a família do presidente em crimes. Já se sabe que Queiroz movimentou recursos em quantidade incompatível com sua remuneração mensal — segundo relatório do Coaf, 1,2 milhão de reais entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Já se sabe que ele recebeu parte dos salários dos servidores de Flávio Bolsonaro na Alerj e, no mesmo período, pagou em dinheiro vivo despesas pessoais do então deputado estadual, hoje senador. Já se sabe também que Queiroz e Márcia depositaram, por meio de cheques, cerca de 90 000 reais na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O presidente alegou que parte desses valores era o pagamento de um empréstimo que fez a Queiroz. Os advogados dos citados argumentam que há uma explicação para cada transação financeira realizada, que será apresentada no momento oportuno perante a Justiça. Já Márcia deixou clara num dos áudios sua insatisfação com a cruz que, segundo ela, apenas a sua família está sendo obrigada a carregar. “Eu estou vendo que todo mundo está vivendo a sua vida”, disse ela. “Agora, a gente não. Então, somos foragidos para viver fugindo? Não é possível isso, entendeu?” Márcia também não se conforma, como relatou a VEJA uma pessoa próxima a ela, com o fato de o padrão de vida de sua família, modesto, de classe média baixa, ser incompatível com a dinheirama que seu marido movimentou. Queiroz, nas palavras da própria mulher, não enriqueceu com os serviços que prestou.

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Deixe ela tomar conta do marido . Vices querem atrapalhar o mito . Ele está doente d merece ficar em casa . É um ser humano . Esse bando de petralhas invejosíssimo ficam querendo atrapalhar o mito , não vão conseguir . Bolsonaro é um homem bom , envaido lê-lo criador do universo para ajeitar o Brasil . Sr Cabeça de touro , seu coração é cheio de rancor com a família do nosso presidente . Deixe ele trabalhar que você vai ver . Esse momento estou em Mossoró , Quero tirar uma foto com o presidente . Essa foto vão ficar no meu santuário .

  2. Complicado,muito complicado.
    Conversa fiada que nunca fez corrupção,que conhecerás a verdade é esta vos liberatória. Aécio no final da campanha citou Paulo,” combati o bom combate…..”,tudo conversa fiada,o outro dizia que não sabia de nada…., tudo mentira.
    Só acredito em MORO !

  3. Os fracos e pequenos pagando pelos poderosos, grandes e perigosos. Estão na fila……….Sabem muito.

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ALERTA: Estudo relaciona remédios para emagrecer a depressão e pensamentos suicidas

 

 

 

Foto: Reprodução

Um estudo publicado na revista científica sul-coreana Korean Journal of Family Practice encontrou associação entre o uso de medicamentos prescritos para emagrecer e maiores chances de sintomas depressivos e pensamentos suicidas. A pesquisa, porém, não estabelece relação de causa e efeito e não avaliou especificamente as chamadas canetas emagrecedoras da classe GLP-1.

O levantamento analisou dados de 27.741 adultos na Coreia do Sul, dos quais 846 relataram uso de medicamentos para perder ou manter peso. Entre os usuários, 22,1% apresentaram sintomas depressivos, contra 11,4% entre quem não utilizava esses remédios. Pensamentos suicidas foram relatados por 9,9% dos usuários e 4,5% dos não usuários.

Após ajustes por fatores como idade, sexo, renda, escolaridade e estado civil, os pesquisadores identificaram entre os usuários chance 93% maior de sintomas depressivos e 2,68 vezes maior de pensamentos suicidas. Também houve associação com procura por aconselhamento de saúde mental, planejamento e tentativa de suicídio.

O estudo apontou ainda relação entre reganho de peso e problemas de saúde mental. Entre participantes que recuperaram 10 kg ou mais, a chance de relatar pensamentos suicidas foi 3,67 vezes maior na comparação com aqueles que ganharam entre 3 kg e menos de 6 kg.

Os próprios pesquisadores destacam limitações importantes: o estudo é observacional e transversal, não identificou quais medicamentos foram utilizados e não permite concluir que os remédios provoquem depressão ou comportamentos suicidas. Novos estudos serão necessários para investigar a relação.

