Brasil

Brasil tem maior carga tributária da América Latina

Catarina Pignato

O Brasil possui uma carga tributária próxima de 33% do PIB (Produto Interno Bruto). Esse é o valor arrecadado por governo federal, estados e municípios.

Para alguns, um índice adequado diante das despesas geradas por um Estado de bem-estar social abrangente. Para outros, um percentual elevado, considerando o retorno dessa arrecadação para a população em serviços e transferências de renda.

As diferenças de opinião podem estar ligadas também à “sensação” que cada contribuinte tem em relação aos tributos, que recaem de forma mais intensa sobre pessoas de menor renda (a chamada regressividade), assalariados e empresas sem benefícios fiscais, por exemplo.

Um trabalho divulgado no início deste ano por diversos órgãos multilaterais apontou o Brasil como o país com a maior carga tributária entre 26 economias latino-americanas no ano de 2022, seguido por Barbados (30,5%) e Argentina (29,6%).

O valor está bem acima da média da região (21,5%), composta por países com nível de renda semelhante, mas estrutura de serviços públicos mais restrita.

Também fica próximo da média da OCDE (34%), uma das entidades responsáveis pelo documento —e que reúne diversas economias com patamar de renda mais elevado e serviços de melhor qualidade.

O Brasil está acima da média da América Latina em todas as bases: tributos sobre renda, lucro, propriedade, bens e serviços, folha de pagamento e aqueles destinados à seguridade social.

No caso dos bens e serviços, alvo da reforma tributária que está sendo regulamentada neste ano, o peso é de 13,7% do PIB, sendo que a média tanto latino-americana como na OCDE fica entre 10% e 11%. A reforma possui uma trava para evitar o crescimento dessa carga.

Os números apontam elevação da carga tributária em vários países nas últimas décadas. Desde 1990, houve aumento de 6,9 pontos percentuais na América Latina e 5,5 pontos no Brasil, onde parte do crescimento se deve ao fim do “imposto inflacionário” após o Plano Real. Entre os países da OCDE, onde o percentual já era mais elevado, a carga subiu 3,2 pontos percentuais no mesmo período.

No Brasil, esse crescimento se deu principalmente na tributação da renda e do lucro. Os impostos sobre propriedade e consumo se mantiveram praticamente no mesmo nível nessas mais de três décadas.

Uma análise da IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão do Senado, apontou que o Brasil possui uma carga tributária elevada para uma economia em desenvolvimento, mas que isso é explicado em boa medida pelo tamanho dos seus gastos sociais. A despesa social representa entre 50% e 70% da carga tributária nos países da OCDE. No Brasil, é cerca de 60%.

Um trabalho do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) questiona a qualidade dessa despesa e mostra que o Brasil possui o menor IDH (índice de desenvolvimento humano) entre os 30 países com maior carga. Com isso, ocupa a última colocação no índice de retorno de bem-estar à sociedade calculado pela instituição.

Na avaliação do presidente-executivo da entidade, João Eloi Olenike, o nível de tributação no país não é compatível com o retorno recebido pelo cidadão. “Temos países em que a carga tributária é maior, mas são países desenvolvidos e que oferecem para a população um retorno bastante significativo, o que não acontece no Brasil.”

Para ele, o país poderia ter alíquotas menores e o mesmo nível de arrecadação. Para isso, seria necessário reduzir benefícios fiscais e também contar com um efeito de redução da informalidade e da sonegação, espalhando mais a carga entre todos.

Pedro Paulo Bastos, professor do Instituto de Economia da Unicamp, diz que o problema fundamental do sistema brasileiro não é o tamanho da carga, compatível com as políticas públicas demandadas pelo cidadão —políticas mantidas por governos da esquerda à direita desde a Constituição. A questão é o caráter regressivo dela, apoiada em tributos indiretos, que afetam comparativamente mais a baixa renda —o imposto de uma laranja é maior, proporcionalmente, à renda de uma pessoa pobre do que à renda de um rico.

