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Brasileiros são alvo de discriminação na Europa devido a variante do vírus

O descontrole da pandemia no Brasil e a preocupação com as variantes identificadas no país já fazem com que brasileiros residentes na Europa sejam alvo de discriminação e comentários ofensivos. Eles são acusados de disseminar a Covid-19 no continente.

Na França, que na última terça-feira (13) determinou a suspensão temporária dos voos com o Brasil devido à situação sanitária, as redes sociais estão repletas de publicações, vídeos e memes ofensivos aos brasileiros, muitos reunidos sob a hashtag #VariantBresilien (variante brasileira).

As postagens são particularmente dirigidas às brasileiras, com associações a prostituição, promiscuidade e calcinhas fio dental. Também há piadas com o sotaque e com a aparência das mulheres.

Com o país em lockdown, as agressões são sobretudo online, mas não se restringem ao universo virtual.

Em um vídeo publicado no Twitter, um homem vai até uma conhecida área de prostituição de transexuais em Paris, o Bois de Boulogne, e começa a perguntar se as profissionais do sexo são brasileiras. “Variante brasileira? Você acaba de chegar à França?”, pergunta ele.

As menções ao Bois de Boulogne e à prostituição de brasileiras no parque são recorrentes.

Em uma publicação popular na rede, um comediante pergunta: “Voos entre França e Brasil suspensos… E quanto ao Bois de Boulogne, o que acontece?”.

Muitos que acompanham as publicações têm demonstrado perplexidade com os comentários. Ao ler as postagens com a hashtag #VariantBresilien, um brasileiro que não quis se identificar relata a existência de mensagens razoáveis de preocupação com a variante brasileira e, por outro lado, o que chamou de “show de horrores de xenofobia”.

Para ele, os brasileiros, além de serem mal vistos no geral, agora são tratados como ameaças internacionais.

Alguns que tentaram rebater os ataques queixam-se de perseguição nas redes sociais.

Uma pesquisadora brasileira que vive em Paris e tem publicado as ofensas nas redes sociais, por exemplo, pede para não ter o nome divulgado na reportagem por temer ainda mais retaliações.

Da Irlanda, onde vivem oficialmente cerca de 50 mil brasileiros, também chegam relatos de discriminação com menções diretas à pandemia no Brasil.

Uma parte significativa de motoboys e entregadores de aplicativos de refeições do país é formada por brasileiros. Nos fóruns especializados, eles relatam desde comentários ofensivos até pedidos cancelados. “Um cliente me disse, na minha cara, que brasileiros estão aqui espalhando doenças, que trouxeram a Covid-19. Ele gritou e me perguntou por que eu não voltava para a minha terra”, diz Anderson Santos, em uma das publicações.

Nos últimos meses, entregadores de um modo geral têm sido alvo de violência e xenofobia. Gangues têm organizado emboscadas, aproveitando para agredir e roubar encomendas, bicicletas e motos.

A discussão sobre os países sujeitos à quarentena obrigatória também levou a uma onda de comentários ofensivos, mirando sobretudo brasileiros e sul-africanos. “Para mim, algumas partes desse debate [sobre quarentena] tiveram um cheiro de xenofobia”, chegou a afirmar o ministro da Saúde, Stephen Donnelly. “Eu ouvi pessoas dizerem que devemos proteger nosso povo de estrangeiros, não é disso que se trata”, completou.

A associação das variantes do vírus ao local em que são inicialmente identificadas é criticada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), que vê risco precisamente no aumento do estigma em relação aos locais associados às cepas do Sars-CoV-2. “Não deve haver estigma associado à detecção desses vírus, mas infelizmente ainda vemos isso acontecendo”, afirmou Maria Van Kerkhove, epidemiologista da OMS.

PORTUGAL

Brasileiros em Portugal, onde os voos diretos com o Brasil estiveram suspensos entre 29 de janeiro até a última sexta-feira (16), também relatam episódios de discriminação.

Nas redes sociais e em reportagens sobre a situação da pandemia no Brasil, há muitas acusações de que os brasileiros levariam a Covid-19 para o país.

