Saúde

Brasil perdeu 58 milhões de vacinas vencidas no Governo Lula, com maior prejuízo desde 2008

Reprodução

Dados do Ministério da Saúde obtidos pelo GLOBO por meio da Lei de Acesso de Informação (LAI) apontam que o valor perdido com as vacinas inutilizadas em 2023 e ao longo deste ano, até a segunda-feira passada, foi de R$ 1,75 bilhão, um recorde desde os quatro anos do segundo mandato de Lula, quando o prejuízo acumulado foi de R$ 1,96 bilhão. A quantia jogada no lixo nos últimos dois anos seria suficiente, por exemplo, para adquirir 6 mil ambulâncias do padrão utilizado pelo Samu (R$ 276 mil cada unidade) ou 101 milhões de canetas de insulin, que ficaram em falta em postos de saúde do país no primeiro semestre.

Para evitar novos desperdícios, a Saúde informou ter adotado inovações no processo de distribuição dos imunizantes, “como a entrega parcelada por parte do laboratório contratado e possibilidade de troca pela versão mais atual aprovada pela Anvisa”.

A maior parte das perdas de vacinas ocorreu em 2023, com 39,8 milhões inutilizadas, somando prejuízo de R$ 1,17 bilhão, enquanto de janeiro deste ano até agora foram mais 18,8 milhões sem uso, o que já custou R$ 560,6 milhões aos cofres públicos.

Procurado, o Ministério da Saúde afirmou ter encontrado imunizantes contra Covid-19 já com prazo expirado ao assumir. “As vacinas vencidas em 2023 foram reflexo de estoques herdados da gestão anterior e campanhas sistemáticas de desinformação que geram desconfiança sobre a eficácia e segurança do imunizante, impactando na adesão da população”, afirma a pasta, em nota.

Além do número maior de vacinas perdidas, proporcionalmente a atual gestão desperdiçou mais doses do que utilizou. Foram 217 millhões de aplicações desde o ano passado. Ao mesmo tempo, outras 385 millhões tiveram que ser descartadas, 176% a mais.

Já no governo Bolsonaro, que adotou um discurso negacionista em relação às vacinas e resistiu a comprar imunizantes no início da pandemia, essa proporção foi de 150%, com 575 millhões de doses vencidas, ante 384 millhões usadas.

Cada unidade de vacina pode contemplar mais de uma dose, a depender da indicação do fabricante. Um frasco do imunizante contra Covid-19 da Pfizer, por exemplo, possui 10 doses na sua versão pediátrica e seis na adulta.

As vacinas contra Covid-19 respondem por três de cada quatro das que foram descartadas neste. Enquanto isso, 80,62% da população não tomou a segunda dose de reforço contra a doença.

Presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e colunista do GLOBO, a médica Margareth Dalcolmo aponta que lotes recebidos perto do vencimento e a baixa procura da população pelas vacinas são fatores que levaram às perdas dos imunizantes.

— Tivemos uma baixa adesão, inclusive de Covid-19, que foi um desastre. Esse fluxo de vacina é muito lento. A logística é muito complexa — afirmou Dalcolmo, escolhida pelo governo Lula como embaixadora da imunização no país.

O desperdício, porém, não se restringe às vacinas contra Covid. Outros imunizantes também foram descartados, como o DTP (16,5% do total fora da validade) — contra difteria, tétano e coqueluche — febre amarela (3,5%), e meningocócica (1,8%).

O desperdício ocorre apesar do aumento na cobertura vacinal dessas doenças. A da DTP, por exemplo, passou de 64,4% da população imunizada em 2022 para 87,5% em 2024. A da febre amarela foi de 60,6% para 75,4%. E da meningocócica, de 75,3% para 95,3%.

Epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Carla Domingues diz ser preciso ter mais busca ativa de crianças e outros públicos alvos.

— Se ficar esperando crianças passivamente vai ter perda de vacina. A cobertura vacinal melhorou, mas a maioria ainda não atingiu a meta de 95%— disse Domingues.

Coordenador da Sociedade Brasileira de Infectologia, o professor Alexandre Naime avalia que o governo pouco investiu em campanhas pró-imunização. Ele também aponta problemas na gestão do sistema de saúde, o que inclui governo federal, estados e municípios.

— A gestão e o planejamento do ministério está tendo muita falha, está muito mal-articulado. E não era assim no passado. Precisa ter muitas mudanças para o dinheiro do contribuinte não ser jogado fora — disse ele.

