Economia

Brasil é o país em que empresas gastam mais tempo para calcular e pagar imposto


Foto: Marcelo Camargo / Agência O Globo

Enquanto a reforma tributária não avança no Congresso, o Brasil é o país em que as empresas gastam o maior número de horas no mundo com gestão de tributos. É o lanterna do ranking de horas anuais dedicadas à burocracia dos impostos, segundo o Doing Business, relatório do Banco Mundial que avalia o ambiente de negócios em 190 países. Numa empresa com faturamento médio de R$ 7,1 bilhões ao ano, esse tempo se aproxima de 34 mil horas, mostra estudo da consultoria Deloitte.

Na prática, é um custo que morde a produtividade, minando a competitividade e repelindo investimento estrangeiro. O fardo é ainda maior para empresas de médio porte, freando a expansão dos negócios, que poderiam avançar em produção e, por consequência, em geração de emprego, renda e arrecadação.

— É o sistema mais complexo do mundo, surreal. Infelizmente, é mais uma “jabuticaba” que colabora para a desindustrialização. Joga contra a produtividade, contra a economia, contra o próprio país. E, na ponta, atinge o consumidor, sempre a maior vítima — destaca Patrick Sabatier, diretor de Relações Institucionais da L’Oréal Brasil.

Empresa que não consegue lançar produto porque não há código tributário a pequenas empresas que preferem não crescer para não pagar mais imposto são exemplos de como a confusão tributária freia o crescimento.

A Leader vem trabalhando para desenvolver polos de fornecedores dentro do Estado do Rio. Essa rede fluminense já responde por mais de dois terços dos produtos vendidos pela varejista, mas não é fácil expandi-la.

— Tentamos convencer alguns pequenos fornecedores a sair do Simples e avançar. Mas a complexidade tributária que ele vai enfrentar e os gastos que isso traz fazem com que ele continue como pequeno — comenta André Peixoto, CEO da varejista.

Para ele, a reforma tributária tem de simplificar o conjunto de impostos, alcançando ICMS e ISS, para conseguir fazer com que pequenos ultrapassem a “arrebentação” para se tornarem grandes:

Feijoada congelada ficou nos planos

A complexidade tributária é tamanha quando se fala em ICMS que pode tirar produtos do mercado, relata Marina Thiago, gerente de políticas públicas da Endeavor.

— Temos o exemplo de uma empresa de São Paulo que queria lançar uma feijoada congelada. Havia quatro alíquotas diferentes previstas, listando quase a receita pronta do prato, mas não se adequavam ao produto.

Para ela, está faltando aproximação entre as empresas contribuintes e o Fisco:

— Há muitas zonas cinzentas nas legislações e nas atualizações de obrigações. É preciso acabar com tantas exceções e, também, que esses dois lados estejam na mesma página para incentivar a expansão dos negócios — diz Marina.

Equipe tributária maior que a de vendas

As médias empresas sofrem ainda mais com a burocracia tributária. Elas não têm a estrutura das grandes — em equipe, software e equipamentos — para dar conta das demandas na área tributária.

— Tem empresas com equipes tributárias maiores que as de vendas e de marketing. Não conseguem negociar um benefício fiscal ou optar por abrir operação em outro estado. As scale-ups (empresas de alto crescimento) têm a pior situação. Não podem mais ficar no Simples. Entram na briga com grandes, mas ainda estão crescendo — diz Marina, da Endeavor.

Mesmo benefícios fiscais, diz ela, têm de ser avaliados para não favorecerem poucas empresas em vez de um setor.

Mudou insumo, mudou impostos

A complexidade tributária contribui ainda para frear a expansão de negócios no país. Uma empresa de construção civil, por exemplo, conta a gerente de políticas públicas da Endeavor, que quer atuar utilizando componentes pré-fabricados, de montagem, acaba desistindo desse projeto:

— Se essa empresa atua em serviços, ela paga menos imposto. Se industrializa algum serviço, paga bem mais. Ela poderia produzir mais e melhor, mas escolhe ficar em serviços. É injusto. Afora que, nesse ponto, não há competição em pé de igualdade, porque as grandes empresas levam vantagem por já contarem com uma estrutura de gestão tributária estabelecida — destaca Marina Thiago.

