Televisão

BARRACO GRANDE: Lulu Santos leva culpa por festa; acusações pesadas, discussões e ameaças de agressão no BBB14

Sobrou para Lulu Santos, 60, a culpa pelas brigas na festa Planetária da 14ª edição do “Big Brother Brasil” (Globo). O cantor se apresentou horas antes de a discórdia se propagar pela casa na madrugada desta quinta-feira (13).

Quem julgou Lulu como responsável pelas confusões foi Cássio, 22, após pelo menos três discussões na casa, sendo o gaúcho o protagonista de uma delas.

Ironicamente, ao final de sua apresentação no programa, Lulu apenas desejou coisas boas para os confinados. “Que tudo dê certo para cada um de vocês, sempre.”

Mas não foi assim que aconteceu, principalmente com Letícia, 27, e Valter, 35, que se envolveram na confusão mais séria da noite.

A mineira se irritou após o rapper da casa passar a mão em seu pescoço, um ato visto por ela como desrespeitoso. Para revidar, Letícia jogou a bebida que segurava em sua mão no rosto de “Slim”.

Revoltado e surpreso com a atitude da colega, Valter fez declarações polêmicas. “Só não dei um soco nela, porque é mulher”, desabafou em conversa com Cássio. “Pensa que é quem? Pergunta se algum dia alguém jogou alguma coisa na minha cara?”, falou.

Letícia disse ter se sentido ofendida com o toque do confinado, porque esta não teria sido a primeira vez em que ele a abordara de forma inapropriada.

“Você brinca comigo de um jeito que não brinca com ninguém. Você me trata como prostituta. As brincadeiras comigo são todas para sacanear”, acusou a mineira após Slim apontar-lhe o dedo no rosto e reafirmar que só não a agredira pelo fato de ela ser mulher.

Os dois se afastaram para se acalmarem e Valter indicou que a mineira ganharia seu voto para deixar o programa.

Mais cedo, Letícia foi alvo de outra discussão, de menor proporção, com Vanessa, 27, que foi lhe perguntar o motivo de ter sido votada por ela para o último paredão. A mineira disse estar tentando se proteger, mas não convenceu a colega.

Letícia adicionou, neste momento, mais uma pessoa à sua lista de inimizades na atração, além de Aline, 32, Franciele, 24, Angela, 26, e Valter.

Em uma noite de discórdia, Cássio também se desentendeu com Diego, 31, por ter derramado uma das últimas bebidas alcoólicas que ainda restavam em um recipiente com gelo.

“Agora rachou total. Vai tomar soco na cara para aprender. Lá fora é assim”, gritou o carioca ao partir para cima de Cássio. Mas a briga não foi adiante, pois o gaúcho se desculpou e entregou uma cerveja para Diego.

Mas na festa Planetária o clima de amor também apareceu. Tatiele, 22, e Roni, 27, resolveram se “casar” e trocaram alianças na presença da “missionária” Letícia.

Os anéis foram improvisados durante o dia pelo “noivo”. “Que Deus abençoe a união”, decretou mineira.

Momentos antes do matrimônio, Cássio não deixou de fazer um de seus comentários. “Promete respeitá-lo por mais que ele se olhe no espelho e use mais maquiagem do que você?”, brincou.

Tatiele o ignorou e o casal se beijou, mas voltou a discutir durante a noite por ciúmes.

Folha de SP

Opinião dos leitores

  1. O brasileiro gosta mesmo é de fuleiragem, da audiência a um programa dessa qualidade, aliás tirando os telejornais da globo o que sobra? O povo gosta! O brasileiro gosta de político mentiroso, demagogo e ladrão. Vai fazer campanha política pregando a verdade pra ver se o povo vota.

  2. Pense num programa instrutivo esse Big Bosta, brigas, sexo e bebedeiras. Lá em casa quem ligar a televisão no horário desse programa, passar fome, proibo mesmo de comer kkk, para o bem deles próprios…

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Geral

Investigação sobre vazamento de dados azeda de vez clima no STF

Foto: Vinicius Schmidt/Metrópoles

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar investigação sobre o vazamento de dados fiscais de integrantes do Supremo Tribunal Federal agravou o clima interno na Corte, que já vinha desgastado nas últimas semanas em meio às disputas relacionadas ao Caso Master.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Nos bastidores, ministros que costumam divergir de Moraes criticaram a medida, avaliando que a solicitação feita à Receita Federal deveria partir exclusivamente do presidente do STF, Edson Fachin. Para esses magistrados, a decisão teria sido tomada sem comunicação prévia aos demais colegas, aumentando a sensação de desconforto dentro do tribunal.

