Governo prorrogará presença das Forças Armadas na Amazônia Legal até abril de 2021, diz Mourão

Foto: Guilherme Mazui/G1

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira (26) que o governo federal vai prorrogar até abril de 2021 a presença das Forças Armadas na Amazônia Legal. Mourão preside o Conselho Nacional da Amazônia.

O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, previa que a operação acabaria em julho deste ano, mas a Operação Verde Brasil foi prorrogada, e o prazo atual de vigência é até 6 de novembro.

O governo decidiu enviar militares para a região com o objetivo de fazer ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais. A operação é direcionada ao combate ao desmatamento ilegal e a focos de incêndio.

“[A operação] vai até abril, vamos prorrogar até abril”, afirmou Mourão nesta segunda-feira ao conceder entrevista a jornalistas na portaria da Vice-presidência.

Segundo Mourão, a prorrogação será acertada com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno. Mourão disse ainda que foram alocados R$ 400 milhões para a operação e que ainda há R$ 180 milhões.

“Nós estamos com recurso, e o recurso é suficiente para chegar até abril”, declarou.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) interrompeu a atuação das brigadas de combate a incêndios florestais justamente por falta de recursos. Depois, com o desbloqueio de recursos por parte do governo federal, o órgão retomou as atividades.

Queimadas na Amazônia em 2020

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as queimadas na Amazônia em 2020 já ultrapassaram o total registrado de janeiro a dezembro de 2019.

Ao todo, segundo o Inpe, foram detectados pelos satélites 89.604 focos de calor até agora. No ano passado, foram detectados 89.176.

Desmatamento

Ainda segundo Inpe, a Amazônia Legal registrou 964 km² de áreas sob alerta de desmatamento em setembro deste ano. O número é o segundo maior em cinco anos.

Os alertas foram feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares, tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal.

‘Sequer um hectare de selva devastada’

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que convidará diplomatas estrangeiros para visitar a floresta amazônica.

Segundo o presidente, eles não verão “nada queimando ou sequer um hectare de selva devastada”.

“Estamos ultimando uma viagem Manaus-Boa Vista, onde convidaremos diplomatas de outros países para mostrar naquela curta viagem de uma hora e meia, que não verão em nossa floresta amazônica nada queimando ou sequer um hectare de selva devastada”, afirmou Bolsonaro na ocasião.

Dados do próprio governo federal, no entanto, mostram que a rota passa por municípios que somam 20,5 mil hectares desmatados.

G1

Correios: governo finaliza projeto de lei que abre caminho para privatização em 2021

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O governo vai enviar ao Congresso, nos próximos dias, um projeto de lei que abre caminho para a privatização dos Correios. O texto já foi assinado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A proposta regulamenta o artigo da Constituição que trata dos serviços postais.

O modelo de privatização ainda está em estudo pelo governo, que trabalha com um cronograma no qual o leilão é previsto para meados de 2021. Mas o projeto de lei dará flexibilidade para qualquer modelo que o Ministério da Economia definir para vender a estatal.

A privatização dos Correios será a primeira a ser proposta pelo governo em 2020. Nos bastidores, a expectativa de Guedes é tentar aprovar o projeto ainda neste ano, como forma de demonstrar avanço na agenda de desestatizações, que pouco andou até agora.

Em 2019, foi proposta a privatização da Eletrobras, que também não avançou no Congresso.

O artigo 21 da Constituição diz que compete à União “manter o serviço postal e o correio aéreo nacional”. O projeto de lei elaborado pela equipe de Guedes define o que é o serviço postal, criando o conceito de serviço postal universal, disse ao GLOBO o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord.

— Com isso, cria-se um mercado plenamente competitivo, cabendo à União apenas garantir que todos serão atendidos — explicou o secretário. — Isso tirará um enorme peso do governo, que poderá focar sua energia na oferta (de serviço postal) a essas regiões específicas ou então oferecer o serviço “em pacotes”, como estamos fazendo com o saneamento, misturando áreas deficitárias com outras superavitárias.

Uma das principais críticas dos contrários à privatização dos Correios, como a Adcap, associação dos funcionários da estatal, é a de que um operador privado não terá interesse de manter o alcance atual do serviço postal, que chega a todos os municípios e regiões do país.

Mac Cord diz que o governo vai manter atendimento a todos os brasileiros, independentemente do modelo escolhido para a privatização. O governo não descarta vender parte da empresa ou lançar ações em Bolsa, entre outros modelos.

— De qualquer forma, o texto não crava uma solução: apenas nos abre um leque de oportunidades enorme, mas sempre garantindo que ninguém ficará para trás — disse o secretário, acrescentando que serviços essenciais como entregas de vacinas ou de urnas eleitorais não podem deixar de ser oferecidos. — A questão é que faremos isso de maneira mais eficiente, em respeito ao recurso público.

O secretário diz que o objetivo do projeto é abrir espaço para o futuro, citando como exemplo as exigências da privatização das telecomunicações, na década de 1990, que hoje não fazem mais sentido. Por isso, afirmou, não é possível fixar tecnologias na lei:

— Entregas começam a ser feitas por drones. Caminhões autônomos são realidade. Não é o governo quem vai conseguir acompanhar o ritmo das mudanças. Precisamos do empreendedor, do visionário, do inovador. A quebra do monopólio nos permitirá fazer isso: serviços melhores por menores preços.

Corte de gastos

Os Correios têm cerca de 130 mil funcionários, maior contingente entre as estatais. Em 2019, a empresa distribuiu 4,96 bilhões de objetos, gerando receita bruta de R$ 19,1 bilhões. A empresa teve lucro de R$ 102 milhões no ano passado. Em 2018, o ganho foi de R$ 161 milhões.

Alvo de escândalos de corrupção, a estatal chegou a registrar quatro anos seguidos de prejuízo (entre 2013 e 2016). Nos últimos anos, vem tentando reduzir custos com um programa de demissões incentivadas e novas regras para benefícios para os servidores.

O Postalis, o fundo de pensão dos trabalhadores dos Correios, tem rombo de R$ 10 bilhões.

— Os Correios possuem ativos valiosíssimos: uma capilaridade enorme, centros de distribuição muito bem localizados. Como será feito, ainda está em estudo. Por isso que uma lei flexível é tão importante — disse Mac Cord, sem estimar quanto vale a estatal.

Modelo de venda desafiador

O maior desafio para uma eventual privatização dos Correios, segundo especialistas, é como definir um modelo de venda que equilibre a atratividade do negócio para empresas privadas com a manutenção da capilaridade de atendimento.

É consenso que a malha da estatal, presente em todos os municípios do país, é um fator que derruba a rentabilidade da operação.