Uma brasileira de Minas Gerais, em Portugal há dois anos, conta, em um grupo de apoio, ter sido ofendida na fila do supermercado, após um outro cliente identificar seu sotaque. Segundo ela, o homem disse que brasileiros só estão no país para espalhar o coronavírus e tomar emprego dos portugueses.

Abalada, ela diz que a situação irregular em Portugal faz com que ela não tenha coragem de expor o caso ou tentar denunciar as ofensas.

As responsáveis pelo projeto Brasileiras Não se Calam, que reúne relatos de discriminação no exterior, dizem ter notado que, em muitos casos em Portugal, a pandemia é usada como justificativa para a xenofobia.

São afirmações como “a pandemia só chegou a Portugal por causa dos brasileiros” ou “não vou usar máscara porque é uma [funcionária] brasileira que está pedindo”.

Além dos brasileiros, a comunidade chinesa também relata aumentos nos casos de discriminação e agressões.

Em uma extensa reportagem no semanário Expresso, chineses de diferentes faixas etárias e classes sociais relatam episódios em que também foram acusados de disseminar o coronavírus no país. “Desde que começou a pandemia comecei a sentir mais violência no discurso tanto no espaço público como nas redes sociais”, afirmou a luso-chinesa Michelle Chan, membro da ONG SOS Racismo, em entrevista ao jornal.

A última avaliação epidemiológica do país, divulgada em uma reunião no Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde), afirma que a presença das variantes é residual em Portugal.

Até agora, há 29 casos confirmados da variante P.1 no país, o equivalente a uma prevalência de 0,4%. Também bastante disseminada no Brasil, a P.2 teve prevalência de 0,1%.

Em março, a variante britânica representou 83% dos casos no país.

Apontado inicialmente como bom exemplo de combate a pandemia, Portugal viu o cenário mudar completamente no começo de 2021. O país optou por relaxar as medidas restritivas no período do Natal, o que acabou contribuindo para uma grande alta no número de casos e mortes.

Sob pressão, o SNS (SUS de Portugal) esteve perto do colapso, e o país acabou pedindo ajuda internacional para outros países da UE.

Em 15 de janeiro, o país entrou em lockdown. Agora, com os números sob controle, está em curso o desconfinamento. A reabertura começou em 5 de abril e acontecerá, por etapas, até 3 de maio.

As viagens diretas com o Brasil também foram retomadas. Após 77 dias de suspensão, na última sexta-feira o governo decidiu autorizar voos comerciais entre Portugal e Brasil. Os embarques permitidos ainda são bastante limitados.

Devido à pandemia, a entrada de turistas brasileiros está proibida na União Europeia desde março de 2020. As viagens só são autorizadas para pessoas com dupla cidadania ou residência legal em algum Estado-membro, além de algumas exceções para deslocamentos classificados como essenciais.

São consideradas viagens deste tipo aquelas para permitir o trânsito ou a entrada de cidadãos por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou humanitárias.

Para entrarem em Portugal, além de cumprirem esses requisitos, os brasileiros precisam apresentar um teste PCR negativo, feito 72 horas antes do embarque e, desde o mês passado, estão sujeitos a uma quarentena obrigatória de 14 dias após a chegada.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

    1. Ciro, o gado não tem hábito de ler. Sabe apenas replicar, mugir, espernear e colocar a culpa nos outros.
      Quando a pandemia estiver controlada, o brasileiro vai ficar muito tempo ainda mal visto na comunidade internacional.
      Agora, se falar que isso será culpa dos negacionistas, eles se revoltam igual a estouro de boiada.

    1. Também, mas não só. É uma culpa repartida entre autoridades negacionistas, autoridades corruptas, autoridades incompetentes e povo que não toma os cuidados sanitários básicos. Mas principalmente por xenofobia, que é muito comum na Zooropa e usaram a pandemia como desculpa.

  1. Fiquei sabendo de um brasileiro que foi chicoteado nos EUA 🇺🇸.
    Estava sem máscara e vestindo uma camisa que estava escrito: “bolsotramp”.

