Educação

Aulas presencias da rede pública estadual só serão retomadas em 2021, anuncia Fátima

FOTO: ASSECOM/RN

A governadora Fátima Bezerra anunciou na manhã desta terça-feira, 08, a continuidade da suspensão das aulas presenciais na rede pública estadual de ensino até o final de 2020 em função da continuidade da pandemia da Covid-19.

Para tomar a decisão a Governadora citou a posição do Comitê setorial da Educação no RN, a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a opinião expressa pela população em recente pesquisa do Ibope que atesta que mais de 70% dos brasileiros querem a volta das aulas presencias só após a disponibilidade de vacina e enquetes feitas pela Secretaria Estadual de Educação e por veículos de comunicação.

“Diante destes fatos e considerações informo que as atividades presenciais da Educação no RN só serão retomadas em 2021. Isto estará normatizado no próximo decreto que vamos publicar nos próximos dia para a rede de educação pública do Estado”, afirmou a chefe do Executivo.

Opinião dos leitores

  1. Bem! Espero que às aulas presencias volte em 2021.Quando pais,professores e alunos tiver vacinado.

  2. muito bem. meus filhos não iam a vida deles vale mais. Posição acertada da governadora do estado.

  3. Aos ignorantes, professores da rede pública e privada estão dando aulas de maneira remota!!!! Por sinal estão tendo muito mais trabalho e se dedicando muito mais, usando computador, internet,energia, celular privados para atender da melhor forma seus alunos. Então ignorantes os professores são heróis que trabalham com o mínimo!!!! Deveriam ser admirados e celebrados dia a dia mas como estao nesse país …..

  4. Já vamos em 5 meses parado.
    É uma bomba o que esse governo do PT faz.

    Tudo voltou, menos a educação.
    Só os Estados de esquerda que ficarão nessa incógnita.

  5. E se a pandemia persistir até 2022, essa incompetente permanecerá com as escolas públicas fechadas até lá?

    É vergonhoso o que estão fazendo com o nosso Estado, enquanto os outros Estados já retornaram às aulas, aqui fica essa militante junto um bando de professores de esquerda, menospreza não quem precisa de escola pública.

    O presidente precisa interferir nos Estados de esquerda que estão segurando a educação

  6. É fundamental que todos os esforços sejam feitos para garantir que a crise não exacerbe as desigualdades na educação.

    É numa vergonha uma professora fazer isso com a rede pública de ensino.

  7. Por precaução, aulas somente em 2024.
    Aulas se repõem depois.
    Vidas, não.
    Qual o problema se a criança só aprender a ler aos 10 anos de idade em vez de aos 6?
    Qual o problema se o rapaz ou moça só terminarem o ensino médio com 20 anos de idade?
    Sem aula é até melhor parque evita que os alunos usem drogas nas escolas ou ocorram casos de gravidez.
    Professores anunciam greve por aumento…

  8. Na verdade essa desgovernadora deve dizer qdo vai começar a governar o Estado. Dinheiro veio muito do Governo Federal. Mas ninguém ver .

  9. Concordo totalmente com a governadora do Rio Grande do Norte! Decisão inteligente, prudente e sensata. Sem maiores delongas!

  10. A incompetência de tomar as medidas adequadas de prevenção e proteção às crianças e aos professores determinaram essa medida extrema de cancelar aulas.
    Essa fácil e simplória medida deve ser acompanhada das explicações reais, que, certamente, não são as de proteção das crianças e professores.

  11. Essa decisão só vale para rede pública de Educação, segundo o meu entendimento. Isso decorre do fato de que o governo não se preparou, em termos de sanitarização, para o retorno das aulas presenciais, mesmo porque nem as aulas remotas para os alunos das escolas estaduais está ocorrendo.
    No que tange às escolas privadas, sabe-se que a maioria se prepararam rigorosamente para atender aos protocolos de sanitarização e rodízio de alunos em aulas presencias, sem no entanto, dispensar as aulas remotas.
    Logo, tem-se que o ano letivo terminou praticamente para alunos das escolas públicas, infelizmente.

  12. Concordo em gênero número e grau. Parabéns. Sensata decisão. Assim deve ser nas particulares também.

  13. Uma coisa eu garanto..esses menino não vão pegar COVID 19 nas escolas de jeito nenhum, agora, nas praias, nos bares, restaurantes, shopping, Alecrim, etc…tem grande chance de pegar, pq os pais estão levando e eles podem servir de vetor…enfim, a prioridade foi abrir tudo e educação deixar de lado…a ordem foi inversa…lamentável, e pior, o ministério da educação nem se posiciona a nível federal…estamos a deriva.

