Bolsonaro diz que governo honra militares e respeita o povo

Foto: Alan Santos/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou hoje (7) da cerimônia de formatura de guardas-marinhas na Escola Naval, no Rio de Janeiro. Durante o discurso, ele exaltou os militares e disse que o Brasil está mudando para melhor.

“Hoje temos um governo que valoriza a família, honra os militares, respeita o povo e adora a Deus”, disse o presidente.

Hoje se formaram 205 novos oficiais da Marinha brasileira, que servirão nos Corpos da Armada, Fuzileiros Navais e Intendência. Dez são mulheres.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roosevelt Caldas disse:

    Não foi no Rio de Janeiro, nem na marinha, foi na AFA academia da força aérea, na formatura dos pilotos cadetes, eu estava presente.

    • Diabão disse:

      2 % do militares das forças armadas de carreira ou temporários tem uma vida " atribulada" servindo em navios, fronteiras… O restante é mamada, ficam nos quarteis brincando de Quartel .. Cheio de regalias, sai de ferias passa 30 dias em casa coçando dai volta um mes seguinte e tem dinheiro na conta… Recebe O Adcional natalino em duas parcela ( mesma coisa do decimo) , se vai sair em missão recebe diaria, as filhas recebendo aposentarias eternas, as viuvas tambem.. Os ranchos militares tem comida boa ( foi o tempo que a comida do quartel era ruim) muitas regalias .. os oficiais enchendo o rabo de Wuisk no coquetéis.. Muita regalia, muito dinheiro jogado fora com tinta para pintar o piso do quartel pq o almirante vai fazer inspeção.. Muito dinheiro com tinta para pintar o casco do navio ou da um miguel nas viaturas para o 7° de setembro… Falo pq fui militar temporario passei 8 anos e via como era! Ai o civil sai de ferias e não consegue pagar nem as contas quando volta quem dirá curti ferias!! Milico diz que fica a disposição do quartel mesmo quando vai p reserva… nunca vi em tempos atuais convocarem os militares da reserva para nada!!! porra tudo migué …

  2. Lucio disse:

    O cala a boca foi bom. Deixou-os de fora da reforma da previdência, aumentou os salários e manteve os privilégios dos oficiais (pensão para filhas até a morte) e recusou o orçamento das Forças armadas tirando da Saúde e educação.

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