Surpreende nas gôndolas dos supermercados a escalada do preço do litro de leite, que acumula alta de 61%, nos últimos 12 meses. A razão pela alta se explica pelo aumento de custo na produção, mas também pelo comportamento dos produtores que viram na carne bovina um mercado mais atrativo.
Todo esse cenário também impacta no funcionamento do Programa do Leite Potiguar (PLP), que sofre com a pouca oferta do produto e isso interfere na quantidade que é distribuída para as 75 mil famílias em extrema pobreza atendidas pelo programa.
Em processo de reformulação, o Programa Leite Potiguar (PLP), que também fomenta a cadeia leiteira do Estado, enfrenta obstáculos para ser ampliado. Entre 2018 e 2019 eram atendidas 84 mil famílias em situação de extrema pobreza, mas a pouca oferta do produto no mercado, provocada por fatores climáticos e econômicos e a queda na arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes) dos combustíveis, que financiava o programa, são apontados como as razões que impedem o Governo de torná-lo mais atrativo para os produtores e ampliá-lo para atender mais famílias que necessitam.
Já faz muito tempo que é inviável produzir leite no RN, os valores pagos não fecham a conta a mais de 5 anos paramos com a criação de vacas leiteiras, por causa da inviabilidade. Nossa fazenda, uns 20 anos atrás chegou a produzir mais de 3.000 litros/dia, quando meu avô ainda estava á frente, depois foi diminuindo por causa da baixa rentabilidade e finalmente, paramos com a atividade.
A oferta não está baixa. O preço que o governo do Estado quer pagar é que é inviável. As queijeira já estão pagando 3,00 no litro, e o Estado pouco mais de dois reais. Está na hora de parlamentares e a Governadora entender que investir numa atividade presente em todos os município do Estado é de fundamental importância para nosso pobre RN.
A culpa é de fatão.
Ela está matando os programas implantados a décadas.
Vejam os restaurantes popular.
Vai na mesma direção.
É mentira??
Com a palavra os petistas que estavam no funeral de 07 de setembro.
O mané f se escondeu.
Sumiu.
O nostradamus o outro seu codinome, morreu junto com o PT.
A LBA distribuía 120 mil litros dia no PNLCC para o RN. Hoje, subsidiado pelo Governo Federal o Governo do Estado usa argumentos insustentáveis para diminuir o programa, penalizando o produtor com preços vergonhosos. Não é culpa do produtor dos insumos, das vacas ou da economia ou Lucas. Todos nós, produtores de leite, sabemos exatamente de quem é a culpa.
Bg pergunta a Marcos Aurélio jornalista e produto os custo de 10 vacas tira leite pra depois o governo querer compra de graça 2,00 o litro ex. Soja 180,00 pasta 120,00 e o Kilo de energia
Vergonha, tenho dois vizinhos que vendem leite e compro a um deles a 3 reais o litro. Eles me falaram o pq de tanto aumento, infelizmente, tudo se faz pra colocar a culpa em Bolsonaro. Gasolina não cola mais, auxílio Bolsonaro vai aumentar pra 800. Veja o aumento dos agentes de saúde, dos professores e dos enfermeiros e técnicos, é se juntam aqueles q são contra Bolsonaro pra não deixar os enfermeiros receber o q merecem. SOU BOLSONARO COM ORGULHO.
O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça se irritou com o que classificou como interferência da Polícia Federal no inquérito que apura as fraudes do INSS. O estopim foi a troca do delegado Guilherme Figueiredo Silva, que comandava as investigações.
O ministro não foi consultado nem avisado com antecedência pelo diretor-geral da PF de que a mudança ocorreria. Ele foi avisado na manhã desta sexta (15), em reunião realizada em seu gabinete com a equipe da polícia.
No encontro, o ministro cobrou explicações sobre a mudança e disse que vai acompanhar de perto as investigações, para que não ocorra atraso nem seletividade no material apreendido.
