Saúde

Butantan suspende produção da Coronavac por falta de insumos mas garante cumprir contrato com o Governo Federal

Foto: Amanda Perobelli/Reuters (22.jan.2021)

A produção da vacina Coronavac, utilizada contra a Covid-19, está temporariamente paralisada pelo Instituto Butantan por falta de matéria-prima, disseram à CNN três fontes com conhecimento do assunto.

O Butantan ainda vai seguir com a entrega de vacinas na próxima semana, porque tem 2,5 milhões de doses já prontas aguardando o prazo do controle de qualidade.

O instituto também informa que cumprirá os prazos estabelecidos nos contratos com o Ministério da Saúde, apesar do atraso na chega de insumos. O Butantan se comprometeu a entregar 46 milhões de doses até o fim de abril.

Um novo carregamento de matéria-prima – o chamado IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) – estava previsto para chegar da China na próxima sexta-feira, dia 9 de abril, mas foi postergado. O atraso foi admitido pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (7).

O insumo é fornecido pela parceira do Butantan na Coronavac, a chinesa Sinovac. O atraso da remessa foi provocado pela intensificação da campanha de vacinação na própria China. Até agora os chineses vinham exportando boa parte de suas vacinas porque estão com o contágio da Covid-19 controlado.

Doria disse na coletiva que chegou a ligar para o embaixador chinês em Brasília, Yang Wanming. Dois dias atrás, o embaixador publicou na sua conta no Twitter uma mensagem sobre encontro com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e garantiu que a China seguiria mandando insumos ao Brasil.

Agora, a previsão de chegada de 6 mil litros de IFA em São Paulo é no dia 15 de abril, suficientes para produzir 10 milhões de doses. O Butantan tenta antecipar essa data para retomar a produção. Uma fonte ouvida pela reportagem reforçou que “cada dia de produção de vacina conta” em meio a uma pandemia que está matando 4 mil brasileiros por dia.

Procurado pela CNN, o Butantan não negou a paralisação da fábrica, mas frisou que, apesar do atraso na entrega do insumo, vai cumprir seus compromissos estabelecidos em contrato com o Ministério da Saúde.

“O Instituto Butantan informa que é esperado para a próxima semana um novo carregamento de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) de 6 mil litros, correspondentes a cerca de 10 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus.

Com isso será possível cumprir integralmente o primeiro contrato com o Ministério da Saúde, totalizando a entrega de 46 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) até 30 de abril”, informou.

Segundo dados do Sistema Único de Saúde (SUS), oito em cada 10 doses contra o novo coronavírus no Brasil até agora são da Coronavac. Desde janeiro, o instituto já entregou 38,2 milhões de doses – 22,7 milhões apenas em março.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. O governo federal entregou 10 milhões de vacinas a MENOS do que o anunciado e prometido pra março… Pra abril, a realidade já vai sendo a METADE do anunciado… E agora?

  2. VEJAM O QUE É LIBERDADE DE EXPRESSÃO DOS BOLSOMINIONS
    Bolsonaristas invadem rádio em Pernambuco e ameaçam agredir radialista que criticou Bolsonaro (vídeo)
    Quatro homens invadiram um estúdio de rádio no município de Santa Cruz do Capibaribe, na noite de terça-feira, 6, e ameaçaram agredir o radialista Júnior Albuquerque, que criticou o desgoverno de Jair Bolsonaro em relação à pandemia da Covid-19.
    De quem é a Tirania e a Violência?
    Ninguém pode criticar o Governo não?
    Só se for os Governos da oposição, não é hipócritas?

  3. Dos mesmos criadores de “A reforma trabalhista vai gerar emprego” e “Se tirar a bagagem despachada o preço da passagem vai cair” vem aí o:

    “Se o empresário comprar a vacina você vai se vacinar mais rápido.”

    1. Errou, sim!!!
      Isso de Faltar insumos é apenas pressão do Dória, calça apertada, e daquele diretor do Butantã, que tem cara de cangster…
      Depois vão querer pousar de heróis. Aí eu pergunto… cadê a Senadora Kátia Abreu que iria resolver tudo com a China se o Chanceler Ernesto Araújo fosse demitido? Conversa pra boi dormir….