Outro ponto que gerou reação foi o fato de a diligência ter sido determinada no âmbito do inquérito das fake news, que corre sob sigilo. Segundo relatos reservados, alguns ministros consideram inadequado o uso desse procedimento para apurar o caso e classificam a iniciativa como excessiva, num momento de forte tensão institucional.

Por outro lado, aliados de Moraes defendem a medida e afirmam que não há irregularidade na decisão. Eles lembram que a investigação sobre servidores da Receita suspeitos de acessar dados sigilosos teria sido solicitada pela Procuradoria-Geral da República, e que o objetivo é identificar responsáveis por ataques e vazamentos envolvendo membros da Corte.

O episódio, porém, amplia a divisão interna no STF e reforça o cenário de desgaste entre ministros, em um momento em que a instituição enfrenta pressão externa e debates intensos sobre sua atuação em casos de grande repercussão política.

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Geral

Potiguar Marcelinho é eliminado do BBB 26 com 68% dos votos

Foto: Reprodução/Instagram

O potiguar Marcelinho está fora do Big Brother Brasil 26. O médico de Currais Novos foi eliminado nesta terça-feira (17) com 68,56% dos votos em um paredão contra Samira e Solange Couto.

No discurso, o apresentador Tadeu Schmidt fez uma metáfora com o Carnaval para definir a trajetória do participante. Ele destacou que, em toda edição, é preciso se sobressair para marcar o público, afirmando que Marcelinho demonstrava disposição para “sambar”, mas parecia aguardar ser chamado para o centro da avenida. Ao final, cravou: “O Carnaval acabou pra você, Marcelinho”.

Marcelo entrou no reality após ser escolhido pelo público na Casa de Vidro do Nordeste, com 68,23% dos votos. Aos 31 anos, o médico deixou o Brasil para cursar Medicina na Bolívia e, durante o período de formação, trabalhou como modelo e vendedor de trufas para se manter.

A eliminação encerra a participação do único representante do Rio Grande do Norte na edição.

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Política

Lula aprova reajuste do Legislativo, mas barra penduricalhos e ganhos acima do teto

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o reajuste salarial para servidores do Legislativo federal — incluindo Câmara, Senado e também o Tribunal de Contas da União — mas vetou dispositivos que permitiriam pagamentos extras acima do teto constitucional. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18).

Com a sanção, passam a valer mudanças na estrutura das carreiras, como a criação da Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico, que substitui modelos anteriores de bônus e passa a ter natureza remuneratória, submetida ao limite salarial do funcionalismo. Também foi reconhecido o caráter de carreiras de Estado para os servidores envolvidos, além da ampliação de cargos e funções no TCU.

Apesar disso, o presidente vetou pontos considerados sensíveis, como mecanismos que poderiam gerar aumento automático de despesas nos próximos anos. Entre os trechos barrados estão reajustes escalonados previstos para 2027, 2028 e 2029, pagamentos retroativos continuados e a criação de licença compensatória que poderia ser convertida em dinheiro — prática vista como brecha para ultrapassar o teto constitucional, atualmente fixado em cerca de R$ 46,3 mil mensais.

Segundo o Palácio do Planalto, a decisão teve como base a Lei de Responsabilidade Fiscal, que impede a criação de novas despesas obrigatórias sem previsão de execução dentro do próprio mandato presidencial. A avaliação do governo é que manter esses dispositivos poderia comprometer o equilíbrio fiscal nos próximos anos.

A sanção com vetos ocorre em meio ao debate sobre gastos com pessoal no serviço público e aumenta a pressão política no Congresso, já que parlamentares poderão tentar derrubar parte das restrições impostas pelo Executivo nas próximas sessões.

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Geral

Planalto vê desfile em homenagem a Lula como erro estratégico e tenta conter desgaste

Foto: Marcelo Theobald

A repercussão do desfile da Acadêmicos de Niterói provocou desconforto dentro do próprio governo. Avaliações internas no Palácio do Planalto indicam que a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve impacto negativo, especialmente junto ao público evangélico — segmento que o PT tenta reconquistar desde a última eleição.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. De acordo com relatos de dirigentes petistas, levantamentos e monitoramentos internos apontaram rejeição ao conjunto do desfile. O maior incômodo teria sido uma ala que representava a chamada “família tradicional” dentro de uma lata de conservas, interpretação vista por integrantes do governo como prejudicial à estratégia de aproximação com eleitores conservadores. Nos bastidores, lideranças admitem que o episódio dificultou pontes que vinham sendo construídas com lideranças religiosas.