27 funcionários só para gerir tributos

A filial brasileira da francesa do setor de beleza é a única a contar com um departamento inteiro dedicado à gestão de tributos, somando 27 profissionais, sem as consultorias externas. Nos demais países, essa equipe tem de uma a duas pessoas, diz Bárbara Cszesny, diretora fiscal da L’Oréal:

— Somos uma exceção no mundo. Os outros países trabalham com o IVA (imposto único sobre bens e serviços), que é mais transparente. Aqui, é complexo. E nossa direção internacional de tributos já sabe disso. Nosso time fiscal tem especialistas em legislação tributária e em tecnologia, são muitas regras e muitas mudanças todo o tempo, regimes especiais por setor, exigências em diversas frentes, incluindo a nota fiscal eletrônica.

Para lançar um produto, a L’Oréal investe em pesquisa e testes junto ao consumidor. Mas, para bater o martelo sobre a novidade, ela reúne as equipes fiscal e de planejamento financeiro:

— É claro que há também o peso de insumos em dólar, mas é preciso avaliar o custo tributário para elaborar o preço de venda. Quando entra tudo, se não se chegar a um valor competitivo, podemos desistir de lançar um produto no Brasil — diz Bárbara.

Ao menos, pelo porte, a gigante diz não sacrificar aporte em outras áreas em razão do gasto com o compliance tributário. Não é, contudo, a realidade de empresas menores. O estudo da Deloitte mostra que, para uma empresa com faturamento anual de R$ 45 milhões, a cada R$ 1 milhão em vendas, ela precisa de 66 horas para cuidar de declarações, informações e pagamento de impostos. No caso de uma com faturamento de R$ 7,1 bilhões, esse tempo tomba para apenas cinco horas.

Menos eficiência

Acaba sacrificado o empresário que está tentando fazer seu negócio crescer, diz Gustavo Rotta, sócio da área de Consultoria e Tecnologia Tributária da Deloitte:

— Vem o Fisco com um arsenal de exigências para as quais o negócio não está preparado. A empresa que usa o Simples fica protegida. Depois, a régua sobe muito em custo, mesmo quando passa para o regime de lucro presumido. Um pequeno e-commerce tem a mesma burocracia da B2W. Ou seja, não basta reformar os tributos, é preciso discutir gestão tributária. É o que custa caro, mina eficiência e competitividade.

A trava ao avanço é observada na prática, conta André Peixoto, à frente da Leader, com 97 lojas e em reestruturação:

— Para quem fatura entre R$ 100 milhões e R$ 200 milhões, fica quase inviável, porque vai pagar o mesmo que a Leader paga a um gerente fiscal. E, no varejo, o sistema do ICMS é um hospício.

Rafael Porto, diretor financeiro do Grupo Trigo, com 420 restaurantes de marcas como Spoleto e Koni, destaca a alta em custos:

— O custo tem aumentado ao longo do tempo pelo ganho de complexidade do sistema (tributário), o que leva a uma necessidade constante de qualificação da mão de obra.

Sistema trava produção

As empresas brasileiras gastam, em média, 1.501 horas por ano cuidando de obrigações relacionadas a tributos, considerando pequenas, médias e grandes, de acordo com o Doing Business 2019, edição mais recente do relatório do Banco Mundial. É cinco vezes a média gasta pelos países de América Latina e Caribe.

O tempo gasto pelas empresas com a gestão de tributos relacionados a bens e serviços poderia cair em 68% com a aprovação de uma reforma tributária baseada nas propostas que estão no Congresso, mostra estudo da Endeavor.

— É algo que consome recursos numa atividade meio, que não gera valor. Quanto mais um negócio se desenvolver, maior será a arrecadação. Só que o sistema faz ele produzir menos do que poderia — alerta Marina Thiago, gerente de políticas públicas da Endeavor.

