Com alegria e satisfação, compartilho com vocês a homenagem que receberei na noite desta quarta-feira, 14, da Academia Norte-riograndense de Letras. Antecipadamente agradeço ao presidente da ANRL, Diógenes da Cunha Lima e aos outros 39 membros da instituição que, por decisão unânime, nos concederam o Mérito Acadêmico Agnelo Alves. Fundada por Luís da Câmara Cascudo, a Academia está completando hoje 82 anos e na ocasião promoverá uma comemoração festiva, que inclui a entrega do Troféu Mecenas Potiguar e também da Medalha Palmas Acadêmicas Câmara Cascudo. Este blogueiro e comunicador se sente muito honrado com a homenagem concedida por histórica e o importante instituição.
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, afirmou em depoimento à Polícia Federal que a instituição tentou comprar outros dois bancos antes de fechar negócio com o Banco Master. A declaração foi prestada em 30 de dezembro e revelada pelo Metrópoles.
Segundo Paulo Henrique, o movimento começou ainda em 2021, quando o BRB passou a buscar parceiros para ampliar sua capacidade financeira e ganhar competitividade no mercado. Naquele ano, o banco tentou adquirir uma instituição privada, cujo nome não foi divulgado.
Em 2022, a estratégia avançou para um banco público: o BRB apresentou proposta para comprar 25% do Banco do Estado de Sergipe. A negociação, no entanto, não prosperou, e a instituição seguiu em busca de um parceiro que agregasse competências que o BRB não possuía ou tinha dificuldade de desenvolver.
O ex-presidente relatou que o BRB iniciou a compra da carteira do Banco Master em julho de 2024. Já em janeiro de 2025, segundo ele, surgiu a proposta para aquisição de parte das ações do banco controlado por Daniel Vorcaro.
No depoimento à PF, Paulo Henrique afirmou que a decisão de avançar sobre o Banco Master se deu após o BRB identificar “complementaridades” entre as operações das duas instituições, argumento usado para justificar o negócio que hoje está no centro das investigações.
Vinte e um deputados federais acionaram o TCU, nesta quarta-feira (28), para pedir investigação sobre pagamentos feitos pelo Banco Master ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. A representação é liderada pela deputada Rosângela Moro (União-PR) e questiona um possível vínculo financeiro durante o período em que ele ocupava cargo no governo federal.
Segundo o documento protocolado no TCU, Lewandowski teria recebido R$ 6,5 milhões do Banco Master em 21 meses, a título de consultoria jurídica. Desse total, R$ 5,2 milhões teriam sido pagos enquanto ele exercia a função de ministro de Estado, o que levanta suspeitas sobre conflito de interesses.
A representação afirma que o contrato previa pagamentos mensais de R$ 250 mil por serviços de consultoria e participação em reuniões estratégicas do banco. Para os parlamentares, mesmo com a alegação de afastamento formal do escritório, o fluxo de recursos de uma instituição privada para um ministro em exercício representa “grave risco à integridade pública”.
Os deputados destacam que a advocacia é proibida para ocupantes de cargos de cúpula do Executivo. O documento cita o Estatuto da OAB, que considera incompatível o exercício da advocacia por ministros de Estado, reforçando que a conduta pode caracterizar violação legal.
Suspeita de conflito de interesses
A representação também aponta que a permanência dos pagamentos pode ter comprometido a independência funcional do cargo. Isso porque o Ministério da Justiça exerce influência institucional sobre a Polícia Federal, órgão responsável por investigar crimes no sistema financeiro, o que, segundo os parlamentares, agrava a suspeita de benefício patrimonial indevido.
O governo brasileiro oficializou o pedido de extradição do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que está nos Estados Unidos. A solicitação foi feita pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, e encaminhada pelo Ministério da Justiça.
Segundo o ministério, o pedido foi entregue pela Embaixada do Brasil em Washington ao Departamento de Estado norte-americano no dia 30 de dezembro de 2025. Não há prazo definido para que a solicitação de extradição seja analisada.
Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Jair Bolsonaro (PL), Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão no processo que apura a chamada trama golpista. Em setembro do ano passado, ele deixou o Brasil e passou a morar em Miami.
Durante as investigações, o STF havia proibido Ramagem de sair do país. De acordo com a Polícia Federal, ele fugiu pela fronteira com a Guiana e seguiu para os Estados Unidos usando passaporte diplomático, que não estava apreendido. No fim de 2025, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a cassação do mandato do parlamentar.
A Dívida Pública Federal pode alcançar até R$ 10,3 trilhões ao fim de 2026, segundo projeção oficial do Tesouro Nacional. O dado consta no Plano Anual de Financiamento (PAF) divulgado nesta quarta-feira (28) e confirma a trajetória de alta do endividamento do governo federal.
O salto ocorre após a dívida encerrar 2025 acima de R$ 8,6 trilhões, em nível recorde. No próprio ano passado, o governo precisou revisar para cima a estimativa, elevando o intervalo de fechamento de R$ 8,1–8,5 trilhões para R$ 8,5–8,8 trilhões, sinal de que a dívida cresceu além do previsto.
Mais Selic, mais risco na conta pública
O plano mostra que o governo pretende ampliar a participação de títulos atrelados à taxa Selic, que devem representar entre 46% e 50% da dívida em 2026. Hoje, esses papéis já correspondem a 48,3% do total, enquanto os títulos com juros prefixados ficam em 22%.
Na prática, isso aumenta o risco do endividamento. Sempre que o Banco Central eleva a Selic, o valor da dívida corrigida por essa taxa sobe automaticamente. Já os títulos prefixados trazem mais previsibilidade, mas costumam ter juros maiores e encarecem a dívida em cenários de instabilidade.
O Tesouro também prevê prazo médio da dívida entre 3,8 e 4,2 anos no fim de 2026. Para enfrentar possíveis crises, o governo afirma contar com R$ 33,3 bilhões para quitar a dívida externa e um caixa de R$ 1,187 trilhão, suficiente para cobrir cerca de 7,3 meses dos vencimentos da dívida interna.
Kkkkkkkķk vai dá 50 trilhões, pode aumentar, nunca mais isso vai ter solução, é pra se torar, é pra piorar essa safadeza, e esses 4 trilhões de impostos, vão pra onde ? E só aparece dívidas? Não tem quem controle esse rombo mais nunca, o mundo vai acabar e essas dívida impagáveis só aumenta, bota pra lascar.
O empresário mineiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, esteve pelo menos três vezes no Palácio do Planalto durante os anos de 2023 e 2024, no governo Lula (PT). As reuniões, no entanto, não aparecem nas agendas oficiais de nenhuma das autoridades que trabalham no local.
O pai dele, Henrique Moura Vorcaro, também tem uma entrada no Planalto registrada, no dia 6 de novembro de 2024. Assim como no caso do filho, ele não aparece em nenhuma reunião registrada nas agendas oficiais.
As entradas de Daniel e de Henrique Vorcaro no Palácio do Planalto ficaram registradas na portaria do prédio. Os registros foram fornecidos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
O Palácio do Planalto é o local de trabalho do presidente da República e de alguns ministros, como o ministro-chefe da Casa Civil. Segundo os registros da portaria, Daniel Vorcaro esteve no local nos dias 4 de dezembro de 2023, 1º de março de 2024 e 3 de abril de 2024.
As informações sobre as idas de Daniel Vorcaro ao Planalto foram reveladas pela repórter Mariana Haubert, do jornal digital Poder360. O Metrópoles obteve a mesma planilha por meio do sistema de busca de pedidos e respostas da Lei de Acesso à Informação e confirmou as datas de acesso dos Vorcaros ao Planalto.
Como mostrou a coluna Andreza Matais, o presidente Lula recebeu Daniel Vorcaro para uma reunião no Palácio do Planalto em dezembro de 2024. Este encontro também não foi registrado na agenda oficial. A reunião ocorreu no gabinete de Lula e durou cerca de uma hora e meia.