  14. É muita incompetência !!! Como professora deveria saber a importância da educação para um cidadão. Faz vergonha !

  15. Os que forem favoráveis a esse absurdo do desgoverno do estado do RN, podem já ir comprando alfafa para alimentar os seus filhos, ensina-los a relinchar e passem a criar jumentos dentro de casa, o próximo passo e filia-los ao PT. infelizmente que os que criam os seus filhos para serem pessoas normais com perspectiva de futuro profissional e social serão prejudicados por essa decisão sem fundamento de uma governadora insana. O estado caminha cada vez mais para o abismo.

  16. Sábia, humana e sensata decisão! Tem o apoio da maioria da populacão Sra. Governadora. Não dê ouvidos às críticas.

  17. O Município do Natal, a exemplo do de Parnamirim, botou no ar o seu canal de teleaulas.
    É o 3.2 (Band). Bom lembrar que o Gover no Federal autorizou as emissoras a fazerem isso desde o começo de abril. O GERN fez o que?

  18. Pq será que uma governadora que se diz peofessora não prioriza a volta as aulas? A quem interessa manter a população carente sem escola?

  19. Muito bem , concordo literalmente com volta ás aulas só apos a vacina.Devemos evitar mortes por conta do Covid 19. É lamentável pq tem muita indiferente a gravidade da pandêmia e continuam desrespeitando ,sem máscaras e aglomerando em praias,bares etc.

  20. Decisão sensata! Não temos a mínima condição de retorno presencial. Quem quer ou defende pensa financeiramente e coloca filhos e demais familiares em risco.

    1. Concordo plenamente com seu comentário. Parabéns, é isso mesmo!

  21. E os professores da rede pública de ensino vão continuar recebendo seus respectivos salários sem ministrar nenhuma aula?
    E os pais de alunos da rede privada vão continuar pagando as mensalidades sem que haja aulas presenciais?

    Essa governadora é uma bactéria nociva à educação do Rio Grande do Norte.

    #ForaFátima

    1. A galera esquece que tem gente morrendo TODOS OS DIAS… tem que alguém em casa pegar, ir para UTI e morrer para lembrar a realidade: ainda estamos com um vírus letal circulando entre a população.

    2. Deus permita que seus filhos ou sobrinhos ou netos ou qualquer familiar que retorne para escola, não seja contaminado pelo vírus da covid 19. Um ano letivo se recupera, a vida é possível que não.

    3. Minha mãe é professora da rede pública estadual e posso garantir que está trabalhando mais do que nunca ministrando aulas remotas e passando atividades para seus alunos.

      Já nas escolas privadas, os alunos em sua maioria continuam tendo aulas no formato remoto, o que justifica plenamente a continuidade do pagamento das mensalidades. Os pais que tiverem dificuldades financeiras devem conversar com as escolas e buscar algum acordo para que se adequem às suas necessidades. Além disso, as escolas certamente tiveram redução de gastos com iluminação artificial, climatização, impressões e várias outras coisas que só se aplicam nas aulas presenciais.

      Aula remota é aula. Boa ou não, é o que temos para esse momento, pois a pandemia não acabou e a reabertura das escolas é tudo o que a doença quer para voltar a se espalhar na nossa população.

      Não votei nem apoio Fátima Bezerra, mas a postura dela demonstra, no mínimo, sensatez para depois não se arrepender.

    4. Quem foi que falou que na rede privada não tem aula, o Sr. Está muito equivicado, sou professora de escola particular e leciono todos os dias, tenho trabalhado muito por sinal, para ter aulas atrativas e menos enfadonhas em um momento tão difícil.

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Judiciário

[VÍDEO] “Não sou obrigado a parar”: voto de desembargador do TJ-GO sobre fuga de abordagem policial causa polêmica

Imagens: Reprodução/Jurinews

Uma decisão do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) voltou a provocar repercussão após um desembargador afirmar que fugir de uma abordagem policial não configura crime de desobediência.

O voto foi dado pelo desembargador Adriano Linhares Camargo, da 4ª Câmara Criminal, no julgamento de um motorista que fugiu de uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Rio Verde (GO).

Durante a sessão, o desembargador afirmou que o motorista não estaria obrigado a cumprir uma ordem de parada e declarou: “O Estado é que me alcance e me prenda”.

O caso envolve um motorista que percorreu cerca de 40 quilômetros após fugir da abordagem policial. Ele foi preso com 70 quilos de drogas, entre maconha e skunk.