Apesar da expectativa de aprovação da reforma tributária em oito meses, colocada pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), como prioridade de suas gestões, a proposta segue parada no Congresso. O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator do projeto, está trabalhando na versão final do documento, mas não há previsão para a leitura.

A Comissão Mista da Reforma Tributária, que tem como prazo final o dia 31 de março, não tem nenhuma atividade marcada para as próximas semanas. Os trabalhos da comissão já haviam sido prorrogados duas vezes e podem ser estendidos novamente.

O Globo

Opinião dos leitores

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Política

[VÍDEO] IMPRESSIONANTE: Ruas de Mossoró são tomadas por apoiadores de Flávio Bolsonaro e Álvaro Dias


Novas imagens mostram a dimensão da Motocarreata da Liberdade, realizada nesta quarta-feira (30), em Mossoró, em apoio a Flávio Bolsonaro e Álvaro Dias.

A mobilização reuniu uma multidão de apoiadores da direita e percorreu ruas, avenidas e diferentes bairros da cidade após sair da Avenida Rio Branco.

Organizada pelo Endireita RN, de Álvaro Dias e Babá Pereira, a motocarreata contou com “um mar de gente”.

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Esporte

[VÍDEO] Comemoração do gol do título do QFC no sub-20 contra o América, na terça-feira, vira destaque na CaséTV


A comemoração do gol que garantiu o título do QFC no Campeonato Potiguar Sub-20 contra o América, na terça-feira, chamou atenção e virou destaque na CazéTV.

Após o empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, a decisão foi para os pênaltis e terminou com a conquista do QFC. Na comemoração, o zagueiro Renato provocou o América e protagonizou uma cena que repercutiu entre os torcedores.

A brincadeira rendeu risadas e comentários nas redes sociais da CazéTV, mas também um cartão amarelo para o jogador.

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Brasil

Flávio Bolsonaro leva ao STF pedido para afastar Dino de casos ligados a Lula e disputa presidencial

Reprodução

A defesa de Flávio Bolsonaro pediu nesta quarta-feira (30) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que o ministro Flávio Dino seja considerado suspeito para julgar processos relacionados a Lula, à eleição presidencial de 2026 e ao próprio senador.

Os advogados também solicitaram, em caráter liminar, a suspensão dos processos sob relatoria de Dino que tenham relação com os temas até que o pedido de suspeição seja analisado.

Entre os casos citados pela defesa estão ações sobre uso de emendas parlamentares e pedidos apresentados pelo PT ao Supremo.

Na petição, os advogados alegam que não seria adequado manter Dino na relatoria desses processos às vésperas da eleição. A defesa sustenta ainda a existência de “amizade íntima” entre o ministro e Lula e cita manifestações públicas de Dino em apoio ao presidente.

Caso o pedido seja acolhido, a defesa solicita a redistribuição dos processos. A alegação apresentada é de que a medida busca preservar a imparcialidade e a regularidade das eleições de 2026.

Com informações de O Globo 

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Política

[VÍDEO] Multidão participa da Motocarreata da Liberdade em apoio a Flávio Bolsonaro e Álvaro Dias em Mossoró


Uma multidão participou, nesta quarta-feira (30), da Motocarreata da Liberdade, realizada em apoio a Flávio Bolsonaro, Álvaro Dias e Hélio em Mossoró.

A mobilização dos apoiadores, organizada pelo Endireita RN de Álvaro Dias, e que contou também com a presença do candidato a vice governador Babá Pereira, saiu da Avenida Rio Branco e percorreu diferentes bairros e avenidas da cidade. As imagens mostram a dimensão da mobilização da direita pelas ruas mossoroenses.

Mais cedo, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo ao lado do senador Rogério Marinho, coordenador de sua campanha presidencial, convidando seus apoiadores para o evento.