Foto: Prefeitura de Ielmo Marinho e Vinícius Marinho/Inter TV Cabugi
Preso em flagrante em uma operação policial na manhã desta quarta-feira (28), Fernando de Canto de Moça, prefeito de Ielmo Marinho, se manifestou através da assessoria de imprensa sobre o caso. O prefeito afirmou que recebeu com surpresa a diligência judicial em sua residência e explicou que os fatos em apuração são de meados de 2023, negando qualquer relação com a administração do município de Ielmo Marinho.
Fernando foi preso por embaraço à investigação e ocultação de provas, ao tentar se desfazer de dinheiro e um celular durante o cumprimento de buscas contra ele. R$ 60 mil foram apreendidos.
A prisão aconteceu na Operação Securitas, deflagrada para cumprir mandados judiciais de busca e apreensão dentro de uma investigação que apura a prática de porte ilegal de arma de fogo, constituição de milícia privada e organização criminosa.
Leia a íntegra do nota da da Assessoria de Comunicação de Fernando Batista Damasceno:
NOTA À IMPRENSA
A Assessoria do Prefeito de Ielmo Marinho, Fernando Batista Damasceno, esclarece que o gestor recebeu com surpresa a diligência judicial realizada em sua residência. É fundamental ressaltar que os fatos em apuração remontam a meados de 2023, período anterior ao mandato eletivo iniciado em 2025, não guardando qualquer relação com a atual administração municipal.
O Prefeito reafirma sua total disposição em colaborar com as autoridades para o esclarecimento célere do caso. A defesa técnica aguarda o acesso integral aos autos para adotar as medidas judiciais cabíveis e garantir o restabelecimento da verdade real.
Fernando Batista Damasceno reitera sua confiança nas instituições e na Justiça, mantendo o compromisso inabalável com a transparência e com o povo de Ielmo Marinho. A agenda administrativa e o trabalho em prol do município seguem mantidos, pautados pela ética e pela legalidade.
Assessoria de Comunicação – Fernando Batista Damasceno
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, concedeu liminar atendendo a pedido da PGR para excluir as receitas próprias do Ministério Público da União (MPU) do limite imposto pelo arcabouço fiscal.
Na decisão, Moraes afirmou que a lei do novo regime fiscal prevê exceções ao teto, especialmente quando se trata de recursos com destinação institucional. O ministro destacou que o MPU arrecada valores como aluguéis e arrendamentos de imóveis, multas, indenizações, juros contratuais e taxas de concursos públicos.
Segundo ele, apesar de o Ministério Público estar sujeito às regras de responsabilidade fiscal, o bloqueio dessas receitas pode prejudicar o funcionamento da instituição. A liminar também exclui do teto recursos oriundos de convênios e contratos firmados pelo MPU, desde que destinados a atividades específicas.
A decisão já está em vigor, mas ainda precisará ser confirmada pelo plenário do STF após o recesso. O pedido foi feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que alegou urgência para permitir o uso dos recursos ainda em 2025. Em 2024, o Supremo tomou decisão semelhante ao excluir as receitas próprias do Judiciário do teto de gastos.
Para facilitar a vida de quem deseja garantir o benefício, a gestão da prefeita Nilda ampliou o horário e os pontos de atendimento da Secretaria Municipal de Tributação (Semut), reforçando o compromisso com o cidadão. Além de funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, a Semut também passou a atender no bairro de Cidade Verde, além dos polos em Nova Parnamirim e Pirangi do Norte, descentralizando ainda mais os serviços, e aproximando a Prefeitura da população. Em todos os locais, os contribuintes podem receber orientações, negociar débitos, emitir carnês e acessar diversos serviços relacionados à tributação municipal. Para o desconto é necessário pagar até sexta-feira (30).
