E ai, bora correr?

Meia Maratona do Sol é adiada para novembro devido à pandemia do novo coronavírus

Por Breno Perruci / @eaiboracorrer

Diante da situação de pandemia da Covid-19, como medida de contenção da propagação do novo coronavírus e para a segurança dos atletas, a organização da Meia Maratona do Sol 2020 comunicou nesta sexta-feira (29) o adiamento da prova. A corrida que estava marcada para 19 de setembro próximo, será realizada no dia 21 de novembro deste ano.

“Consideramos que a decisão mais acertada a se fazer. Esperamos que até lá a situação da pandemia esteja resolvida e que possamos correr e viver Natal com toda a segurança possível. Reforçamos que, mesmo com o adiamento, as inscrições para a Meia Maratona do Sol e Meia do Sol Kids continuam abertas através do site www.meiamaratonadosol.com.br. Contamos com o apoio dos atletas que nos acompanham para passarmos por esse momento”, enfatiza Gabriel Negreiros, um dos organizadores da prova.

A Expo Meia do Sol, evento que antecede a prova, também fica adiada e agora está agendada de 19 a 21 de novembro. Todas as novidades já anunciadas anteriormente pela organização para este ano seguem mantidas, Entre elas está a inserção da Arena das Dunas como parte do percurso.

Para dirimir quaisquer dúvidas ou buscar outros esclarecimentos, os interessados podem entrar em contato pelas redes socais da Meia do Sol (@meiamaratonadosol), pelo site (www.meiamaratonadosol.com.br) ou e-mail, através do formulário de contato disponível na página da internet.

Opinião dos leitores

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Saúde

Instituto Butantan tem 15 milhões de doses de CoronaVac paradas por falta de interesse de Estados e União

O Instituto Butantan tem 15 milhões de doses da vacina CoronaVac contra a Covid-19 paradas em estoque, segundo levantamento feito pela TV Globo. Nem o governo federal, nem os estados manifestaram intenção de compra dos imunizantes.

A CoronaVac, produzida pelo Butantan em parceria com a chinesa Sinovac, começou a ser aplicada na população brasileira no começo deste ano, e era a única disponível no país. Posteriormente, outras três vacinas passaram a fazer parte da campanha nacional: AstraZeneca, Pfizer e Janssen.

De janeiro a setembro, 100 milhões de doses da CoronaVac previstas em contrato com o Ministério da Saúde foram entregues e distribuídas aos estados, mas o Butantan também produziu um lote extra de 15 milhões de doses entre julho e agosto. São essas doses que estão sem destino. A validade desse lote vai até agosto de 2022, segundo o Butantan.

O Ministério da Saúde afirmou que segue as negociações para novas aquisições apenas com a Pfizer e a AstraZeneca, escolhidas por já terem registro de uso definitivo no país.

G1

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Política

Bolsonaro volta a atacar Moro e diz que ex-ministro atuou contra normas pró-armas

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (6) que o ex-ministro da Justiça e potencial adversário nas eleições de 2022, Sergio Moro, atuou contra portarias para flexibilizar o armamento.

“Como é que o cara aceita trabalhar comigo sabendo que eu sou armamentista e depois trabalhar contra? Ele trabalhou contra muito tempo, descobri mais tarde. Tem que ter caráter, né: ‘Olha, não me interessa trabalhar, porque sou de esquerda'”, disse o presidente a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

Esta não foi a primeira vez que Bolsonaro atacou Moro por conta da questão de armas. Na live da última quinta (2), o presidente elegeu o ex-juiz da Lava Jato como alvo e fez menções discretas sobre seu novo partido, PL. Na ocasião, o chefe do Executivo disse que Moro é contra armas, faz campanha a presidente “na base da mentira”, além de “papel de palhaço”.

Desde sua posse, o presidente já editou 31 atos, entre decretos, portarias e dois projetos de lei para flexibilizar o acesso às armas. Alguns durante a gestão de Moro à frente da Justiça.