Com informações do Metrópoles

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Flávio modera críticas ao STF com empresários, mas endurece nas ruas e pede impeachment de Moraes

Foto: Rebeca Ligabue/Metrópoles

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem adotado tons diferentes sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) de acordo com o público. Em encontro com empresários e banqueiros, evitou falar em impeachment de ministros. Dias depois, no 7 de Setembro, voltou aos ataques contra Alexandre de Moraes e defendeu a saída do ministro da Corte.

Em jantar com integrantes do mercado financeiro, em 27 de agosto, Flávio afirmou que a crise entre os Poderes deveria ser resolvida pela política e defendeu “virar a página, sem revanchismos”. O encontro ocorreu em meio à reaproximação do candidato com setores do mercado, após o desgaste provocado pelas revelações sobre sua relação com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

O discurso mudou no ato de 7 de Setembro, na Avenida Paulista. Diante de apoiadores, Flávio chamou Moraes de “laranja podre”, afirmou que o ministro “vai cair” e defendeu seu impeachment. “Temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes”, disse.

A pauta contra o Supremo ganhou força após a crise entre Moraes e André Mendonça nas investigações do caso Master. O PL também colocou o Senado no centro da estratégia eleitoral: Flávio anunciou apoio a 47 candidatos à Casa, que terá 54 das 81 cadeiras em disputa neste ano.

O objetivo é ampliar a bancada a partir de 2027. Cabe ao Senado analisar pedidos de impeachment de ministros do STF e aprovar ou rejeitar indicações presidenciais para a Corte.

Com informações do Metrópoles

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AGORA VAI? Após anos de atraso, Governo do Estado retoma obra do Centro de Treinamento de Queimados do Walfredo Gurgel

 José Aldenir/O Correio de Hoje

O Governo do Rio Grande do Norte assinou a ordem de serviço para retomar, na última segunda-feira (14), a reforma e modernização do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. O investimento totaliza R$ 2.053.359,30, com recursos garantidos no orçamento do Fundo de Saúde estadual por meio de convênio e verbas ordinárias.

A reforma do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Walfredo Gurgel tinha recursos previstos desde 2019, mas só começou efetivamente em junho de 2024. Desde então, a obra ficou travada com apenas 2,33% de execução. Agora, depois de anos de atraso, o titular da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), Alexandre Motta, anunciou a retomada da reforma.

A execução dos serviços ficou a cargo da HB Engenharia Ltda., selecionada por dispensa emergencial de licitação após impasses contratuais com gestões anteriores. O contrato tem vigência de 210 dias, enquanto o prazo estipulado para a conclusão da obra é de 150 dias corridos a partir da emissão da ordem de serviço.

Inaugurado em 2006, o CTQ é a única referência especializada no atendimento a pacientes com queimaduras em todo o estado, atendendo tanto a rede pública quanto a privada. A requalificação havia tido início em agosto de 2024, com previsão inicial de entrega em seis meses, mas sofreu paralisações devido a problemas com empresas anteriores.

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SESSÃO HISTÓRICA: STF decide nesta terça se investigará Alexandre de Moraes no Caso Master


Breno Esaki/Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza nesta terça-feira (15), a partir das 10h, uma sessão extraordinária de plenário para decidir sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Caso Master. O procedimento ocorre após relatório da Polícia Federal apontar 52 mensagens enviadas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ao magistrado (sem indicação das respostas).

Antes de entrar no mérito, a Corte deve analisar questões de ordem e votações preliminares referentes ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para anular o relatório da PF produzido a partir de uma solicitação do ministro André Mendonça. Caso as preliminares sejam negadas, o plenário prossegue para a pauta principal sobre a investigação de Moraes. A análise específica da conduta de Mendonça, contudo, está agendada separadamente para o dia 23 de setembro.

Dilema do quórum e impedimentos

Um dos principais impasses nos bastidores envolve a definição de quem poderá votar na sessão. O ministro Dias Toffoli já havia se declarado suspeito em investigações do Caso Master no início do ano e precisa se pronunciar novamente. A participação de Alexandre de Moraes e André Mendonça é discutida nos bastidos e, no caso específico de Moraes, ele chegou a ser aconselhado a colegas a não integrar a sessão. Como o STF hoje tem 10 ministros, seriam sete magistrados aptos a se pronunciar, se os três não puderem.