Mendonça pediu ainda que a equipe apresente o resultado das buscas já realizadas até aqui e a análise do material correspondente.
O caso do INSS é politicamente sensível, porque Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT), é um dos investigados.
Ele teve seus sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados a pedido do delegado que acaba de deixar o caso.
Os investigadores tentam entender sua relação com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, por meio da empresária Roberta Luchsinger.
Troca de coordenação
Guilherme Pereira Silva assumiu a chefia da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal em julho de 2025.
O inquérito sobre as fraudes do INSS corria em uma coordenação subordinada a Guilherme. Desde o último ano, foram deles as principais petições enviadas ao Supremo.
Foi dele, por exemplo, o pedido de prisão do “Careca do INSS”, as buscas contra Roberta Luchsinger e o senador governista Weverton Rocha (PDT-MA) e a quebra dos sigilos de Lulinha.
A decisão da Polícia Federal foi trocar a coordenação responsável pelo inquérito. O caso antes estava subordinado à Coordenação de Repressão a Crimes Fazendários e passa para a Coordenação de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.
Toda a equipe que conduzia a investigação do INSS mudou de uma coordenação para a outra —exceto Guilherme, que vinha conduzindo o inquérito. Procurada, a Polícia Federal não se manifestou.
Um incêndio atingiu um dos prédios no condomínio residencial Moragem, no bairro Passagem de Areia, em Parnamirim, nesta sexta-feira (15).
Equipes do Corpo de Bombeiros já estão no local realizando o combate às chamas. Até o momento, não há informações sobre feridos nem sobre o que teria provocado o incêndio.
No programa “Meio Dia RN” desta sexta-feira (15), BG comenta sobre uma possível delação premiada de um dos envolvidos na Operação Mederi, deflagrada no final de janeiro pela Polícia Federal, com o objetivo de investigar um suposto esquema de distribuição de propinas em contratos da empresa Dismed com a Prefeitura de Mossoró, durante a gestão do ex-prefeito e pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil).
“Tudo indica que está em negociação uma delação premiada de um dos personagens envolvidos nesse escândalo de corrupção. Em se confirmando essa delação premida, salve-se quem puder!!! Envolve o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra, que foi alvo da operação da Polícia Federal, envolve em muito o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos), envolve pessoas ligadíssimas a Allyson Bezerra e envolve pessoas dos municípios de Pau dos Ferros e Apodi”, disse com exclusividade BG.
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) deverá receber orçamento de R$ 496,8 milhões em 2026, segundo dados divulgados pela própria instituição ao jornal Agora RN. Se confirmado até o fim do ano, o valor representará aumento de 9% em relação a 2025, quando o repasse foi de R$ 455,2 milhões.
Mantida pelo Governo do Rio Grande do Norte, a Uern possui autonomia financeira e patrimonial desde 2021, após sanção da Lei nº 11.045/2021 pela governadora Fátima Bezerra. A legislação definiu um modelo de repasse baseado na arrecadação estadual de impostos.
Em 2022, o percentual destinado à universidade foi de 2,31% da arrecadação. O índice subiu gradualmente até atingir 3,08% em 2025, percentual mínimo previsto também para os próximos anos.
Atualmente, a Uern possui 109 cursos de graduação e pós-graduação, distribuídos em seis campi presenciais — em Mossoró, Natal, Assú, Pau dos Ferros, Patu e Caicó — além de 22 polos de educação a distância.
A universidade reúne 14.280 estudantes e conta com 1.538 servidores, entre professores e técnicos administrativos.
Segundo dados institucionais divulgados pela universidade, 80,2% dos alunos vieram da escola pública, 79,6% pertencem a famílias de baixa renda e 82,8% são naturais do Rio Grande do Norte.
Criada em 1968 em Mossoró, inicialmente como Universidade Regional do Rio Grande do Norte (URRN), a instituição foi estadualizada em 1987 e reconhecida oficialmente pelo Ministério da Educação em 1993.