Para ter direito ao desconto máximo, é necessário estar regular com a Fazenda Municipal, manter o cadastro do imóvel atualizado e realizar a emissão do Documento de Arrecadação Municipal (DAM) por meio do site oficial da Prefeitura. O DAM é composto pelo IPTU, com 20% de desconto, pela Taxa de Coleta e Remoção de Lixo (TCRL) e pela Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP).
A prefeita Nilda destacou a importância de aproveitar o momento e manter as obrigações em dia.
“Estamos oferecendo todas as condições para que o contribuinte regularize sua situação e aproveite esse desconto tão importante. É uma forma de reconhecer quem é bom pagador e contribui para o desenvolvimento da nossa cidade”, afirmou.
A gestora também reforçou que os recursos arrecadados retornam diretamente para a população.
“O IPTU é fundamental para manter e ampliar os investimentos em saúde, educação, limpeza urbana, praças, iluminação pública e para garantir o pagamento dos servidores. Cada contribuinte que mantém seus impostos em dia ajuda a construir uma Parnamirim melhor para todos”, ressaltou Nilda.
A Prefeitura lembra que o prazo para garantir o desconto está chegando ao fim e reforça o chamado para que os contribuintes não deixem para a última hora.
“Essa é uma oportunidade que premia quem é responsável com a cidade. Organizamos nossa estrutura para atender bem e facilitar o acesso. Aproveitem, regularizem sua situação e garantam o desconto”, concluiu a prefeita.
Em entrevista ao programa Meio dia RN com BG, nesta quarta-feira (28), o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, confirmou a pré-candidatura ao Governo do RN admtiu a possibilidade de reuniciar ao mandato na prefeitura antes de abril, prazo final de desincompatibilização para trabalhar a pré-candidatura ao Governo do Estado. Allyson disse ainda que o fato de ter sido alvo de mandado de busca e apreensão em operação da Polícia Federal não muda em nada o planejamento.
A defesa da DISMED e de Oseas Monthalggan afirmou em nota que ‘demonstrará inexistência de qualquer conduta criminosa’ após empresa e empresário terem sido alvos de uma operação Mederi da Polícia Federal que investiga desvios de recursos públicos e fraudes em procedimentos licitatórios, deflagrada na terça-feire (27).
Segundo a nota, informações publicadas na imprensa de que teriam sido encontradas cifras milionárias nas dependências da empresa ou na residência de Monthalgganão correspondem à realidade. A nota afirma ainda que os R$ 52 mil encontrados decorrem de atividade lícita.
Leia a íntegra do Nota abaixo:
NOTA À IMPRENSA
A defesa que representa a DISMED e Oseas Monthalggan Fernandes Costa acompanha os fatos com responsabilidade e serenidade, confiante de que o esclarecimento técnico e documental demonstrará a inexistência de qualquer conduta criminosa.
A DISMED atua há 18 anos de forma contínua e regular no comércio atacadista de medicamentos, exercendo atividade lícita, fiscalizada e amplamente reconhecida no mercado, sem histórico de irregularidades.
Esclarece-se, ainda, que não corresponde à realidade a informação publicadas de que teriam sido encontrados cifras de milionários como noticiado por alguns veículos de imprensa, seja nas dependências da empresa, seja na residência de Oseas.
Os valores existentes e encontrados, em montante aproximado de R$ 52.0000,00, decorrem de atividade comercial lícita, são plenamente compatíveis com o ramo farmacêutico e não configuram qualquer ilícito, sendo pacífico o entendimento de que a manutenção de numerário em residência, por si só, não constitui crime.
No tocante a supostos diálogos envolvendo terceiras pessoas, a defesa aguarda o acesso integral aos autos, a fim de proceder à análise técnica do conteúdo, de sua existência, contexto e legalidade, observando-se rigorosamente as garantias constitucionais.
Por fim, reafirma-se o pleno respeito às instituições, ao devido processo legal e à presunção de inocência, aguardando-se que as apurações sigam seu curso com equilíbrio, discrição e estrita observância das garantias fundamentais.
Merecido, acompanhando tudo do blog, excelente!