Foto: Agência Brasil
O Banco Central realizou um novo leilão de dólares nesta segunda-feira, 30 – última sessão do ano. O BC vendeu US$ 1,815 bilhão de dólares à vista entre 13h56 e 14h01, com taxa de corte de 6,1740. Foram aceitas 14 propostas. No início da tarde, a moeda americana havia batido R$ 6,24; agora opera por volta de R$ 6,17.
Na prática, trata-se de uma espécie de intervenção do BC no câmbio. A autoridade monetária injeta novos recursos no mercado quando considera que há alguma disfuncionalidade nas negociações, o que ajuda a frear a disparada de preços.
Com essa intervenção, o BC já despejou, desde 12 de dezembro, US$ 21.575 bilhões em leilões à vista no mercado. É a maior injeção de recursos em um único mês da história do regime flutuante de câmbio, acima dos US$ 12,054 bilhões vendidos em março de 2020, durante a pandemia de covid-19.
Esta segunda-feira é o último dia de negociações com o dólar comercial e as ações brasileiras no mercado nacional, uma vez que no último dia do ano, dia 31, não há operações. Ainda hoje, o novo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, deve assinar um termo de posse para assumir a presidência da instituição.
Estadão Conteúdo
As reservas do banco central vão pro béleleo.
O Brasil vai quebrar.
O Bolsonaro disse, um bêbado não tem condições de dirigir uma ferrari.
Vai bater!!
Lembram?
Por tanto, falta de aviso não foi.
Que aguentemos a inflação.
Ela vai vir com certeza.
Faz o L.
Sem memes, sem erro do Google, sem figurinhas.
Faz o L…
A ironia é que picanha e cerveja são uns dos itens que mais vão encarecer depois dos grãos com a alta do dólar kkkkkkkkkkk