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Brasil

MAIOR PESQUISA DA CAMPANHA: Instituto Veritá aponta Flávio Bolsonaro à frente para presidência e detalha raio-X do eleitorado

Reprodução

A nova pesquisa nacional do Instituto Veritá mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Lula (PT) em diferentes recortes do eleitorado e detalha os resultados por religião, renda, idade, sexo, escolaridade, ocupação, raça e estado.

No panorama geral de votos válidos para o primeiro turno, o levantamento aponta Flávio Bolsonaro na liderança com 45,14% das intenções de voto, seguido pelo atual presidente Lula (PT), que registra 44,65%, configurando uma vantagem de 0,49 ponto percentual a favor do candidato do PL. Os demais candidatos somam 10,21%.

Reprodução

Entre os evangélicos, Flávio aparece com 62,7%, contra 27,3% de Lula. Entre católicos, Lula tem 50,2%, ante 40,6% de Flávio. No grupo sem religião, o petista registra 63,0%, enquanto Flávio soma 23,2%.

Por renda, Flávio lidera entre os eleitores que recebem de 2 a 5 salários mínimos, com 49,8% contra 40,2% de Lula. Acima de cinco salários, são 47,4% a 42,6%. Entre os que ganham menos de dois salários, Lula aparece com 50,0%, contra 39,6% de Flávio.

No recorte por idade, Flávio tem 46,4% entre 35 e 54 anos e 46,5% entre os eleitores de 55 anos ou mais. Entre os jovens de 16 a 34 anos, Lula registra 43,3%, contra 42,2% de Flávio.

Entre os homens, Flávio marca 45,7%, ante 43,4% de Lula. Entre as mulheres, Lula tem 45,8%, contra 44,6% de Flávio.

No ensino superior completo ou incompleto, Flávio aparece com 45,0%, contra 42,2% de Lula. Entre eleitores com até ensino médio completo, Lula tem 45,4% e Flávio 45,2%. Na População Economicamente Ativa (PEA), os números são 45,5% para Flávio e 43,4% para Lula.

Por raça, Flávio registra 49,3% entre os eleitores brancos, contra 40,4% de Lula. Entre pardos, Lula tem 47,9%, contra 41,9% de Flávio. Entre negros, o petista aparece com 48,9%, ante 41,9% do candidato do PL.

Nos estados, as maiores vantagens de Flávio aparecem em Roraima, com 51,87%, Rondônia, com 40,95%, Acre, com 36,34%, Mato Grosso, com 33,00%, e Santa Catarina, com 32,73%. As maiores margens de Lula aparecem em Piauí, Bahia, Ceará, Maranhão e Paraíba.

A pesquisa ouviu 40.500 eleitores entre 20 e 25 de setembro de 2026, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,0 a 3,5 pontos percentuais por UF.

 

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Política

ELEIÇÕES 2026: Blog do BG e Meio Dia RN divulgam nesta quinta-feira (1º) a última pesquisa do Instituto Perfil antes do 1º turno no RN

Reprodução

O Blog do BG divulga nesta quinta-feira (1º) a última pesquisa de intenção de votos, feita em parceria com o Instituto Perfil, que mostra como está a disputa pelo voto às vésperas do primeiro turno no Rio Grande do Norte.

O levantamento será divulgado a partir das 12h30 no programa “Meio Dia RN”, na 96 FM, com publicação simultânea no Blog do BG.

Essa é a última pesquisa realizada pelo Blog do BG em parceria com o Instituto Perfil antes do 1º turno das eleições de 2026. O levantamento apresentará o cenário atualizado da disputa pelo Governo do Estado, as duas vagas ao Senado, os cargos de deputado federal e estadual e a Presidência da República.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores em todas as regiões do Rio Grande do Norte entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-01598/2026 e RN-08009/2026.