O futuro da Uern entrou recentemente no debate da pré-campanha ao Governo do Estado após o ex-prefeito de Natal e pré-candidato Álvaro Dias mencionar estudos sobre possível federalização ou privatização da universidade.
Após a repercussão negativa, Álvaro recuou e afirmou que manterá a universidade estadual caso seja eleito. “Eu jamais iria pensar em federalizar ou, muito menos, em privatizar a Uern”, declarou em entrevista à rádio 96 FM.
O ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato Allyson Bezerra criticou a proposta e afirmou que a Uern é “inegociável”.
Outro pré-candidato, Cadu Xavier, também saiu em defesa da instituição e afirmou que a universidade transforma a vida de jovens potiguares, especialmente estudantes de origem popular.
A reitora Cicília Maia declarou que a universidade será defendida “permanentemente” diante de qualquer questionamento sobre sua relevância.
Já a secretária estadual de Educação, Socorro Batista, afirmou que a Uern é “patrimônio do povo potiguar” e destacou o papel da instituição na inclusão social, interiorização do ensino superior e desenvolvimento do estado.
Sobre a Uern
Ano de criação: 1968 Campi presenciais: 6 Polos de educação a distância: 22 Cursos: 109 (66 de graduação e 43 de pós-graduação) Servidores: 1.538 (862 professores e 678 técnicos-administrativos) Alunos: 14.280 (80,2% oriundos da escola pública, 79,6% de baixa renda, 82,8% naturais do RN) Orçamento estimado para 2026: R$ 496,8 milhões Participação no orçamento líquido do Estado: 3,08%
A Polícia Federal trocou o delegado que comandava as investigações sobre as fraudes do INSS e apresentou os novos delegados ao ministro André Mendonça, do STF, nesta sexta-feira (15).
O delegado substituído foi o responsável pelo pedido de quebra de sigilo contra o filho mais velho do presidente Lula (PT), conhecido como Lulinha.
Um dos delegados ligados ao caso, chefe da divisão de combate a crimes previdenciários, deixou o cargo em meio às mudanças. A PF informou que ele continua auxiliando os trabalhos.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o delegado teria solicitado a transferência para Minas Gerais, seu estado natal.
Os demais delegados da investigação permanecem na nova coordenação, ainda vinculados à Diretoria de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.
Após as mudanças, o senador Carlos Viana, ex-presidente da CPMI do INSS, enviou ofício ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pedindo esclarecimentos formais sobre a saída do delegado.
A oposição relaciona a mudança às investigações envolvendo Lulinha. A coordenação anterior foi responsável tanto pelo pedido de quebra de sigilos quanto pela negociação da delação premiada do empresário Mauricio Camisotti.
A proposta de delação foi enviada ao STF, mas retornou para ser refeita com participação da Procuradoria-Geral da República.
“Trocas dessa natureza, em momentos delicados da investigação, exigem explicações claras e imediatas à sociedade brasileira”, afirmou o senador Carlos Viana.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), e os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabiano Contarato (PT-ES) assinaram o requerimento de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar as fraudes ligadas ao Banco Master. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo senador Carlos Viana (PSD-MG).
No último dia 13, Viana disse ter protocolado o pedido no Congresso Nacional. “Está oficialmente aberto para assinaturas o pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Quem não deve não teme CPMI”, escreveu, na ocasião.
Segundo o senador, os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram o pedido, assim como os demais parlamentares governistas.
“O governo terá que decidir: apoia uma investigação ampla e sem blindagem… ou continuará apenas no discurso político?”, completou.
As solicitações para a instalação da comissão são feitas desde o escândalo do Master. Entretanto, apesar de ter atingido o número de assinaturas, a pauta não tem avançado no Congresso. A resistência surge, principalmente, devido ao possível envolvimento de congressistas no esquema.