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Diversos

Famílias comem lagartos e restos de animais para matar a fome no RN; confira relatos de famílias

Foto: Allan Lira/Folhapress
“A última vez que comi carne já tem mais de um mês. Foi quando ajudei a tirar o couro de uma vaca”.

Em Senador Elói de Souza, município do Rio Grande do Norte em estado de calamidade pública pela seca, Adailton Oliveira lembra, emocionado, que o animal agonizava de fraqueza, faminto, e foi abatido pelo dono.

Os pedaços foram repartidos onde caíram. Adailton, 52, conta que ficou com “a mão”, uma das patas dianteiras. Com a mulher, Sebastiana, fez o pedaço render por 20 dias no fogão à lenha improvisado. Alimentos ali estão contados. Os R$ 170 do Bolsa Família “não dão para nada”, afirma, e o auxílio emergencial da pandemia é passado.

“Ao invés de deixar a vaca para urubu e cachorro, a gente tem que comer”, diz o agricultor. “É isso porque não tem outro jeito. Sem chuva não se planta o que comer e se acabam os animais. Também não existe mais passarinho para desfrutar, e a gente não tem condição de pedir no mercado ‘bota 1 kg de carne com osso’. A gente tem que pegar os bichinhos para fazer a mistura.”

Os relatos sobre a fome na região potiguar se somam aos de outros brasileiros pelo país. Neste ano, ganharam notoriedade imagens de ossos de boi serem disputados por moradores no Rio de Janeiro Janeiro e vendidos como um produto a mais em açougue em Santa Catarina. Em Fortaleza, ossos de carne de primeira e de segunda também foram incluídos na lista de itens de alguns açougues, quando antes eram doados.

Duas casas adiante, Deojem Emanuel Gomes da Silva, 57, conta não ter nada na geladeira. O alimento disponível na cozinha é meio quilo de feijão espalhado numa caixa.

A renda “é menor que o gás”. O botijão custa R$ 110. “Tudo subiu com a pandemia”, diz com tom de lamento. No almoço, comeu o feijão puro.

Ele conta que não é possível recorrer nem aos pequenos répteis, animais que por décadas fizeram parte da dieta dos mais pobres afligidos pela seca no Nordeste.

“A mistura, às vezes, é ovo. Às vezes, não tem. Nem calango, nem lagarto tijuaçu tem mais aqui. Eles migram atrás de água.” Há quem diga que os que ficam “são pequenos como lagartixas”.

No assentamento onde vive, parte das famílias está “no extremo do extremo”, diz a presidente da associação de moradores, Áurea da Silva, 60. “Não têm nem o Bolsa Família e a renda é a agricultura, porém esse ano não teve nada, não teve chuva”. Cestas básicas da igreja são o que ajuda a salvar.

Folhapress

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Polícia

VÍDEO E FOTO: Polícia Civil apreende 100 kg de drogas e prende quatro criminosos na Zona Sul de Natal

Policiais Civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) prenderam quatro criminosos e apreenderam 100 Kg de drogas na Zona Sul de Natal, nesta segunda-feira (6).

Depois de receberem várias denúncias acerca de um Gol, de cor preta, com bandidos foragidos, e que eles estariam distribuindo drogas em Parnamirim, e que parte dos suspeitos residia em um condomínio ou apenas usavam para guardar drogas, foram feitas várias diligências investigativas no intuito de localizar o carro e averiguar a veracidade da denúncia.

Foto: Polícia Civil

Durante as diligências, as equipes da DEICOR encontraram o citado veículo em Nova Parnamirim. Após um acompanhamento pelas equipes de investigação, o veículo tentou entrar em um condomínio, na Zona Sul de Natal, momento em que foi efetuada uma abordagem na qual foram encontrados mais de 100 quilos de maconha, além de uma balança de precisão, fitas e apetrechos para o tráfico.

Na operação foram presos Jeandson Lucas de Araújo, conhecido como “Pateta”, Jeferson Rai Dantas, Alysson Alexandre Cunha de Farias e Jefferson Bruno da Silva Costa. Três deles estavam no veículo abordado e outro foi preso no estacionamento de um supermercado na Av. Ayrton Senna, onde encontraram 1kg de crack.. Todos foram conduzidos para base da DEICOR para os procedimentos cabíveis.