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

13% dos eleitores não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro

Pesquisa PoderData divulgada na 4ª feira (14.abr.2021) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) empatados no 1º turno para as eleições presidenciais de 2022. O petista ficou com 34% das intenções de voto, e Bolsonaro, com 31%. Quando se cruza a intenção de voto com a rejeição, descobre-se que 13% dos eleitores (19,2 milhões de brasileiros) não querem votar nem no petista nem no atual presidente.

O resultado é estável em relação ao que foi registrado 1 mês antes, quando 12% responderam ao PoderData que não votariam nem em Bolsonaro nem no petista. A oscilação de 1 ponto percentual para cima está dentro da margem de erro da pesquisa, de 1,8 p.p..

 

Consultando a pesquisa do PoderData, é possível averiguar como votam esses 13% que dizem rejeitar tanto Lula como Bolsonaro. No universo daqueles que não querem votar no militar nem no petista, 12% votariam em Luciano Huck (sem partido) ou João Doria (PSDB). Sergio Moro (sem partido) tem a preferência de 10%. João Amoêdo (Novo), 8%. Já Ciro Gomes (PDT) e Mandetta (DEM) somam 6% cada um.

Há 1 mês, segundo a pesquisa, 17% votariam em Sergio Moro. A oscilação é de 7 p.p para baixo. A mudança nos demais candidatos representa estabilidade, dentro da margem de erro, em relação ao mês anterior.

 

A pesquisa de 12 a 14.abr.2021 foi feita pela divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes

Foram 3.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.

 

PODER360

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Brasil leva 17,8 dias para aplicar vacinas da covid já distribuídas

Os municípios brasileiros levam, em média, 17,8 dias para aplicar vacinas contra a covid-19 já entregues aos Estados pelo governo federal. Esse é o tempo que passa do momento da distribuição das doses até a aplicação.

O Poder360 compilou as informações de distribuição de doses do painel LocalizaSUS, do governo federal, e das plataformas covid19br e coronavirusbra1, que reúnem o número de aplicações divulgadas pelas secretarias estaduais. O período considerado foi de 1º de março de 2021 até as 15h de 15 de abril.

Primeiro, verificou-se o total de doses distribuídas em cada uma das datas desse período. Depois, foi calculado quanto tempo levou para que o acumulado de doses recebidas em cada dia fosse aplicado. O cálculo acima é uma média.

O governo federal havia entregue até 14 de abril 48,1 milhões de doses de vacinas da covid-19 aos Estados, que ficam responsáveis por repassar as doses para as cidades. Essa é a última data com informações detalhadas de distribuição de imunizantes.

Em 26 de março, o governo federal havia entregado 33,6 milhões de doses aos Estados desde o começo da pandemia. A aplicação dessa quantidade de vacinas só foi ultrapassada em 15 de abril, segundo os números informados pelas Secretarias estaduais da Saúde. São 20 dias de diferença.

PODER360

BAHIA É O MAIS RÁPIDO: 12,2 DIAS
Desde o começo de março, as cidades baianas raramente deixam passar duas semanas até que todas as vacinas recebidas sejam aplicadas.

RORAIMA E AMAZONAS LENTOS
Até 15 de abril, Roraima não havia aplicado todas as doses que tinha em 1º de março.

De março a 15 de abril, a média do Amazonas foi de 43,5 dias para aplicar todas as doses entregues. O Estado recebeu vacinas extras no início da campanha, depois de acordo entre governadores.

70% DAS VACINAS APLICADAS
As Secretarias estaduais da Saúde informaram a aplicação de 33,7 milhões de vacinas até as 15h de 15 de abril de 2021. O número representa 70% das doses entregues até 14 de abril –último dia com dados disponíveis. Dessa forma, a cada 10 doses entregues, 3 ainda não foram aplicadas.

O Estado que mais aplicou doses recebidas foi o Mato Grosso do Sul. Até 15 de abril, foram usadas 89% das doses distribuídas no dia anterior (14.abr).

O Rio de Janeiro é o Estado que menos usou as vacinas que recebeu. Até o horário do levantamento, 51% das doses ainda estavam disponíveis no Estado.

 

O Ministério da Saúde planeja entregar 53,9 milhões de doses aos Estados na semana encerrada em 17 de abril, segundo nota divulgada em 15 de abril.

 

PODER 360

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Clima

Instituto emite alerta de fortes chuvas para 137 cidades do RN

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta de fortes chuvas para 137 municípios do Rio Grande do Norte. O comunicado de perigo potencial por causa das chuvas é válido até às 11h desta sexta (16).

