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O clima pesou ainda mais entre o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).
Nesta quarta-feira (3), dizendo-se autorizado pelo presidente Jair Bolsonaro a negociar benefícios para policiais federais na reforma da Previdência, Major Vitor Hugo procurou para conversar Maia e deputados da comissão especial. Nas palavras de um deputado, Vitor Hugo “exigiu” que Maia trabalhasse pela alteração no texto porque era um pedido do presidente Bolsonaro.
O presidente da Câmara explicou a Vitor Hugo que se atendessem à categoria isso abriria brecha para outros setores pleiteassem vantagens, o que acabaria atrasando a votação da reforma da Previdência.
Major Vitor Hugo subiu o tom e insistiu. Foi quando Maia devolveu: “aqui você não manda, quem manda na Câmara são os deputados”.
Maia e Major Vitor Hugo são rompidos, na prática. O presidente da Câmara já avisou ao governo por mais de uma vez que não negocia as matérias legislativas com ele.
Não é só na Câmara que o líder tem problemas. Na equipe econômica do governo, o líder está queimado. A irritação é tanta com a pressão dele para “privilegiar” uma categoria, nas palavras de um auxiliar de Bolsonaro, que há um movimento para substituí-lo, apoiado, inclusive, por ministros da ala militar ouvidos pelo blog.
G1
Governo pé-de-chinelo, povoado de personagens toscas e bocós. E parece que vai continuar assim, condenado à maldição dos medíocres, até o último segundo do longínquo ano de 2022.
Esses militares estão pensando q essa mamata de salário integral na aposentadoria vai durar muito. Daqui a uma década quanto todos ostrabalhadores do estiverem se aposentando pelo teto da previdência, vai ficar insustentável essa mamata e o povo vai sair às ruas p exigir o fim de tal privilégio. Pode aguardar.
Acredito que policiais, militares e crentes não deveriam se meter com política, em decorrência da limitação cognitiva comum a este tipo de gente. Gostaria de ver somente médicos, advogados e engenheiros no exercício da função de agente político.
Reizinho tá com a moléstia dos cachorros. Tá virado num traque.