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Saúde

Mais de 137 milhões de brasileiros estão imunizados contra a Covid

Foto: Fábio Vieira/Metrópoles

Nesta segunda-feira (6/12), dados sobre a Campanha Nacional de Imunização mostram que 74,9% da população com 12 anos ou mais no país está totalmente imunizada contra a Covid-19. Ou seja, já recebeu duas doses ou a vacina de dose única. O número corresponde a 137.095.914 dos quase 182 milhões de brasileiros, nesta faixa etária, com o ciclo vacinal completo.

No total, 159.618.843 pessoas receberam ao menos uma dose, o que corresponde a 87,2% da população com 12 anos ou mais. Já a dose de reforço foi aplicada em 17.946.295 pessoas.

Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 577.384 vacinas.

Somando a primeira, a segunda, reforço e a dose única, são 314.661.052 doses aplicadas no total.

Os dados foram divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa* e foram analisados pelo (M)Dados, núcleo de análise de grande volume de informações do Metrópoles.

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Política

“Não aguenta dez segundos de debate comigo”, diz Bolsonaro sobre Moro

Foto: reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (6/12) que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (Podemos) tentou copiar o seu slogan de campanha, que tem os dizeres: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

“Para tentar copiar o meu ‘Brasil acima de tudo, Deus acima de todos’, ele botou ‘o povo acima de tudo’. Esse não aguenta 10 segundos de debate”, declarou Bolsonaro, aos risos, durante conversa com apoiadores, no Palácio da Alvorada.

Aos simpatizantes, o presidente ainda criticou o ex-juiz sobre declarações contra o armamento da população. Ao longo do governo, Bolsonaro facilitou a posse e o porte de armas. Em sua autobiografia, intitulada “Contra o Sistema da Corrupção”, lançada na semana passada, Sergio Moro disse que defendia os atos, mas se opôs ao aumento de número de armas que cada pessoa pode ter.

“A vagabundagem tem [arma], pô. Por que essa… O [ex-presidente] Lula falou que vai recolher as armas. O Moro também falou que ele podia ser mais rígido, né… Me peitar mais durante a questão das portarias de armamento dele. Como é que o cara aceita trabalhar comigo sabendo que eu sou armamentista? Tinha que ter caráter, né? Era só falar: ‘Não me interessa trabalhar porque sou de esquerda’”, prosseguiu o presidente.

Metrópoles

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Saúde

Mortes por malária aumentaram em 2020 devido às restrições da Covid-19, diz OMS

Foto: Radboud University Medical Center/ CNN/ Reprodução

Interrupções na saúde ligadas à pandemia do novo coronavírus fizeram com que a malária causasse 69 mil mortes a mais em 2020, em comparação com o ano anterior. Entretanto, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta segunda-feira (6), o pior cenário foi evitado.

No total, mais de 627.000 pessoas em todo o mundo – a maioria delas bebês nas partes mais pobres da África – foram mortas pela malária no ano passado, em comparação com 558.000 em 2019, disse a OMS em seu relatório anual sobre a malária.

O número supera as 224.000 pessoas que morreram de coronavírus na África desde o início da pandemia.

Cerca de dois terços das mortes adicionais por malária em 2020 foram devido às restrições do coronavírus que interromperam a prevenção, diagnóstico e tratamento da malária, disse a OMS.

Mas os esforços para manter os serviços de saúde, apesar dos desafios, significaram que a África Subsaariana não viu a duplicação das mortes por malária em 2020, que a OMS havia alertado ser uma possibilidade.

Em vez disso, o número de mortes na região aumentou 12% em comparação com 2019, de acordo com dados da OMS.

“Graças a esforços urgentes e extenuantes, podemos afirmar que o mundo conseguiu evitar o pior cenário de mortes por malária”, disse Pedro Alonso, diretor do programa global de malária da OMS.