  2. Tirando a questão da xenofobia, terrível, vamos aos fatos: certamente há uma verdade no comportamento da mulher brasileira que alimenta estereótipos e preconceitos. A mulher brasileira é considerada oferecida e fácil. O homens é as mulheres brasileiras são vulgares, mal educados, sem cultura. Ninguém quer esses animais selvagens por perto.
    Agora com a proliferação de variantes em nosso país, seremos vistos, ainda, como vetores de contaminação.
    Nesse aspecto, cabe a responsabilização do Presidente Bolsonaro.

    1. Dobre a língua antes de falar dos seus compatriotas e deixe o complexo de vira-lata em casa.Sua família incluindo você , seus amigos são vulgares,mal educados e incultos ?CLARO QUE NÃO! veja a história das colonizações europeias e observe se tem semelhança com seus comentários ofensivos sobre seus compatriotas? trouxeram doenças infecto contagiosas e contaminaram criminosamente,estupraram,escravizaram,mutilaram , dizimaram e massacraram nações indígenas inteiras,pilharam nossas flora e fauna aqui e em alhures,sem falar nas famosas máfias italianas na história mais recentes !A maldade é humana ,não da etnia !

    2. Também, mas não só. É uma culpa repartida entre autoridades negacionistas, autoridades corruptas, autoridades incompetentes e povo que não toma os cuidados sanitários básicos. Mas principalmente por xenofobia, que é muito comum na Zooropa e usaram a pandemia como desculpa. Lembre que para os racistas e xenófobos você e sua família são tão selvagens quanto os brasileirinhos que VOCÊ discrimina aqui, seu fdp. Você é o típico produto da “elite” natalense, que humilha frentista, destrata garçom e explora empregada doméstica. Só que para os gringos você é tão lixo quanto o resto dos brazucas, vira-latinha.

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Faltando 24 horas: Pesquisa ITEM coloca Taveira Júnior entre os 24 mais citados para deputado estadual

O deputado estadual e candidato à reeleição Taveira Júnior (PSDB) aparece entre os 24 nomes mais citados para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em pesquisa do ITEM divulgada pela Rádio Difusora de Mossoró. No levantamento espontâneo, Taveira registra 1,4% das intenções de voto e ocupa a 22ª colocação.

A pesquisa ouviu 1.250 eleitores em 60 municípios, distribuídos pelas 12 macrorregiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 2,77 pontos percentuais.

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PESQUISA CNT-MDA/VOTOS VÁLIDOS: Lula tem 47,8% e Flávio Bolsonaro cresce 7 pontos percentuais e chega a 42,1% no 1º turno

Fotos: Estadão Conteúdo / Senado

A nova pesquisa CNT/MDA mostra Lula (PT) com 47,8% dos votos válidos no primeiro turno da eleição presidencial, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 42,1%.

Em relação ao levantamento realizado pelo instituto em setembro, Lula avançou 1 ponto percentual, enquanto Flávio cresceu 7 pontos.

Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante), com 3,6%, Ronaldo Caiado (PSD), com 3,4%, Renan Santos (Missão), com 1,7%, e Romeu Zema (Novo), com 0,9%. Os demais candidatos, somados, representam 0,6% e foram agrupados na categoria “Outros”.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 eleitores, entre os dias 29 de setembro e 02 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional do Transporte e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04756/2026.

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PESQUISA CNT/MDA: Lula tem 47,3% contra 43,1% de Flávio no 2º turno

Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Agência Senado

Na véspera do primeiro turno, uma nova pesquisa CNT/MDA aponta Lula (PT) com 47,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43,1%. A pesquisa foi divulgada neste sábado (3).

A diferença é de 4,2 pontos percentuais. Como a margem de erro é de 2,2 pontos, o cenário configura empate técnico. Segundo o levantamento, 7,6% dos entrevistados votariam em branco ou nulo, enquanto 1,9% não soube ou não respondeu.

A CNT/MDA entrevistou 2.007 eleitores em todo o país, entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04756/2026.

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PESQUISA GERP: Flávio Bolsonaro tem 49% contra 44% de Lula no 2º turno

Fotos: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (3) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 49% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aparece com 44%.