O tamanho dos Correios, que hoje tem cerca de 130 mil funcionários, seus passivos e sua operação deficitária são fatores que deverão ser levados em conta no desenho da privatização e afetam o valor do negócio.

O cronograma do governo, que prevê a desestatização ainda em 2021, é visto como excessivamente otimista.

— É uma empresa extremamente endividada, com um fundo de pensão quebrado. Se o governo quiser ganhar dinheiro com a privatização, tem que tirar tudo isso da mão do investidor. Também precisaria enxugar a estrutura, fazer PDV (plano de demissão voluntária), recapacitar os servidores, porque não vai ter setor privado interessado em contratar 130 mil — afirma Elena Landau, economista e ex-diretora do BNDES.

Para Sérgio Lazzarini, professor do Insper, o modelo mais fácil do ponto de vista técnico seria vender a operação como um todo e deixar o setor privado ajustar a estrutura adquirida.

No entanto, isso traria alta nos preços dos serviços em regiões mais afastadas e queda na área de cobertura.

— Os Correios atendem regiões como favelas e áreas remotas que não são hoje atendidas pelos privados porque não há rentabilidade. Se vender a empresa sem parâmetro regulatório, o preço vai subir — diz ele.

Subsídios públicos

A alternativa de exigir uma cobertura mínima em áreas menos rentáveis, como na privatização das empresas de telefonia, derruba a atratividade da empresa para a iniciativa privada.

Lazzarini diz defender que o governo subsidie, a preços de mercado, uma espécie de complementação do frete para que o custo da entrega não seja alto para o consumidor nessas regiões.

Tayguara Helou, presidente do sindicato das empresas de transporte de São Paulo, diz que a venda da empresa em bloco único seria um caminho viável.

— É uma empresa deficitária mesmo sem pagar tributos federais, estaduais e municipais. O ideal seria fatiar a operação por unidades de negócio por meio de concessões — afirma.

Helou lembra que o segmento postal não é um mercado muito rentável. Por isso, se for atendido pelas companhias privadas, será uma receita periférica.

Alexandre Pierantoni, diretor-executivo da consultoria Duff & Phelps, afirma que, independentemente do modelo a ser adotado, é pouco factível que o governo consiga concretizar a desestatização antes de 2022.

— Todo o modelo de concessão demanda tempo, precisa de estudos e conversas com investidores.

Uma divisão da estatal por segmentos de serviço em vez de um fatiamento regional, segundo ele, pode fazer mais sentido ao negócio.

— A preocupação é como fatiar a operação de modo a garantir que as unidades de negócios tenham regiões lucrativas e deficitárias juntas.

Manter o serviço estatal apenas na ponta da entrega final, mas privatizar as demais etapas do processo logístico, como distribuição e transporte, pode ser uma solução rentável, segundo Luís Antônio de Souza, sócio do escritório Souza, Mello e Torres.

A modelagem da privatização, segundo ele, também vai precisar discutir temas como a privacidade e a proteção de dados de entregas e fluxos postais, informações que hoje têm alto valor comercial.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Macena disse:

    Perfeito o seu comentário, caro Azevedo. Concluo: privatização Já! João Macena.

  2. Azevedo disse:

    Os correios dados de graça hoje ainda é caro, empresa falida, incompetente em vários setores, sendo um cabide de empregos para funcionários sindicalistas sem futuro e políticos pilantras. Vende essa porra logo, antes que leve mais dinheiro do contribuinte.

Guedes descarta estender auxílio emergencial para 2021

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou nesta quarta-feira a possibilidade de prorrogar a concessão do auxílio emergencial para 2021. Guedes garantiu que o plano emergencial criado por conta da pandemia de Covid-19 irá até dezembro, sem extensão.

— Tem um plano emergencial e o decreto de calamidade que vão até o fim do ano. E no fim de dezembro acabou tudo isso — disse Guedes.

O decreto de calamidade pública e o chamado Orçamento de Guerra permitiram uma série de ações emergenciais e o aumento de gastos públicos neste ano, até 31 de dezembro, o que deve fazer o rombo nas contas federais atingir R$ 900 bilhões em 2020.

Com a proximidade do fim do ano e as incertezas sobre 2021, há dúvidas sobre se o governo poderia prorrogar o estado de calamidade pública e o Orçamento de Guerra.

Essa incerteza cresceu com a demora para se chegar a uma solução para o Renda Cidadã. O programa social está sendo desenhado como substituto do Bolsa Família e há um receio, no governo e no Congresso, de se chegar a janeiro de 2021 sem programa de transferência de renda para os mais vulneráveis.

— O ministro da economia está descredenciando qualquer informação de que vai prorrogar o auxílio — disse Guedes.

A solução para o novo programa social do governo que vem sendo costurada entre parlamentares, governo e Tribunal de Contas da União (TCU), passará pelo corte de gastos. Segundo fontes envolvidas nas discussões, está na mira o chamado extrateto dos servidores públicos dos três Poderes.

O auxílio emergencial foi inicialmente proposto pelo governo para durar três meses, com parcelas mensais de R$ 200. O Congresso, em seguida, estabeleceu um valor de R$ 600, após negociações com o Palácio do Planalto.

Com o avanço da crise, o prazo do pagamento de R$ 600 aumentou para cinco meses. Depois, o pagamento do auxílio foi estendido até dezembro deste ano, mas com pagamento de R$ 300.

O Globo

Ensino remoto pode continuar até o fim de 2021, diz Conselho Nacional de Educação, que não recomenda a reprovação neste ano

Foto: Divulgação/Secretaria da Educação do Distrito Federal

O Conselho Nacional de Educação (CNE) deve aprovar nesta terça-feira(06) uma resolução que permite o ensino remoto nas escolas públicas e particulares do País até 31 de dezembro de 2021. Dessa forma, as redes de ensino podem organizar seus calendários, com reposições de aulas perdidas e avaliações, não apenas até o fim deste ano. O documento, ao qual o Estadão teve acesso, também recomenda que as escolas não deem faltas aos alunos nesse período todo de pandemia.

Como em outras resoluções durante a pandemia, mais uma vez um documento do CNE também não recomenda a reprovação em 2020. É sugerido que se adotem “anos escolares contínuos”, ou seja, junte-se a série em que o estudante está em 2020 com a próxima, em 2021. “O reordenamento curricular do que restar do ano letivo de 2020 e o do ano letivo seguinte pode ser reprogramado, aumentando-se os dias letivos e a carga horária do ano letivo de 2021 para cumprir, de modo contínuo, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento previstos no ano letivo anterior”, diz o documento.