Bastos cita dados da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), órgão das Nações Unidas, que mostram queda da desigualdade medida pelo Índice de Gini em 23% nos países da OCDE em razão da política fiscal (tributos e transferências). No Brasil, com uma carga semelhante, a redução é de 16,4%. Na média da América Latina, com um Estado menor, a queda é de apenas 9%.

“O Estado brasileiro reduz muito mais a desigualdade de renda do que outros países da América Latina, pois existe muito serviço público, mesmo que de qualidade inferior ao serviço privado. Mas reduz menos a desigualdade do que nos Estados de bem-estar social europeus.”

Para ele, a redução da tributação sobre o consumo e a taxação maior da renda e patrimônio permitiriam um aumento da carga financiado pelo 1% ou o 0,1% com maior renda, ampliando políticas públicas.

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que a isenção sobre lucros e dividendos faz com que a tributação máxima dos acionistas de empresas brasileiras seja de 14,2%, considerando a soma do imposto pago na pessoa física e na jurídica.

Cerca de 15 mil pessoas físicas que estão entre o 0,01% mais rico entre os declarantes do Imposto de Renda pagam praticamente o mesmo imposto que um assalariado que recebe R$ 6.000 por mês (13% sobre a renda). Para 3.841 pessoas no topo da distribuição de renda, a tributação na soma da pessoa física e jurídica é de 5,8%, uma sensação de carga bem inferior à média nacional.

Folha de São Paulo

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Política

Caiado ironiza Flávio Bolsonaro após carta de Jair: “Está pronto para ser presidente?”

Foto: Reprodução/Instagram

O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) ironizou o senador Flávio Bolsonaro (PL) depois que ele leu, ao vivo no YouTube, uma carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foto: Reprodução

Em publicação no X, Caiado afirmou que Flávio “leu uma carta do pai ao vivo para dizer que está pronto para ser presidente”. Em seguida, disse que um candidato ao Palácio do Planalto precisa demonstrar capacidade de liderança própria, sem depender da aprovação de outro líder.

Foto: Reprodução

Segundo ele, o eleitor espera que o presidente tome decisões por conta própria, principalmente em situações de crise. Caiado ainda citou possíveis conflitos envolvendo Venezuela, Bolívia e Argentina e afirmou que “a liderança não é herdada, ela é demonstrada”.

Carta de Bolsonaro

A manifestação ocorreu após Flávio divulgar uma carta recebida de Bolsonaro durante uma visita ao ex-presidente na manhã deste sábado (11). No documento, o ex-presidente pede união entre os aliados da direita diante das disputas internas do grupo.

Na carta, Bolsonaro também declara apoio à pré-candidatura do filho, o chama de “porta-voz” e afirma que Flávio é a “melhor opção” para tirar o Brasil “da corrupção, da violência e do empobrecimento”.

Após a leitura, o senador disse que recebeu do pai a missão de evitar “falas conflitantes” durante a pré-campanha.

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Política

Após carta de Bolsonaro, Rogério Marinho, Nikolas e aliados fecham apoio a Flávio

Foto: Reprodução

Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saíram em defesa do parlamentar após a divulgação de uma carta pública em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) o apresenta como seu “porta-voz” e afirma que ele é a “melhor opção” para combater a corrupção, a violência e o empobrecimento no Brasil.

Entre os primeiros a se manifestar esteve o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). Em publicação nas redes sociais, o senador escreveu: “Juntos pelo Brasil. Flávio Bolsonaro presidente”.

Foto: Reprodução

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também reforçou o apelo por unidade. Segundo ele, Bolsonaro voltou a pedir que divergências pessoais fossem deixadas de lado “em nome de algo maior”. Sem citar nomes, afirmou que alguns não conseguem seguir o pedido do ex-presidente.

Foto: Reprodução

Também declararam apoio a Flávio o ex-ministro Onyx Lorenzoni (PP-RS), o deputado federal Mário Frias (PL-SP) e os deputados Sanderson (PL-RS) e Rodrigo Valadares (PL-SE). Todos defenderam a união do grupo em torno do nome indicado por Bolsonaro.

Foto: Reprodução

A carta foi divulgada após desgastes entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relacionados à formação de alianças no Ceará. O documento, porém, não cita Michelle, e os parlamentares que se manifestaram também evitaram mencionar a ex-primeira-dama.