Um ministro ouvido reservadamente chegou a afirmar que a alegoria seria a demonstração de que o governo não interferiu na concepção artística da escola. A avaliação é que, se houvesse participação direta do Planalto, o tom adotado teria sido diferente para evitar ruídos com setores mais sensíveis do eleitorado.

Diante da repercussão, o PT iniciou movimento para reduzir a temperatura do debate. O presidente da legenda, Edinho Silva, afirmou que a escola teve total autonomia criativa e classificou como descabidas as tentativas de responsabilizar Lula pelo conteúdo apresentado na avenida. Segundo ele, o presidente mantém respeito pelas comunidades evangélicas e suas lideranças.

Apesar da tentativa de contenção, o episódio ampliou o debate político nas redes sociais e expôs, mais uma vez, o desafio do governo em equilibrar sua base progressista com o diálogo junto a setores conservadores do país.

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Geral

Rede ligada ao caso Toffoli e Master avança com novo resort de luxo

Foto: Divulgação

A rede de resorts Tayayá, citada nas investigações que envolvem o ministro do STF Dias Toffoli e o Banco Master, segue ampliando seus negócios no Sul do país. Mesmo em meio à repercussão do caso, a empresa mantém o ritmo das obras de um novo empreendimento de alto padrão no interior do Paraná.

A informação é da coluna Dinheiro & Negócios, do Metrópoles. O novo complexo, chamado Tayayá Porto Rico Residence & Resort, está sendo construído em São Pedro do Paraná, região próxima ao município de Porto Rico, área turística conhecida pelo forte apelo imobiliário e pelas praias de água doce às margens do Rio Paraná. Segundo documentos apresentados à Justiça paranaense, todas as unidades residenciais do projeto já foram comercializadas, com arrecadação superior a R$ 220 milhões.

A proposta do novo resort é elevar o padrão em relação à primeira unidade da rede, localizada em Ribeirão Claro (PR), que teve participação societária de familiares do ministro Dias Toffoli. O material de divulgação do empreendimento destaca o conceito voltado ao lazer e à experiência premium, com foco em turismo de alto padrão.

Entre os atrativos anunciados estão piscinas com borda infinita, parque aquático, spa, academia, pistas de boliche, áreas de convivência, bares e restaurante internacional. O projeto prevê ainda centenas de lotes residenciais e mais de duas centenas de apartamentos, reforçando o perfil de condomínio-resort.

A expansão da rede ocorre enquanto o nome do complexo Tayayá segue citado dentro do contexto das investigações sobre o Banco Master, assunto que ganhou destaque nacional nas últimas semanas e ampliou o interesse público sobre negócios ligados ao grupo.

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VÍDEO: Pastor diz que membros da escola de samba que homenageou Lula terão “câncer na garganta”

Durante um culto em São Paulo, o pastor Elias Cardoso afirmou que os responsáveis pelo desfile da Acadêmicos de Niterói “serão julgados pelo Supremo Tribunal Celestial” e  terão “câncer de garganta”. O pastor fez declarações associando os carnavalescos a doenças, após a escola homenagear o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A fala ocorreu na segunda-feira (16) e foi motivada por uma ala do desfile que criticou grupos evangélicos contrários a pautas defendidas por Lula. A ala foi batizada de “neoconservadores em conserva”.

As fantasias representavam uma lata de conserva com uma família tradicional e simbolizavam quatro grupos apontados pela escola como defensores do neoconservadorismo: agronegócio, mulheres da elite, apoiadores da ditadura militar e evangélicos.

No culto realizado na Assembleia de Deus de Perus, o pastor afirmou que não acionaria o Supremo Tribunal Federal, dizendo que a resposta viria de Deus. Segundo ele, os envolvidos “lembrariam com quem mexeram” ao enfrentar doenças.

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Associação diz que auditores da Receita não podem ser ‘bodes expiatórios’ após ação da PF contra suspeitos de vazar dados sigilosos

Foto: Marcelo Camargo

Entidades que representam auditores fiscais da Receita Federal reagiram à operação da Polícia Federal que afastou quatro servidores suspeitos de vazamento de informações sigilosas. As associações defenderam apuração rigorosa, mas alertaram para excessos e exposição prematura dos investigados.

A Unafisco criticou o que classificou como medidas cautelares severas adotadas ainda na fase preliminar das investigações. Para a entidade, auditores não podem ser transformados em “bodes expiatórios” em meio a crises institucionais, sob risco de abalar a credibilidade do Estado de Direito. A associação lembrou casos anteriores de afastamentos que terminaram em reintegração, após conclusão das apurações.