“As consequências deste ano vão levar um tempo para serem resolvidas nas escolas”, diz a relatora da resolução e conselheira do CNE, Maria Helena Guimarães de Castro, que já foi secretária executiva do Ministério da Educação (MEC) nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer. “Mesmo que se imagine que haja vacina ano que vem, as escolas precisam se readaptar, é o que todos os países do mundo estão fazendo. É uma flexibilização que dá tranquilidade no replanejamento para 2021.”

Algumas redes públicas já anunciaram que juntarão os dois anos letivos, como forma de não penalizar estudantes que não puderam acompanhar o ensino online. Uma delas é a rede estadual de São Paulo, que ontem abriu matrículas para um novo 4º ano do ensino médio para os alunos que quiserem continuar estudando em 2021.

Mas, segundo o secretário da Educação, Rossieli Soares, a reprovação não será proibida na rede. “Sabemos de estudantes que não estão entregando atividades. Vamos dar todas as oportunidades para eles, podem entregar mais para frente, mas o mínimo é necessário fazer”, disse ao Estadão. Em casos de falta de acesso online, ele explica, os alunos têm os materiais impressos e podem devolver as lições dessa forma.

A flexibilização do calendário do CNE, no entanto, não significa, segundo Maria Helena, uma indicação de que as aulas não precisam voltar. Para ela, onde já houver decisão favorável da área de Saúde, elas devem retornar com atividades presenciais. “A volta é muito importante, até para as pessoas aprenderem a lidar com o medo, ter acolhimento, para que os professores possam falar como estão se sentindo”.

O secretário Rossieli também disse ontem que retornar, cumprindo os protocolos, é “fundamental”, citando casos de depressão de adolescentes isolados. “Se for possível, envie seus filhos à escola, com segurança, seja escola pública ou particular.” Amanhã, apenas 100 das mais de mil escolas estaduais da capital vão abrir, apesar de autorização para atividades presenciais.

A Lei 14.040/2020 previu que o CNE deveria dar as diretrizes para os estabelecimentos de ensino durante o “estado de calamidade pública” causado pela pandemia da covid. Ao ser aprovada, será a mais importante resolução nacional sobre o assunto, já que o MEC não se posicionou oficialmente. Em entrevista ao Estadão, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que a volta às aulas não era tema do governo federal.

O texto fala ainda que deve ser decisão dos pais ou responsáveis enviar ou não os alunos para aulas presenciais e que as avaliações são facultativas às escolas neste momento. Mas os que decidirem manter os filhos em atividades remotas devem se comprometer em cumprir “atividades e avaliações”.

Sobre recomendar que não se dê faltas aos alunos nas escolas, Maria Helena diz que é impossível checar a frequência durante o período de aulas remotas, já que os estudantes muitas vezes recebem vídeos para estudar no horário que escolherem. Para as escolas de educação infantil (0 a 5 anos) o documento libera também de cumprir a carga horária letiva de 800 horas, como devem fazer este ano o ensino fundamental e médio. Mesmo assim, essas horas podem ser preenchidas com atividades online.

O texto fala ainda que todos os recursos de tecnologia podem ser empregados no ensino e cita inclusive as redes sociais, como WhatsApp, Facebook, Instagram, “para estimular e orientar os estudos, pesquisas e projetos”.

Alunos ansiosos

Às vésperas da reabertura das escolas para atividades extracurriculares, que ocorrerá na quarta-feira, pais e alunos estão ansiosos para a retomada e preparados para as novas regras impostas por causa da pandemia. Mesmo sabendo que será necessário manter o distanciamento, estudantes estão contentes por poder matar a saudade dos colegas.

Pedro Maio Gamarra, de 8 anos, já sabe o que vai levar no primeiro dia de aula: “O meu lanche, álcool em gel, máscara e uma luva”. Também avisa que vai reencontrar amigos. “A professora já contou quem vai.”

A mãe do garoto, a empresária Taciane de Almeida Maio Gamarra, de 38 anos, diz que a família vinha se preparando para a volta às aulas e o retorno vai trazer benefícios para Pedro e para sua irmã Giulia, de 4 anos.

“Meu mais velho está estressado, sem paciência. Ele está ansioso para pegar o uniforme e está adorando esse retorno das atividades presenciais. Vai ser bom também para eles se adaptarem para como vai ser daqui para frente”, diz a empresária.

Quem vai voltar à escola na próxima semana também já conta os dias para retomar o contato com os colegas e professores, mesmo com as regras de distanciamento, uso de máscara e do álcool em gel. O piloto de avião Gustavo Miranda Leal, de 41 anos, já separou álcool em gel e máscaras adicionais para colocar nas mochilas dos filhos Samuel, de 8 anos, Sarah e Luísa, de 5 anos, e também intensificou as orientações.

“Eles estão bem ansiosos, sentem falta do convívio social. Até cobraram a gente, há uns 30 dias, sobre a volta às aulas. O que observei é que o diálogo funcionou e a escola vai tomar as medidas de proteção.”

Os irmãos Sophia e Theo Larcher, de 17 e 12 anos, respectivamente, também vão participar de atividades extracurriculares a partir da semana que vem e não escondem a ansiedade. “Estou com as expectativas altas, porque não aguento mais ficar em casa. Acho legal voltar por três horas para a gente se ver um pouco.” Os sentimentos de Theo se misturam ao falar da retomada das atividades escolares. “Na parte emocional, é difícil descrever. É uma mistura de saudade com ansiedade. Ao mesmo tempo em que estou ansioso para ver meus amigos, estou com medo da dita cuja (a covid-19).”

Mãe dos estudantes, a professora Melissa Larcher, de 46 anos, relata que a volta está sendo mais difícil do que quando os filhos migraram para o ensino remoto por causa da pandemia. “São muitas dúvidas. Mas o que a gente espera, de verdade, é que eles tenham interação social. Apesar de ter a insegurança sobre o componente de saúde – o meu filho é asmático -, eu autorizei ele a voltar.” Melissa aposta na informação e na transparência. “Eles estão contentes, querem o prédio da escola, mas nós os estamos preparando para não ser a mesma escola.”

Professora do Instituto Singularidades e psicopedagoga, Marta Gonçalves destaca a importância do diálogo e do acolhimento no processo. “Não importa a idade, tem de conversar. Corremos o risco de a criança ir para a escola e não querer retornar. Tem de acolher essa decepção.”

Ela diz que é comum sentir ansiedade na retomada, mas que os pais devem observar e procurar ajudar, caso o sintoma se prolongue.

UOL, com Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro Galiaço disse:

    O sindicato dos professores e a classe de educadores nunca tiveram tamanha chance de ficar SEM TRABALHAR de forma efetiva. O ENSINO BÁSICO e o FUNDAMENTAL que já tem um ENSINO DEFICITÁRIO RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE agora vai afundar de vez.
    QUEM domina o ensino no Brasil a mais de 20 anos?
    QUEM coloca os dirigentes na educação a mais de 20 anos?
    Esses estão conseguindo o pleito antigo, receber sem trabalhar, ou melhor, fazendo de conta que trabalham. Estão realizando um sonho antigo usando o covid.
    Na CONTARMÃO DA EDUCAÇÃO MUNDIAL.
    Só o ensino brasileiro está certo, todos os demais pelo mundo não.