No julgamento, Linhares Camargo votou pela absolvição do réu pelo crime de desobediência, previsto no artigo 330 do Código Penal.

Segundo o desembargador, a fuga estaria relacionada ao direito de não produzir provas contra si mesmo e à liberdade individual.

O entendimento diverge de uma tese firmada pelo STJ em 2022. A Corte definiu que desobedecer ordem de parada em fiscalização ou policiamento ostensivo configura crime e não está protegido pelo princípio da não autoincriminação.

Apesar de afastar a condenação por desobediência, o desembargador manteve a condenação do motorista por tráfico interestadual de drogas.

O julgamento foi suspenso após pedido de vista da desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis.

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Mundo

[VÍDEO] Relatório da CIA mostra manipulação de eleições por Maduro, afirma Trump

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA), divulgados pela Casa Branca, apontam que os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro tiveram capacidade para manipular o sistema eletrônico de votação da Venezuela entre 2004 e 2020.

A declaração foi feita na quinta-feira (17), durante um pronunciamento na Casa Branca.

No discurso, Trump voltou a criticar o sistema eleitoral dos Estados Unidos e apontou o que considera vulnerabilidades no uso de urnas eletrônicas.

Segundo Trump, os documentos mostram que existia um “complô específico para favorecer enormemente o corrupto regime da Venezuela”.

O presidente afirmou que o material inclui uma análise da CIA, datada de 29 de junho, baseada em informações reunidas ao longo de quase duas décadas.

Ainda segundo o relatório citado por Trump, a Venezuela tinha “provavelmente alguma capacidade” para manipular sistemas de votação eletrônica.

O documento menciona equipamentos da empresa britânica Smartmatic, cuja tecnologia deixou de ser utilizada nos Estados Unidos em 2007.

Durante o pronunciamento, Trump também afirmou: “Não há nenhum país do terceiro mundo que tenha umas eleições como as que temos nós”.

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Política

REPERCUSSÃO: Lula usa tênis de R$ 1.199 em vídeo do Prouni e vira alvo de críticas nas redes

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) usou um tênis avaliado em R$ 1.199 em um vídeo gravado para divulgar as inscrições do segundo semestre do Prouni (Programa Universidade para Todos). O vídeo foi publicado no último dia 7, quando começaram as inscrições do programa.

Nas imagens, Lula surge após uma sessão de musculação e convida os estudantes a disputar bolsas em instituições privadas de ensino superior.

De acordo com a fabricante, o Nike Mind 002 foi desenvolvido para treinos e uso cotidiano. A empresa afirma que o modelo conta com espuma responsiva e uma sola projetada para estimular áreas sensoriais dos pés. O preço sugerido é de R$ 1.199.

O fato repercutiu nas redes sociais. Enquanto apoiadores destacaram a disposição física do presidente, críticos passaram a questionar o uso de um tênis de alto valor por um político que costuma defender pautas voltadas à população de menor renda.

Veja o vídeo:

 

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Política

OPINIÃO: Estadão diz que Janja usa “misoginia” para evitar explicar gastos com dinheiro público

Foto: Reprodução

O jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) afirma, em editorial, que a primeira-dama Janja recorre à acusação de “misoginia” para rebater críticas aos gastos com dinheiro público em viagens oficiais.

O editorial foi publicado após entrevista de Janja ao UOL, na qual ela afirmou que as críticas aos gastos são motivadas por “misoginia pura”.

Para o Estadão, ser mulher não elimina a obrigação de prestar contas dos recursos públicos gastos em compromissos oficiais.

O Estadão afirma ainda que usar a acusação de misoginia para responder a questionamentos sobre gastos públicos acaba banalizando um problema enfrentado diariamente por muitas mulheres.

Na avaliação do jornal, cobrar transparência sobre despesas pagas pelo contribuinte é uma obrigação de qualquer agente público, independentemente do sexo.

O editorial também contesta a declaração de Janja de que seria a primeira primeira-dama a “trabalhar efetivamente” no País.

Como contraponto, cita a atuação da ex-primeira-dama Ruth Cardoso, destacando sua participação na criação do programa Comunidade Solidária, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Por fim, o Estadão afirma que o discurso de defesa das mulheres adotado por Janja contrasta com as escolhas do presidente Lula para cargos de alto escalão.

O jornal ressalta que a maioria das nomeações feitas pelo presidente para ministérios e tribunais superiores foi de homens e argumenta que, apesar disso, Lula não recebe a mesma acusação de “misoginia”.