Outros 6% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, enquanto 1% não soube ou não respondeu.

No primeiro turno, considerando os votos válidos, Flávio aparece com 46% e Lula com 44%, segundo o instituto. Os 2 estão tecnicamente empatados nesse recorte.

Primeiro turno (votos válidos):

  • Flávio Bolsonaro (PL) – 46%;
  • Lula (PT) – 44%;
  • Augusto Cury (Avante) – 4%;
  • Ronaldo Caiado (PSD) – 3%;
  • Renan Santos (Missão) – 2%;
  • Samara Martins (UP) – 1%;
  • Edmilson Costa (PCB) – 0%;
  • Rui Costa Pimenta (PCO) – 0%;
  • Romeu Zema (Novo) – 0%;
  • Leonardo Avalanche (PRTB) – 0%;
  • Hertz Dias (PSTU) – 0%;
  • Wilson Grassi (Democrata) – 0%;
  • Clariana Barão (DC) – 0%.

A Gerp entrevistou 2.400 eleitores de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026 em todo o país. A pesquisa foi realizada por telefone e tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,55%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00509/2026. A pesquisa custou R$ 20.000 e foi paga com recursos próprios.

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Getúlio Rêgo agradece apoio dos potiguares e reafirma compromisso com a população na reta final da campanha

Na véspera da eleição, candidato destaca trajetória na medicina e no Parlamento e garante que manterá o atendimento direto aos cidadãos

Na reta final da campanha para deputado estadual, Getúlio Rêgo agradeceu as manifestações de carinho e apoio recebidas ao longo das últimas semanas e reafirmou seu compromisso com a população potiguar. Ao avaliar a caminhada até a eleição deste domingo (4), destacou que a confiança construída durante sua trajetória como médico e parlamentar é o principal patrimônio de sua vida pública.

Os encontros nas ruas, os abraços e os apertos de mão marcaram uma campanha sustentada, segundo Getúlio, pelo reconhecimento do trabalho realizado. Com 55 anos de atuação na medicina e uma trajetória de 40 anos como deputado, ele ressaltou os vínculos de amizade e a presença permanente junto às famílias, especialmente na região Oeste.

A proximidade com a população foi um dos pontos centrais de sua avaliação. Getúlio lembrou que sempre manteve contato direto com os cidadãos, incluindo moradores das comunidades rurais mais distantes. O diálogo, antes realizado principalmente por telefone, ganhou também o alcance das redes sociais, pelas quais recebe demandas e responde às mensagens conforme a disponibilidade entre os atendimentos e compromissos.

Para o candidato, essa relação representa uma responsabilidade que se renova a cada manifestação de confiança. Getúlio destacou que nunca deixou de exercer a medicina e que continua com disposição para atender no consultório e na sala de cirurgia, mantendo o cuidado com as pessoas como parte de sua rotina.

“O povo é credor, e eu vou ser sempre devedor. O mandato que você vai me dar vai pertencer a você”, afirmou.

Ao dirigir sua mensagem aos eleitores que ainda estão indecisos, Getúlio pediu que considerem sua trajetória, sua experiência e o compromisso de manter as portas abertas à população. Reafirmou que, caso eleito, o gabinete na Assembleia Legislativa será um espaço de acolhimento, diálogo e encaminhamento das necessidades dos potiguares.

Getúlio encerrou sua avaliação agradecendo a confiança recebida e reforçando que pretende continuar trabalhando com integridade, honestidade e disposição, tanto na atividade médica quanto na representação política.

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Robson Carvalho chega à reta final como a campanha que mais cresce na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do RN

Últimas pesquisas reforçam avanço da candidatura, que ganha força em todo o Rio Grande do Norte e transforma o sentimento das ruas em crescimento nas intenções de voto.

Nas vésperas da eleição, a campanha de Robson Carvalho entra na reta final embalada por um forte movimento de crescimento em todo o Rio Grande do Norte. As duas pesquisas mais recentes divulgadas sobre a disputa para deputado estadual colocam o candidato entre os nomes de maior destaque, fortalecendo uma percepção que já vinha sendo sentida durante as agendas de campanha: Robson cresce, amplia sua presença no Estado e chega a um crescimento extraordinário aos momentos decisivos da eleição.