Com muita inovação e criação de turmas de ensino fundamental, Colégio Porto está com matrículas abertas para 2021

Fotos: Divulgação

“É como se minha vida deixasse de ser uma sequência de aulas isoladas e virasse um caminho direto pro meu objetivo”. A frase é do estudante Pedro Sampaio, aluno da 1ª série do Ensino Médio do Colégio Porto, e resume bem o trabalho desenvolvido pela escola nesse primeiro ano de funcionamento. Esse caminho é traçado por meio de uma educação de qualidade e inovadora, que aposta no conceito de “Comunidade Porto”, unindo pais, alunos e professores dentro do mesmo propósito. Em 2021, o Porto quer ampliar essa comunidade. Por isso, as matrículas já estão abertas.

Além das turmas de 1ª, 2ª e 3ª série do Ensino Médio, a escola também está com matrículas abertas para as novas turmas de 8º e 9º anos do Ensino Fundamental. Para fazer parte dessa comunidade inovadora, basta entrar no site da escola, que é o www.colegioporto.com.br ou fazer contato por meio do Whatsapp, no número 9-9611-0016, para agendar uma visita. Após isso, os estudantes passam por uma sondagem pedagógica, que acontece todas às sextas-feiras, a partir das 14h. O objetivo é entender pedagogicamente o aluno, quais são as suas dificuldades e facilidades e, a partir disso, desenvolver um planejamento pedagógico mais assertivo.

Para o ano que vem, o Colégio Porto traz uma série de novidades. Entre elas, uma parceria com National Geographic Learning, para a implementação de um programa de ensino bilíngue. O Porto também vai investir na integração do ensino com técnicas comportamentais, por meio de uma parceria com a San Martin & Niklas Desenvolvimento Humano. Os estudantes terão aulas de empreendedorismo e liderança, além de serem introduzidos ao ensino aprofundado das artes, como música e teatro. Até o fim do próximo ano, a escola terá uma nova sede, ampla, moderna e com quadras poliesportivas.

Serviço

Colégio Porto – 2021

Matrículas abertas: turmas de 8º e 9º ano (ens.fundamental) e 1ª, 2ª e 3ª série (ens. Médio)

Agendar visitas: www.colegioporto.com.br ou 9-9611-0016 (Whatsapp)

Sondagem pedagógica: às sextas-feiras, a partir das 14h

Vacina da Oxford contra Covid estará disponível no Brasil a partir de janeiro, afirma ministro da Saúde

Foto: Carolina Antunes/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta sexta-feira, 2, que 30 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca, estarão disponíveis no País a partir de janeiro. A nova data é um adiamento do cronograma inicial, que previa a chegada da primeira metade de unidades ainda em dezembro e a segunda no primeiro mês de 2021.

Em entrevista à CNN Brasil, o ministro destacou que mesmo com a entrega, o processo de imunização depende do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).”Uma vez aprovada a vacina com registros internacionais, cabe à Anvisa certificar no Brasil. Quanto à velocidade da certificação e aceleração de fases, eu não tenho essa posição hoje, que é específica da Anvisa. Assim que tivermos a vacina e a autorização, começamos a vacinar”, disse Pazuello.

Na quarta-feira, 30, ao ser questionado sobre a data para o lançamento da vacina no País, o gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes Lima Santos, afirmou, também em entrevista à CNN: “A Anvisa não se compromete com prazo, mas só libera quando tiver segurança e qualidade bem estabelecidas”. Segundo Mendes, a análise do registro da vacina da Universidade Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, o primeiro desse tipo no País, deve durar até 60 dias. Em situações normais, esse período é de um ano. Entretanto, ele pontuou que um prazo menor não interfere na qualidade da avaliação.

“A iniciativa de otimizar os processos administrativos não significa a redução dos critérios técnicos, que são baseados em três pilares: segurança, qualidade e eficácia”, disse em entrevista à rádio CBN nesta sexta-feira, 2.Sobre a distribuição da vacina após a aprovação pelo órgão, Pazuello reiterou que a imunização estará disponível para toda a população por meio do Sistema Único de Saúde. “É importante deixar claro que todas as vacinas que o SUS adquirir fazem parte do PNI (Programa Nacional de Imunização). Por isso, serão para todos os brasileiros”, afirmou o ministro da Saúde.

Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Entregador De Pizza 🍕 disse:

    A vacina Chinesa Coronavac, é mais confiável e tá aí, na cara do gol já.

    • Fulgêncio disse:

      É??
      Mas vc tem que esperar a da Venezuela.
      Quem sabe da Argentina.

  2. Jr disse:

    Não consigo entender como vão começar a vacinação em janeiro? se ainda não existe nem uma vacina comprovada contra a peste?

  3. Jacó disse:

    Bolsonaro, ôôô homi bom!!
    A véi arrochado.
    Chupa entregador de pizzas.

Aulas presencias da rede pública estadual só serão retomadas em 2021, anuncia Fátima

FOTO: ASSECOM/RN

A governadora Fátima Bezerra anunciou na manhã desta terça-feira, 08, a continuidade da suspensão das aulas presenciais na rede pública estadual de ensino até o final de 2020 em função da continuidade da pandemia da Covid-19.

Para tomar a decisão a Governadora citou a posição do Comitê setorial da Educação no RN, a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a opinião expressa pela população em recente pesquisa do Ibope que atesta que mais de 70% dos brasileiros querem a volta das aulas presencias só após a disponibilidade de vacina e enquetes feitas pela Secretaria Estadual de Educação e por veículos de comunicação.

“Diante destes fatos e considerações informo que as atividades presenciais da Educação no RN só serão retomadas em 2021. Isto estará normatizado no próximo decreto que vamos publicar nos próximos dia para a rede de educação pública do Estado”, afirmou a chefe do Executivo.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Elisete disse:

    Bem! Espero que às aulas presencias volte em 2021.Quando pais,professores e alunos tiver vacinado.

  2. Juliano bugueiro disse:

    Gratidão Fátima.

  3. Jobson disse:

    muito bem. meus filhos não iam a vida deles vale mais. Posição acertada da governadora do estado.

  4. Santa ignorância disse:

    Aos ignorantes, professores da rede pública e privada estão dando aulas de maneira remota!!!! Por sinal estão tendo muito mais trabalho e se dedicando muito mais, usando computador, internet,energia, celular privados para atender da melhor forma seus alunos. Então ignorantes os professores são heróis que trabalham com o mínimo!!!! Deveriam ser admirados e celebrados dia a dia mas como estao nesse país …..