No início do mês, parlamentares de oposição ao governo do presidente Lula negaram ter feito acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para abrir mão de uma CPI a fim de investigar o Banco Master em troca da derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria, que reduz penas a condenados do 8 de Janeiro.
Por meio de nota, o líder oposicionista da Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), afirmou que não houve acordo ou negociação e que não haverá recuo no pedido de abertura da CPI. O deputado declarou ser a favor da instalação da investigação.
“A CPI do Banco Master não é uma pauta política, é uma necessidade do país. O povo brasileiro tem o direito de saber o que aconteceu”, afirmou o parlamentar.
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O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), e o pré-candidato Babá receberam mais um importante reforço político no interior do estado. Desta vez, o apoio veio de Campo Redondo, município estratégico da região Trairi.
O prefeito da cidade declarou oficialmente apoio ao projeto político de Álvaro e Babá durante encontro que reuniu lideranças locais, a vice-prefeita e os nove vereadores do município, consolidando praticamente a união completa do grupo político da cidade em torno da pré-candidatura.
Além do peso político local, o movimento chamou atenção pelo simbolismo. O prefeito de Campo Redondo integra a base política de lideranças como o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e do deputado federal João Maia (PP).
Durante o encontro, o prefeito destacou a confiança no projeto liderado por Álvaro Dias e Babá.
“Obrigado por ter vindo para Campo Redondo, meu amigo. Eu sei que você vai fazer um trabalho grande pela nossa cidade. Alô, meu amigo. Conte com Campo Redondo.”
A adesão de Campo Redondo fortalece ainda mais a presença de Álvaro Dias na região Trairi e amplia a construção de alianças políticas no interior do estado. Nos últimos dias, o ex-prefeito de Natal vem acumulando apoios de prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas em diferentes regiões do RN, consolidando musculatura política para a disputa de 2026.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu manter, por unanimidade, as medidas impostas aos produtos da Ypê, com exceção da determinação de recolhimento. A decisão foi tomada em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (15).
Os votos da Diretoria Colegiada ocorreram após a avaliação de um recurso apresentado pela marca, que teve alguns produtos suspensos na última semana.
As determinações de suspensão, fabricação, comercialização e distribuição dos itens da empresa aconteceram depois de ações de fiscalização feitas pela agência.
Veja cada um dos votos
Leandro Safatle, diretor-presidente da Anvisa: votou a favor da manutenção de parte das medidas determinadas pela agência, com exceção do recolhimento, que não precisa mais ser feito;
Thiago Campos, diretor da Anvisa: votou a favor da manutenção das medidas da agência, inclusive pelo recolhimento;
Daniela Marreco, diretora da Anvisa: votou a favor da manutenção de parte das medidas da agência (suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos), com exceção do recolhimento, que não precisa mais ser feito;
Daniel Pereira, diretor da Anvisa, votou a favor da manutenção de parte das medidas da agência (suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos), com exceção do recolhimento, que não precisa mais ser feito;
O quinto votante não compareceu ao julgamento.
Entenda o julgamento
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) julga na manhã desta sexta-feira (15) o recurso apresentado pela Ypê sobre as determinações de suspensão, fabricação, comercialização e distribuição dos produtos da marca.
A suspensão automática da Resolução 1.834/2026 ocorreu depois que a Ypê apresentou um recurso à Anvisa, na última sexta-feira (8).
O que diz a Ypê
“Em linha com sua postura de transparência e colaboração institucional, a Ypê comunica que solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que a reunião extraordinária da Diretoria Colegiada desta sexta-feira (15/5) seja realizada de maneira pública. A empresa abriu mão do sigilo referente a esse processo, autorizando sua ampla divulgação.
A Ypê tem plena convicção no trabalho que tem realizado para se adequar às orientações do órgão fiscalizador, garantindo a qualidade máxima de seus produtos, e ressalta que permanece integralmente comprometida com o cumprimento de eventuais determinações ou ajustes adicionais que venham a ser estabelecidos.