Na pesquisa Exatus/Agora RN, Robson Carvalho aparece entre os nomes mais citados para deputado estadual, com 2,48% das intenções espontâneas, figurando numericamente na 5ª colocação geral.

O resultado se soma à sequência de pesquisas do Instituto Media/O Potengi que já vinha mostrando Robson entre os primeiros colocados. Na rodada realizada entre 21 e 25 de setembro, ele apareceu com 2,90%, entre os quatro maiores percentuais numéricos registrados naquele levantamento. Uma semana antes, havia alcançado 3% das citações espontâneas e na mais recente atinge a surpreendente marca de 2º colocado no geral.

Para a campanha, os números traduzem aquilo que vem sendo percebido nas ruas durante as últimas semanas: um sentimento crescente de confiança, renovação e desejo de levar para todo o Rio Grande do Norte um trabalho que já apresenta resultados em Natal.

Nas caminhadas, reuniões e encontros realizados pelo Estado, a recepção à candidatura ganhou intensidade. É esse movimento que a campanha define como “a campanha que mais cresce nesta reta final” impulsionada principalmente pela mobilização espontânea de apoiadores e pela multiplicação do voto.

“Por onde a gente passa, o sentimento é o mesmo. As pessoas conhecem o nosso trabalho, acreditam no que construímos e querem que ele chegue a todo o Rio Grande do Norte. As pesquisas começam a refletir aquilo que a gente já vinha sentindo nas ruas. Mas não existe eleição ganha. Agora é hora de multiplicar ainda mais, conversar com a família, com os amigos, com os vizinhos e lutar por cada voto até o último segundo”, afirma Robson Carvalho.”

A candidatura tem apresentado como principais bandeiras a causa animal, a geração de oportunidades para jovens para seu primeiro emprego, a inclusão, a atenção às pessoas que mais precisam e a ampliação para todo o Estado de iniciativas defendidas durante sua atuação política.

Na reta final, a estratégia é intensificar a mobilização nas ruas e principalmente nas redes sociais. A avaliação da campanha é de que, diante de candidaturas apoiadas por estruturas políticas tradicionais, a força de Robson está justamente na participação das pessoas e na capacidade de transformar cada apoiador em um multiplicador.

Chegamos até aqui com muito trabalho, pé no chão e com as pessoas acreditando nesse projeto. Agora precisamos transformar todo esse sentimento das ruas em voto. É multiplicar até o último segundo. Vamos fazer história com o apoio popular”, reforça Robson Carvalho.

Dados das pesquisas: A pesquisa Exatus/Agora RN ouviu 1.500 eleitores entre os dias 28 e 30 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,53 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números RN-08811/2026 e BR-00242/2026. Já a pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, registrada sob o número RN-05948/2026. O Potengi.

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Vereador do PT é apontado pelo MPSP como líder oculto de esquema de lavagem ligado ao PCC

Foto: Reprodução

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou o vereador Senival Pereira de Moura (PT) e outras 20 pessoas por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas de ônibus.

Segundo a investigação, Senival seria o ‘líder oculto’ da Transunião e teria exercido influência sobre decisões e movimentações financeiras da empresa.

O parlamentar chegou a ser preso em 25 de junho durante a Operação Última Parada, mas foi solto no início de agosto após decisão judicial e responde ao processo em liberdade.

A defesa afirma que Senival é inocente e nega qualquer vínculo com o PCC ou participação em lavagem de dinheiro. O vereador também declarou anteriormente que confia na Justiça e que as acusações serão esclarecidas.

Com informações de Metrópoles

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Álvaro, Styvenson e Coronel Hélio encerram campanha em Mossoró com Descida do Alto de São Manoel

Foto: Divulgação

Álvaro Dias (PL), Styvenson Valentim e Coronel Hélio encerram, neste sábado (3), a campanha em Mossoró com a tradicional Descida do Alto de São Manoel, a partir das 18h22.

A mobilização reunirá candidatos, lideranças e apoiadores marcando o encerramento da campanha no município.