  5. Marcos disse:

    Já vamos em 5 meses parado.
    É uma bomba o que esse governo do PT faz.

    Tudo voltou, menos a educação.
    Só os Estados de esquerda que ficarão nessa incógnita.

  6. Mateus disse:

    E se a pandemia persistir até 2022, essa incompetente permanecerá com as escolas públicas fechadas até lá?

    É vergonhoso o que estão fazendo com o nosso Estado, enquanto os outros Estados já retornaram às aulas, aqui fica essa militante junto um bando de professores de esquerda, menospreza não quem precisa de escola pública.

    O presidente precisa interferir nos Estados de esquerda que estão segurando a educação

  7. Assunção disse:

    É fundamental que todos os esforços sejam feitos para garantir que a crise não exacerbe as desigualdades na educação.

    É numa vergonha uma professora fazer isso com a rede pública de ensino.

  8. Arruda disse:

    Fátima do PT ta acabando com o RN.
    É imoral!!

  9. Paulo disse:

    Por precaução, aulas somente em 2024.
    Aulas se repõem depois.
    Vidas, não.
    Qual o problema se a criança só aprender a ler aos 10 anos de idade em vez de aos 6?
    Qual o problema se o rapaz ou moça só terminarem o ensino médio com 20 anos de idade?
    Sem aula é até melhor parque evita que os alunos usem drogas nas escolas ou ocorram casos de gravidez.
    Professores anunciam greve por aumento…

  10. Cris disse:

    A educação em último lugar eis o resultado.

  11. Cris disse:

    Ser professora não capacita para ser administradora de um Estado.

  12. Cris disse:

    Ser professor não credencia para ser gestor.
    O resultado estamos vendo.
    Lentes do MP urgente.

  13. MarciaG disse:

    Na verdade essa desgovernadora deve dizer qdo vai começar a governar o Estado. Dinheiro veio muito do Governo Federal. Mas ninguém ver .

  14. João Macena disse:

    Romildo Vilar, concordo inteiramente com o seu comentário. Parabéns. João Macena.

  15. Cidadão Indignado disse:

    Concordo totalmente com a governadora do Rio Grande do Norte! Decisão inteligente, prudente e sensata. Sem maiores delongas!

  16. Armando disse:

    A incompetência de tomar as medidas adequadas de prevenção e proteção às crianças e aos professores determinaram essa medida extrema de cancelar aulas.
    Essa fácil e simplória medida deve ser acompanhada das explicações reais, que, certamente, não são as de proteção das crianças e professores.

  17. Romildo Vilar Ribeiro Dantas Jr disse:

    Essa decisão só vale para rede pública de Educação, segundo o meu entendimento. Isso decorre do fato de que o governo não se preparou, em termos de sanitarização, para o retorno das aulas presenciais, mesmo porque nem as aulas remotas para os alunos das escolas estaduais está ocorrendo.
    No que tange às escolas privadas, sabe-se que a maioria se prepararam rigorosamente para atender aos protocolos de sanitarização e rodízio de alunos em aulas presencias, sem no entanto, dispensar as aulas remotas.
    Logo, tem-se que o ano letivo terminou praticamente para alunos das escolas públicas, infelizmente.

  18. Dinho disse:

    Concordo em gênero número e grau. Parabéns. Sensata decisão. Assim deve ser nas particulares também.

  19. Greg disse:

    Uma coisa eu garanto..esses menino não vão pegar COVID 19 nas escolas de jeito nenhum, agora, nas praias, nos bares, restaurantes, shopping, Alecrim, etc…tem grande chance de pegar, pq os pais estão levando e eles podem servir de vetor…enfim, a prioridade foi abrir tudo e educação deixar de lado…a ordem foi inversa…lamentável, e pior, o ministério da educação nem se posiciona a nível federal…estamos a deriva.

  20. Pixuleco disse:

    Incompetência Estadual e Municipal, lamentável, mais uma Anta na governaça.

  21. LEO disse:

    Concordo,Creio quem em casa,os alunos aprenderão pelo menos a Tabuada !!!!!!

  22. Chicó disse:

    É muita incompetência !!! Como professora deveria saber a importância da educação para um cidadão. Faz vergonha !

  23. Brasil disse:

    Concordo com a governadora, usou o bom senso.

  24. Júnior disse:

    Os que forem favoráveis a esse absurdo do desgoverno do estado do RN, podem já ir comprando alfafa para alimentar os seus filhos, ensina-los a relinchar e passem a criar jumentos dentro de casa, o próximo passo e filia-los ao PT. infelizmente que os que criam os seus filhos para serem pessoas normais com perspectiva de futuro profissional e social serão prejudicados por essa decisão sem fundamento de uma governadora insana. O estado caminha cada vez mais para o abismo.

  25. Théo disse:

    Sábia, humana e sensata decisão! Tem o apoio da maioria da populacão Sra. Governadora. Não dê ouvidos às críticas.

  26. Ricardo disse:

    O Município do Natal, a exemplo do de Parnamirim, botou no ar o seu canal de teleaulas.
    É o 3.2 (Band). Bom lembrar que o Gover no Federal autorizou as emissoras a fazerem isso desde o começo de abril. O GERN fez o que?

  27. Manoel disse:

    Pq será que uma governadora que se diz peofessora não prioriza a volta as aulas? A quem interessa manter a população carente sem escola?

  28. Maria Helena de Queiroz. disse:

    Muito bem , concordo literalmente com volta ás aulas só apos a vacina.Devemos evitar mortes por conta do Covid 19. É lamentável pq tem muita indiferente a gravidade da pandêmia e continuam desrespeitando ,sem máscaras e aglomerando em praias,bares etc.

  29. Morais disse:

    Decisão sensata! Não temos a mínima condição de retorno presencial. Quem quer ou defende pensa financeiramente e coloca filhos e demais familiares em risco.

  30. Sergio barchz disse:

    Aí é uma assinatura de incompetência do governo.

  31. Edison Cunha disse:

    E os professores da rede pública de ensino vão continuar recebendo seus respectivos salários sem ministrar nenhuma aula?
    E os pais de alunos da rede privada vão continuar pagando as mensalidades sem que haja aulas presenciais?

    Essa governadora é uma bactéria nociva à educação do Rio Grande do Norte.

    #ForaFátima

    • Ruan disse:

      A galera esquece que tem gente morrendo TODOS OS DIAS… tem que alguém em casa pegar, ir para UTI e morrer para lembrar a realidade: ainda estamos com um vírus letal circulando entre a população.