Já o Sindifisco Nacional afirmou ver com preocupação o suposto vazamento, ressaltando que a proteção do sigilo fiscal é pilar da Administração Tributária. O sindicato destacou, contudo, que o acesso a dados sigilosos, quando motivado, faz parte da rotina de auditorias, diferenciando essa prática da divulgação indevida de informações, que configura crime. A entidade também defendeu o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Os quatro servidores investigados foram afastados das funções e tiveram os passaportes retidos.

Em nota, a Receita Federal informou que instaurou auditoria para apurar vazamentos envolvendo dados de ministros do Supremo Tribunal Federal, a pedido do próprio STF. Segundo o órgão, a apuração envolve dezenas de sistemas e contribuintes e já identificou indícios preliminares comunicados ao relator do caso.

O Serpro afirmou que seus sistemas são totalmente rastreáveis e que seus funcionários não têm acesso ao conteúdo das bases de dados dos órgãos clientes, limitando-se à gestão da infraestrutura tecnológica.

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Auditor da Receita alvo de operação da PF disse ter acessado dados de enteada de Gilmar Mendes por engano

Foto: Ton Molina/STF

Alvo da operação da Polícia Federal nesta terça-feira (17), o auditor da Receita Federal Ricardo Mansano afirmou a interlocutores que o acesso ao CPF de Maria Carolina Feitosa teria ocorrido de forma acidental. Ela é filha da advogada Guiomar Feitosa e enteada do ministro do STF Gilmar Mendes.

Segundo relatos, Mansano já prestou esclarecimentos à Receita. Ele atua na secretaria do órgão em Presidente Prudente e estaria abalado com as medidas impostas: uso de tornozeleira eletrônica, apreensão de equipamentos eletrônicos, afastamento do cargo e restrições de deslocamento.

Servidores da Receita consideram as medidas desproporcionais, argumentando que a apuração interna ainda é preliminar e que o sistema do órgão permite rastreamento detalhado de acessos. Para eles, o devido processo legal não teria sido observado.

A Unafisco Nacional divulgou nota manifestando preocupação com a adoção de cautelares gravosas antes da conclusão técnica da apuração. A entidade defendeu rigor na investigação, mas com respeito à presunção de inocência, proporcionalidade e fundamentação robusta.

Opinião dos leitores

  1. Deixa os caras roubarem em paz. Nada de tá investigando ninguém da quadrilha, são todos bandidos do bem, a começar pelo chefão, LULADRAO.

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Lula pretende tratar com Trump volta da Petrobras à Venezuela e fazer apelo por Cuba

Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende discutir com Donald Trump o possível retorno da Petrobras à exploração de petróleo na Venezuela, durante um encontro presencial em Washington, D.C. previsto para a segunda quinzena de março.

A conversa, ainda sem data definida, busca um aval norte-americano para a estatal brasileira atuar novamente no país caribenho após anos de instabilidade e sanções que a afastaram da região.

Apelo por Cuba

Lula também quer abordar com Trump as sanções dos EUA a Cuba, que incluem tarifas sobre países que fornecem petróleo à ilha, medidas que têm agravado a crise energética e econômica por lá.

A expectativa do governo brasileiro é apresentar um possível interesse da Petrobras na Venezuela e pedir atenção para os impactos humanitários do embargo cubano, especialmente em meio a negociações maiores entre os dois países.

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Geral

PT é uma das causas do Brasil seguir pobre, diz Maílson da Nóbrega: ‘visão econômica ultrapassada’

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O Brasil ainda não se tornou um país rico porque resiste a reformas estruturais, e o Partido dos Trabalhadores (PT) é parte central desse problema. A avaliação é do ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, em entrevista ao Poder 360.

Segundo Maílson, o PT mantém uma visão econômica ultrapassada, rejeita mudanças que aumentariam a produtividade e ainda tende a rever reformas aprovadas por outros governos. “O Brasil precisa de uma esquerda moderna. O PT não é esse partido”, afirmou.

Aos 83 anos, o economista acaba de lançar o livro O Brasil ainda pode ser um país rico?, pela Matrix Editora. Na obra, ele aponta nove entraves ao desenvolvimento, como a baixa qualidade da educação, a rigidez do Orçamento imposta pela Constituição de 1988, o excesso de vinculações de receitas, o peso das estatais e a “insustentabilidade fiscal crônica”.

Maílson alerta ainda para o risco de uma grave crise fiscal nos próximos anos e avalia que uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dificultaria a adoção das reformas que considera essenciais.

Sócio da Tendências Consultoria, ele afirma que, mesmo em caso de vitória do PT em 2026, o partido não teria competitividade eleitoral em 2030.

Opinião dos leitores

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