Com informações do Metrópoles

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Economista da equipe de Flávio Bolsonaro projeta corte de impostos e contas no azul em eventual governo


Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), apresentou propostas centrais para um eventual governo do candidato. Entre as principais medidas anunciadas estão a reversão de impostos criados ou aumentados durante a gestão de Fernando Haddad e a eliminação de mais de mil normas burocráticas.

Inspirada pela gestão do presidente argentino Javier Milei, a possível ministra do eventual governo de Flávio Bolsonaro indicou que a equipe econômica mapeou obrigações e normas consideradas excessivas para desatar nós burocráticos do país.

No campo fiscal, Marques enfatizou que o foco de uma futura administração será colocar as contas públicas no azul. Para ela, a responsabilidade com o orçamento é o único caminho para permitir que o Banco Central reduza os juros de forma sustentável. “Quem não cuida das contas não cuida das pessoas. Então a gente vai focar em botar as contas no azul, para que se permita que haja redução de juros no Brasil.”

A coordenadora também reforçou o respeito à autonomia técnica do Banco Central, atualmente liderado por Gabriel Galípolo, destacando que a independência da instituição é vital contra a inflação, descrita por ela como o imposto mais cruel para a população de baixa renda. Na mesma linha, criticou a gestão econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, classificando-a como irresponsável diante de desafios matemáticos das contas públicas.

Questionada a respeito de cortes de gastos, Marques assegurou que programas sociais serão preservados. A economista explicou que um eventual governo de Flávio vai concentrar esforços para o enxugamento da máquina pública, direcionando exclusivamente ao combate a privilégios e à revisão de incentivos e subsídios tributários.

Com informações de O Globo

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Caravana 22 toma conta da Zona Oeste de Natal e mobiliza moradores de Cidade Nova e Felipe Camarão


Divulgação / Campanha

A Caravana 22 tomou conta da Zona Oeste de Natal no final da tarde e início da noite desta segunda-feira. A mobilização percorreu os bairros de Cidade Nova e Felipe Camarão e foi recebida de braços abertos pela população, em uma demonstração de carinho, confiança e apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte.

Por onde passou, Álvaro recebeu manifestações de apoio dos moradores, em uma mobilização marcada pela proximidade com a população. O candidato esteve acompanhado do vice na chapa, Babá Pereira; da vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra; dos vereadores Preto Aquino, Daniel Santiago, Luciano Nascimento e Subtenente Eliabe; do candidato a deputado estadual Léo Souza; e do secretário municipal de Infraestrutura de Natal, Felipe Alves.

Durante a passagem pelos bairros, Álvaro defendeu a retomada do desenvolvimento do Estado e criticou a atual gestão. “Precisamos reencontrar os caminhos do desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Precisamos de um governador que coloque a ordem na casa. Já fizemos muito por Natal e agora vamos fazer pelo RN. Vamos endireitar o Estado”, afirmou.

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[VÍDEO] Álvaro Dias defende investigação contra Alexandre Moraes


Reprodução / Redes Sociais

O ex-prefeito de Natal e candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), defendeu nesta segunda-feira (14), em entrevista ao jornalista Renato Cunha Lima, a investigação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“Eu entendo que é um fato muito grave, é um fato inédito, nunca aconteceu, nunca ocorreu isso no nosso país. E o ministro Alexandre Morais precisa ser investigado. Qualquer cidadão, qualquer autoridade que tenha as suspeitas que estão recaindo hoje sobre o ministro Alexandre Morais precisa e deve ser investigado. As coisas têm de vir público da forma mais transparente, clara e limpa possível”, disse Álvaro Dias. 

A declaração levanta o questionamento sobre a disposição dos demais candidatos em também manifestarem publicamente suas posições acerca da abertura de investigação que será deliberada nesta terça-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF).

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[VÍDEO] EDUARDO OINEGUE: O STF vai entrar para história colocando Moraes para correr ou passando vergonha?


Reprodução / BandNews

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (15) uma sessão crucial para analisar as decisões tomadas pelo ministro André Mendonça no âmbito da investigação que envolve o Banco Master. O caso ganhou repercussão devido a um contrato de R$ 130 milhões estabelecido entre a instituição financeira e o escritório de advocacia pertencente à esposa do ministro Alexandre de Moraes e virou pauta do comentário de Eduardo Oinegue, na Band News.