    • Diego disse:

      Deus permita que seus filhos ou sobrinhos ou netos ou qualquer familiar que retorne para escola, não seja contaminado pelo vírus da covid 19. Um ano letivo se recupera, a vida é possível que não.

    • Fernandes disse:

      Minha mãe é professora da rede pública estadual e posso garantir que está trabalhando mais do que nunca ministrando aulas remotas e passando atividades para seus alunos.

      Já nas escolas privadas, os alunos em sua maioria continuam tendo aulas no formato remoto, o que justifica plenamente a continuidade do pagamento das mensalidades. Os pais que tiverem dificuldades financeiras devem conversar com as escolas e buscar algum acordo para que se adequem às suas necessidades. Além disso, as escolas certamente tiveram redução de gastos com iluminação artificial, climatização, impressões e várias outras coisas que só se aplicam nas aulas presenciais.

      Aula remota é aula. Boa ou não, é o que temos para esse momento, pois a pandemia não acabou e a reabertura das escolas é tudo o que a doença quer para voltar a se espalhar na nossa população.

      Não votei nem apoio Fátima Bezerra, mas a postura dela demonstra, no mínimo, sensatez para depois não se arrepender.

    • Jane disse:

      Quem foi que falou que na rede privada não tem aula, o Sr. Está muito equivicado, sou professora de escola particular e leciono todos os dias, tenho trabalhado muito por sinal, para ter aulas atrativas e menos enfadonhas em um momento tão difícil.

ABC: Sete jogadores renovam contrato e permanecem para 2021

Foto: Rennê Carvalho/ABC F.C.

Nessa quarta-feira (2), o Departamento de Futebol do ABC deu entrada na documentação de renovação contratual de sete jogadores: o goleiro Rafael, os zagueiros Vinícius Leandro, Vitor Salvador e Richardson, o lateral Bruno Souza e os volantes Valderrama e Vinícius Paulista.

Os sete atletas tinham contrato com o alvinegro até o dia 10 de setembro e prorrogaram seus vínculos com o clube até 2021. Vitor Salvador, Richardson e Vinícius Paulista renovaram até o final de abril do próximo ano, enquanto Rafael, Vinicius Leandro, Bruno Souza e Valderrama assinaram até o fim de novembro de 2021.

“Entendemos que temos um grupo muito bom e estamos trabalhando para manter esse grupo para a sequência da temporada e até para o próximo ano. Acertamos a renovação contratual com esses sete atletas e hoje demos entrada na documentação de prorrogação”, comentou o vice-presidente de Futebol, Gustavo Cartaxo.

A prorrogação contratual dos jogadores já foi publicada no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

Com informações do site do ABC

Vacina do Butantan/China poderá estar disponível no início de 2021 e mira 120 milhões de brasileiros

Foto: Divulgação

O presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta segunda-feira (20) que a vacina Coronavac, desenvolvida a partir de uma parceria entre o governo de São Paulo e um laboratório chinês, pode chegar aos brasileiros no início de 2021. “Poderemos ter essa vacina disponível no início do próximo ano”, afirmou o médico infectologista.

Segundo ele, inicialmente estão previstas 120 milhões de doses que poderão ser utilizadas para vacinar 60 milhões de brasileiros. “Estamos aprendendo importantes lições com essa pandemia. Já tivemos, no passado, outras epidemias com o coronavírus. A China já tinha experiência com o desenvolvimento anterior de uma vacina para a Sars, mas não chegou a ser concluído. Por isso, temos que completar esse processo. Esta vacina poderá ser útil para essa epidemia e outras que possam surgir”, exlicou Covas.

“Qualquer vacina que seja provada eficaz é válida, melhor se tivessemos duas ou três disponíveis. É natural imaginar dois grupos principais como eventuais prioritários para receber a vacina, são eles: pessoas com doenças mais graves e grupos responsáveis pela manutenção do vírus em comunidades”, explicou Esper Kallas, médico e professor da USP.

Dimas e Kallas explicaram ainda as diferenças entre as tecnologias utilizadas para o desenvolvimento das vacinas Coronavac e a de Oxford. “A Coronavac utiliza uma tecnologia tradicional já utilizada contra a raiva e contra a dengue. A tecnologia utilizada no desenvolvimento da vacina de Oxford é nova e poderá ser uma evolução na tecnologia de produção de vacina. Mas o processo produtivo deve ser validado por estudos”, afirmou Covas.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Esses mequetrefes cordeiros eleitores do Pelezinho estão ferrados, vão comer corda por serem eleitores da quadrilha e provavelmente vão morrer desempregados, passando a pão, mortadela e água.

  2. Manoel disse:

    Será q gado terraplanista e negacionista até da ciência vai tomar essa vacina?

  3. Palmikto Podre disse:

    Essa. Só serve para gado . Tem que esperar UMA DE USO VETERINÁRIO ! Mummmmmm

  4. Gibira disse:

    Vixe da China ?

CBF divulga novo calendário do futebol, com final do Brasileirão em 2021; Série D com início em setembro e término também em fevereiro

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, nesta quinta-feira (9), o novo calendário dos jogos masculinos para 2020. O Campeonato Brasileiro, que havia sido suspenso em função da pandemia do novo coronavírus, tem a final prevista para o dia 24 de fevereiro de 2021.

Para o Brasileirão, as tabelas das Séries A, B e C serão mantidas. Segundo a confederação, o detalhamento das primeiras rodadas vai ser disponibilizado pela Diretoria de Competições no início da próxima semana, junto com as Diretrizes Operacionais para a realização das partidas.

Campeonato Brasileiro

– A Série A do Brasileirão será disputada entre os dias 9 de agosto e 24 de fevereiro de 2021. O formato da competição segue mantido, em pontos corridos ao longo de 38 rodadas.

– A Série B do Campeonato Brasileiro irá de 8 de agosto a 30 de janeiro, permanecendo em sistema de pontos corridos e dando acesso a quatro equipes para a Série A do ano seguinte.

– A Série C terá seu início conjuntamente com as Séries A e B por solicitação unânime dos clubes. A competição será disputada em 26 datas, de 9 de agosto a 31 de janeiro. Esta temporada marca a estreia do novo sistema de disputa da competição, aprovado por todos os 20 clubes participantes no Conselho Técnico de março deste ano.

– A Série D tem como previsão de início em 6 de setembro e a data de 7 de fevereiro para o encerramento.

Copa do Brasil

As 11 datas restantes da competição mais democrática do país serão disputadas entre 26 de agosto e 10 de fevereiro. A Copa do Brasil será reiniciada com os jogos de volta da Terceira Fase e segue com o mesmo regulamento.

Copa do Nordeste

A maior competição regional do país, organizada pela CBF, tem cinco datas a serem disputadas e será retomada em sua oitava e última rodada da primeira fase no dia 21 de julho. A Copa do Nordeste terá quartas e semifinais disputadas em jogo único.