Ministro da Saúde de 2007 a 2010, no segundo mandato de Lula, o pesquisador da Fiocruz José Gomes Temporão avalia que o próprio sucesso do PNI pode explicar a redução da procura por vacinas. Segundo ele, com o sumiço de muitas doenças a partir de 2016, como sarampo e tétano, pais podem ter deixado de buscar postos de saúde para vacinar seus filhos. Somado a isso, conforme o ex-ministro, houve uma redução de gastos com publicidade e estratégias de comunicação para convencer a população a se vacinar.

— Essa questão (perda de vacina por prazo de validade) nunca foi um problema importante de saúde pública. O PNI durante décadas manteve uma altíssima cobertura vacinal. Então, o risco de perda é muito pequeno — disse ele.

O recorde de prejuízo em 2008, durante a gestão de Temporão na pasta, é explicado pela produção de imunizantes contra febre amarela. No ano anterior houve um surto da doença no país, o que levou o governo a adquirir um número alto do produto, a um custo elevado. Epidemiologistas afirmam que há uma recomendação para que o estoque de vacina contra febre amarela seja sempre grande.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Aí eu pergunto onde está os ministros do STF que tanto perceguiu o Bolsonaro. Nosso supremo é uma vergonha.

  2. Infelizmente este não foi o governo que escolhi, e tenho dúvidas se foi a vontade da maioria, muitos fatos estranhos e mal explicados contribuem para isso, estou a dois anos confirmando o meu temor, vamos num trem de serra abaixo, sem freios e maquinista, só Deus na causa é muita incompetência no vagão da frente, com brigas memoráveis então, fica difícil sobreviver, podiam colocar o STF para assumir o comando, lá tem muito xerife e homens bem intencionados kkkk

  3. O que os imundos dos esquerdistas têm a dizer sobre isso?? Qual o contorcionismo pra passar o pano no lixo desse que tá na presidência?

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TSE manda restabelecer filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e determina que PF investigue filiação indevida ao Partido Missão

Foto: Luiz Roberto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a correção imediata do registro de filiação do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ao PL, anulando sua filiação ao Partido Missão.

A decisão atende a um pedido de urgência da campanha e também determina que a Polícia Federal investigue o caso.

Flávio apareceu filiado ao Missão, partido que já tem Renan Santos como candidato à Presidência. A mudança impedia o registro da candidatura do senador, cujo prazo termina neste sábado (15).

O Missão afirmou que foi alvo de um ataque e tentou alertar Flávio. Já o TSE informou que não houve invasão do sistema de filiação e que a alteração foi feita por alguém da legenda.

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ELEIÇÕES: Quase 800 candidatos mudam cor ou raça declarada ao TSE de 2022 para 2026

Foto: Marri Nogueira / Agência Senado

Ao menos 786 candidatos registrados para as eleições de 2026 mudaram a informação de cor ou raça em relação ao que constava na Justiça Eleitoral em 2022. O número representa 4,5% das 17.413 candidaturas registradas até quarta-feira (12), segundo dados do TSE analisados pelo g1.

A mudança mais comum foi de branca para parda, em 308 casos. Em outros 262, candidatos passaram de parda para branca. Juntas, as duas alterações representam 72,5% dos registros identificados.

Entre os 786 candidatos, 419 se declararam pardos em 2026, 275 brancos, 76 pretos, nove indígenas e sete amarelos. A maioria das alterações ocorreu entre candidatos a deputado estadual, federal ou distrital, que concentram 753 registros, ou 95,8% do total.

A mudança na autodeclaração, isoladamente, não indica irregularidade. Entre as possíveis explicações estão erros de preenchimento, mudanças na percepção individual sobre cor ou raça e, em alguns casos, eventual interesse em acessar recursos destinados a candidaturas negras.

Nas eleições de 2026, partidos devem destinar pelo menos 30% dos recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário a candidatos pretos e pardos. Quando há divergência entre a autodeclaração atual e registros anteriores, o candidato e o partido podem ser chamados pela Justiça Eleitoral para confirmar a alteração.

Mudanças por partido

O Republicanos lidera em número absoluto de candidaturas com alteração, com 75 casos. Em seguida aparecem PL, com 70, MDB, com 62, e Podemos, com 60.

Republicanos: 75 mudanças
PL: 70
MDB: 62
Podemos: 60
PSD: 52
PT: 47
PSDB: 42
União Brasil: 42
PSB: 41
Novo: 37
PP: 35
PDT: 32
Avante: 32
PSOL: 32
Solidariedade: 19
Mobiliza: 18
PV: 18
PRD: 15
Agir: 14
Democrata: 12
DC: 8
PCdoB: 6
Rede: 6
Cidadania: 5
UP: 3
PSTU: 2
PCB: 1
Missão: 1

Os dados ainda são parciais. Partidos, federações e coligações têm até as 19h deste sábado (15) para apresentar os pedidos de registro.