De acordo com o instituto, a previsão é de chuvas com intensidade de 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, com baixo risco de alagamentos e descargas elétricas.

Confira as cidades sob alerta:

Acari
Afonso Bezerra
Alexandria
Almino Afonso
Alto Do Rodrigues
Angicos
Antônio Martins
Apodi
Areia Branca
Augusto Severo
Açu
Baraúna
Barcelona
Bento Fernandes
Bodó
Caicó
Caiçara Do Norte
Caiçara Do Rio Do Vento
Campo Redondo
Caraúbas
Carnaubais
Carnaúba Dos Dantas
Cerro Corá
Coronel Ezequiel
Coronel João Pessoa
Cruzeta
Currais Novos
Doutor Severiano
Encanto
Equador
Felipe Guerra
Fernando Pedroza
Florânia
Francisco Dantas
Frutuoso Gomes
Galinhos
Governador Dix-Sept Rosado
Grossos
Guamaré
Ielmo Marinho
Ipanguaçu
Ipueira
Itajá
Itaú
Jandaíra
Janduís
Januário Cicco
Japi
Jardim De Angicos
Jardim De Piranhas
Jardim Do Seridó
Jaçanã
José Da Penha
João Câmara
João Dias
Jucurutu
Lagoa D’Anta
Lagoa De Velhos
Lagoa Nova
Lajes
Lajes Pintadas
Lucrécia
Luís Gomes
Macau
Major Sales
Marcelino Vieira
Martins
Messias Targino
Monte Das Gameleiras
Mossoró
Olho-D’Água Do Borges
Ouro Branco
Paraná
Parazinho
Paraú
Parelhas
Passa E Fica
Patu
Pau Dos Ferros
Pedra Grande
Pedra Preta
Pedro Avelino
Pendências
Pilões
Portalegre
Porto Do Mangue
Poço Branco
Pureza
Rafael Fernandes
Rafael Godeiro
Riacho Da Cruz
Riacho De Santana
Riachuelo
Rodolfo Fernandes
Ruy Barbosa
Santa Cruz
Santa Maria
Santana Do Matos
Santana Do Seridó
Santo Antônio
Senador Elói De Souza
Serra Caiada
Serra De São Bento
Serra Do Mel
Serra Negra Do Norte
Serrinha
Serrinha Dos Pintos
Severiano Melo
São Bento Do Norte
São Bento Do Trairí
São Fernando
São Francisco Do Oeste
São José Do Campestre
São José Do Seridó
São João Do Sabugi
São Miguel
São Miguel Do Gostoso
São Paulo Do Potengi
São Pedro
São Rafael
São Tomé
São Vicente
Sítio Novo
Taboleiro Grande
Taipu
Tangará
Tenente Ananias
Tenente Laurentino Cruz
Tibau
Timbaúba Dos Batistas
Touros
Triunfo Potiguar
Umarizal
Upanema
Venha-Ver
Viçosa
Água Nova

GRANDE PONTO

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Turismo

Turismo tem prejuízo de R$ 312 bilhões no Brasil

As atividades turísticas já somam um prejuízo de R$ 312,6 bilhões desde o agravamento da pandemia do novo coronavírus no País, em março de 2020. O setor chegou a março de 2021 operando com aproximadamente 45% da sua capacidade mensal de geração de receitas, calcula a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

 

 

O setor turístico só deve recuperar ao fim de 2022 o nível médio de geração de receitas mensais do pré-pandemia, prevê o economista Fabio Bentes, da CNC, responsável pelo estudo. Em meio ao recrudescimento da pandemia de covid-19 e o endurecimento de medidas restritivas a partir de março, a expectativa é de novas perdas significativas no curto prazo, prevê Bentes. No entanto, o avanço da vacinação da população nos próximos meses e a base de comparação deprimida devem melhorar os resultados do segundo semestre.

“Esse prejuízo do setor de turismo está com tendência de alta desde o início do ano. A situação do setor é muito frágil, com tendência de queda. A segunda metade do ano deve ser melhor, se conseguirmos superar a segunda onda da pandemia no Brasil”, ressaltou Fabio Bentes, que prevê um avanço de 18,8% no volume de receitas do turismo em 2021.