Com isso, a companhia reitera seu compromisso de mais de 75 anos com a segurança e a saúde dos consumidores.”
O protesto de estudantes da UFRN, em Natal, nesta sexta-feira (15), expôs denúncias de falta de professores, problemas na alimentação, estrutura precária e situações de vulnerabilidade na residência universitária.
Segundo eles, os impactos atingem diretamente a rotina acadêmica, com disciplinas sem docentes, falhas na assistência estudantil e relatos de dificuldades no ambiente universitário.
“Quando vão ligar pra gente, hein? A gente está sem professor, com disciplina sem professor desde o começo do semestre. A gente está com fome, sem horário de janta. As pessoas estão sendo assediadas na UFRN”, questionaram.
Os manifestantes disseram que não estão sendo ouvidos pela gestão da instituição e criticaram a estrutura da residência universitária.
“A residência não tem estrutura para fazer comida porque a cozinha é minúscula, não tem fogão, não tem geladeira, não tem armário. A cozinha é toda infestada de barata e a pró-reitoria não está nem aí. Quando a gente chega aqui, a gente ouve que eles têm coisas mais importantes para fazer”.
Os estudantes também questionaram a forma como são tratados e cobraram reconhecimento. “Quando é que o residente universitário vai ser visto como a importância que ele realmente tem? Só somos vistos como um número de matrícula”.
O protesto terminou com um discurso mais exaltado, que repercutiu entre os presentes. “Por isso que eu vou puxar de novo: acabou a paz. Mexeu com o estudante, mexeu com o Satanás”.
Já faz muito tempo que é inviável produzir leite no RN, os valores pagos não fecham a conta a mais de 5 anos paramos com a criação de vacas leiteiras, por causa da inviabilidade. Nossa fazenda, uns 20 anos atrás chegou a produzir mais de 3.000 litros/dia, quando meu avô ainda estava á frente, depois foi diminuindo por causa da baixa rentabilidade e finalmente, paramos com a atividade.
A oferta não está baixa. O preço que o governo do Estado quer pagar é que é inviável. As queijeira já estão pagando 3,00 no litro, e o Estado pouco mais de dois reais. Está na hora de parlamentares e a Governadora entender que investir numa atividade presente em todos os município do Estado é de fundamental importância para nosso pobre RN.
A culpa é de fatão.
Ela está matando os programas implantados a décadas.
Vejam os restaurantes popular.
Vai na mesma direção.
É mentira??
Com a palavra os petistas que estavam no funeral de 07 de setembro.
O mané f se escondeu.
Sumiu.
O nostradamus o outro seu codinome, morreu junto com o PT.
Não é BAIXA OFERTA. É preço baixo ao produtor.
A LBA distribuía 120 mil litros dia no PNLCC para o RN. Hoje, subsidiado pelo Governo Federal o Governo do Estado usa argumentos insustentáveis para diminuir o programa, penalizando o produtor com preços vergonhosos. Não é culpa do produtor dos insumos, das vacas ou da economia ou Lucas. Todos nós, produtores de leite, sabemos exatamente de quem é a culpa.
Bg pergunta a Marcos Aurélio jornalista e produto os custo de 10 vacas tira leite pra depois o governo querer compra de graça 2,00 o litro ex. Soja 180,00 pasta 120,00 e o Kilo de energia
Vergonha, tenho dois vizinhos que vendem leite e compro a um deles a 3 reais o litro. Eles me falaram o pq de tanto aumento, infelizmente, tudo se faz pra colocar a culpa em Bolsonaro. Gasolina não cola mais, auxílio Bolsonaro vai aumentar pra 800. Veja o aumento dos agentes de saúde, dos professores e dos enfermeiros e técnicos, é se juntam aqueles q são contra Bolsonaro pra não deixar os enfermeiros receber o q merecem. SOU BOLSONARO COM ORGULHO.