Os especialistas esperam que a luta contra a malária possa ganhar terreno considerável após a recomendação da OMS em outubro de que RTS, S – ou Mosquirix – uma vacina desenvolvida pela farmacêutica britânica GlaxoSmithKline deve ser amplamente administrada a crianças na África.

“Com mais financiamento, acesso a ferramentas que salvam vidas e inovação robusta em novas ferramentas para ficar à frente do mosquito e parasita em evolução, podemos acelerar a ação transformadora e acabar com a malária em uma geração”, disse Abdourahmane Diallo, executivo-chefe da RBM Grupo de defesa da Parceria para Acabar com a Malária.

“Estamos agora em um momento crítico e exorto os líderes globais a um compromisso e investimento renovados”, disse ele em um comunicado.

CNN Brasil

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Judiciário

‘ORÇAMENTO SECRETO’: Após novas regras do Congresso, Rosa Weber libera pagamento de emendas de relator de 2021

Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber liberou, nesta segunda-feira (6), a retomada da execução orçamentária das emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”.

Na decisão, Rosa Weber diz que devem ser observadas as regras do ato conjunto aprovado pelo Congresso Nacional na última semana para dar transparência às emendas.

O “orçamento secreto” é como ficaram conhecidas as emendas parlamentares pagas na modalidade “emendas de relator”. Ao contrário das emendas individuais, que seguem critérios bem específicos e são divididas de forma equilibrada entre todos os parlamentares, as emendas de relator não seguiam critérios usuais e beneficiam somente alguns parlamentares.

Em novembro, a ministra atendeu a um pedido de partidos da oposição e determinou a suspensão do pagamento dessas emendas. Na mesma decisão, pediu a adoção de total transparência e publicidade nessas movimentações financeiras. A decisão individual de Rosa Weber foi confirmada pelos colegas, por 8 votos a 2.

“Ante o exposto, acolho o pedido formulado pelos Senhores Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, “ad referendum” do Plenário desta Corte – e para tanto estou a solicitar, nesta mesma data, ao Presidente do STF, a inclusão desta ADPF em sessão virtual extraordinária -, para afastar a suspensão determinada pelo item “c” da decisão cautelar anteriormente proferida, autorizando, dessa forma, a continuidade da execução das despesas classificadas sob o indicador RP 9, devendo ser observadas, para tanto, no que couber, as regras do Ato Conjunto das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal nº 1, de 2021, e a Resolução nº 2/2021-CN. À Secretaria Judiciária. Publique-se. Intime-se, com urgência”, diz a decisão de Rosa Weber.

No pedido de desbloqueio feito ao STF – e citado por Rosa Weber no despacho –, os presidentes da Câmara e do Senado argumentam que a suspensão das emendas representava “potencial risco à continuidade dos serviços públicos essenciais à população, especialmente nas áreas voltadas à saúde e educação”.

Em resposta, a ministra escreve que “a necessidade de proteger a continuidade dos serviços públicos prestados à comunidade em geral – como via permanente de acesso das pessoas aos seus direitos básicos e às condições de existência digna – tem orientado a jurisprudência desta Suprema Corte”.

O Congresso informou ao STF que, dos R$ 16,8 bilhões inscritos nas emendas de relator para 2021, R$ 3,8 bilhões (22,61%) já foram liquidados e R$ 9,2 bilhões (54,76%) estão empenhados (com promessa de pagamento).

A nova decisão de Rosa Weber será julgada pelo plenário virtual do STF, mas ainda não há data marcada para essa análise.

Novas regras

A partir da determinação inicial da ministra Rosa Weber, o Congresso aprovou na última semana mudanças nas regras do chamado “orçamento secreto”.

Técnicos legislativos e parlamentares da oposição, no entanto, consideram que o novo texto mantém a falta de transparência. Isso porque o texto mantém em sigilo os nomes dos senadores e deputados que indicaram emendas em 2020 e neste ano.

O texto aprovado estabelece um limite para as emendas do relator, que não poderão ultrapassar a soma das emendas individuais e de bancada. Hoje, não existe um valor máximo.