As perdas mensais de faturamento do turismo brasileiro cresceram de R$ 13,38 bilhões em março para R$ 36,94 bilhões em abril, até o pico de R$ 37,47 bilhões em maio. Houve redução no ritmo de perdas desde então, descendo a um prejuízo de R$ 34,18 bilhões em junho, R$ 31,87 bilhões em julho, R$ 29,02 bilhões em agosto, R$ 24,98 bilhões em setembro, R$ 20,73 bilhões em outubro, R$ 16 91 bilhões em novembro, R$ 15,83 bilhões em dezembro e R$ 13,35 bilhões em janeiro.

Com o recrudescimento da pandemia, o mês de fevereiro de 2021 marcou uma interrupção nessa tendência de redução de danos: a perda mensal cresceu a R$ 15,96 bilhões, subindo novamente em março, a R$ 22,03 bilhões.

Mais da metade (51,9%) do prejuízo apurado até agora pelo setor ficou concentrado nos estados de São Paulo (R$ 112,9 bilhões) e Rio de Janeiro (R$ 49,4 bilhões). A estimativa da CNC considera o que o turismo deixou de arrecadar desde a segunda quinzena de março até o fim de março, tendo como base informações das pesquisas conjunturais e estruturais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de séries históricas referentes aos fluxos de passageiros e aeronaves nos 16 principais aeroportos brasileiros.

O agregado especial de Atividades turísticas cresceu 2,4% em fevereiro ante janeiro, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgados nesta quinta-feira, 15, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O segmento de turismo avançou 127,5% entre maio de 2020 e fevereiro de 2021, mas ainda precisa crescer 39,2% para retornar ao patamar de fevereiro do ano passado, no pré-pandemia.

Turismo local

O anúncio da prorrogação por mais oito dias do decreto com restrições a diversas atividades no Rio Grande do Norte não foi bem recebida por empresários do estado, principalmente na área de turismo, hostéis, bares e restaurantes. Após a publicação do decretoontem , o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN) afirma que medidas estão “matando” o setor.

No decreto, a governadora Fátima Bezerra manteve o toque de recolher das 20h às 6h de segunda a sábado, e das 20h do sábado até as 6h da segunda-feira. Além disso, segue a proibição da comercialização de bebidas alcoólicas nos bares e restaurantes. Para os empresários do setor, a prorrogação é preocupante.

Segundo o presidente do SHRBS-RN, Habib Chalita, a ocupação hoteleira está muito baixa e há casos de que proprietários de bares e restaurantes preferem não abrir a ter que funcionar somente no horário antes do toque de recolher. Isso, somado à suspensão dos eventos, tem contribuído para o aumento no número de demissões e perdas significativas no setor.

“Entendemos a preocupação com a vida e que estamos em um momento delicado, mas é preciso que o Governo também atente que cada novo decreto, cada prorrogação vai ‘matando’ e desestruturando, principalmente, o setor de turismo, que representa R$ 65% dos recursos movimentados no estado. As demissões são cada vez mais preocupantes, sem falar na quantidade de empresas que suspendendo atividades e dificilmente irão retornar aos trabalhos se criando um cenário de caos no Rio Grande do Norte”, disse o empresário. Pelo decreto publicado nesta quinta-feira, as restrições permanecerão vigentes até o dia 23 de abril.

Perdas

As restrições decorrentes da pandemia da covid-19 impactaram fortemente o setor de bares e restaurantes do Rio Grande do Norte. Em comparação ao mês de fevereiro deste ano, o setor teve uma queda de 37,84% no faturamento em março, mês de restrições mais rígidas impostas por decretos estadual e municipais. As informações são do Boletim Mensal de Atividade Econômica da Secretaria de Tributação do estado.

Em comparação com os dados do ano passado, o levantamento da Secretaria de Tributação aponta que o setor de bares e restaurantes teve uma retração nas vendas de 30% mensais a partir de março do ano passado. Se em dezembro de 2020 houve faturamento médio de R$ 4,8 milhões por dia no setor, os meses de abril, maio, junho e julho tiveram movimentações abaixo dos R$ 2 milhões diários. A partir daí, teve início a forte recuperação do setor.

Em janeiro e fevereiro deste ano, com veraneio e carnaval, bares e restaurantes tiveram faturamento médio diário de R$ 4,59 milhões e e R$ 4,36 milhões. Porém, em março, com as restrições e suspensão de funcionamento, o faturamento médio diário do setor ficou em R$ 2,71 milhões.