A decisão será em dois jogos, com o inicial marcado para 1º de agosto e o segundo para o dia 4 do mesmo mês. Os jogos terão como sede única o Estado da Bahia, modelo inédito nas competições do futebol brasileiro.

Eliminatórias da Copa 2022

O calendário confirmado pela FIFA prevê seis datas para os jogos das Eliminatórias. São duas no mês de setembro, nos dias 3 e 8, duas em outubro, 8 e 13, e duas em novembro, nos dias 12 e 17.

Competições sul-americanas de clubes

As datas das competições organizadas pela Conmebol, como a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana, serão informadas oportunamente pela Entidade.

Segundo a CBF, os calendários do futebol de base e do feminino serão divulgados de forma independente nos próximos dias.

CNN Brasil, com informações da CBF

Provas do Enem serão realizadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021, informa Inep

FOTO: CADU ROLIM/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

O Inep (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais) anunciou nesta quarta-feira (8) que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será realizado em janeiro de 2021.

Conforme anunciado no edital, as provas deveriam ser realizadas em novembro deste ano, no entanto, por conta da pandemia do novo coronavírus, o exame foi adiado.

Diante disso, o MEC (Ministério da Educação) chegou a realizar uma enquete entre os participantes. A maioria (49,7%) optou por fazer as provas em maio e 35,3% em janeiro. Mas o Inep não levou em consideração o resultado da pesquisa e optou por ouvir secretários de educação e as universidades.

No entendimento do instituto, a realização do Enem em maio faria com que estudantes perdessem o primeiro semestre. Porque além da correção das provas, é preciso que as notas sejam colocadas no Sisu (Sistema de Seleção Unificado), porta de entrada para as universidades públicas. Também prejudicaria os calendários do Fies (Financiamento Estudantil) e ProUni (Programa Universidade para Todos).

As universidades particulares também seriam prejudicadas uma vez que os alunos aguardam as notas das públicas para depois fazerem matrícula nas instituições privadas.

Justiça

Além da mudança de data das provas, uma liminar na Justiça impede que o contrato com a nova gráfica responsável pela impressão das provas seja assinado. A Valid, segunda colocada na licitação, afirma que a Plural não apresentou os requisitos de segurança necessários.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dede Costa Gournnon disse:

    Quanta balbúrdia desses esquerdistas da UFRN,. Vamos fechar isso aí, talk?

Ano letivo de 2020 no RN deve ser concluído em 2021, diz secretário de Educação

Foto: Getty Images

Em entrevista ao Bom Dia RN da Inter TV Cabugi nesta quarta-feira(01), o secretário estadual de Educação, Getúlio Marques, disse que o ano letivo de 2020 no Rio Grande do Norte poderá ser concluído no ano que vem por causa da pandemia de Covid-19. Na ocasião, reconheceu que apesar das tentativas de amenizar o impacto no ensino com aulas pela internet e distribuição de materiais impressos, “boa parte” dos alunos não possui condições necessárias para o aprendizado fora das salas de aulas. Embora as perdas sejam significativas, o secretário acredita que o ano não está perdido.

Segundo Getúlio, a proposta inicial que está sendo discutida é a recuperação do ano letivo por meio de ciclos, que se estenderiam até 2021, com o conteúdo do ano anterior.

“O ano está comprometido, mas não está perdido. Provavelmente é o que vai acontecer, se não for assim aí é que vai ficar complicado porque o ano letivo de 2021 vai entrar em 2022”, destaca.

Nessa terça-feira(30 de junho), a governadora Fátima Bezerra anunciou que as aulas presenciais no estado podem ser retomadas em 14 de agosto, portanto quase seis meses depois do início da paralisação. A chefe do Executivo do RN ressaltou ainda que a data é apenas um indicativo e não está definida.

As aulas nas redes públicas e privadas estão suspensas desde 18 de março.

Com acréscimo do G1-RN

TJ-BA antecipa pagamento das verbas de férias e benefícios referentes a 2021 para juízes

Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça da Bahia irá antecipar o pagamento das verbas de abono pecuniário e adicional relativas às férias do 1º e 2º período de 2021. A justificativa para o ato divulgado pela Corte nesta segunda-feira (8) foi “salvaguardar o direito dos magistrados, bem como por estar sensível à situação de diminuição de renda familiar de alguns magistrados nesse momento de crise”.

O adiantamento do pagamento se antecipa as dificuldades orçamentárias do Governo da Bahia e a “queda de arrecadação de receitas em decorrência da pandemia do coronavírus”. O ato é assinado pelo presidente do Tribunal, o desembargador Lourival Almeida Trindade e terá o pagamento dividido em 7 parcelas, sendo a primeira paga a partir de junho deste ano.

O ato será publicado no Diário Oficial nesta terça-feira (9).

Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rogério disse:

    Kkkk
    Eu pensei que simplesmente recebiam os subsídios mais altos do pais uma media de 60mil, mas nao sabia que tinham rendas extras que perderam com a pandemia, estranho!!!
    Vivemos num circo mesmo!
    Ferias 60 dias, licença prêmio 90 dias, 20 dias de recesso e inúmeras folgas administrativas e por isso recebem plus e mais plus

  2. João Xavier disse:

    Os verdadeiro ditadores do Brasil.

  3. Fabio Alencar disse:

    Muito didático para os "Patos" enxergarem que são "Patos".

  4. Gustavo disse:

    Pobres juízes. Dá até pena desses párias.

  5. ASCORCAN -RN disse:

    Era bom antecipar até 2050..

  6. Cidadão Indignado disse:

    Isso me dá muito NOJO! Que vergonha descabida. Rapaz, isso aí é um verdadeiro TAPA na cara de cada brasileiro. Contra isso sim, deveria haver manifestação de todo o tamanho. Inescrupulosos!

  7. Toim disse:

    O STF não diz nada?

  8. Vergonha disse:

    Cadê a OAB que se mete em tudo oque não presta ??? Quero ver a opinião desses nobres defensores da lei e da ordem acham desse absurdo ?

  9. Joaquim disse:

    Isso aí é democracia

    • M.D.R. disse:

      Democracia para ELES, e os OUTROS a DITADURA DE ESQUERDA como; CORÉIA DO NORTE, CUBA e etc.

  10. Nildo disse:

    KKKKKKKKKK os coitados estão sem comida sem casa kkkkkkkkkkk eita brasil bom da porra

Comissão de Justiça da Câmara Municipal de Natal aprova texto-base da Lei de Diretrizes Orçamentárias(LDO) para 2021

Foto: Marcelo Barroso

Nesta segunda-feira (01), a Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final aprovou o texto-base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021. O relator, vereador Sueldo Medeiros (PROS), apresentou parecer favorável à matéria, recebendo a anuência dos demais membros do colegiado. Agora, o projeto segue para apreciação da Comissão de Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização.

