Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (8), em Brasília, que é preciso uma fonte de recursos para viabilizar o pagamento do piso salarial dos profissionais de enfermagem.
Na semana passada, ele aceitou o pedido de suspensão do piso – feito pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde) – e concedeu prazo de 60 dias para que os envolvidos na questão possam encontrar soluções para garantir o pagamento.
Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, a Lei 14.434/2022 instituiu o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. Para enfermeiros, o piso previsto é de R$ 4.750. Para técnicos, o valor corresponde a 70% do piso, enquanto auxiliares e parteiras terão direito a 50%.
Durante entrevista após a sessão do STF, Barroso disse que é a favor do piso salarial da enfermagem, mas aceitou a suspensão diante do risco de descumprimento imediato da lei.
Demissões
O ministro afirmou que hospitais estavam realizando demissões por antecipação e obras sociais e santas casas relataram que não têm recursos para fazer o pagamento.
“É muita justa a instituição de um piso para a enfermagem e para outros profissionais de saúde. Estou empenhado em viabilizar a concretização desse piso. Sem se construir uma fonte de custeio, seria muito difícil tirar do papel esse piso salarial. A minha preocupação é não deixar que um reconhecimento justo e merecido aos profissionais de saúde, que foram incansáveis durante a pandemia, acabe sendo uma ficção por diversas razões”, afirmou.
Na terça-feira (6), Barroso se reuniu com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC), relatora do projeto de lei, para discutir o assunto.
Entre as possibilidades de financiamento do piso estão a correção dos valores da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), a desoneração da folha de pagamento do setor da saúde e compensação da dívidas dos estados com a União.
A decisão de Barroso passará a ser julgada no plenário virtual do STF a partir da meia-noite, quando os demais ministros devem decidir se a liminar será referendada.
Agência Brasil
Barroso, pensou que a sociedade ainda é a mesma de séculos a trás, ferrou-se mais sujo do que pal de galinheiro, quer legislar sem ser deputado.,,,,,,,,?????
Esse rapaz aí, segundo o ex dep Roberto Jefferson se chama, BOCA DE VELUDO.
Rsrs.
LÁ VAI SEU SEBO/ barroso:
1- reduzir suas e todas as mordomias dos poderes
2- acabar ou reduzir fundão eleitoral
3-o congresso taxar jogos de azar
4- abrir os cassinos na Amazonas/ Pantanal e litoral Brasil.
5- zerar impostos para hospitais
6- valorizar indústrias de insumos e importar o mínimo possível
7- apoiar Universudades para fa,er modelos de gestão automatizada
8-revisar urgente tabela SUS
9 – não cobrar dos planos de Saude o RESSARCIMENTO AO SUS.
” Se eu fosse prefeito ou governador já estaria garantindo para 2023 ”
DINHEIRO NAO TEM , AINDA,TEM COMO AOARECER.
Cobrar os impostos das igrejas, que foram perdoados pelo Bozo!
O Eduardo babaninha votou contra o piso dos profissionais da saúde com esse mesmo argumento: que falta dinheiro! Pesquisem o vídeo!
Esse cara de xibata só se manifesta pra degradar o povo, desqualificar e empobrecer o trabalhador honesto é o seu lema, marionete de comunista/socialista. Deveria ter ficado sendo dublê nos filmes do Adam Sandler, pois se não o era, é o próprio coadjuvante John Turturro. E TENHO DITO!!!
Cego é o que ver e não enxerga, venho avisando os números dos institutos tem que se alinhar, se não perdem a credibilidade.