Em março, além do toque de recolher das 20h às 6h, em 17 de março o Rio Grande do Norte decretou o fechamento total de várias atividades não essenciais, incluindo bares e restaurantes. Desde o dia 5 de abril, o toque de recolher voltou a vigorar, mas houve a liberação para retomada de parte do funcionamento dos bares e restaurantes.

TRIBUNA DO NORTE

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Investidor potiguar tira a própria vida após perder R$ 200 mil na bolsa

Uma reportagem veiculada na TV Record revelou o caso de um investidor individual na bolsa de valores que tirou a própria vida depois de acumular perdas e dívidas em atividades de day trading – quando o investidor tenta fazer dinheiro com as variações nos preços de ações em uma rotina diária.

 

Segundo a reportagem, o investidor se chamava Thiago – seu sobrenome não foi revelado – e era morador de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte.

 

Perdas

A mãe dele relata a história de como ele começou no day trading depois de ser demitido de um banco privado – ou seja, ele possuía algum conhecimento do mercado financeiro, o que não o livrou de fortes perdas.

Segundo a mãe de Thiago, após a demissão, ele adquiriu um curso online de day trading – uma onda que tem sido impulsionada por influenciadores online que vendem supostas fórmulas de investimento, nenhuma delas com funcionamento comprovado.

Ela conta que as perdas financeiras levaram o filho a desenvolver sintomas depressivos, que chegaram ao ápice depois de Thiago ter perdido todo o dinheiro de sua recisão no banco em negociações mal sucedidas.

Segundo a reportagem, antes de tirar a própria vida, ele acumulava dívidas de mais de R$ 200 mil.

As informações são do portal Criptofácil.

YAHOO! FINANÇAS: CONFIRA MATÉRIA AQUI.

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Caso Henry: ‘Mãe, vem pra casa’, pediu menino em videochamada após agressão enquanto Monique estava em salão de beleza

Enquanto Henry Borel Medeiros, de 4 anos, contava para a mãe, durante uma videochamada, que o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), o havia agredido, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva lavava, hidratava e escovava o cabelo e fazia manutenção da unha de acrigel e embelezamento de pés e mãos. Uma das profissionais que a atendeu e presenciou a ligação com o menino relatou que a criança, chorando, perguntou se ele a atrapalhava, contou da briga com o padrasto e pediu que ela voltasse para casa. Em seguida, Monique teria ligado para Jairinho e, aos berros, o repreendeu por seu comportamento com o filho. Monique e Jairinho estão presos acusados de envolvimento na morte de Henry.

 

De acordo com o depoimento prestado pela cabeleireira na 16ª DP (Barra da Tijuca) nesta quarta-feira, obtido com exclusividade pelo GLOBO, ela disse que chegou ao lavatório do estabelecimento para atender Monique por volta de 16h30 do dia 12 de fevereiro. A professora fazia uma chamada de vídeo com um menino, que teria perguntado: “Mamãe, eu te atrapalho?” e “Mamãe, o tio disse que eu te atrapalho”. A professora, segundo a cabeleireira, teria respondido que não, de forma alguma, e Henry, “com um choro manhoso”, teria dito: “Mamãe, vem pra casa” e “O tio bateu” ou “O tio brigou” – a profissional diz não se lembrar a frase exata.

Nesse momento, segundo relatou, a babá Thayna de Oliveira Ferreira filmou o menino mancando. Monique teria perguntado a ela então o que havia acontecido, e por que a porta do quarto estava trancada, não tendo ouvido a resposta dada pela babá. A cabeleireira disse ainda à polícia que a professora estava “um pouco agitada” e, ao terminar de fazer as unhas, fez ou recebeu uma chamada telefônica, tendo iniciado a conversa dizendo:

 

“Você nunca mais fale que meu filho me atrapalha, porque ele não me atrapalha em nada”, teria dito Monique alto, e continuou: “Você não vai mandar ela embora, porque se ela for embora, eu vou junto. Porque ela cuida muito bem do meu filho. Ela não fez fofoca nenhuma. Quem me contou foi ele”.