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Política

“FEZ CORPO MOLE?” Oposição suspeita que Itamaraty sabia de tarifas dos EUA

Foto: Reprodução

Deputados da oposição articulam convocar novamente o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após ele não comparecer à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara.

O grupo quer que o chanceler explique a atuação do Itamaraty nas negociações com os Estados Unidos e diga se o governo foi avisado com antecedência sobre a aplicação das tarifas americanas.

O deputado Helio Lopes (PL-RJ) diz suspeitar que o Itamaraty já sabia da medida, mas fez pouco para tentar evitar a decisão. Por isso, o parlamentar cobra explicações sobre as negociações conduzidas pelo governo.

Lopes também acusa o governo de explorar politicamente o tema. Segundo o deputado, o Palácio do Planalto usa o caso para atacar adversários e reforçar um discurso nacionalista.

Ele classificou a condução do episódio como uma “grave negligência diplomática”.

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Política

ANÁLISE: Governo Lula “fingiu negociar” e “torceu” pelo tarifaço, aponta Cláudio Humberto

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo Lula (PT) “fingiu negociar” com os Estados Unidos e demorou a abrir negociações sobre o tarifaço anunciado pelo governo americano, analisou o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, nesta sexta-feira (17).

Segundo o colunista, as conversas só ganharam força nas últimas semanas, quando já restava pouco tempo para tentar reverter a decisão.

A coluna reproduz uma declaração de Jamieson Greer, representante de Comércio dos Estados Unidos, segundo a qual as “reuniões construtivas” entre os dois países começaram apenas “nas últimas seis semanas”.

Para Cláudio Humberto, isso mostra que o governo brasileiro deixou as negociações para os “45 minutos do segundo tempo”.

Cláudio Humberto afirma que, antes desse período, o governo brasileiro teria enviado apenas duas cartas aos Estados Unidos e realizado uma única reunião de alto nível.

O colunista também critica declarações do presidente Lula sobre Donald Trump e afirma que o Itamaraty adotou um tom político nos comunicados oficiais sobre o tema.

Na avaliação de Cláudio Humberto, o governo petista teria apostado que o tarifaço poderia gerar um efeito político semelhante ao registrado nas pesquisas de opinião do ano passado.

Essa é uma interpretação do colunista, sem atribuição ao governo federal.

Ainda segundo a coluna, os principais impactos das tarifas americanas devem recair sobre os exportadores brasileiros e os trabalhadores dos setores atingidos.

O governo federal tem afirmado que busca alternativas diplomáticas e comerciais para reduzir os efeitos da decisão dos Estados Unidos.

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Economia

Tarifa dos EUA ameaça exportações de sal do RN e coloca 4 mil empregos em risco

Foto: Moraes Neto/Sebrae

A indústria do sal do RN entrou em alerta após o anúncio da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Segundo o Sindicato da Indústria da Extração do Sal do Estado do RN (SIESAL-RN), a medida pode “inviabilizar” as exportações para o principal mercado externo do setor e colocar em risco cerca de 4 mil empregos diretos.

Em nota técnica, o sindicato informa que os Estados Unidos responderam por 47% das exportações da indústria salineira potiguar nos últimos seis anos, conforme informações do BNews RN.

A entidade também destaca que o mercado americano absorve cerca de 27% do sal exportado pelo RN, o equivalente a uma média de 530 mil toneladas por ano.

Para o presidente do SIESAL-RN, Airton Torres, a nova tarifa pode provocar perdas em toda a cadeia produtiva.

Segundo o sindicato, os impactos também podem atingir transportadores, distribuidores, trabalhadores portuários e municípios do Semiárido que dependem da produção de sal.

O presidente da FIERN, Roberto Serquiz, disse que, após a redução da tarifa sobre o pescado, o setor salineiro passou a ser a principal preocupação da indústria potiguar.

“O sal tem uma complicação logística. Ele consegue chegar competitivo nos Estados Unidos, no oeste americano e no leste africano. Desde o primeiro momento ficamos ao lado dos dois setores mais impactados. O sal conta com um consultor em Washington e também acompanhamos esse cenário por meio da CNI. O nosso trabalho continuará sendo buscar um ambiente mais favorável para o setor”, afirmou.

O SIESAL-RN também alerta que substituir o mercado americano não será uma tarefa simples. Segundo a entidade, países como Chile, Egito, Namíbia e México passarão a disputar esse mercado em condições mais favoráveis, enquanto os custos logísticos dificultam a conquista de novos compradores.

