Foto: Marcos Correa/Reuters
O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid na manhã deste sábado, 8 e se referiu ao colegiado do Congresso como um “vexame”. A apoiadores, o presidente também defendeu o uso da cloroquina no tratamento contra o coronavírus e afirmou que irá fazer um vídeo nesta semana com seus ministros falando se tomaram ou não o medicamento, que não tem eficácia comprovada contra a doença.
“Continuo dizendo, só Deus me tira daquela cadeira. Não vai ser… essa CPI tá um vexame, só se fala em cloroquina. Mas, o cara que é contra, não dá alternativa. Tenho certeza que alguém tomou hidroxicloroquina aqui. Alguém tomou?”, perguntou a um grupo de apoiadores que estavam no Palácio da Alvorada nessa manhã. “A gente vai fazer um vídeo nesta semana, dos 22 ministros, todas aqueles que tomaram hidroxicloroquina vão falar eu tomei. É a alternativa no momento. Ah, não tem comprovação científica, mas não tem cientificamente falando o contrário também”, afirmou.
Em sua primeira semana de trabalho, os depoimentos prestados à CPI tiveram como foco o “tratamento precoce”, defendido por Jair Bolsonaro. Aos senadores, os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich relataram a pressão do chefe do Executivo para que o Ministério da Saúde defendesse o tratamento. Já o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga, evitou se comprometer com a defesa pública que o presidente faz da cloroquina.
Nessa sexta-feira, 07, o presidente já havia se manifestado com críticas ao colegiado. Em publicação nas redes sociais dirigida a senadores da CPI, Bolsonaro afirmou que os “inquisidores” que criticam o uso de medicamentos “não encham o saco de quem optou por uma linha diferente”.
Na quinta-feira, 6, em transmissão semanal, Bolsonaro também reclamou que o colegiado “bateu muito” no ministro da Saúde. “Cloroquina, cloroquina, cloroquina, o tempo todo cloroquina. Ah o presidente falou…”, analisou Bolsonaro. O chefe do Executivo ainda ameaçou usar a máquina do governo federal para investigar o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), filho do senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, que tem se mostrado forte crítico ao Planalto.
Além das críticas, o presidente afirmou que, apesar de o governo ter minoria de representantes na CPI do Senado, pretende apurar de casos na cidade de Manaus onde, segundo ele, pessoas receberam doses quádruplas de cloroquina e vieram a óbito.
“Já temos os nomes das pessoas que participaram dessa experiência e queremos explicações, qualquer remédio que derem em excesso faz mal”. Ele também voltou a repetir que irá tomar a vacina após todos os brasileiros estarem imunizados e afirmou se tratar de um gesto de “altruísmo”.
Em postagem no Twitter, após a conversa com apoiadores nesta manhã, Bolsonaro afirmou que o Ministério da Saúde enviou nova remessa com 3,9 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford para todos os Estados e Distrito Federal. Segundo ele, a partir da próxima segunda-feira, 10, mais de 1,1 milhão de doses do imunizante da Pfizer também começarão a ser enviadas para as capitais brasileiras.
Exame
A CPI da corrupção está sendo uma decepção para a esquerdalha. E quando começar a investigar o uso do dinheiro pelos governadores? A PF e a PGR já estão investigando.
Já tomou sua cloroquina hoje?
Presidente cloroquina, agora é o presidente xô cloroquina. Rsrsrs
Qual CPI aquela presidida e relatada por bandidos e defendida pelos imbecil esquerdistas, que só sabem gritar e reclamar de tudo sob o efeito da maconha e muita cocaina , seus ideias comunistas não irá prosperar aqui no Brasil.
Presidente canalha
O bolsonaro sabe que o que ele faz com relação a cloroquina é crime. Ninguém, nem mesmo médico, pode prescrever algo que não é reconhecido pela comunidade científica, não pode prescrever algo que não tem indicação nos seus estudos. Não a toa o CFM já pulou fora, embora não seja possível apagar das mídias sociais, o seu posicionamento, outros estão apagando postagens com relação a defesa da cloroquina. Pra não ficar sozinho, ele mandar seus ministros declararem terem usados a cloroquina. Isso parece palhaçada e é. O pior é que tudo isso, com mais de 400 mil mortes e a maior pandemia da nossa história. Sem falar que ele também pode ser enquadrado por ser servidor público e fazer comercial de um produto privado. A única saída para ele não ser responsabilizado é o pazuello matar no peito e assumir tudo sozinho, mesmo depois de dizer que cumpria ordens. Por isso, o pazuello está sendo chamado de borra botas fujão, ele não vai ter coragem de responder sozinho por algo que ele seguia ordens. Ou vai?
Igual discurso do GENOCIDA. Toda solução é a cloroquina. Vai entender!
Pela lógica desse jegue,Eu posso tomar um Melhoral infantil para tratamento da Covid, já que o termo “Comprovado cientificamente sua ineficácia “não existe para Ele. Vcs imaginam em Que situação o Nosso País está, na mão desse Sarrabuio de presidente?