“Vamos imaginar que o STF põem Alexandre de Moraes para correr. Vamos imaginar que seja esse o desfecho da sessão que começa nesta terça e que será histórica. A gente só não sabe como ela vai entrar para a história, como um episódio de orgulho ou um momento vergonhoso do supremo. Porque não dá pra achar normal que um escritório da mulher de um ministro da mais alta Corte feche um contrato de R$ 130 milhões com o dono do Banco Master que corrompeu todo mundo e diga que essa dinheirama era pra cuidar de Complaice”, comentou o apresentador.

Durante a plenária, a Corte avaliará múltiplos aspectos processuais, incluindo a legalidade das diligências ordenadas por Mendonça, o teor do relatório elaborado pela Polícia Federal e os desdobramentos da continuidade das investigações após a menção ao ministro Alexandre de Moraes. Além disso, o plenário poderá debater se há materialidade suficiente para fundamentar a investigação de um magistrado da mais alta Corte, bem como a eventual necessidade de seu afastamento das funções durante o andamento do processo.

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SINAL VERMELHO: Campanha de Lula sofre pressão após Quaest mostrar avanço de Flávio Bolsonaro na reta final


Foto: Evaristo Sa/AFP

A nova a pesquisa de intenção de votos da Quaest divulgada na manhã desta segunda-feira (14), gerou forte repercussão na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), trazendo críticas internas a uma “atuação analógica” da equipe governista. O que mais alarmou o entorno petista foi o crescimento de dez pontos percentuais de Flávio Bolsonaro (PL) na faixa de eleitores que ganham de dois a cinco salários mínimos. Além disso, o eleitorado feminino tem demonstrado maior abertura para o candidato do PL, enquanto o segundo turno aponta um empate técnico com vantagem numérica absoluta para a oposição.

A estratégia da campanha de Lula tem sido considerada ultrapassada por aliados e governistas. O modelo tradicional, mantido por preferência do próprio presidente, não tem gerado o impacto esperado, especialmente após a pesquisa capturar os reflexos das novas informações relacionadas ao Banco Master. O objetivo nos bastidores não é a busca por culpados, mas sim a realização de uma guinada estratégica na reta final que antecede a votação.

O cenário atual tem sido comparado por interlocutores ao pleito de 2018, quando Jair Bolsonaro saiu vitorioso com ampla vantagem no uso das plataformas digitais. Enquanto o governo aposta na divulgação de fatos e dados concretos, a oposição tem se destacado pelo domínio de narrativas.

Outro ponto de destaque apontado pelo levantamento da Quaest é que a principal preocupação do eleitorado passou a ser a violência. A corrupção subiu para o segundo lugar nas apreensões populares após os desdobramentos da crise institucional envolvendo o STF, embora a tentativa de associar o desgaste ao candidato do PL não tenha surtido o efeito esperado pela cúpula petista.

Com informações do Estadão

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[VÍDEO] WAACK: O STF consegue julgar a si mesmo?


Reprodução / CNN Brasil

O jornalista William Waack comentou nesta segunda-feira (14), em seu programa na CNN Brasil, a crise de confiança enfrentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em meio as investigações do Banco Master e citou uma velha frase da política para retratar o caso. “O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”.

Ao citar essa frase, o comentarista apontou que o STF deixou de ser uma Corte constitucional para ser converter no ‘clube de muita gente poderosa’. Para o jornalista, o Brasil vive uma etapa de acelerada dissolução dos equilíbrios entre os poderes da República, processo que chega a um momento crítico.

Wacack disse que o julgamento em pauta não envolvia apenas o destino individual de um de seus integrantes, o ministro Alexandre de Moraes, mas colocava em xeque o próprio órgão de poder perante a opinião pública.

“Seja o que for que aconteça daqui a 12h na sessão desta terça-feira, o STF não mais será o que foi. É fortíssima a pressão externa por reforma judicial, como por exemplo, mandatos para o ministro. O que seja que vai acontecer, neste momento é imprevisível. Depende das próximas eleições, do comportamento de lideranças e do famoso clamor popular”, disse Waack.

Opinião dos leitores

  1. Dependendo da condução ou resultado desse julgamento de Moraes, então o Supremo melhora a sua imagem ou enterra de vez a sua reputação. A sociedade também faz o seu julgamento.

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