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Política

APOIO INTERNACIONAL: Milei vem ao Brasil para apoiar Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou que virá ao Brasil para participar de um ato de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A visita está marcada para o próximo dia 25 de julho.

O anúncio foi feito pelo próprio Milei, que confirmou a viagem para reforçar publicamente o apoio ao aliado político durante a agenda no Brasil, conforme a coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A presença do presidente argentino deve integrar um dos primeiros grandes eventos da campanha de Flávio Bolsonaro e amplia o alinhamento político entre os dois líderes.

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Política

LEVANTAMENTO: 83% das ações contra deputados no STF miram a direita, diz colunista

Foto : Rosinei Coutinho/STF

83% das ações contra deputados federais no STF miram parlamentares de direita, informou o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, neste domingo (12).

Segundo ele, um levantamento de julho de 2025 apontou que, das 61 ações em tramitação no STF contra deputados federais, 51 tinham políticos de direita como réus, enquanto cinco envolviam parlamentares de esquerda.

Ele afirma que esse cenário teria se intensificado no ano eleitoral de 2026, embora ainda não haja um levantamento consolidado sobre o período.

Cláudio Humberto também sustenta que operações envolvendo políticos de esquerda são exceções e cita como exemplo a recente Operação Compliance Zero, que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA).

O colunista ainda afirma que medidas como prisões, restrições de contato, limitações ao uso das redes sociais e declarações de inelegibilidade têm recaído, em sua maioria, sobre políticos da oposição. Segundo ele, esse cenário indicaria uma seletividade na atuação das instituições.

PL é alvo de 64% dos casos citados

Cláudio Humberto também lembra que, há cerca de um ano, o PL aparecia como alvo em 64% dos casos citados em seu levantamento e afirma que a Polícia Federal deflagrou diversas operações contra integrantes da legenda, incluindo as diferentes fases da Operação Lesa Pátria.

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Geral

RN tem 90 das 213 barragens no Brasil que exigem atenção em segurança

Foto: Cassinho Moraes

O Rio Grande do Norte concentra 90 das 213 barragens classificadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) como prioritárias para ações de segurança no Brasil, o equivalente a 42,3% do total nacional nesta situação.

Dessas, 45 são administradas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e outras 45 pertencem à iniciativa privada.

A classificação indica necessidade de maior monitoramento e intervenções preventivas, mas não significa risco iminente de rompimento.

Segundo o relatório, 85 barragens potiguares apresentam Dano Potencial Associado (DPA) alto ou médio, indicador que mede os impactos de um eventual rompimento sobre pessoas, infraestrutura, meio ambiente e economia.

Outras 36 possuem Categoria de Risco (CRI) alta, relacionada ao estado de conservação, operação, manutenção e cumprimento das exigências legais.

Barragens como Santa Cruz do Apodi, Umarí (Upanema) e Tabatinga aparecem nas duas classificações.

A Semarh administra 70 das 836 barragens existentes no estado. De acordo com o órgão, 28 estruturas estão em fase final de recuperação e outras 17 ainda passarão por obras. Atualmente, apenas Oiticica, Passagem das Traíras e Lucrécia possuem Plano de Segurança de Barragens (PSB) e Plano de Ação de Emergência (PAE). As demais estão em processo de adequação.

Segundo o assessor técnico da Semarh, Carlos Nobre, nenhuma barragem estadual apresenta risco de rompimento. “Nós não temos nenhuma barragem com risco de rompimento ou em situação de promover risco à vida”, afirmou.

A secretaria informou que todas passam por inspeções técnicas e monitoramento permanente e estima serem necessários cerca de R$ 30 milhões por ano para manutenção preventiva e recuperação das estruturas.

Nos últimos anos, os investimentos estaduais e federais em barragens no RN ultrapassaram R$ 1 bilhão, incluindo mais de R$ 900 milhões na Barragem de Oiticica e R$ 22 milhões na recuperação da Barragem Passagem das Traíras.