A profissional afirmou que o interlocutor, que seria Jairinho, disse “algo”, ao que Monique respondeu: “Quebra, pode quebrar tudo. Você já está acostumado a fazer isso.” Ela contou ainda que a professora estava exaltada e gritava no telefone, “razão pela qual os presentes puderam ouvir sua conversa”. Ao encerrar a chamada, ela perguntou à cabeleireira se havia algum lugar no shopping que vendesse câmeras, sendo informada sobre uma loja de eletrodomésticos.

 

Monique então teria apressado a profissional para que secasse rapidamente sua franja “pois ela precisava ir embora”. Ela pagou pelos serviços na recepção e saiu “apressada”. A professora esteve mais duas vezes no estabelecimento, inclusive no dia seguinte do sepultamento de Henry, quando fez manicure, pedicure e escova. Nessa ocasião, segundo o depoimento, estava “abatida”.

Durante o depoimento, a cabeleireira disse ter tido conhecimento, no dia 18 de março, pelos comentários no salão, de que Monique era mãe de Henry, que havia morrido, em 8 de março, e então associou sua imagem a cliente que havia atendido por duas vezes e “ficou mexida” e com a “consciência muito pesada”. Ela disse entender que o fato que presenciou, em 12 de fevereiro, pode ser útil às investigações, mas não teve “coragem” de noticiá-lo antes à Polícia Civil por “medo”.

 

O GLOBO

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

56% rejeitam governo Bolsonaro; 34% aprovam

Pesquisa PoderData realizada nesta semana (12-14.abr.2021) com 3.500 pessoas em todo o país indica que a desaprovação ao governo federal parece ter chegado ao pico, com certa estabilidade em relação ao levantamento anterior, feito 15 dias antes. A rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro bateu novo recorde e segue em trajetória de alta.

A pandemia de coronavírus registrou as piores marcas de mortes nas duas semanas anteriores. A economia está parada em algumas grandes cidades, com muitas notícias de negócios (sobretudo no comércio) indo à falência. O Planalto se prepara para enfrentar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid. Mesmo nesse cenário adverso, o governo federal teve sua taxa de desaprovação oscilando negativamente de 59% para 56%.

Essa redução de 3 pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento do PoderData, que neste estudo é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos. A rigor, não houve mudanças: a desaprovação ao governo não aumentou nem diminuiu, o que não deixa de ser um resultado positivo para Jair Bolsonaro.

O mesmo vale para os que dizem aprovar o governo federal. Quinze dias antes, eram 33%. Agora, 34%. De novo, é uma variação dentro da margem de erro. Nada mudou e o presidente da República segue mantendo 1/3 do eleitorado a favor de sua administração no Planalto.

 

A pesquisa foi feita pelo PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é realizada em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. Foram 3.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Quem mais aprova o governo Bolsonaro:

homens (41%);
pessoas de 45 a 59 anos (40%);
moradores da região Sul (48%);
quem tem só o ensino fundamental (37%);
quem recebe mais de 10 salários mínimos (53%).

Quem mais desaprova:

mulheres (60%);
pessoas com 60 anos ou mais (69%);
moradores das regiões Centro-Oeste e Nordeste (62% em cada);
quem tem ensino superior (66%);
quem recebe de 5 a 10 salários mínimos (60%).

TRABALHO DE BOLSONARO

A pesquisa PoderData mostra ainda que a rejeição ao trabalho do presidente Jair Bolsonaro bateu novo recorde e segue em trajetória de alta. Há duas semanas era de 53%. Agora, são 55% os que consideram a atuação do chefe do Executivo como “ruim” ou “péssima”.

Os que acham o desempenho do presidente “ótimo” ou “bom” são 26% –o mesmo registrado duas semanas antes. Outros 18% afirmam ser “regular”. As taxas tiveram variação dentro da margem de erro da pesquisa (1,8 ponto percentual).

 

Quem mais aprova Bolsonaro:

homens (32%);
pessoas de 45 a 59 anos (32%);
moradores da região Norte (31%);
quem tem só o ensino fundamental (27%);
quem recebe mais de 10 salários mínimos (35%).

Quem mais rejeita:

mulheres (57%);
jovens de 16 a 24 anos (73%);
moradores da região Centro-Oeste (59%);
quem tem ensino superior (66%);
quem recebe de 5 a 10 salários mínimos (67%).

OS 18% QUE ACHAM BOLSONARO “REGULAR”

No Brasil pergunta-se se os eleitores acham que o governante faz um trabalho ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A “turma do regular” (18%) é sempre uma incógnita.