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MPE pede que TRE-RN proíba “Cadu de Lula” como nome de urna

Foto: Reprodução/Facebook/Cadu Xavier

A tentativa de associar diretamente o nome de Lula à candidatura de Carlos Eduardo Xavier, o Cadu, pode não chegar às urnas. O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) que impeça o petista de utilizar “Cadu de Lula” como nome de urna. A decisão caberá ao TRE-RN.

Motivo

Para a Procuradoria Regional Eleitoral, a expressão pode confundir o eleitor e sugerir um parentesco inexistente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi assinado nesta quinta-feira (13) pelo procurador Fernando Rocha de Andrade.

O MPE destacou que Cadu e seus pais não têm “Lula” no sobrenome e afirmou não ter encontrado registros anteriores que indiquem que o candidato seja conhecido publicamente por esse nome. A Procuradoria cita ainda a regra do TSE que permite apelidos e outras designações, desde que não provoquem dúvida sobre a identidade do candidato.

Caso Cadu não apresente outra opção, o Ministério Público sugere que seja adotado “Cadu Xavier”, nome pelo qual ele já é conhecido.

A expressão “Cadu de Lula” faz parte da estratégia de campanha do candidato para reforçar sua proximidade política com o presidente. Cadu utiliza o nome em redes sociais e materiais eleitorais, enquanto Lula declarou apoio à sua candidatura durante visita ao Rio Grande do Norte, em julho.

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MAIS UM: Oposição pede impeachment de Alexandre de Moraes após decisão que expôs fonte de jornalista

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O líder da oposição na Câmara, deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), protocolou na quarta-feira (12) um novo pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A iniciativa veio após a decisão do ministro que autorizou uma operação da Polícia Federal contra Raimundo Soares Cutrim e Diogo Diniz Lima, apontados como pessoas que forneceram informações ao jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, que publicou reportagens investigativas sobre o ministro Flávio Dino.

Para a oposição, a decisão de Alexandre de Moraes representa uma violação ao sigilo da fonte jornalística, direito garantido pela Constituição Federal. O pedido de impeachment sustenta que a medida afronta o artigo 5º, inciso XIV, que protege o sigilo da fonte quando necessário ao exercício profissional.

O pedido será encaminhado ao Senado Federal, responsável por processar e julgar ministros do STF em casos de crime de responsabilidade. A abertura de um eventual processo, no entanto, depende de decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Opinião dos leitores

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DO “INIMIGO DO POVO” AO ACORDO ELEITORAL: PT e Lula se reaproximam de Davi Alcolumbre nos bastidores

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Até pouco tempo atrás, aliados do governo Lula e setores do PT tratavam Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) como obstáculo às pautas do Palácio do Planalto. O presidente do Senado Federal chegou a ser chamado de “inimigo dos trabalhadores” porque não destrava a PEC do fim da escala 6×1. A campanha do “Congresso inimigo do povo” também marcou o embate entre governo federal e Congresso Nacional.

Agora, porém, o discurso parece ter dado lugar à velha política dos acordos de bastidor. De acordo com a Folha de S.Paulo, Lula e Alcolumbre voltaram a se aproximar. De um lado, o governo quer acelerar a votação da PEC que acaba com a escala 6×1, uma das principais bandeiras eleitorais do PT para 2026. Do outro, Alcolumbre busca apoio do governo e do PT para continuar no comando do Senado a partir de 2027.

É o velho jogo da conveniência política. Quando Alcolumbre segurava as pautas de interesse do governo, virou alvo de pressão e foi associado à imagem de um Congresso Nacional que representava tudo o que havia de pior no Brasil. Agora que a eleição se aproxima, a conversa mudou. O “inimigo” voltou a ser amigo.

Opinião dos leitores

  1. Qualquer cabaré de beira de estrada é mais organizado e decente que as instituições públicas do atual DESgoverno… só tem trambiqueiro e ladrão nessa porra!!!! Cambada de vermes!!!!

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VIOLAÇÃO DO SIGILO DA FONTE: Jornalista maranhense diz que decisão de Alexandre de Moraes expôs fontes e cria ameaça à imprensa

Fotos: Reprodução redes sociais e Rosinei Coutinho/SCO/STF

O jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, alvo de investigação autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, afirmou à Folha de S.Paulo que não monitorou o ministro Flávio Dino nem seus familiares e classificou as medidas contra ele como um grave precedente para a liberdade de imprensa.

Luís Pablo teve computador e celular apreendidos pela Polícia Federal e diz que o acesso às suas conversas acabou expondo fontes jornalísticas. Ele afirmou que a situação pode comprometer seu trabalho e intimidar pessoas que poderiam fornecer informações à imprensa.