Com informações de Tribuna do Norte

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Mulher é presa após o próprio filho descobrir e denunciar plano dela para assassinar servidora pública no Paraná

Conversa entre mulher e intermediador, de acordo com a Polícia Civil. — Foto: Reprodução

Uma mulher de 41 anos foi presa em Abatiá, no Norte do Paraná, suspeita de encomendar o assassinato de uma funcionária da Casa Lar do município. O plano foi descoberto pelo próprio filho, de 16 anos, que avisou a vítima e a acompanhou até a Polícia Civil para denunciar o caso.

Segundo o delegado Luís Guilherme Almeida Cerqueira, a suspeita e o marido perderam a guarda dos três filhos após denúncias de maus-tratos. “As crianças estariam sofrendo maus-tratos, não estariam tendo alimentação adequada, não estariam tendo o ensino adequado e não estariam frequentando a escola. Teria ali a prática de abandono intelectual e maus-tratos”, afirmou.

Durante uma visita aos pais, o adolescente descobriu conversas em que a mãe dizia querer “apagar uma infeliz do mapa”. Nas mensagens, ela informava onde a vítima estacionava o carro e combinava o pagamento de R$ 3 mil pelo crime: “Vamos deixar para o dia sete, é o dia em que eu recebo“, escreveu.

As mensagens haviam sido apagadas do celular da suspeita, mas a investigação localizou o intermediário da conversa, que entregou os prints à polícia. “O intermediário foi muito colaborativo. […] Segundo ele, ele estava tratando para ver até onde a investigada chegaria, se ela realmente pagaria. E, assim, segundo ele, ele levaria em seguida essa informação para a Polícia Civil”, disse o delegado. O marido da suspeita também é investigado, e o inquérito está na fase final.

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Relatórios indicam melhora clínica, mas apontam efeitos colaterais de medicamentos em Bolsonaro

Foto: Marcos Corrêa/ PR

Relatórios médicos apresentados pela defesa de Jair Bolsonaro (PL) ao Supremo Tribunal Federal (STF) apontam que o ex-presidente tem apresentado fadiga, sonolência e instabilidade do equilíbrio como efeitos colaterais dos medicamentos que utiliza. Segundo os documentos, os sintomas ocorrem com menor intensidade e frequência, e o quadro de saúde permanece estável.

O médico Brasil Caiado informou que Bolsonaro apresenta sinais progressivos de melhora, principalmente na pressão arterial e nas crises de soluço, após ajustes na medicação iniciados há cerca de um mês. O relatório também destaca que o ex-presidente mantém dieta rigorosa, fisioterapia, exercícios regulares e cuidados para prevenir quedas e refluxo.

Já o fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas relatou que Bolsonaro realizou duas sessões de fisioterapia nesta semana. Na segunda-feira (6), apresentou boa mobilidade e nenhuma queixa. Na quinta-feira (9), estava “um pouco mais cansado e indisposto”, mas realizou o tratamento e permaneceu “bem” e “sem queixa de dor”.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, desde 3 de julho. Na última quarta-feira (8), durante operação da Polícia Federal em sua residência, foi apreendida uma escopeta registrada em nome do ex-presidente.

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VÍDEO: Estudantes e movimentos sociais invadem e ocupam Casa da Estudante em Natal e cobram reabertura do espaço

Estudantes e integrantes de movimentos sociais invadiram e ocuparam neste sábado (11) a Casa da Estudante Nísia Floresta, na Cidade Alta, em Natal. Segundo os manifestantes, o prédio passou por uma reforma de mais de R$ 400 mil, mas permanece fechado entre três e seis anos, sem atender estudantes.

A casa tem capacidade para abrigar 72 moradoras, entre alunas do ensino médio e superior vindas do interior do Rio Grande do Norte. Os manifestantes cobram a reabertura da unidade de moradia estudantil feminina.

A ocupação reúne organizações como o Movimento Correnteza, Rebele-se, Movimento de Mulheres Olga Benário e a Corrente Revolucionária da UERN. Os grupos afirmam que o fechamento do espaço dificulta a permanência de estudantes na educação e denunciam uma suposta tentativa do Governo do Estado de extinguir a assistência estudantil feminina.

