
Foto: Felipe Menezes/Metrópoles
O BC (Banco Central) optou nesta quarta-feira (9) pela segunda manutenção consecutiva da taxa básica de juros em 2% ao ano. O veredito unânime do Copom (Comitê de Política Monetária) atende às expectativas do mercado financeiro e mantém a Selic no menor patamar da história.
A manutenção da Selic no patamar atual indica que o BC está confortável com as medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus, período que resultou em quedas acentuadas da taxa para incentivar a produtividade e o consumo.
A decisão do Copom também confirma a fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que a autoridade monetária está ‘relativamente tranquila’ com a inflação atual. Atualmente, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) figura com alta de 4,31% no acumulado dos 12 meses finalizados em novembro.
Ao justificar o veredito, o Copom avalia que os indicadores apontam para a “continuidade da recuperação desigual entre setores”. Os diretores também destacam que existe uma incerteza “acima da usual” sobre o ritmo de crescimento econômico, sobretudo após o fim de 2020 com o fim dos auxílios emergenciais.
O comunicado também reconhece que os atuais resultados da inflação foram “acima do esperado” e prevê que os preções seguirão em alta neste mês de dezembro, apesar de um alívio no valor dos alimentos. “Apesar da pressão inflacionária mais forte no curto prazo, o Comitê mantém o diagnóstico de que os choques atuais são temporários, mas segue monitorando sua evolução com atenção”, destaca.
Os juros de 2% ao ano seguem vigente até a próxima e última reunião do Copom, marcada para os dias 19 e 20 de janeiro, quando deve ser iniciada uma sequência de altas da taxa de juros. A aposta das instituições financeiras é de que a Selic termine 2021 em 3% ao ano.
Votaram a favor da decisão o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e os diretores Bruno Serra Fernandes, Carolina de Assis Barros, Fabio Kanczuk, Fernanda Feitosa Nechio, João Manoel Pinho de Mello, Maurício Costa de Moura, Otávio Ribeiro Damaso e Paulo Sérgio Neves de Souza.
Taxa de juros
Conhecida como taxa básica, a Selic representa os juros mais baixos a serem cobrados na economia e funciona como forma de piso para as demais taxas cobradas no mercado financeiro.
A taxa básica de juros é aquela que os bancos pagam para pegar dinheiro no mercado e repassá-lo para empresas ou consumidores em forma de empréstimos ou financiamentos. Por esse motivo, os juros que os bancos cobram dos consumidores são sempre superiores à Selic.
A taxa básica também serve como o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle, próxima da meta estabelecida pelo governo. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas alternativas de investimento.
Sempre que o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.
R7
essa taxa de juros ainda nao chegou nos cartoes de credito, nos consignados, no financiamento de veiculos nem para as empresas. so chegou para reduzir o rendimento da poupança. o próprio governo nao esta conseguindo pegar dinheiro emprestado a essa taxa.
Hô presidente bom é o Véio Bolsonaro.
Taxas de juros lá embaixo.
O MUNDO só tomando fumo e o outro Véio bom de economia Paulo Guedes salvando a economia brasileira.
Guedes presidente em 2026.
Gasolina 5,10, dólar 5,20, Arroz 6/kg reais, feijão 8/kg, inflação estourando a meta, aumento real do salário minimo sobre inflação 0% (ZERO), 1kg carne 30, desemprego 14%, …
O veio é arrochado, é genocida, vai matar mais uns 15mil de fome e desespero.