A partir de 2022, os nomes dos autores das indicações serão publicados no site da Comissão Mista de Orçamento. Além de parlamentares, agentes públicos e a sociedade civil também poderão fazer solicitações para o uso do dinheiro, o que, segundo técnicos legislativos, abre uma brecha para que o nome do deputado ou senador continue oculto.

Um parlamentar pode negociar emendas e pedir para que um prefeito, por exemplo, faça o pedido diretamente ao Congresso. Assim, o nome divulgado não seria o dele, mas o do prefeito.

E o que já foi pago?

Na decisão desta segunda, a ministra Rosa Weber não emite qualquer avaliação sobre a transparência dada às emendas de relator que já foram pagas em 2020 e em 2021.

Segundo a ministra, seria “prematuro” analisar se a resolução do Congresso atende aos parâmetros exigidos pelo Supremo Tribunal Federal porque o governo ainda não se manifestou sobre a possibilidade de resgatar os detalhes desses pagamentos anteriores.

“Mostra-se prematuro aferir, neste momento, a idoneidade das medidas adotadas para satisfazerem os comandos emanados da decisão cautelar proferida pelo Supremo Tribunal Federal. Sequer esgotado o prazo para todos os órgãos estatais incumbidos da execução das providências determinadas por esta Corte apresentarem as ações adotadas nas suas respectivas esferas de competência”, diz Rosa Weber.

“Ainda não foram prestadas informações pela Presidência da República, pela Casa Civil da Presidência da República e pelo Ministério da Economia quanto ao cumprimento da decisão proferida por esta Corte, até mesmo porque o prazo para a execução de tais medidas ainda está em curso”, segue.

g1

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Geral

Cresce a procura de homens para ingressar na Associação dos Cornos do RN

Foto: Alexandre Gurgel (2006)

Você sabia que em Natal existe a Associação dos Cornos Potiguares?

Pois é, e segundo o BZNotícias (veja aqui), da jornalista Eliana Lima, a cada ano cresce a quantidade de homens desiludidos em busca de se associar.

A associação foi criada pelo artista plástico Fábio di Ojuara. Ele inclusive escreveu um manual para homens traídos: “Sabendo Usar… Chifre Não É Problema”, fruto de todos os anos de pesquisa e suas próprias experiências.

Foto: REUTERS/Stefano Rellandini

Em maio de 2013, ele causou na 55ª Bienal de Veneza, com a performance “Now every shit is art” (Toda merda agora é arte), usando apenas sunga e com uma tampa de privada pendurada no pescoço.

Na publicação, Eliana relembra uma entrevista concedida por Fábio em 2016, ao jornal O Mossoroense (veja aqui).

Via BZNotícias

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Economia

Guedes celebra controle dos gastos públicos e diz que Brasil fechará 2021 com déficit de 1% do PIB

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira, 6, que o déficit primário do governo federal deve ser de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021, diminuindo para 0,5% em 2022. Durante evento “Prêmio Tesouro Nacional 2021”, o ministro também elogiou o trabalho da Secretaria do Tesouro Nacional e da equipe econômica.

Segundo ele, seu time conseguiu controlar os principais gastos públicos com o foco na área fiscal. “É o fiscal que dirige todo o processo. Derrubamos e recontrolamos a trajetória futura dos gastos com previdência, envidamento, juros, salários do funcionalismo, que estavam fora de controle, e, finalmente, com essa jabuticaba brasileira, que são os precatórios”, disse Guedes.

De acordo com o ministro, o descontrole das trajetórias de gastos públicos tem relação com os problemas enfrentados pelo Brasil, como hiperinflação, moratória de dívida, juros de dois dígitos, aumento dos impostos, baixo crescimento econômico e até mesmo a corrupção na política.

Em outro momento, Guedes ignorou, mais uma vez, as projeções de recessão econômica para 2022. “Um País que tinha um déficit de 2% do PIB quando nós chegamos, nós reduzimos para 1% em nosso primeiro ano, 2019. Fomos a 10,5% do PIB em meio à pandemia, esse ano volta para 1% e ano que vem está previsto em 0,5%”, afirmou.

Jovem Pan

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