A matéria é uma das mais importantes a serem analisadas pela Câmara Municipal neste ano, haja vista que estabelece as metas e prioridades para o exercício financeiro seguinte; orienta a elaboração do Orçamento; dispõe sobre alteração na legislação tributária; estabelece a política de aplicação das agências financeiras de fomento.

Durante o encontro, os parlamentares também rejeitaram veto parcial do Executivo ao projeto da vereadora Júlia Arruda (PCdoB) que dispõe sobre a garantia de vagas em creches e escolas aos filhos de mulheres vítimas de violência doméstica. O texto especifica que a ocupação da vaga, seja por matrícula inicial ou transferência, depende de apresentação de boletim de ocorrência, medida protetiva de urgência, certidão ou qualquer documento que comprove que a mulher foi vítima de violência.

Por fim, destaque para a aprovação da proposição do vereador Klaus Araújo (Solidariedade), estabelecendo a prioridade de atendimento em planos de saúde, hospitais, clínicas e laboratórios que elaboram exames públicos e privados das pessoas em tratamento contra o câncer na capital potiguar, além do parecer favorável ao texto de autoria do vereador Preto Aquino (PSD), que condiciona a cobrança de tarifas de estacionamento particular aos estabelecimentos que estiverem legalizados junto aos órgãos competentes e com seus alvarás obrigatórios exigidos por lei municipal.

Estiveram presentes na reunião as vereadoras Nina Souza (PDT), presidente da Comissão de Justiça, e Ana Paula (PL) e os vereadores Kleber Fernandes (PSDB), Fúlvio Saulo (Solidariedade), Preto Aquino e Sueldo Medeiros.

Xuxa Meneghel pensa em parar em 2021 rotina de shows e anuncia cinebiografia chamada “Rainha”

(Foto: Divulgação)

Xuxa Meneghel está com planos de parar sua rotina de shows por todo o Brasil no ano que vem. Em entrevista exclusiva à Marie Claire, a eterna Rainha do Baixinhos disse que tinha a intenção de colocar um ponto final em sua série de shows neste ano, mas – por causa da pandemia do coronavírus – decidiu estender até o ano que vem para passar por lugares onde seu nome sempre foi sinônimo de sucesso.

“Eu tinha 14 shows marcados para este ano, que não vão sair. Vão ficar para o ano 2021, vamos falar assim. Então a nave vai parar em alguns lugares e, se ano que vem voltarmos com os shows, eu acho que serão os últimos. Eu queria ir para lugares onde a nave não foi, queria ir para onde não pude fazer este show para vir com a memória afetiva das pessoas, com a nave descendo, paquitas, músicas de antigamente”, afirmou.

Ela ainda contou em primeira mão para a revista que tudo será gravado e existe uma grande possibilidade de virar um documentário sobre sua relação com os fãs de todos os lugares por onde passar.

“Gostaríamos de gravar tudo isso. Existe uma baita possibilidade de gravarmos e fazermos um documentário em cima de tudo isso”, declarou.

Outro projeto que deve continuar no ano que vem é a produção da cinebiografia, que vai narrar a sua história desde o seu nascimento, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, e adolescência no subúrbio do Rio de Janeiro, até a vida adulta. O filme já tem nome e se chamará Rainha.

“Começaríamos a gravar o filme agora em julho, tudo está freado, por causa da pandemia, mas não paramos de falar sobre isso. Continuamos falando das minhas histórias. O filme, provavelmente, deve ser começado a falar em julho do ano que vem”, revelou.

 

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A apresentadora revive vários momentos de sua carreira e revela planos futuros, inclusive com Angélica e Eliana

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joessé Melo disse:

    Pensa em para os shows , não abandonar a tv !

  2. Observando. disse:

    E daí?

  3. Guilherme disse:

    Pensa em parar? Pensei que ela tinha parado há anos.

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.079 para 2021, sem reajuste acima da inflação; R$ 1.120 em 2022 e de R$ 1.160 em 2023

Fonte: DIEESE E PLDO 2020

O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.079 para 2021, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do ano que vem, divulgado nesta quarta-feira (15) pela área econômica.

O valor é R$ 34 maior que o salário mínimo atual, de R$ 1.045. O reajuste, se aprovado pelo Congresso, começará a valer em janeiro de 2021, com pagamento a partir de fevereiro.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 49 milhões de trabalhadores no Brasil.

Para os anos seguintes, o governo propôs um salário mínimo de R$ 1.120 em 2022 e de R$ 1.160 em 2023. Esses valores são reajustados conforme a progressão da economia, e só se consolidam quando o Orçamento de cada ano é aprovado.

Os valores ainda podem mudar no decorrer deste ano, com base nas projeções de inflação para o ano de 2020 (utilizadas como parâmetro para correção).

A Constituição determina que o salário mínimo tem de ser corrigido, ao menos, pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Sem aumento real

O valor do salário mínimo proposto pelo governo para o ano que vem tem correção somente pela inflação, ou seja, pela estimativa do governo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC).

Esse formato já foi adotado neste ano, quando a área econômica concedeu reajuste somente com base na inflação de 2019.

Com isso, o governo mudou a política de aumentos reais (acima da inflação) que vinha sendo implementada nos últimos anos, proposta pela presidente Dilma Rousseff e aprovada pelo Congresso.

A política de reajustes pela inflação e variação do PIB vigorou entre 2011 e 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento.

Se a política anterior de reajuste real, acima da inflação, fosse mantida, o reajuste do salário mínimo, em 2021, seria maior, pois o PIB de 2019 avançou 1,1%. Neste caso, seriam pagos cerca de R$ 11,45 a mais, com o valor ultrapassando R$ 1.090.

Impacto nas contas públicas

Ao conceder um reajuste menor para o salário mínimo, o governo federal também gasta menos. Isso, porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo.

De acordo com cálculos do governo, o aumento de cada R$ 1 no salário mínimo implica despesa extra em 2020 de aproximadamente R$ 355 milhões.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JEGUEDEGUE disse:

    Parece o contra cheque da turma do TCE/RN sangrando até a última gota de leite das tetas da vaga magra na hora da morte q é o Estado RN.

  2. Manoel disse:

    Faz arminha pobre gado!

    • Junin disse:

      Pobre não, já tô com meus 600 no pé do cipa. Até Já tô tomando uma com caldin da caridade. valeu mito. Tchau luladrão. Hehehe

  3. Anderson disse:

    Tomaaaa desavisado
    Mitoooooo
    Vai aumentar o salario minimo.do tebalhador, ta de parabéns.