O PoderData cruza as respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como 1 todo. Os dados mostram que a proporção daqueles que enxergam o trabalho de Bolsonaro como “regular” e hoje aprovam seu governo é de 51%.

 

O levantamento indica que a aprovação teve um crescimento expressivo no grupo. Passou de 34% para 51% em duas semanas –alta de 17 pontos percentuais. A desaprovação despencou de 46% para 33% –queda de 13 pontos percentuais.

 

PODER360

Opinião dos leitores

  1. Aí papai ..vai nem pro 2° turno….chora, bichos de chifre e argola na venta…
    Muuuuuuuuuummm
    🐮🐮🐮🐮🐮🐮

  2. Kkkkkkkkkkkkk. E ainda tem ptrlahas que acredita nessas pesquisas. Aceita que doi menos, Bolsonaro eleito até 2026.

  3. E ainda tem Vaca fracassada que diz que o Bozo vai ganhar no primeiro turno.
    Um fracassado desse que nem um partido conseguiu criar.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Governo estima déficit primário de R$ 170,47 bilhões em 2022

As contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) deverão fechar 2022 com déficit primário de R$ 170,47 bilhões. A meta fiscal consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2022, enviado hoje (15) ao Congresso Nacional.

O déficit primário representa o resultado das contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Com o déficit previsto para o próximo ano, esse será o nono ano seguido de contas públicas no negativo.

O projeto da LDO prevê déficits até pelo menos 2024, totalizando 11 anos seguidos de resultados negativos. O texto projeta déficit de R$ 144,97 bilhões em 2023 e de R$ 102,2 bilhões em 2024.

Apesar de mais um resultado negativo para o próximo ano, o déficit é inferior à meta de R$ 247,1 bilhões estipulada para este ano. A meta fiscal para 2021 pode ser afrouxada conforme a necessidade de gastos com o enfrentamento à pandemia de covid-19.

Teto de gastos

A alta da inflação a partir do segundo semestre do ano passado aliviou as restrições impostas pelo teto federal de gastos em 2022, depois de um limite severo imposto para 2021. O PLDO permitirá o aumento de R$ 107 bilhões no teto de gastos para o próximo ano, de R$ 1,485 trilhão em 2021 para R$ 1,592 trilhão em 2022.

 

A alta, de 7,2%, equivale à estimativa de inflação pelo Índice Oficial de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre julho de 2021 e junho de 2022. O valor está um pouco mais otimista que as projeções do mercado financeiro, que estimam que a inflação acumulada em 12 meses chegará a junho entre 7,5% e 8%.

Neste ano, os gastos públicos federais poderão crescer apenas 2,13%, equivalente ao IPCA acumulado entre julho de 2019 e junho de 2020. Com as restrições das atividades econômicas nos primeiros meses da pandemia de covid-19, a inflação oficial caiu no primeiro semestre do ano passado, empurrando para baixo o índice usado para corrigir o teto de gastos. No segundo semestre, o IPCA disparou com a alta dos alimentos, mas essa alta só se refletirá no limite de gastos para 2022.

O PLDO traz parâmetros que orientam a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Em tese, o projeto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional até o fim do semestre legislativo, na metade de julho. Caso contrário, a pauta do Congresso ficará trancada.(ABr)

DIÁRIO DO PODER

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara dos Deputados aprova projeto que endurece penas em crimes cibernéticos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (15) o projeto que amplia penas por crimes de furto e estelionato praticados com o uso de dispositivos eletrônicos como celulares, computadores e tablets. Oriundo do Senado, o texto aprovado foi o substitutivo do relator, deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP). A proposta retorna para análise dos senadores.

O projeto cria um agravante, com pena de reclusão de 4 a 8 anos, para o crime de furto realizado com o uso desses aparelhos, estejam ou não conectados à internet, seja com violação de senhas, mecanismos de segurança ou com o uso de programas invasores.

Se o crime for praticado contra idoso ou vulnerável, a pena aumenta de um terço ao dobro, considerando-se o resultado. E, se for praticado com o uso de servidor de informática mantido fora do país, o aumento da pena pode ir de um terço a dois terços.

Segundo Carvalho, a proposta vai punir com mais rigor golpes que se têm tornado comuns durante a pandemia de covid-19. O parlamentar afirmou que, somente em 2019, foram registradas 24 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos no Brasil.