O jornalista investigava o uso de veículos oficiais pelo ministro e sua família. Ele nega ter perseguido Dino, recebido dinheiro para publicar reportagens ou cometido qualquer irregularidade.

Entidades como a Fenaj e a Abraji criticaram as decisões e alertaram para os riscos ao sigilo da fonte e ao exercício do jornalismo. A defesa de Dino e o Tribunal de Justiça do Maranhão negam irregularidades no uso dos veículos.

Com informações da Folha de S.Paulo

Opinião dos leitores

  1. É impressão minha ou a água começou a bater na bunda de outros jornalistas? A ditadura vai sempre crescendo aos poucos e depois vai se tornando um dragão feroz.

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ESCÂNDALO DO INSS: Presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares se entregou à Polícia Federal após ser considerado foragido

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares), se entregou à Polícia Federal, na noite da quarta-feira (12), após ser considerado foragido. Ele é apontado pela PF como um dos líderes do esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS.

Ele está entre os 48 indiciados pela investigação e teve a prisão preventiva decretada pelo ministro André Mendonça do STF. Carlos Roberto Ferreira Lopes, segundo as investigações, teria papel central no esquema.

A Polícia Federal aponta que ele controlava transferências financeiras, participava da distribuição dos recursos supostamente desviados e atuava na orientação das fraudes e na articulação política do grupo.

A Conafer afirmou, em nota, que a apresentação foi voluntária e negou que o gesto represente confissão ou reconhecimento de responsabilidade. A defesa informou que pretende apresentar documentos e elementos para contestar as acusações.

Além de Lopes, também foram indiciados no caso o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Com informações da Folha de S.Paulo

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Minha Casa, Minha Vida: Prefeitura divulga lista de classificados para o Residencial Parnamirim II

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SEHARF), divulgou no Diário Oficial desta quinta-feira (13) o resultado final da seleção e hierarquização dos candidatos inscritos para o Residencial Parnamirim II, localizado no bairro Passagem de Areia. Ao todo, 192 famílias foram classificadas nesta etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida.

A seleção foi realizada conforme os critérios estabelecidos pelo programa e pelo edital, observando os requisitos obrigatórios e os critérios de priorização previstos pelo Governo Federal.

É importante destacar que a condição de classificado não significa que o candidato foi contemplado, não garante reserva ou aquisição de unidade habitacional e não gera direito à assinatura de contrato. Os candidatos classificados devem aguardar a próxima publicação oficial, que trará os resultados da análise de enquadramento realizada pela Caixa Econômica Federal, responsável pela próxima etapa do processo.

Os candidatos desclassificados poderão procurar a SEHARF para obter informações sobre os motivos da desclassificação. A Prefeitura orienta que todos acompanhem as próximas publicações e comunicados oficiais da Secretaria para ficarem por dentro das etapas seguintes do programa.

Confira lista de selecionados no Diário Oficial do Município:
https://diariooficial.parnamirim.rn.gov.br/#/

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Comércio potiguar registra queda nas vendas pelo terceiro mês seguido

Foto: Inter TV Cabugi/Reprodução

As vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte registraram queda de 0,1% em junho, na comparação com maio. Foi o terceiro mês consecutivo de recuo, após resultados negativos de 1,3% em maio e 0,2% em abril. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (13) pelo IBGE.

Apesar da sequência de quedas, o varejo potiguar cresceu 2,1% em relação a junho de 2025. No acumulado do primeiro semestre, a alta foi de 4,5%. Já em 12 meses, o crescimento chegou a 5,9%, a segunda maior variação do país, atrás apenas de Pernambuco, com 6,1%.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, materiais de construção e atacado de alimentos, as vendas recuaram 1,5% em junho. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, porém, houve alta de 1,4%. No acumulado de 2026, o varejo ampliado registra crescimento de 2,8%, enquanto em 12 meses a alta é de 3,2%.

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TSE checa registros e diz que filiação de Flávio Bolsonaro ao Missão foi feita por representante do partido

Ceridão de filiação de Flávio Bolsonaro no sistema da Justiça Eleitoral — Foto: Reprodução

Imagem: reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quinta-feira (13) que a filiação do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ao Missão foi realizada por um representante da legenda. O registro impediu, inicialmente, que a candidatura fosse registrada no sistema da Justiça Eleitoral.

A filiação aparece nos registros do TSE como tendo ocorrido na quarta-feira (12), após uma suposta desfiliação do PL.

A equipe de Flávio afirmou que vai pedir à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar o caso.

O episódio é semelhante ao ocorrido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2024, quando ele apareceu indevidamente como filiado ao PL. Na ocasião, o TSE identificou indícios de falsidade ideológica e determinou que a Polícia Federal investigasse a inserção dos dados no sistema eleitoral.

Com informações de O Globo

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