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Brasil

Lula e seu governo são desaprovados por mais da metade dos brasileiros, aponta Futura

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O presidente Lula (PT) é desaprovado por 52,8% dos brasileiros, enquanto 44,1% aprovam sua gestão, segundo levantamento da Futura/100% Cidades divulgado nesta quarta-feira (30). Outros 3,1% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

A avaliação do governo também registra índices negativos. Para 48,2% dos eleitores, o trabalho de Lula é “ruim” ou “péssimo”. Já 36,3% consideram a gestão “ótima” ou “boa”, enquanto 14,6% avaliam como “regular”. Outros 0,9% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores, por telefone, entre os dias 25 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Instituto Futura, custou R$ 160 mil e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01122/2026.

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Brasil

TSE forma 3 a 1 para manter proibidos posts que ligam Flávio a ataque a Nossa Senhora

Crédito: Evaristo Sá / AFP

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou placar de 3 a 1 para manter fora do ar publicações que associam Flávio Bolsonaro (PL) ou sua família a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. André Mendonça, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques votaram pela proibição, enquanto Ricardo Villas Bôas Cueva abriu divergência.

Mendonça, relator do caso, afirmou que não existe projeto, declaração ou ato de Flávio que sustente a acusação. Segundo o ministro, a ordem não impede críticas, opiniões ou manifestações religiosas, mas alcança postagens que apresentem a informação como verdadeira.

A decisão original determinou a retirada de publicações das redes sociais. O caso provocou uma disputa entre ministros do STF depois que Flávio Dino liberou os conteúdos e Luiz Fux restabeleceu a ordem do TSE.

O julgamento ocorre no plenário virtual e termina às 23h59 desta quarta-feira (30). Ainda faltam três votos e basta mais um favorável à decisão de Mendonça para formar maioria.

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Geral

Ecolimp: tecnologia e rastreabilidade para uma gestão de resíduos mais eficiente

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Gerenciar resíduos exige muito mais do que realizar uma coleta. Exige controle, rastreabilidade, segurança e informação em cada etapa do processo.

É isso que a Ecolimp oferece.

A Ecolimp integra tecnologia e operação para proporcionar uma gestão de resíduos mais eficiente, organizada e transparente. Em um único sistema, empresas e órgãos públicos podem acompanhar suas coletas, consultar datas e agendamentos, acessar registros fotográficos, emitir e consultar o CTR digital e acompanhar a localização do caminhão.

Tudo isso permite maior visibilidade sobre os serviços realizados, facilita o acompanhamento das operações e oferece informações importantes para a gestão e a fiscalização.

Mais do que coletar resíduos, a Ecolimp ajuda sua empresa ou instituição a ter mais controle sobre seus processos, mais segurança nas informações e mais transparência em suas operações.

Uma gestão eficiente também significa cumprir responsabilidades, preservar o meio ambiente e transformar informação em decisões mais seguras.

Quer saber mais sobre as soluções da Ecolimp?

Fale com a equipe pelo WhatsApp: (84) 99134-3410.

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Brasil

“CADÊ NOSSAS NORUEGUESAS?”: mensagens mostram intimidade do senador Irajá com Vorcaro

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Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostram uma relação próxima do ex-banqueiro com o senador Irajá (PSD-TO). Nas conversas, o parlamentar chama o ex-controlador do Banco Master de “líder”, troca brincadeiras e trata de viagens e encontros no Brasil e no exterior.

O primeiro contato registrado ocorreu em outubro de 2024. Irajá perguntou: “Cadê nossas norueguesas!?”. Vorcaro respondeu que seria necessário mandar alguém buscá-las. Em outro momento, o banqueiro convidou o senador para viajar a Dubai.

As mensagens também indicam uma visita de Irajá à casa de Vorcaro, no Lago Sul, em Brasília, além de conversas sobre um encontro em Saint-Tropez, na França. Em abril de 2025, ao dizer que enfrentava um momento complicado, Vorcaro ouviu do senador que estava à disposição para ajudar.

Em nota, o gabinete de Irajá afirmou que o único assunto tratado entre os dois foi o PL 2.234/2022, que prevê a legalização de cassinos e resorts integrados no Brasil. Relator da proposta, o senador disse que a articulação em busca de apoio faz parte da discussão do projeto.

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