Álvaro, Styvenson e Coronel Hélio convidam apoiadores e a população de Mossoró para participar da mobilização.

Serviço

Data: sábado (3)
Horário: 18h22
Local: Alto de São Manoel, e Mossoró

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28 PESQUISAS ANALISADAS: Média das pesquisas de setembro aponta reeleição de Zenaide e Styvenson ao Senado neste domingo

Foto: Divulgação

Por Dinarte Assunção -Blog do Dina

Em 26 das 28 pesquisas de setembro que divulgaram resultado para o Senado no Rio Grande do Norte, a senadora Zenaide Maia (PSD) aparece entre os dois primeiros colocados. São levantamentos de 15 institutos, registrados na Justiça Eleitoral, que somam 43.862 entrevistas feitas entre 29 de agosto e 30 de setembro. Em 24 deles ela é a segunda colocada, atrás de Styvenson Valentim (Podemos). Em dois, aparece em primeiro. Styvenson, que lidera 26 dos 28 levantamentos, está entre os dois primeiros em todos.

Na média ponderada pelo tamanho das amostras, Zenaide fecha o mês com 16,8%, numa escala que junta os dois votos do eleitor: a soma do primeiro e do segundo, dividida por dois. Styvenson tem 21,8%. Logo atrás deles estão Samanda de Lula (PT), com 9,9%, e Coronel Hélio (PL) e Rafael Motta (PDT), ambos com 8,4%. A senadora fica 6,9 pontos à frente da terceira colocada e 5,0 pontos atrás do primeiro.

Imagem: Reprodução/Blog do Dina

Em agosto, na mesma régua, o balanço do Blog do Dina apontou Zenaide com 14,4% e uma distância de 6,4 pontos para o terceiro lugar. As duas médias reúnem pesquisas diferentes e não medem o mesmo eleitor duas vezes. Ainda assim, nos dois meses o quadro tem os mesmos dois nomes na frente.

As duas exceções de setembro ficam no fim do mês. Na Ipsensus (23 a 27 de setembro), Zenaide é a terceira, com 31,78% na soma dos dois votos, atrás de Samanda, com 33,48%. Na Affare, contratada pela BG Mídias (26 a 28 de setembro), ela aparece em quarto, com 14,4%, atrás de Samanda (16,5%) e de Coronel Hélio (16,1%). Nas duas, a distância para o segundo lugar é menor que a margem de erro da própria pesquisa.

Quem repetiu a pesquisa

Separadas pela data de campo, as pesquisas dão à senadora 17,4% de média nas dez concluídas até 15 de setembro e 16,4% nas 16 seguintes. Essa conta mistura institutos diferentes em cada metade do mês. A forma mais segura de medir movimento é comparar cada instituto com ele mesmo. Nove institutos têm pesquisa divulgada em agosto e em setembro. Comparando a última rodada localizada de cada mês, Zenaide sobe em oito: Metadata (de 13,6% para 16,23%), Consult/Tribuna do Norte (de 11,38% para 15,41%), Item (de 17,1% para 22,3%), Seta (de 20,0% para 22,4%), Quaest (de 10% para 12%), Media (de 12,15% para 13,75%), Data Capital (de 25,0% para 26,5%) e Perfil/BG (de 13,44% para 14,50%). Cai em uma, a DataVero, de 15,45% para 13,4%.


Em três desses casos, Metadata, Consult e Item, a alta é maior que a margem de erro das pesquisas. Nas outras seis variações, a diferença fica dentro dela. A Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN, fez cinco rodadas só em setembro: a senadora foi de 13,57% na primeira para 17,73% na última, e ficou em segundo lugar em todas.

A alta não foi só dela. Styvenson também cresceu em sete desses nove institutos. Na média geral de cada mês, a distância entre os dois primeiros foi de 5,6 pontos em agosto para 5,0 em setembro.

A segunda linha da cédula

Vinte das 28 pesquisas divulgaram em separado o segundo voto dos principais candidatos, a segunda linha da cédula do Senado. Zenaide lidera essa pergunta em 15 delas. Nas outras cinco, o primeiro lugar no segundo voto ficou com Rafael Motta (nas duas da Item), com Coronel Hélio (Quaest e Consult) e com Styvenson (Media de 21 a 25 de setembro). Nenhum outro nome liderou o segundo voto mais de duas vezes no mês.