“Um em cada cinco brasileiros foi alvo do golpe de phishing em 2020. Esse golpe ocorre quando um criminoso cria página falsa para simular um site verdadeiro para roubar dados e desviar recursos da vítima”, justificou. “De acordo com o Centro de Denúncias de Crimes Cibernéticos do FBI, durante a pandemia que ainda assola todo o planeta, houve um aumento de 300% de ataques cibernéticos nas principais economias”, acrescentou o parlamentar.

O texto modifica o trecho do Código de Processo Penal (CPP) que trata da competência para processar e julgar algumas modalidades do crime de estelionato. A proposta cria a figura qualificada da fraude eletrônica, com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa.

Nos casos de crimes contra idoso ou vulnerável, agravante existente no Código Penal, o texto determina o aumento de um terço ao dobro, considerando a relevância do prejuízo. Atualmente, o aumento é somente em dobro e apenas quanto ao idoso.

Invasão

No crime já existente de invadir aparelhos de informática para obter dados, modificá-los ou destrui-los, o projeto aumenta a pena de detenção de 3 meses a 1 ano para reclusão de 1 a 4 anos. A redação do tipo penal é alterada para definir que há crime mesmo se o usuário não for o titular do aparelho, condição comum no home office.

Um dos agravantes desse crime tem a pena aumentada de reclusão de 6 meses a 2 anos para reclusão de 2 a 5 anos e multa, independentemente de a conduta constituir crime mais grave, ou não. Trata-se deatentativa de obter conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais ou industriais ou informações sigilosas, assim como obter o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido. O aumento de pena proposto pelos senadores era de reclusão de 1 a 4 anos.

Prejuízo econômico

O deputado Vinicius Carvalho incluiu ainda aumento de pena para o caso de ocorrer prejuízo econômico. A majoração atual de um sexto a um terço passa para um terço a dois terços da pena.

“Os prejuízos são notórios para toda a sociedade. Para termos uma ideia, já foram identificados pelo menos 3,8 milhões de pedidos fraudulentos de auxílio emergencial. Neste período houve aumento de 60% de tentativas de golpe contra idosos e aposentados”, informou Carvalho.(ABr)

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. Acredito que além das penas que podem ser aplicadas em todo e qualquer crime, deveria existir a questão do ressarcimento a vítima. Hoje um criminoso rouba seu carro por exemplo, destrói ele( venda de peças ou mesmo colisão) e quando vai preso ou não, o prejuízo é simplesmente do dono. O criminoso não tem que pagar nada. Um absurdo! Precisamos de mecanismos para que ele pague pelo crime e pelo prejuízo.

  2. Agora a corrupção voltou a ser impune, isso é um país sem futuro, aqui é o paraíso pra ladrões de cofres públicos, esses tem a cobertura da suprema corte. Isso é feito as claras, criminosos traficantes e ladrões tem a audiência de custódia, já os de colarinho branco é o stf. Canalhas

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pfizer admite “provável” necessidade de 3ª dose da vacina

O CEO da Pfizer, Albert Bourla, afirmou nesta quinta-feira (15/4) que é “provável” que seja necessária uma terceira dose da vacina desenvolvida pela farmacêutica contra a Covid-19. A injeção de reforço teria que ser aplicada seis meses após a vacinação com as duas doses administradas atualmente, de acordo com o representante.

Segundo Bourla, há grandes chances de que a imunização contra o coronavírus tenha que ser feita anualmente. As informações foram divulgadas durante um painel de discussão organizado pela rede de televisão CNBC, em conjunto com a CVS Health. “É extremamente importante suprimir o número de pessoas que podem ser suscetíveis ao vírus”, ressaltou o diretor-executivo da Pfizer.

Os estudos sobre uma potencial terceira dose da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech começaram no fim de fevereiro, como estratégia para combater as variantes do novo coronavírus – em especial, a da África do Sul (B.1.351). Isso porque o atual regime de duas doses produziu uma resposta imunológica mais fraca contra a variante sul-africana.

Ao todo, 144 voluntários receberão a terceira dose. Os pesquisadores querem priorizar pessoas que participaram dos testes de estágio inicial da vacina nos Estados Unidos, no ano passado.

Nos testes do “mundo real”, a vacina mostrou 91% de eficácia, seis meses após a aplicação da segunda dose. (Com informações do Daily Mail)

METRÓPOLES

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *