Hoje faz exatos 30 dias que Olga e Tatiana Cruz, mãe e filha, foram assassinadas no bairro de Nova Parnamirim. A novidade do caso é que, para esclarecer alguns fatos que ainda não se encaixam, foi marcada uma reconstituição do crime para a próxima semana, nos dias 12, 13 e 14 de junho.
Nestes dias, a casa 464 da rua Antônio Lopes Chaves, voltará a ficar movimentada. Policiais, peritos, imprensa e os três suspeitos, já presos, voltarão ao imóvel para encenar como tudo teria ocorrido. Os acusados são o pedreiro João Batista Caetano Alves e a esposa dele, Marlene Gomes, que confessaram o crime sem pestanejar, além da enteada dela, Danúzia Valcácio, que foi com o casal retirar o dinheiro das vítimas em um caixa eletrônico.
Uma das contradições a serem dirimidas é a participação de Marlene no cenário do crime. Ela conta que ficou em casa, em Felipe Camarão, enquanto João foi a casa das vítimas. Somete depois que ele matou Olga teria ligado pra ela, que foi a pé até o local. Já João conta que Marlene foi junto com ele até Nova Parnamirim, e que ficou esperando ele matar Olga debaixo de uma árvore, no início da rua. E que quando o pedreiro ligou para Marlene em cinco minutos ela chegou.
Ainda não se sabe se a filha de Tatiana irá participar da reconstituição. A menina estava na cena do crime. Viu a mãe ser morta e foi espancada pelos bandidos.
Com informações de Jackson Damasceno
Foto: Reprodução
Comente aqui