Os manifestantes informaram que permanecerão no local até que o Governo do Estado e a UFRN recebam a proposta do movimento, que reivindica a reabertura imediata da Casa da Estudante.

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Pedro Filho lança pré-candidatura a deputado federal diante de multidão em Assú

O pré-candidato a deputado federal Pedro Filho (PL) lançou oficialmente sua pré-candidatura na manhã deste sábado (11), em Assú. O encontro regional reuniu uma multidão de apoiadores e lideranças religiosas e políticas de diversas regiões do estado, consolidando o início de uma nova etapa da caminhada do vereador assuense rumo à Câmara dos Deputados.

O lançamento aconteceu em um ambiente de forte mobilização política e contou com as presenças do pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, e do pré-candidato a vice-governador, Babá Pereira, além do deputado estadual e pré-candidato à reeleição Coronel Azevedo, da vereadora de Natal e pré-candidata a deputada estadual Camila Araújo, do ex-prefeito de Elói de Souza e pré-candidato a deputado estadual Maciel Gomes, do pré-candidato a deputado estadual Giovani e de Renato, ex-candidato a vice-prefeito de Goianinha. Prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, suplentes e lideranças de diferentes municípios também prestigiaram o ato.

O lançamento da pré-candidatura de Pedro Filho foi um dos momentos de maior destaque do encontro. Vereador em Assú, líder evangélico e defensor das pautas ligadas à família, à liberdade e ao fortalecimento dos municípios, Pedro tem ampliado sua base política em todas as regiões do Rio Grande do Norte, consolidando apoios e aparecendo entre os nomes mais lembrados nas pesquisas de intenção de voto para deputado federal.

Em seu pronunciamento, Pedro Filho destacou o simbolismo de iniciar oficialmente sua caminhada em Assú, cidade onde construiu sua trajetória política e que representa o coração do Vale do Açu.

“Não poderia existir lugar mais especial para dar esse passo. É aqui que estão minhas raízes, minha história e as pessoas que sempre acreditaram em mim. Essa pré-candidatura nasce do desejo de fazer o Vale do Açu e todo o Rio Grande do Norte terem uma voz firme em Brasília, defendendo os municípios, a família, a liberdade e o desenvolvimento da nossa gente”, afirmou.

O evento em Assú marcou mais uma etapa do Endireita RN, série de mobilizações realizadas em diversas regiões do Rio Grande do Norte. Em Assú, além de promover o debate sobre propostas para o futuro do estado, o ato marcou oficialmente o lançamento da pré-candidatura de Pedro Filho, consolidando mais um passo no crescimento de um projeto político que vem ganhando força em todas as regiões potiguares.

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Lula destina 35,5% menos verba que Bolsonaro para combate ao crime organizado nas fronteiras

Foto: ST Sionir (CCOMSEx)

Os valores do governo federal destinados à Operação Ágata, voltada ao combate ao crime organizado nas fronteiras, caíram 35,5% nos três primeiros anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em comparação com o mesmo período da gestão Jair Bolsonaro (PL). Segundo dados do Ministério da Defesa, corrigidos pela inflação, o investimento passou de R$ 100,5 milhões para R$ 64,8 milhões.

Criada em 2011, a Operação Ágata reúne as Forças Armadas e órgãos de segurança no combate ao tráfico de drogas, contrabando, garimpo ilegal e outros crimes na faixa de fronteira. Nos últimos 10 anos, os gastos recuaram 71%, passando de R$ 33,4 milhões em 2015 para R$ 9,5 milhões em 2025. O maior investimento do período foi registrado em 2022, com R$ 70,3 milhões.

Em nota, o Ministério da Defesa afirmou que a Operação Ágata Amazônia 2025 causou prejuízo superior a R$ 220 milhões ao crime organizado e que a edição de 2026 já provocou impacto econômico superior a R$ 1 bilhão. A pasta também informou que, entre 6 de abril e 13 de maio deste ano, a operação na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru apreendeu mais de 15 toneladas de drogas.

Opinião dos leitores

  1. Quando bozo diminuiu a receita dos combates aos crimes ambientais, o chamaram de incendiário, então com o Nine a gnt pode chamar de parceiro do cv?

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