Onde ela aparece na frente

As duas pesquisas que colocam Zenaide em primeiro usam bases diferentes, e isso precisa ficar claro. Na Data Census, contratada pelo Mega Portal RN (23 a 26 de setembro), ela tem 30,2% contra 29,0% de Styvenson, num cálculo sobre votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos. Na Data Capital, contratada pelo Sistema Potiguar de Notícias (9 a 12 de setembro), o instituto divulgou os dois votos separados. Zenaide tem 26% no primeiro voto e 27% no segundo. Styvenson tem 30% e 16%. Na média dos dois votos, ela fica com 26,5% e ele com 23%.

Como a conta foi feita

Para o Senado, cada eleitor vota duas vezes, e os institutos divulgam o resultado de formas diferentes. Alguns somam as duas escolhas numa base que chega a 200%. Outros dividem essa soma por dois e apresentam o resultado em base 100%. Para pôr todas as pesquisas na mesma régua, os percentuais em base 200% foram divididos por dois. Quando o instituto divulgou só o primeiro e o segundo voto, a média dos dois foi calculada. A ponderação usa o número de entrevistas de cada levantamento. O critério é o mesmo de agosto.

Entraram as pesquisas estaduais com campo encerrado em setembro, registradas no TSE e com resultado de Senado divulgado. O registro do TSE tem 44 pesquisas no RN com esse período. Ficaram de fora seis pesquisas municipais e a da Real Time Big Data (5 a 9 de setembro), cuja divulgação foi suspensa pelo TRE-RN em representação da senadora, decisão confirmada pelo plenário do tribunal em 29 de setembro. Também ficou fora a segunda rodada do Instituto Pitágoras para a Via Certa, cuja divulgação cita um número de registro que não aparece na base do TSE. Em outros oito registros, de Veritá, Data Capital, Affare, AtlasIntel e Qualittá, não localizamos divulgação de números para o Senado.

A média de 16,8% considera as 26 pesquisas que apresentam o resultado sobre o total de entrevistados. Com as duas que usam votos válidos, Data Census e TS2, a média da senadora vai a 17,7%, e a de Styvenson, a 22,7%.

A eleição é neste domingo (4). Cada eleitor vota em dois candidatos ao Senado, e os dois mais votados ficam com as vagas.

Por Dinarte Assunção -Blog do Dina

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Geral

Mais três pesquisas colocam Zenaide como reeleita para o Senado

Três pesquisas divulgadas na reta final da campanha colocam Dra. Zenaide entre os dois primeiros colocados na disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado. Ou seja, como reeleita. Os levantamentos da DataCapital, Metadata e Seta apresentam resultados consolidados considerando a soma do primeiro e do segundo voto.

Na DataCapital, considerando a média dos dois votos, Zenaide aparece com 19%, reeleita junto a Styvenson, que registrou 23%. Samanda tem 10,5%, Rafael Motta, 8%, e Coronel Hélio, 7,5%. Na Metadata, Zenaide registra 16,23%, também se reelegendo junto a Styvenson, com 22,06%. Depois, o estudo registra 12,58% de Samanda, 9,45% de Coronel Hélio e 8,80% de Rafael Motta. Já na Seta, Zenaide chega a 22,4% e Styvenson a 25,6%. Fora do grupo de eleitos, aparecem Samanda, com 11,7%, Coronel Hélio, com 10,4%, e Rafael Motta, com 6,5%.

Os três levantamentos foram realizados pela DataCapital, entre 22 e 26 de setembro, com 2.300 entrevistados e registros RN-02599/2026 e BR-06680/2026; pela Metadata, entre 28 e 30 de setembro, com 1.536 entrevistas presenciais em 63 municípios, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-07217/2026 e BR-01974/2026; e pelo Instituto Seta, entre 27 e 30 de setembro, com 1.500 entrevistados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-03891/2026 e BR-07902/2026.

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