A tarifa foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e tem previsão de entrar em vigor em 1º de agosto.

O governo brasileiro informou que pretende responder à medida com base na Lei da Reciprocidade Econômica, ao mesmo tempo em que mantém as negociações diplomáticas e comerciais.

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Política

Adjuto Dias participa da Festa dos Mártires de Cunhaú e amplia apoios em Canguaretama com adesão do Ex Prefeito Wellinson Ribeiro

Foto: Divulgação

O deputado estadual Adjuto Dias cumpriu agenda nesta quinta-feira (16) no município de Canguaretama, na região Agreste Potiguar, onde participou do encerramento da Festa dos Mártires de Cunhaú, uma das mais tradicionais celebrações religiosas do Rio Grande do Norte.

Durante a visita, o parlamentar foi recebido pelos ex-prefeitos João Wilson, Wilsinho Ribeiro e Wellinson Ribeiro. Na ocasião, Wellinson oficializou apoio à reeleição de Adjuto Dias, somando-se ao ex-prefeito Wilsinho Ribeiro, que já havia declarado apoio anteriormente ao parlamentar.

Ao lado das lideranças e de fiéis, Adjuto acompanhou a programação de encerramento da festa, que reúne anualmente milhares de peregrinos em homenagem aos Mártires de Cunhaú, reconhecidos como protomártires do Brasil.

A agenda integra a série de visitas que Adjuto Dias tem realizado aos municípios do Rio Grande do Norte, mantendo presença nas diferentes regiões do Estado e acompanhando importantes eventos religiosos, culturais e institucionais.

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Mundo

Outdoor no Irã exibe Trump em caixão e pede morte do presidente

Foto: Getty

Um outdoor instalado em Teerã, capital do Irã, passou a chamar atenção, nesta quinta-feira (16/7), ao exibir uma ilustração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dentro de um caixão. A peça também traz mensagens em inglês e persa, como “Vamos matar Trump”.

A campanha, no entanto, não se limitou ao outdoor. Em diferentes pontos da cidade, faixas com imagens de caixões cobertos pela bandeira dos Estados Unidos e frases defendendo a morte do republicano foram registradas em meio ao agravamento da crise entre os dois países.

Nesta quinta-feira (16/7), os Estados Unidos completaram seis dias seguidos bombardeando o território iraniano.

O tom adotado nas ruas acompanha o discurso da liderança iraniana após a morte do ex-líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro em um ataque conjunto de Estados Unidos e Israel. No último sábado (11/7), o atual líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou que o Irã buscará vingança pela morte do pai e declarou que a resposta será dada “aconteça o que acontecer com o Irã”.

Trump reagiu às ameaças afirmando que os Estados Unidos responderão com força caso haja qualquer tentativa de atentado contra sua vida. Segundo o presidente americano, os militares do país estão preparados para realizar uma ofensiva de grande escala, se necessário.

Metrópoles

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Brasil

Influenciador vira réu após dizer que “pobres não deveriam votar”

Foto: Reprodução

Vídeos em que afirma que “pobres não deveriam votar” e que “pobre quer tirar vantagem em tudo” levaram o influenciador Leonardo Marcondes a se tornar réu em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). Em decisão liminar, a Justiça determinou que ele pare de publicar conteúdos considerados discurso de ódio contra pessoas de baixa renda.

Pela decisão, Leonardo Marcondes deverá retirar os conteúdos e parar de fazer novas publicações com esse teor. Em caso de descumprimento, a Justiça fixou multa de R$ 1 mil por dia, inicialmente limitada a 5 dias. Caso a ordem continue sendo ignorada após esse período, o valor da penalidade poderá ser aumentado.

A ação foi motivada por um vídeo publicado pelo influenciador em que ele afirma que “pobres não deveriam votar” e que “pobre quer tirar vantagem em tudo”. Para a magistrada, há indícios suficientes para determinar, em caráter liminar, que esse tipo de conteúdo deixe de ser divulgado enquanto o processo tramita.

Por outro lado, a juíza negou o pedido para que todo o perfil de Leonardo Marcondes fosse retirado do ar. Segundo a decisão, excluir integralmente a conta, antes da apresentação da defesa, seria uma medida desproporcional e poderia restringir indevidamente o direito à liberdade de expressão.

Segundo os autos, Leonardo Marcondes figura como réu na ação civil pública ao lado da Meta e do Facebook. O processo segue em tramitação, e o mérito da ação ainda será analisado pela Justiça.

Metrópoles

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